Paciente apresentando Distonia Oromandibular dois anos após a primeira consulta, na qual apresentava disfunção temporomandibular sem distonia. Distonia oromandibular e a conexão com a disfunção crânio- cérvico- mandibular.

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Paciente de sexo feminino com 57 anos de idade comparece a consulta no ano de 2017 com queixa de dor nas articulações temporomandibulares e limitação de abertura bucal. De acordo com a anamnese preenchida pela própria paciente na consulta inicial ela relata  dor de cabeça eventual, zumbido, dor facial inespecífica, sons estranhos em ambos os ouvidos, dificuldade para abrir a boca e dor em ambas ATMs (articulações temporomandibulares).

1A FRENTE 2017A paciente relata que os seus sintomas iniciaram no ano de 2011 após um procedimento para trocar todas as obturações velhas de amalgama por resinas.

Relato resumido escrito pela paciente

Prezada Dra. Lidia ,

Segue o relato sucinto do que ocorreu com meu maxilar ou mandíbula.

Em 2011 procurei o dentista por indicação de uma amiga para retirar as antigas obturações (amalgamas).

O trabalho foi longo durante esse ano e eu fiquei satisfeita com o resultado.

Meses depois começou a me incomodar o lado direito da boca pois sentia como se um desnível estava ocorrendo quando eu fechava a boca. Retornei ao profissional e  ele alinhou novamente a altura dos dentes  e melhorou um pouco.

Comecei a sentir dores e em 2012, fui indicada a  ter uma consulta com uma profissional especialista em DTM que me receitou Mioflex para a dor.

Usei placa para bruxismo pois eu não conseguia abrir bem a boca, abria pouco (doía  o lado direito do rosto).

1 FRENTE E COSTAS 2017Fotografias posturais de frente e costas da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

Desalinhamento de ombros e anteriorização da cabeça.

2 PERFIL DIR E ESQ 2017Fotografias posturais de perfil direito e esquerdo da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

Importante anteriorização postural da cabeça. Nota-se o perfil prognata.

3 OCLUSAO 2017Oclusão habitual da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

4 OCLUSAIS 2017

Vista oclusal superior e inferior da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

Pequeno apinhamento no setor de incisivos inferiores.

Continuação do relato resumido escrito pela paciente

Após usar a placa para bruxismo a profissional especialista em DTM  me sugeriu  fisioterapia com a uma excelente profissional fisioterapeuta especialista em traumas no rosto com acidentes de carro etc.

Com as consultas dela a boca voltava para o lugar  e a dor diminuía muito, mas com o frio repuxava para a direita novamente.

Tomei caixas  de Mioflex pois me doía na região da ATM direita e me dava dor de cabeça.

Consultei mais outros ortodontistas e  recomendaram placa.

Para aliviar as dores fiz mais de um ano de acupuntura com outra  fisioterapeuta.  Era ótimo, pois a dor aliviava muito. A fisioterapeuta saiu para morar fora do Brasil e eu fiquei sem fazer acupuntura.

Um dia em 2017 tendo muita dor encontrei seu nome na internet e li um testemunho maravilhoso.

Fui ate à senhora, mas não tive condições  de fazer o tratamento.

5 PANORAMICA 2017Radiografia panorâmica da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

6 LAMINOGRAFIA 2017Laminografia  da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

7 FRONTAL 2017Radiografia frontal da paciente na primeira consulta no ano de 2017. Desvio mandibular para direita. Desvio da linha mediana para direita. Coluna cervical e processo odontóide centralizado.

7 FRONTAL desenhada 2017Radiografia frontal da paciente na primeira consulta no ano de 2017. Desvio mandibular para direita. Desvio da linha mediana para direita. Coluna cervical e processo odontóide centralizado. Desenho para facilitar reconhecimento das estruturas.

8 LATERAL 2017Radiografia lateral da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

Observa-se o perfil com protrusão mandibular.

Importante anteriorização da cabeça. Observa-se o perfil com protrusão mandibular.

9 C7 2017

Radiografia lateral e da coluna cervical  da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

Importante anteriorização da cabeça. Observa-se o perfil com protrusão mandibular.

10 eletromiog dinamica inicial 2017Eletromiografia dinâmica inicial da paciente em oclusão habitual na primeira consulta no ano de 2017.

Esta eletromiografia registrada na consulta do ano de 2017 mostra  importante assimetria dos músculos masseteres direito e esquerdo entre si e dos temporais direito e esquerdo entre si. O masseter do lado direito encontra-se em espasmo com muito pouca ativação na máxima intercuspidação. O digástrico do lado esquerdo em ativação constante durante todas as funções.

Nesta eletromiografia se solicita ao paciente abrir e fechar a boca. Apertar os dentes fortemente em máxima intercuspidação e deglutir.

DIREITA SAGITAL E FRONTAL FECHADA 2017RNM: corte sagital DP e frontal T1 da ATM direita fechada no ano de 2017.

Deflexão do côndilo mandibular por traumatismo na primeira infância e retificação do aspecto superior do côndilo mandibular.

ESQUERDA 1 SAGITAL E FRONTAL FECHADA 2017RNM: corte sagital DP e frontal T1 da ATM esquerda fechada no ano de 2017.

A imagem não está boa pelo nervosismo da paciente dentro do ressonador. O côndilo mandibular do lado esquerdo encontra-se anteriorizado mesmo com a boca fechada.

DIREITA E ESQUERDA ABERTA 2017RNM: corte sagital T1 de ambas ATMs direita e esquerda abertas no ano de 2017.

Pode se observar a limitação de abertura no côndilo direito, coincidente com a queixa clínica. Nesta imagem pode se observar muito bem no côndilo direito a sequela de fratura em talo verde por traumatismo na primeira infância.
A seguir a documentação da paciente em 2019 dois anos após a primeira consulta.

10A FRENTE 2019A mesma paciente de sexo feminino com 59 anos de idade retorna para consultar e iniciar o tratamento  no ano de 2019, dois anos após a primeira consulta. De acordo com a anamnese, novamente preenchida pela própria paciente na consulta ela relata: dor de cabeça eventual, zumbido, dificuldade para mastigar, rigidez na nuca, dor no ombro esquerdo, dor na ATM direita Movimentos involuntários da mandíbula, Distonia Oromandibular.

Distonia e Distonia oromandibular

Distonia pode ser definida como contrações involuntárias e prologadas, resultando em movimentos de torção e na adoção de posições anormais. Movimentos involuntários rítmicos e oscilatórios, devidos à contração alternada ou sincrônica de músculos antagonistas com inervação recíproca.

A distonia pode ocorrer em praticamente em todos os grupos musculares. Varias denominações são usadas para descrever as diversas localizações da distonia.

A distonia é chamada de oromandibular quando se localiza na parte inferior da face, lábios e mandíbula, o paciente apresentando abertura o fechamento involuntário da boca, retração ou franzimento dos lábios e pode apresentar contrações repetidas do platisma.

Relato resumido escrito pela paciente no retorno para o tratamento em 2019, continuação do relato em 2017 na primeira consulta.

Após consultar com você em 2017, fui indicada na época para outra profissional e logo coloquei o primeiro aparelho funcional. A dor desapareceu e a boca começou a voltar para a posição normal (repuxava muito para a direita).

Usei mais dois aparelhos com ela sempre moveis, sendo o ultimo o que apresenta melhora na simetria do meu rosto.

Ela fez o que pode ate aqui e agora sigo com você, pois quero meu sorriso de volta e também que o zumbido desapareça.

Quando tomo a noite Frontal (alprazolam) meu musculo da face relaxa e o maxilar retorna a posição normal, mas quando o efeito passa começa a se deslocar novamente.

Também uso a noite este ultimo aparelho que a Dra. confeccionou.

Importante dizer que estive em dois neurologistas e a observação era para eu controlar sempre a vitamina B12 Desde a primeira consulta tenho tomado Citoneurin.

Histórico de traumatismos:

Em 1996 não lembro bem do ano cai de uma escada e fui batendo com as costas ate chegar o chão. Fui atendida no hospital  e não tive fraturas.

Em 2003 eu sofri um acidente num parque de diversões quando um carrinho que vinha atrás do meu sem freios bateu violentamente nas minhas costas.

Fui atendida no hospital não houve fraturas usei um colete no pescoço por um tempo e tomei Tramal.

Sofri mais dois acidentes de carro onde bateram na minha traseira e sofri o que se chama “golpe de chicote”, eu estava dirigindo.

Faço musculação duas vezes por semana já faz dois anos, antes eu fazia Pilates.

Que eu saiba tenho uma perna mais curta que a outra.

Documentação da paciente ao retornar no ano de 2019, para iniciar o tratamento

10 FRENTE E COSTAS 2019Fotografias posturais de frente e costas quando a paciente retornou para iniciar o tratamento em 2019. Chama a atenção o desvio mandibular para a direita em comparação com as fotografias posturais do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

11 PERFIL DIR E ESQ 2019Fotografias posturais de perfil direito e esquerdo quando a paciente retornou para iniciar o tratamento em 2019. Chama a atenção que a mandíbula que tinha uma posição protruída nas primeiras fotografias apresenta uma posição mais reta em comparação com as fotografias posturais do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

Vídeo da paciente na consulta em 2019 quando retorna usando um aparelho funcional, que aliviou certas dores, mas já com DISTONIA OROMANDIBULAR.
Nota-se a dificuldade da paciente para conseguir fechar a boca. Foi colocado um filtro nos olhos para não identificar a paciente. A paciente tenta fechar os olhos fortemente para controlar o movimento mandibular (truque sensorial), mas não consegue.

12 OCLUSAO 2019Oclusão habitual da paciente quando  retornou para iniciar o tratamento em 2019. Chama a atenção uma modificação da linha mediana em comparação com as fotografias posturais do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

13 OCLUSAIS 2019Vista oclusal superior e inferior da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019. Chama a atenção o alinhamento do apinhamento inferior em comparação com as fotografias oclusais do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

14 PANORAMICA 2019Radiografia panorâmica da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

15 LAMINOGRAFIA 2019Laminografia da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

16 FRONTAL 2019Radiografia frontal da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019. Importante lateralização da coluna cervical para direita e deslizamento do processo odontóide do axis para direita em comparação com a radiografia frontal do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

16 FRONTAL 2019 marcadoRadiografia frontal da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019. Importante lateralização da coluna cervical para direita e deslizamento do processo odontóide do axis para direita em comparação com a radiografia frontal do ano 2017, que serão comparadas mais a frente. Desenho para facilitar reconhecimento das estruturas.

17 LATERAL 2019Radiografia lateral da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

Chama a atenção que a mandíbula que tinha uma posição protruída nas primeiras radiografias apresenta uma posição mais reta em comparação com as fotografias posturais do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

18 C7 2019Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

Chama a atenção que a mandíbula que tinha uma posição protruída nas primeiras radiografias apresenta uma posição mais reta em comparação com as fotografias posturais do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

Aumento da cifose torácica alta e anteriorização da sexta vértebra cervical em comparação com as radiografias do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

19 emg dinamica 2019Eletromiografia dinâmica  da paciente em oclusão habitual quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

Esta eletromiografia registrada na consulta do ano de 2019 mostra  maior assimetria dos músculos pares masseteres direito e esquerdo entre si e temporais direito e esquerdo entre si, em comparação com a eletromiografia registrada no ano 2017. O músculo masseter do lado direito encontra-se em espasmo com muito baixa ativação na máxima intercuspidação. Nesta eletromiografia foram medidos os esternocleidomastoideos direito e esquerdo. O músculo esternocleidomastoideo do lado esquerdo encontra-se ativado durante todas as funções.

Nesta eletromiografia se solicita ao paciente abrir e fechar a boca. Apertar os dentes fortemente em máxima intercuspidação e deglutir.

DIREITA E ESQUERDA ABERTA 2019RNM: corte sagital T1 de ambas ATMs direita e esquerda abertas quando a paciente retornou para iniciar tratamento no ano de 2019.

O  côndilo direito melhorou a abertura mais ainda está limitada, lembrar que a cabeça mandibular tem uma deflexão e da uma aparência que chega a eminência articular. A abertura nos casos com deflexão do côndilo deve ser avaliada tomando como referência a continuação do corpo e colo mandibular.  Nesta imagem pode se observar muito bem no côndilo direito a sequela de fratura em talo verde por traumatismo na primeira infância.

DIREITA SAGITAL E FRONTAL FECHADA 2019RNM: Corte sagital e frontal da ATM direita fechada quando a paciente retornou para iniciar tratamento no ano de 2019.
Leve retroposição do côndilo no corte sagital em comparação com a imagem de 2017.

ESQUERDA 1 SAGITAL E FRONTAL FECHADA 2019RNM: Corte sagital e frontal da ATM esquerda fechada quando a paciente retornou para iniciar tratamento no ano de 2019.
Retroposição do côndilo no corte sagital em comparação com a imagem de 2017 onde estava anteriorizado.

Comparação da documentação da paciente da primeira consulta em 2017 e  quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

19 COMPARATIVAS FRONT 2017 2019Imagens frontais comparativas da paciente na primeira consulta em 2017 e quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

Chama a atenção o maior desvio mandibular para a direita em comparação com as fotografias posturais do ano 2017.

Maior antero-rotação de ambos os ombros.

20 COMPARATIVAS PERFIS DIR E ESQ 2017 2019Imagens de perfil direito e esquerdo comparativas da paciente na primeira consulta em 2017 e quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

Maior antero-rotação de ambos os ombros nas imagens de 2019

Maior anteriorização da cabeça nas imagens de 2019 deslocando ainda mais o centro de gravidade.

A mandíbula se encontra mais retro posicionada nas imagens de 2019 em comparação as imagens em 2017.

21 OCLUSOES COMPARATIVAS 2017 2019Imagens comparativas da oclusão habitual da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.
Modificação da linha mediana em comparação com as fotografias posturais do ano 2017.

22 OCLUSAIS COMPARATIVAS 2017 2019Imagens comparativas da vista oclusal superior e inferior  da paciente quando  retornou para iniciar o tratamento em 2019. Chama a atenção o alinhamento do apinhamento inferior em comparação com as fotografias oclusais do ano 2017.

23 frontais COMPARATIVAS 2017 2019Radiografias frontais comparativas da paciente na primeira consulta  em 2017 e quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

Importante lateralização da coluna cervical para direita e deslizamento do processo odontóide do axis para direita em comparação com a radiografia frontal do ano 2017.

23 frontais COMPARATIVAS 2017 2019 desenhadasRadiografias frontais comparativas da paciente na primeira consulta  em 2017 e quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

Importante lateralização da coluna cervical para direita e deslizamento do processo odontóide do axis para direita em comparação com a radiografia frontal do ano 2017. Desenho para facilitar a visualização.

24 laterais COMPARATIVAS 2017 2019Radiografias laterais comparativas da paciente na primeira consulta  em 2017 e quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

A mandíbula que tinha uma posição protruída nas primeiras radiografias apresenta uma posição mais reta em comparação com as fotografias posturais do ano 2017. Posição mais comprimida.

Maior anteriorização da cabeça na radiografia de 2019 em comparação com a radiografia em 2017.

25 c 7 comparativas COMPARATIVAS 2017 2019Radiografias laterais e da coluna cervical comparativas da paciente na primeira consulta  em 2017 e quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

A mandíbula que tinha uma posição protruída nas primeiras radiografias apresenta uma posição mais reta em comparação com as fotografias posturais do ano 2017. Posição mais comprimida.

Maior anteriorização da cabeça na radiografia de 2019 em comparação com a radiografia em 2017.

Aumento da cifose torácica alta na radiografia de 2019 em comparação a radiografia de 2017.

Vídeo da paciente quando retornou para o tratamento ANTES de instalação da órtese 

Pode se perceber a movimentação involuntária da mandíbula e a paciente tentando apertar os lábios  para controlar o movimento.
Foi colocado um filtro e retirado o áudio.

Conteúdo do Vídeo: Bom dia, isto que tu tens é uma distonia oromandibular, sabias disso?
A Doutora que estava me tratando levou meu caso para São Paulo para um congresso e comentaram da distonia oromandibular. Aí consultei com um neurologista que falou que era uma discinesia. Ele afirmou que a ressonância nuclear magnética não mostrava nada que neurologicamente eu não tinha nada. Falou que podia continuar com o aparelho funcional e receitou um ansiolítico e Citoneurin.

Início do tratamento:

Neste caso específico de distonia oromandibular, NÃO FOI POSSÍVEL a utilização do cineciógrafo computadorizado para o registro da mordida, devido aos movimentos laterais mandibulares.

REGISTRO DE SILICONANão foi possível o registro da posição neuromuscular fisiológica de repouso mandibular no cineciógrafo computadorizado, invalidado pelos movimentos involuntários da mandíbula da paciente.

exemplo de mordida com pulso coordenadoExemplo de registro de repouso mandibular em posição neuromuscular fisiológica com o cineciógrafo computadorizado de um paciente com patologia da ATM, mas SEM DISTONIA OROMANDIBULAR. Pode-se observar o pulso simétrico e repetitivo que corresponde à elevação da mandíbula pela ação do TENS.

O registro para a confecção da órtese foi efetuado utilizando informações da eletromiografia de superfície (registro já postado) e o Tens, sem utilização do cineciógrafo computadorizado devido aos movimentos mandibulares. Tendo em conta a  descompressão articular e os testes musculares manuais de força de braços e pernas em coordenação com a órtese confeccionada.

Conjuntamente com a instalação da órtese de uso continuo a paciente foi encaminhada para tratamento osteopático com a Dra. Kaciane Boschetti para  ajustes da biomecânica e alinhamento corporal.

Vídeo com a paciente utilizando a ortese mandibular.

Conteúdo do Vídeo:

Oi tudo bom?

Oi Dra. bom dia neste dia maravilhoso cheio de sol mais quentinho de primavera, estou aqui muito feliz fazendo a minha revisão.

A minha boca, a mandíbula está voltando ao normal, essa correria que a mandíbula estava fazendo, está passando, estou me sentindo bastante positiva em relação ao tratamento, eu sei que isto é uma caminhada, estou aqui há pouco tempo e estou conseguindo pelo menos ter o meu rosto de volta. Espero ficar totalmente curada, acredito em milagres, sé que não depende de mi mais eu estou fazendo o que tenho que fazer.

Vídeo com a paciente sem a ortese mandibular.

Conteúdo do Vídeo:

Sou eu estou gravando este vídeo para ti para te dizer que estou saindo para uma janta agora, eu me maquilhei, botei batom e estou esperando fazer sucesso hoje à noite.

Quero te agradecer o carinho e a dedicação comigo. Um beijo grande querida. Estou sem aparelho agora.

Considerações das desórdens de movimento e sua conexão com a ATM.

Distonia é um termo que define um grupo de doenças caracterizadas por espasmos musculares involuntários que geram movimentos e posturas anormais de determinada parte ou de todo o corpo.

Distonia oromandibular: caracteriza-se por espasmos na região inferior da face, tais como os lábios, boca, língua e mandíbulas. Os sintomas mais frequentes são a dificuldade para mastigar, abrir a boca, deglutir alimentos e articular as palavras.

É muito grande a prevalência de desordenes temporomandibulares na distonia oromandibular. É importante que os profissionais de saúde estejam familiarizados com a distonia oromandibular e com as desordens temporomandibulares.

O nervo dental que inerva os músculos da mandíbula e a ATM também se mistura com os nervos do pescoço. Portanto, a disfunção nas estruturas cervicais geralmente leva a problemas na mandíbula e vice-versa.

Neurite do ramo auriculotemporal do nervo trigêmeo, que tem entrada direta na formação reticular (FR)  pode ativar as células da região pontina da FR conhecidas por o controle e desvio da postura da cabeça.

Órteses de precisão podem ajudar modificando os reflexos nociceptivos na região da articulação temporomandibular. É fundamental um trabalho de ajustes da biomecânica e alinhamento corporal feito por profissionais especializados e com experiência em pacientes distonicos.

Cada paciente é ÚNICO, o tempo e o resultado também são únicos para cada paciente. Em geral aqueles pacientes onde a distonia focal está instalada há menos tempo tem uma resposta mais rápida e mais favorável.

Têm pacientes que levam anos para melhorar e outros onde a melhora é mais rápida. Não da para prever isto no inicio.

Neste caso específico a paciente se sente muito bem hoje em dia, sem o uso da órtese, este fato é incomum, as minhas recomendações: levar sempre a órtese com ela e continuar com todas as indicações dadas pela osteopata.
Solicitei da paciente radiografias para avaliar as modificações tanto mandibulares como da cervical alta.

Agradeço profundamente ao Dr. Anthony B. Sims pelos seus ensinamentos na área de desórdens do movimento e a sua relação com a ATM.
Este conhecimento é fundamental pela grande quantidade de pacientes que podem ser ajudados.

DEPOIMENTO 1Depoimento da paciente:

Boa noite Dra. Lídia

Segue meu testemunho.

Estes últimos meses tem sido maravilhosos em minha vida.

Em 2011 ao trocar as amálgamas antigas de meus dentes entrei um ano depois numa jornada de dor intensa no lado direito do rosto além de ter um repuxo fortíssimo do meu maxilar neste mesmo sentido.

Mesmo usando aparelho funcional meu estado foi se agravando até receber um diagnóstico de distonia oromandibular.

Foram muitos os dentistas e médicos que consultei, mas a melhora começou a acontecer com o tratamento sugerido pela Dra. Lidia com o uso de uma placa totalmente diferente das que eu tinha usado anteriormente.

Durante as primeiras consultas fui avaliada integralmente considerando meus movimentos e postura.

Graças a Deus através deste novo protocolo que experimentei comecei a sentir melhoras relevantes a dor começou a diminuir bastante.

Durante este período mudei totalmente  meus exercícios físicos comecei a dança e a caminhar muito também (conselho da osteopata Dra. Kaciane Boschetti indicada pela Dra. Lidia).

DEPOIMENTO 2Comecei a ter mais saúde e busquei também uma dieta alimentar mais nutritiva, pois apresentei um quadro de baixa imunidade durante este período.

Hoje tomo suplementos incluindo doses mais elevadas de vitamina D, cloreto de magnésio para controle da ansiedade. Também tenho controle permanente das vitaminas do complexo B e C bem como colágeno tipo 2 que teve um efeito direto na minimização da dor.

Com o uso continuo da placa a mandíbula começou a voltar para o lugar e isto foi um verdadeiro milagre!

O movimento travado do lado direito do rosto já não existe mais.

Foram poucos meses e o resultado foi surpreendente.

Creio que o sistema neurológico absorveu a nova posição do rosto e o alinhamento do rosto ficou melhor.

DEPOIMENTO 3

Não tenho mais dor. Consigo mastigar qualquer alimento sem dificuldade e falar normalmente sem a mandíbula repuxar.

Depois de todo o período do tratamento constato que aprendi novos  princípios de saúde integral. Os  distúrbios iniciais pequenos da mandíbula  se não tratados adequadamente podem levar a distonia!

Meu sorriso voltou e atualmente não uso mais a  placa.

Agradeço primeiramente a Deus pela vida e por ter inspirado a Dra. Lidia a estudar os distúrbios de movimento na face, pois foi através do seu conhecimento que hoje me encontro curada.

Um abraço Deus abençoe

Recapturar o Disco Articular ou Reposicionar o Côndilo mandibular? Que tal Repensar o Conceito como Recuperação da Relação Fisiológica da Cabeça da Mandíbula com o Disco Articular. Pacientes com extensa história de dor. Série de casos clínicos. Primeira Parte.

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Recapturar o disco articular  ou reposicionar o côndilo mandibular?

Que tal repensar o conceito como recuperação da relação fisiológica da cabeça da mandíbula com o disco articular, QUANDO POSSIVEL!

E quando não é possível? Qual ó o diagnóstico diferencial? O QUE PODEMOS OFERECER PARA OS NOSSOS PACIENTES?

Que tipo de órtese ou dispositivo intraoral utilizar? Qual é o objetivo de uma órtese em um tratamento de Patologia da ATM? Reposicionar a mandíbula? Recapturar os discos articulares? É sempre possível? DEPENDE DO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL!

Tem modificações das estruturas articulares da articulação temporomandibular?

Tem distorções na postura horizontal, vertical e transversal do complexo craniomandibular?

Como estão os ossos?

Como está a cartilagem?

Como está o disco articular?

Como estão os músculos neste sistema?

Como está a coluna cervical em relação a todo o sistema?

Como está a relação da coluna vertebral com as outras partes do sistema?

Como está o sistema miofuncional orofacial?

Os dentes, as duas articulações temporomandibulares e a musculatura postural são partes do mesmo osso, a mandíbula. Eles estão profundamente inter-relacionados e interdependentes em crescimento, forma e função. Uma anormalidade em uma destas partes, afeta profundamente as outras.

1 frente

Paciente de sexo feminino com  30 anos de idade se apresenta na clínica com histórico de dor de cabeça, dor na frente, dor e rigidez na nuca, dor na sobrancelha esquerda, dor atrás do olho direito, dor no ombro direito. A paciente relata dor na ATM, (articulação temporomandibular) do lado direito.

A paciente relata crepitação bilateral, dor facial inespecífico, tremor muscular, dificuldade para abrir a boca, dificuldade na mastigação e travamento mandibular.

Relato resumido escrito pela paciente

Não me recordo de alguma queda brusca onde pudesse ter havido algum tipo de lesão.

Aos 6 anos de idade fui ginasta. Sempre tive quedas, de frente, costas e de cabeça. Mas no piso havia proteções.

Próximo aos 8 anos de idade, arranquei um molar do lado esquerdo inferior. Penso que, a partir disto, sempre forcei mais a mastigação do lado direito.

Com aproximados 13/14 anos de idade, lembro-me de começar os estalos do lado direito. Neste lado eu tinha mordida cruzada e um canino de leite que “mordia” atrás do dente de baixo.

Nesta fase, os estalos se tornaram mais frequentes, causando um pouco de dificuldade para abrir totalmente a boca. Ex: Quando tentava abrir a boca sem o estalo, a abertura fica menor do que após o estalo. Ou seja, se não faço o “jogo” com o maxilar, a boca não abre totalmente.

Em 2004 tive o primeiro “travamento”. Lembro-me de ser inverno e eu estar com frio. Fui fazer o “jogo” do maxilar e não consegui abrir a boca.  Então forcei para abrir a boca e deu um estalo forte seguido de dor na região óssea do ouvido/nariz. A impressão é que havia deslocado algum osso/nervo.

A partir deste episódio, sempre que forço mais a região, acontece o travamento. Ex: quando como carnes, bala, amendoim. Coisas que preciso forçar mais a mastigação.

Em 2008 coloquei aparelho ortodôntico para fazer as correções. No tratamento, fiz um processo de espaçamento dos dentes, com um aparelho no céu da boca para abrir a arcada. Fiquei com os dentes separados um tempo.

Depois de terminado o tratamento, corrigido os dentes, os estalos voltaram mais leves. Aproximado 1 ano depois, voltou o travamento também. COMECEI COM DORES DE CABEÇA E CERVICAL. SENTIA LEVES FORMIGAMENTOS NA CABEÇA.

Em 2015 comecei a ouvir um tipo de “areia” do lado esquerdo. Em seguida engravidei e neste período começou os estalos também do lado esquerdo. Em Fevereiro de 2017 tive o primeiro “travamento” do lado esquerdo.

Agora quando sinto o travamento, procuro relaxar bem a musculatura, deixando o maxilar solto alguns minutos. As vezes volta ao normal assim mesmo, outras vezes tenho que forçar com a abertura da boca, causando um forte estalo.

2 perfil

Informações atuais:

Quando fecho a boca, sinto meu maxilar se posicionar de leve para trás, para “casar” a mordida. Para ficar com a boca “solta” e confortável, tenho que estalar os dois lados, e deixar o maxilar solto.

Quando tento abrir a boca sem os estalos, a abertura fica menor do que após o estalo. Ou seja, se não faço o “jogo” com o maxilar, a boca não abre totalmente.

Os travamentos geralmente ocorrem:

– Bocejos;

– Pela manhã (desperto com o maxilar travado);

– Comendo carnes.

2 tomo

TC: Parte do estudo inicial da paciente enviado antes da consulta, solicitado por outro profissional.

A anamnese e o exame clínico são uma parte fundamental no diagnóstico do paciente que apresenta patologia da ATM.

A tomografia computadorizada é uma excelente imagem, mas quando tratamos uma articulação sinovial em um paciente com  patologias da ATM, a tomografia NÃO NOS OFERECE AS INFORMAÇÕES DOS TECIDOS MOLES.

A Ressonância Nuclear Magnética (RNM) pode dar muitas informações e não apenas a posição do disco.  É fundamental ter o conhecimento para SABER O QUE FAZER COM ESSA INFORMAÇÃO.

Não podemos tratar um paciente com necrose na cabeça da mandíbula ou com edema medular ou artrose ou artrite reumatoide ou lúpus da mesma forma que tratamos outro paciente apenas com uma posição errada da mandíbula.

As articulações temporomandibular de todos esses pacientes precisam ser descomprimidas, mas isso é apenas uma parte do problema.

3 dentes inicOclusão habitual da paciente no dia da consulta.

4 oclusaisVista oclusal superior e inferior da paciente no dia da consulta.

Observa-se fio metálico de contenção de tratamento ortodôntico entre os caninos inferiores direito e esquerdo.

5 panoramicaRadiografia panorâmica inicial da paciente antes do tratamento.

Observa-se fio metálico de contenção de tratamento ortodôntico entre os caninos inferiores direito e esquerdo.

6 laminografia

A laminografia das articulações temporomandibulares mostra uma modificação do eixo de crescimento dos côndilos mandibulares em ambos, direito e esquerdo provocado por um traumatismo na primeira infância, (fratura em talo verde).

Retroposição de ambas as cabeças mandibulares nas fossas articulares.

Laminografia da ATM em oclusão habitual e com a boca aberta.

cicatriz do queixo

Assimetrias tridimensionais na cabeça da mandíbula podem ter sido causadas
por diferentes etiologias e causar patologias morfofuncionais.

As alterações na orientação da cabeça da mandíbula ocorrem em pacientes que sofreram golpes na região do queixo, sejam anteroposteriores, verticais ou laterais.

Nós podemos observar nestes casos uma deformação da cabeça da mandíbula sob a forma de curvatura, com uma concavidade anterior, que, em alguns casos pode ser tão importante que produz uma compressão da região retrodiscal, causando sintomas graves.

7 frontal

Radiografia frontal da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

Observa-se fio metálico de contenção de tratamento ortodôntico entre os caninos inferiores direito e esquerdo.

8 teleperfil

Radiografia lateral da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

9 c 7

Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente em oclusão habitual antes do tratamento. Nota-se a perda da lordose cervical, retificação da coluna cervical.

16 rnm inicial 1

RNM: cortes sagitais da ATM esquerda em boca fechada antes do tratamento. Existe um anteroversão do côndilo mandibular. As cabeças mandibulares estão retroposicionadas.

O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras em boca aberta.

Importante  compressão retrodiscal. 

17 rnm inicial 2

RNM: cortes sagitais da ATM esquerda em boca fechada antes do tratamento. Existe um anteroversão do côndilo mandibular. As cabeças mandibulares estão retroposicionadas.

O disco articular encontra-se desocado anteriormente, com redução nas manobras em boca aberta.

Importante  compressão retrodiscal. 

19 rnm inicial4

RNM: cortes sagitais da ATM direita em boca fechada antes do tratamento. Existe um anteroversão do côndilo mandibular. As cabeças mandibulares estão retroposicionadas.

O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras em boca aberta.

Importante  compressão retrodiscal. 

20 rnm dir inicial5

RNM: cortes sagitais da ATM direita em boca fechada antes do tratamento. Existe um anteroversão do côndilo mandibular. As cabeças mandibulares estão retroposicionadas.

O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras em boca aberta.

Importante  compressão retrodiscal. 

21 rnm inicial 6

RNM: cortes sagitais da ATM direita em boca fechada antes do tratamento. Existe um anteroversão do côndilo mandibular. As cabeças mandibulares estão retroposicionadas.

O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras em boca aberta.

Importante  compressão retrodiscal. 

22 frontal rnm inicial 7

RNM: cortes frontais das articulações temporomandibulares direita e esquerda, boca fechada em oclusão habitual antes do tratamento.

O corte frontal da articulação temporomandibular direita e a esquerda evidenciam uma severa perda de espaço articular.

24 atm aberta

RNM: cortes sagitais da ATM direita e esquerda em boca aberta. Redução nas manobras do deslocamento do disco articular em boca aberta.

24a eletromiografia dinãmica habitual rolos de algodão

Registro eletromiográfico dinâmico da paciente em oclusão habitual, com rolo de algodão do lado direito (segunda coluna), com rolo de algodão lado esquerdo (terceira coluna) e com rolos de algodão em ambos os lados direito e esquerdo (quarta coluna). Note-se a melhora de recrutamento de unidades motoras na quarta coluna.

25 registro cineciografico inicial

Para avaliar corretamente a relação maxilo-mandibular devemos começar a considerar a posição fisiológica de repouso mandibular.

Repouso fisiológico é um conceito aplicável para todos os músculos do corpo.

A musculatura estomatognática não é exceção.

Os músculos mastigatórios da paciente foram desprogramados eletronicamente e uma nova posição neurofisiológica de repouso foi registrada.

A paciente apresenta um espaço livre patológico de 6,4 mm.

A paciente tambem apresentava 0, 4 mm de retroposição mandibular.

26 recalibraÇÃo da ortese

Recalibração da posição neuromuscular fisiológica do DIO ( dispositivo intraoral)

Na primeira fase os dispositivos intraorais, são recalibrados e ou trocados de acordo a cada caso específico à medida que a mandíbula, músculos e ATM melhorem.

28 ortoseOclusão do paciente com o DIO (dispositivo intraoral)

Com o registro obtido com o cineciógrafo computadorizado foi confeccionado um dispositivo intraoral (DIO) para reposicionar tridimensionalmente a mandíbula.

A posição NEUROMUSCULAR FISIOLÓGICA, foi gravada sob a forma de um registro de mordida oclusal, que mais tarde foi utilizado para fabricar um DIO ( dispositivo intraoral)

Na primeira fase os dispositivos intraorais, são recalibrados e ou trocados de acordo a cada caso específico à medida que a mandíbula, músculos e ATM melhorem.

29 controle da ortese

Outro registro cineciográfico para controle do DIO ( dispositivo intraoral) em posição neuromuscular fisiológica à medida que o dispositivo é trocado ou recalibrado.

A paciente não relatou mais sintomatologia. Os registros eletromiográficos e cinesiográficos mostraram objetivamente a melhora da função neuromuscular.

Solicitei a segunda ressonancia nuclear magnética para avaliar objetivamente a relação fisiológica entre os condilos mandibulares e o disco articular.

35 rnm comparativas 1

RNM: Comparação do corte sagital da ATM esquerda, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM esquerda, boca fechada, após A PRIMEIRA FASE do tratamento.

Recuperação da relação fisiológica da cabeça da mandíbula com o disco articular.

35b rnm comparativas 1

RNM: Comparação do corte sagital da ATM esquerda, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM esquerda, boca fechada, após A PRIMEIRA FASE do tratamento.

Recuperação da relação fisiológica da cabeça da mandíbula com o disco articular.

36 rnm comparativas 2

RNM: Comparação do corte sagital da ATM esquerda, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM esquerda, boca fechada, após A PRIMEIRA FASE do tratamento.

Recuperação da relação fisiológica da cabeça da mandíbula com o disco articular.

38 rnm comparativas 4

RNM: Comparação do corte sagital da ATM esquerda, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM esquerda, boca fechada, após A PRIMEIRA FASE do tratamento.

Recuperação da relação fisiológica da cabeça da mandíbula com o disco articular.

39 rnm comparativas 5

RNM: Comparação do corte sagital da ATM direita, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM direita, boca fechada, após A PRIMEIRA FASE do tratamento.

Recuperação da relação fisiológica da cabeça da mandíbula com o disco articular.

40 rnm comparativas 6

RNM: Comparação do corte sagital da ATM direita, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM direita, boca fechada, após A PRIMEIRA FASE do tratamento.

Recuperação da relação fisiológica da cabeça da mandíbula com o disco articular.

41 rnm comparativas7

RNM: Comparação do corte sagital da ATM direita, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM direita,  boca fechada, após A PRIMEIRA FASE do tratamento.

Recuperação da relação fisiológica da cabeça da mandíbula com o disco articular.

42 rnm comparativas 8

RNM: Comparação do corte sagital da ATM direita, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM direita, boca fechada, após A PRIMEIRA FASE do tratamento.

Recuperação da relação fisiológica da cabeça da mandíbula com o disco articular.

43 frontal rnm comparativas 8

RNM: Comparação do corte FRONTAL da ATM ESQUERDA, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM ESQUERDA, boca fechada após a FINALIZAÇÃO DA PRIMEIRA FASE do tratamento.

Recuperação da relação fisiológica da cabeça da mandíbula com o disco articular.

44 frontal rnm comparativas 8

RNM: Comparação do corte FRONTAL da ATM direita, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM direita, boca fechada após a FINALIZAÇÃO DA PRIMEIRA FASE do tratamento.

Recuperação da relação fisiológica da cabeça da mandíbula com o disco articular.

45 imagensA paciente não relatou mais sintomatologia. A RNM comparativa mostrou a Recuperação da relação fisiológica da cabeça da mandíbula com o disco articular.

Os registros eletromiográficos e cinesiográficos mostraram objetivamente a melhora da função neuromuscular.

Foi decidido iniciar a SEGUNDA FASE do tratamento para retirar o DIO (dispositivo intraoral), mantendo a oclusão neuromuscular fisiológica.

Para isso utilizamos uma ortodontia tridimensional, onde os dentes são erupcionados para a nova posição neuromuscular fisiológica.46 depoimento 1

Depoimento da paciente:

Minha primeira lembrança de travamento nas articulações foi aos 15 anos aproximadamente. Procurei especialistas em ortodontia, fiz os “ajustes” necessários, mas os travamentos e dores ainda continuavam.

Procurei a Dra. Lídia agora com 30 anos, pois outros especialistas me disseram que somente a cirurgia seria o possível em meu caso. E ainda sim, sem sabermos exatamente se teríamos sucesso.

Após iniciado a primeira fase de tratamento com o dispositivo, as dores cessaram e nunca mais tive os travamentos de mandíbula que tanto me apavoram.

47 depoimento 2

Me adaptei muito fácil ao tratamento, fui e estou sendo muito disciplinada com o uso do aparelho.

Agora, como a Dra. Lídia me explicou, com os discos já no lugar certo, iremos passar para a segunda fase, para a retirada do aparelho.

Hoje estou tendo uma rotina sem a preocupação de que posso “travar” a qualquer momento.

Sou muito grata a Dra. Lidia.

Página de estudos e investigação da ATM. Três anos de publicações.

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Caros amigos,

Em dezembro de 2014 iniciei as publicações da Página de Estudos e Investigação da ATM. No inicio, todo o seu conteúdo foi oferecido português, inglês e espanhol. Porém, em março do ano seguinte, ao analisar as estatísticas de acesso das postagens, decidi manter somente a divulgação nos idiomas português e inglês.

De todo modo, o acesso aos conteúdos da página segue disponível aos demais pesquisadores, profissionais da área e aos interessados na investigação que desenvolvo.

3 ANOS DE PUBLICAÇÕES

Nos dias de hoje, a medicina baseada em evidência está estratificada hierarquicamente de cima para baixo onde na base da pirâmide encontramos os casos clínicos, os quais raramente são vistos como evidência.

A Página de Estudos e Investigação da ATM tem em sua concepção, o propósito da publicação de casos e conceitos clínicos, cuidadosamente publicados com as respectivas documentações dos pacientes com queixas de dor, disfunção e patologia da ATM, tratados na Clínica MY.

A página oferece acesso ao conteúdo ao longo de imagens, eletromiografias de superfície, cinesiografia computadorizada antes e após o  processo terapêutico. Foram incluídos casos de ortodontia tridimensional e reabilitação fisiológica neuromuscular da segunda fase do tratamento, após o tratamento da ATM.

FINAL

Página de Estudos e Investigação da ATM fez no mês de dezembro três anos de vida, lembrei-me de festejar no primeiro aniversário da Pagina.

No meio do trabalho com os pacientes, ensino e publicações não me lembrei de celebrar o segundo ano.

Quero celebrar estes três anos com vocês.

Temos com este projeto um lugar na internet que mostra a linha de trabalho conhecida como odontologia neuromuscular fisiológica, que atua sobre a postura e o funcionamento mandibular e considera todo o sistema corporal.

Para isso a odontologia neuromuscular fisiológica procura estabelecer, no paciente uma posição baseada na relação harmoniosa entre os músculos, dentes e articulações temporomandibulares.

MARCUS LAZARI frontal E SAGITAL

Na publicação deste final de ano escolhi as imagens mais significativas de todos estes anos de publicações, com links diretos para cada uma das publicações originais.

No final desta publicação coloquei os links das publicações do primeiro ano desta pagina.

3 ANOS DE PUBLICAÇÕES 2

Página de Estudos e Investigação da ATM tem crescido muito e continua recebendo visitantes de todo o mundo.

Muito obrigada!

Lidia Yavich

Patologia da Articulação Temporomandibular em um Paciente com Fusão Congênita de duas Vértebras Cervicais. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

33 FINAL

Melhora Postural em Paciente após Tratamento de Reposicionamento Neuromuscular Fisiológico da Mandíbula. Paciente com Histórico de Cirurgia de Escoliose e Sintomatologia Craniomandibular.

24

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Fortes Dores de Cabeça e das Articulações Temporomandibulares apresentando Importante Irregularidade de contorno no Côndilo Mandibular e Limitação de Abertura Bucal. Caso clínico.

27 CEF COMPARATIVAS

Reversão da Alteração da Medular Óssea em um caso de Necrose Avascular da cabeça mandibular. Acompanhamento de dois anos após o tratamento.

FRONTAL COMPARATIVAS ESQUERDA 2016.jpg

Tratamento Neuromuscular Fisiológico em Paciente com Cefaleia Diária e Dor nas Articulações Temporomandibulares. Caso Clínico sem Possibilidade de Recaptura Discal: primeira e segunda fase.

10 abre e fecha inicial

Criança com Otalgia (dor de ouvido) e Perda Auditiva Condutiva: quando medir faz a diferença. Normalização dos limiares auditivos. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

FINALE FINALE

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Dor na Região da Nuca, Zumbidos Bilaterais e Fraturas Recorrentes de Dentes e Próteses. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

ITACIR COMBINADA

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com cefaleia durante 30 anos. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e segunda fase . Caso clínico.

1 FOTOS FRENTE

Patologia da ATM em Músicos Profissionais: Um olhar além dos fatores de risco. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

HELLA

Página de estudos e investigação da ATM. Um ano de publicações.

INICIAL.jpg

2

Página de Estudos e Investigação da ATM tem crescido muito e continua recebendo visitantes de todo o mundo.

Muito obrigada!

Lidia Yavich

Patologia da ATM em Músicos Profissionais: Um olhar além dos fatores de risco. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

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Vários artigos e estudos citam a prevalência de disfunção da ATM em violinistas e violistas especialmente pela flexão prolongada da cabeça e o ombro, postura necessária para manter o violino em posição.  Estudos também referem que a incidência de disfunção de ATM em músicos é similar a população geral.

Músicos profissionais requerem muitas horas de treino e aperfeiçoamento que implicam em movimentos complicados, ações rápidas e repetitivas com sobre uso das mãos, dedos, braços e cabeça.

A maioria dos artigos relatam a ansiedade do desempenho profissional e aumento da tensão muscular, mas poucos fazem um estudo em particular do estado das estruturas anatómicas dos casos estudados.

1 postura inicial frontalPaciente de sexo feminino com 45 anos de idade foi encaminhada para a clínica pela sua fisioterapeuta com queixas de dor de cabeça, dor na região cervical e escapular e contraturas musculares na mandíbula.

A paciente também refere deslocamento mandibular ao tocar o violino e dor em ambas as articulações temporomandibulares.

2 postura inicial lateralA paciente também refere estalos em ambas as articulações temporomandibulares, e ocasionalmente sensação de ouvidos entupidos.

Dores frequentes na coluna e em ambos os ombros.

Na época a paciente já tinha consultado fisioterapeutas, reumatologista, psiquiatra e psicólogo.

2pontos de dor.jpgGráfico de marcação dos pontos de dor.

3 OCLUSÃO INICIALImagem da oclusão habitual da paciente no dia da consulta.

4 OCLUSAIS INICIAISVista oclusal superior e inferior da paciente no dia da consulta.

5  PANORAMICA 1.jpgRadiografia panorâmica inicial da paciente antes do tratamento.

Dentes 18, 28 inclusos.

Desgaste nas faces incisais e oclusais dos dentes presentes.

Aparato protético de 25 a 27 ( 26 pôntico)

Reabsorção horizontal das cristas alveolares.

6 LAMINOGRAFIA INICIAL

Planigrafia da ATM em oclusão habitual antes do tratamento

Na posição de abertura máxima, observasse angulação anterior dos processos articulares, sequela de traumatismo na primeira infância.

A paciente relata um traumatismo na primeira infância, uma batida na cabeça quando brincava em um escorregador.

7 TELEPERFILRadiografia lateral e perfil da paciente antes do tratamento. Paciente em oclusão habitual.

8 FRONTALRadiografia frontal da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

9 C7Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

Nesta época a paciente realizou uma tomografia computadorizada da coluna cervical

Laudo da TC da coluna cervical:

Retificação da lordose cervical.

Discopatia degenerativa em C5-C6 observando-se redução da altura do espaço discal e proliferações osteofitárias reacionais. Nesse nível identifica-se barra disco-osteofitária que toca e deforma a face ventral do saco dural.

Não há estenose do canal vertebral central.

Forames neurais com amplitude dentro dos limites da normalidade.

Sinais leves de artrose uncovertebral C5 e C6.

Relação C1-C2 mantida.

Regiões paravertebrais simétricas.

10 eletromiog dinamica inicialRegistro eletromiográfico dinâmico em oclusão habitual da paciente antes do tratamento. Notasse a mínima ativação dos músculos masseteres direito e esquerdo na máxima intercuspidação e a alta ativação dos músculos temporais direito e esquerdo.

Os músculos masseteres são os músculos mais potentes do sistema estomatognático, os músculos temporais mesmo sendo músculos elevadores tem que ter uma ativação igual e preferencialmente menor que os músculos masseteres.

11 cineciog 1Registro cineciográfico inicial da paciente.

Vista tridimensional do movimento mandibular.

O registro mostra abertura e fechamento e velocidade ao fazer estes movimentos. A paciente mostra uma abertura de 47 mm e uma deflexão para direita de 3,9 mm

Notasse uma importante perda de velocidade no na metade do fechamento mandibular.

13 ress esq fech

RNM: corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

14 ress esq fech

RNM: outro corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

Importante zona de compressão retrodiscal no nível da deflexão do côndilo mandibular. Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

15 ress esq fech

RNM: outro corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

Importante zona de compressão retrodiscal no nível da deflexão do côndilo mandibular. Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

16 ress esq fech

RNM: corte sagital interno da ATM esquerda em boca fechada.

17ress dir fech

RNM: corte sagital interno da ATM direita em boca fechada.

19 ress dir fech

RNM: outro corte sagital da ATM direita em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post)

Importante zona de compressão retrodiscal no nível da deflexão do côndilo mandibular. Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

20 ress dir fechRNM: outro corte sagital mais externo da ATM direita em boca fechada.

O disco articular encontra-se deslocando anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post)

Nota-se a compressão posterior neste corte.

21 FRONT DIR E ESQRNM: cortes frontais das articulações temporomandibulares direita e esquerda, boca fechada em oclusão habitual antes do tratamento.

O corte frontal da articulação temporomandibular direita evidencia uma perda de espaço articular, especialmente na região do polo lateral externo da articulação. Ambas imagens frontais mostram diminuição do espaço articular.

Leve desvio discal medial.

21A registro inicial para o DIOPara avaliar corretamente a relação maxilo-mandibular devemos começar a considerar a posição fisiológica de repouso mandibular.

Repouso fisiológico é um conceito aplicável para todos os músculos do corpo.

A musculatura estomatognática não é exceção.

Os músculos mastigatórios da paciente foram desprogramados eletronicamente e uma nova posição neurofisiológica de repouso foi registrada.

A paciente apresenta um espaço livre patológico de 5, 8 mm, já descontado os dois mm fisiológicos de um espaço livre sadio.

A paciente também apresenta uma retroposição de 2,1 mm

22 oclussao com o DIOCom esses dados construímos um DIO (dispositivo intraoral), para manter tridimensionalmente a posição registrada. Este dispositivo deve ser testado eletromiograficamente para mensurar objetivamente o paciente.

É lógico que o relato da sintomatologia do paciente é importante, mas a eletromiografia de superfície mostra de forma objetiva se a função muscular melhorou, piorou ou não modificou.

22A eletromiografia com o DIORegistro eletromiográfico com o DIO (dispositivo intraoral) em posição neuromuscular fisiológica.

Notasse o maior recrutamento de unidades motoras nos músculos masseteres que anteriormente mostravam pouquíssima atividade.

22A Registro cinesiográfico para controlar o DIO em posição neurofisiológicaRegistro cineciográfico para controle do DIO ( dispositivo intraoral) em posição neuromuscular fisiológica à medida que o dispositivo é trocado ou recalibrado.

Na primeira fase os dispositivos intraorais, são recalibrados e ou trocados de acordo a cada caso específico à medida que a mandíbula, músculos e ATM melhorem.

Cada caso É ÚNICO. Existem casos onde as estruturas da ATM estão tão danificadas que os objetivos traçados terão limitações ditadas pelo diagnóstico inicial.

Estas limitações não se referem unicamente as estruturas da articulação temporomandibular, mas também a condição sistêmica da paciente.

22B 2 Registro cinesiográfico para controlar o DIO em posição neurofisiológicaOutro registro cineciográfico para controle do DIO ( dispositivo intraoral) em posição neuromuscular fisiológica à medida que o dispositivo é trocado ou recalibrado.

23 laminografias comparativas com dioComparação das planigrafias das articulações temporomandibulares, direita e esquerda, em boca fechada e aberta: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

24 ct comparativas com dioComparação das radiografias laterais e da coluna cervical da paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

Com a mandíbula em posição neuromuscular fisiológica a colega fisioterapeuta trabalhou o resto das cadeias musculares, utilizando técnicas manuais globais, tendo sempre em conta a individualidade da paciente. Este trabalho em um paciente com discopatias degenerativas deve ser mantido.

25 rad lateral e perfilComparação das radiografias laterais do paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

Melhora do perfil e recuperação da dimensão vertical.

26TELEFRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: no inicio do tratamento em oclusão habitual, durante o tratamento com o DIO (dispositivo intraoral) em oclusão neuromuscular fisiológica.

27 PANORAMICA com o DIORadiografia panorâmica da paciente com o DIO construído em posição neuromuscular fisiológica.

47 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

48 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

49 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

50 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

51 ress direita comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico. Neste corte se aprecia a melhora na relação côndilo discal obtida.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

51 b ress direita comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico. Neste corte se aprecia a melhora na relação côndilo discal obtida.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

52 ress direita comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.Neste corte se aprecia a melhora na relação côndilo discal obtida.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

53 ress esquerda frontal comparativa 1RNM: Comparação do corte frontal da ATM ESQUERDA, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM ESQUERDA após a FINALIZAÇÃO DA PRIMEIRA FASE.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular,especialmente no polo lateral. 

54 ress direita frontal comparativa 1RNM: Comparação do corte frontal da ATM DIREITA, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM DIREITA após a FINALIZAÇÃO DA PRIMEIRA FASE.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular,especialmente no polo lateral. 

A paciente não relatou mais sintomatologia relacionada com a ATM. A bioinstrumentação também mostrou  objetivamente a melhora da função neuromuscular.

Foi decidido iniciar a SEGUNDA FASE do tratamento para retirar o DIO (dispositivo intraoral), mantendo a oclusão neuromuscular fisiológica.

Para isso utilizamos uma ortodontia tridimensional, onde os dentes são erupcionados para a nova posição neurofisiológica.

55 ORTO 1Na segunda fase, neste caso a ortodontia tridimensional a paciente é monitorada e desprogramada eletronicamente, e muitas vezes o dispositivo é recalibrado, para manter a posição obtida na primeira fase.

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

56 PANORAMICA COM O IMPLANTERadiografia panorâmica da paciente após a instalação do implante e a remoção dos terceiros molares retidos superiores.

57 ORTO 2Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

58 ORTO 3Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

59 ORTO 4Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

60 ORTO 5Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

61 ORTO 6Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico). Fotografia do fio ortodôntico antes de cortar do lado direito para fins didáticos.

62 ORTO 7Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

63 ORTO 8Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

65 ORTO10Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

66 ORTO101Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

67 ORTO102Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

68 ORTO103Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

68 RETIRADA DO DIORetirada do DIO ( dispositivo intraoral)

69 ORTO104Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

70 ORTO105Finalização da segunda fase.

71 OCLUSAL FINALVista oclusal superior e inferior da paciente após a finalização da segunda fase.

72 panoramicas comparativasRadiografias panorâmicas comparativas da paciente antes e após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

72 comparação OCLUSAIS FINAISVista oclusal superior e inferior comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

72 OCLUSÃO IcomparativasOclusão comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

77 registro controle após a ortodontiaRegistro cinesiográfico de controle após a finalização da ortodontia tridimensional em posição neuromuscular fisiológica.

Trajetórias neuromusculares coincidentes.

73 laminografias finalLaminografia da paciente em oclusão neuromuscular fisiológica após a finalização da segunda fase do tratamento.

74 3 laminografias comparativasLaminografias comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

75 TELEFRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

76 rad lateral e perfil comparativas 3Radiografias laterais e perfil comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

78 DEPOIMENTO 1.jpgDepoimento da paciente:

O que me fez procurar o tratamento foram dores de cabeça recorrentes, frequentes (semanais) e intensas, que duravam, em média, 2 dias, afetando meu rendimento no trabalho, bem como as horas de lazer.

As dores não cediam com analgésicos comuns, necessitando de medicação forte, que, por sua vez, só amenizava um pouco as dores.

Hoje, após o tratamento, posso afirmar que só muito raramente sou acometida destas dores, melhorando muito a qualidade de vida, além da postura.

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Dor na Região da Nuca, Zumbidos Bilaterais e Fraturas Recorrentes de Dentes e Próteses. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

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1-itacir-inicial-frontal

Paciente masculino de 57 anos de idade se apresenta na clínica, encaminhado por um colega com queixas de: dor na nuca principalmente no lado direito, zumbidos em ambos ouvidos e percepção de sons estranhos.

2-itacir-inicial-lateral

Queixa-se de apertamento dentário diurno e noturno.
Refere perdas dentárias muito cedo, e instalação de próteses que seguidamente são fraturadas, como também fratura obturações dentárias.

3-dentes

Oclusão habitual do paciente no dia da consulta, o paciente tinha feito uma prótese removível, mas não sentia nem estabilidade nem conforto com ela.

4-oclusais

Vista oclusal superior e inferior do paciente sem a prótese removível inferior antes do tratamento.

5-panoramica-1

Radiografia panorâmica inicial do paciente antes do tratamento

Ao exame radiográfico observa-se ausência dos elementos dentais 17, 15, 14, 24, 27, 28, 38,37 e 36.

Perda óssea alveolar na maxila e na mandíbula. Comprometimento do suporte ósseo do elemento 18. Comprometimento da região de furca do elemento 46.

Extensão alveolar do seio maxilar na região de pré-molares e molares

Elementos 13 e 12 endodonticamente tratados.

6-laminografia-1

A laminografia das articulações temporomandibulares mostra posicionamento superior e posterior do processo articular do lado direito na cavidade articular e posicionamento inferior e anterior do processo articular do lado esquerdo na cavidade articular quando a mandíbula se encontra em posição de intercuspidação máxima.

Na posição de abertura máxima, observasse angulação anterior dos processos articulares. Aplainamento significativo da superfície posterior e superior do processo articular direito.

7-a-perfil-e-tele

Radiografia lateral conjuntamente com a imagem do perfil do paciente antes do tratamento.

7-frontal-1

Radiografia frontal em conjunto com a imagem frontal do paciente antes do tratamento.

8-c7-e-perfil

Radiografia lateral e da coluna cervical conjuntamente com a imagem lateral do paciente antes do tratamento.

9-comparativos-emg-basal

Registros eletromiograficos comparativos em repouso ou basal do paciente, antes e após a desprogramação eletrônica com o TENS.

Notasse a relaxação dos músculos especialmente do masseter direito que após a relaxação mostrou valores simétricos com o masseter esquerdo.

10-dinamico-1

Registro eletromiográfico dinâmico em oclusão habitual do paciente antes do tratamento. Notasse a ativação dos trapézios e dos digástricos no momento de oclusão máxima.

10-a-1-corte-ressonancia

Em um corte da ressonância nuclear magnética observa-se angulação anterior dos processos articulares, aplainamento da superfície superior e posterior do processo articular do lado direito e da superfície posterior do lado esquerdo. Informação que tínhamos na laminografia.

Os discos articulares estão deslocados anteriormente e também estão afilados o que implica estruturalmente um disco que nem sempre pode cumprir a função para o que um disco está desenhado. De tudo jeito é imperativo neste caso mesmo que não se consiga uma recaptura dos discos, promover uma descompressão articular

11-jaw-tracker-1

Os músculos mastigatórios do paciente  foram de programados eletronicamente e foi registrada a posição de repouso com  um cineciógrafo computadorizado.

Foi confeccionado um dispositivo para reposicionar tridimensionalmente a mandíbula.

O paciente apresentava um espaço livre interoclusal patológico muito grande de 13 mm, e uma retroposição mandibular de dois na construção do DIO.

Foi deixado um espaço interoclusal livre sadio de dois mm

Os registros vão modificando a medida que o sistema vai melhorando, e os dispositivos são trocados e ou recalibrados.

14-ortese-1

A posição de repouso mandibular tridimensional foi gravada sob a forma de um registro de mordida oclusal, que mais tarde foi utilizado para fabricar um DIO (dispositivo intraoral).

16-laminografia-comparativa

Laminografias comparativas do paciente a superior em oclusão habitual antes do tratamento e a inferior em posição neurofisiológica utilizando o DIO (dispositivo intraoral)

17-a-perfil-comparativos

Imagens comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com utilização do DIO (dispositivo intraoral)

18-teleradiog-comparativas

Radiografias laterais do paciente: em oclusão habitual e com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

19-comparativa-frontal

Imagens frontais comparativas do paciente antes e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

20-telefrontais-comparativas

Radiografias frontais comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

21-comparativa-perfil-1

Imagens posturais comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

22-comparativo-sorriso-1

Imagens posturais frontais sorrindo comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

24-radiografia-implante-1

Com a órtese colocada se inicia a primeira fase de colocação de implantes.

Radiografia panorâmica do paciente em oclusão neurofisiológica com o DIO (dispositivo intraoral), após a instalação dos primeiros implantes.

26-implantes-2

Para os implantes superiores foi necessário realizar enxerto ósseo, 120 dias após o enxerto ósseo foram realizados os implantes superiores.

Radiografia panorâmica do paciente em oclusão neurofisiológica com o DIO (dispositivo intraoral), após a instalação dos implantes restantes.

25-preparo-implante-1

Dispositivo intraoral construído em posição neurofisiológica com os implantes instalados.

jaw-tracker-2

Controle do registro do dispositivo intraoral, os registros vão modificando a medida que o sistema vai melhorando, e os dispositivos são trocados e ou recalibrados.

27-orto-1

É iniciado a segunda fase com ortodontia tridimensional. Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

29-orto-3

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

30-orto-4

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

31-orto-5

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

32-orto-6

Alinhamento e recuperação do setor inferior com resinas.

O paciente é testado com bioinstrumentação mantendo um resultado estético e funcional dentro do caso específico.

jaw-tracker-3

Controle da trajetória neuromuscular no paciente reabilitado.

eletro-apos-orto

Registro eletromiográfico dinâmico após a finalização da segunda fase do paciente. Ortodontia e reabilitação.

33-finalizacao-1

Finalização do tratamento de patologia da ATM, ortodôntico e reabilitador (neste caso clínico específico). A reabilitação neurofisiológica foi executada pelo Dr. João Sousa.

A reabilitação posterior foi feita mantendo a dimensão vertical com o dispositivo, mas tendo que ceder um pouco na altura ideal devido às condições de osso do paciente, e possibilidades de reabilitação e limitações ortodônticas.  A reabilitação foi feita com coroas metalocerâmicas, e nos implantes superiores coroas em zircônia nos elementos 14 e 15.

34-a-oclusais-finais-1

Vista oclusal superior e inferior do paciente após a finalização do tratamento neurofisiológico.

34-panoramica-final

Radiografia panorâmica do paciente após a finalização do tratamento neurofisiológico.

35-lamino-final

Laminografia  do paciente em oclusão neurofisiológica após a finalização do tratamento .

36-tele-final

Radiografia lateral do paciente em oclusão neurofisiológica após a finalização do tratamento.

38-frontal-final

Radiografia frontal do paciente em oclusão neurofisiológica após a finalização do tratamento.

38-dentes-comparativos-finais

Oclusões comparativas do paciente antes e após o tratamento neurofisiológico.

39-oclusais-comparativas

Vistas  oclusais superior e inferior comparativas  do paciente antes e após o tratamento neurofisiológico.

34-a-panoramicas-comparativas

Radiografias panorâmicas comparativas do paciente: antes durante e após o tratamento neurofisiológico.

A reabilitação posterior foi feita mantendo a dimensão vertical com o dispositivo, mas tendo que ceder um pouco na altura ideal devido às condições de osso do paciente, e possibilidades de reabilitação e limitações ortodônticas.  A reabilitação foi feita com coroas metalocerâmicas, e nos implantes superiores coroas em zircônia nos elementos 14 e 15.

41-comparativa-frontal

Imagens frontais comparativas do paciente: antes durante e após o tratamento neurofisiológico.

42-comparativa-perfil-1

Imagens de perfil comparativas do paciente: antes durante e após o tratamento neurofisiológico.

43-teleradiog-comparativas-inicial-e-final

Radiografias laterais comparativas do paciente: antes e após a finalização do tratamento neurofisiológico.

44-depoimento-1

Depoimento do paciente:

Principais Sintomas:

1) Eu sentia zumbidos bilaterais- Este sintoma me incomodava muito, principalmente no silêncio da noite era quase uma tortura, hoje não sinto mais nada, tanto é que já esqueci que um dia tive zumbido.

2)Sons estranhos em ambos os ouvidos: Tinha dificuldades de identificar, confundia de que lado vinham os sons e as vozes.

3) Apertamento dentário e quebra constante de próteses e restaurações- lembro que este foi o principal motivo pelo qual o Dr. João me indicou a procurar tratamento. Hoje uso uma ortose para dormir e nunca mais tive problemas.

4) Tive um grande presente, que não esperava e também não estava procurando por isso. O rejuvenescimento facial, ao ponto de algumas pessoas não me reconhecerem ao passarem por mim. Outras percebiam a mudança e pediam o que tinha feito e mais recentemente um amigo me pediu, qual o segredo de envelhecer jovem. Estou muito feliz, estou muito mais jovem. Obrigado Dra. Lídia, obrigado Dr. João.

Criança com Otalgia (dor de ouvido) e Perda Auditiva Condutiva: quando medir faz a diferença. Normalização dos limiares auditivos. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

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Os sintomas da perda auditiva leve que ocorrem na infância muitas vezes passam despercebidos.

 Várias atividades físicas e psíquicas das crianças e adolescentes podem ser afetadas em função da diminuição da capacidade auditiva.

A perda auditiva condutiva resultante da disfunção da tuba auditiva RESULTANTE DAS DESÓRDENS TEMPOROMANDIBULARES é MUITAS VEZES NÃO CONSIDERADA.

 É  de fundamental importância uma detecção precoce desta deficiência.

Existem dois tipos gerais de perda auditiva: a perda auditiva condutiva e a perda auditiva neurossensorial.
A perda auditiva condutiva resulta de perturbações na passagem do som da orelha externa para a janela oval.

Anatomicamente, esta via inclui o canal auditivo, membrana timpânica e ossículos. Essa perda pode ser devido a impacção de cerume, perfuração da membrana timpânica, otite média, osteosclerosis, disfunção muscular intra-auricular, ou deslocamento dos ossículos pelo ligamento maleolar.

Já a perda condutiva neurossensorial resulta em função de anormalidades otológicas além da janela oval. Tais alterações podem afetar as células sensoriais da cóclea ou as fibras neurais do oitavo nervo craniano.

A perda de audição com a idade (presbiacusia) é um exemplo. Tumores no oitavo nervo craniano também podem levar a tal perda de audição.

1

Paciente de sexo masculino com onze anos de idade se apresenta na consulta com queixas de dor de cabeça, dor na nuca, dor nos ombros, dor no pescoço, adormecimento e formigamento nas mãos e DIMINUIÇÃO DA ABERTURA BUCAL.

1A

O paciente refere dor no ouvido esquerdo e sensação de entupimento nos ouvidos, principalmente do lado esquerdo. Também refere zumbidos em ambos os ouvidos e DIMINUIÇÃO DA AUDIÇÃO, EM AMBOS OS OUVIDOS. 
Toda perda auditiva referida pelo paciente,  tem que ser constatada por AUDIOMETRIA.

2

Na história clínica do paciente em questão é relevante na análise do caso o antecedente de traumatismos no mento na primeira infância assim como as infecções repetitivas de ouvido e garganta e uma pneumonia que o paciente teve com oito meses e que precisou de internação hospitalar.

3

Imagens da oclusão habitual do paciente  e vista oclusal superior e inferior. Fotografias do paciente sorrindo de frente e perfil no dia da consulta.

5-panoramica-inicial

Radiografia panorâmica inicial do paciente no dia da consulta.

5

Laminografia das articulações temporomandibulares do paciente antes do tratamento: podemos observar o posicionamento superior e posterior do processo articular do lado esquerdo na cavidade articular  quando a mandíbula encontra-se em posição de intercuspidação máxima.

Na posição de abertura máxima, observa-se angulação anterior do processo articular do lado esquerdo.

6

Imagem da oclusão habitual do paciente antes do tratamento, no dia da consulta. Podemos observar uma importante sobremordida.

Fica  evidente a falta do espaço para o correto posicionamento do canino superior do lado esquerdo.

7

Vista oclusal superior e inferior do paciente antes de tratamento. Fica  evidente a falta de espaço para o correto posicionamento do canino superior do lado esquerdo.

8

Radiografia lateral em conjunto com a imagem de perfil do paciente, antes do tratamento.
Perfil retrognático e retificação da coluna cervical.

9 res fechada

RNM TI: Um  corte sagital da ATM esquerda e da ATM direita em boca fechada.

Podemos observar facetas anteriores nas cabeças mandibulares tanto do lado direito como esquerdo. Na ATM direita o disco está levemente luxado anteriormente. Na ATM esquerda a luxação é mais evidente, estando a cabeça da mandíbula apoiada nos ligamentos retro discais.

10 res aberta

RNM TI: Um  corte sagital da ATM esquerda e da ATM direita em boca aberta.

Podemos observar facetas anteriores nas cabeças mandibulares tanto do lado direito como esquerdo. Ambos os côndilos mandibulares não conseguem transladar estando diminuída a abertura bucal.

12 cineciog 1

Registro cinesiógrafico inicial: perda da velocidade quando o paciente abre e fecha a boca. Não há coincidência entre as trajetórias de abertura e fechamento na vista sagital do registro. Limitação na abertura bucal, o paciente consegue abrir só 32,9 mm.

11 ELET INICIAL

Eletromiografia de superfície dinâmica do paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

São medidos:

Temporais anteriores direito e esquerdo.

Masseteres direito e esquerdo

Digástricos direito e esquerdo

Trapézio superior direito e esquerdo

Ativação dos digástricos no fechamento, sendo que estes músculos só devem ser ativados na abertura.

Importante ativação dos trapézios superiores mesmo o paciente sendo instruído a abaixar os ombros ele ativa ambos os trapézios durante todo o exame.

13

O paciente refere dor no ouvido esquerdo e sensação de entupimento nos ouvidos, principalmente do lado esquerdo. Refere também zumbidos em ambos os ouvidos e DIMINUIÇÃO DA AUDIÇÃO EM AMBOS OS OUVIDOS

TODA PERDA AUDITIVA REFERIDA PELO PACIENTE, NESTE CASO TAMBÉM RELATADA PELOS PAIS DO PACIENTE, TEVE QUE SER CONSTATADA POR AUDIOMETRIA.

15 AUDIOMETRIA INICIAL

Uma audiometria é produzida usando uma medida relativa da audição do paciente, em comparação com um valor estabelecido “normal”. É uma representação gráfica das respostas limiares auditivas que são obtidas a partir de testes de audição no paciente através de estímulos de tons puros. Os parâmetros da audiometria são frequência, medida em ciclos por segundo Hertz (Hz) e intensidade, medida em decibéis (dB).

A primeira audiometria do paciente revela uma discreta hipoacusia no ouvido esquerdo e uma leve hipoacusia no ouvido direito.

Os sintomas da perda auditiva leve que ocorrem na infância muitas vezes passam despercebidos. É  de fundamental importância uma detecção precoce desta deficiência.
A perda auditiva é classificada em leve, na qual o ouvido não é capaz de detectar sons abaixo de 40 decibéis e há dificuldade de compreender a fala humana.

Na perda moderada, os sons abaixo de 70 decibéis não são ouvidos.

17

Registramos a posição de repouso mandibular após a desprogramação eletrônica, em conjunto com a informação da ressonância nuclear magnética para a decisão do registro da mordida. Esses dados nos orientarão, para a construção tridimensional do DIO ( dispositivo intraoral).

O paciente apresenta um espaço livre patológico de 8,6 mm e uma retroposição mandibular de 8 mm.
Retrusão mandibular, seja causada por iatrogenia, traumatismo ou como resultado de má oclusão, resulta muitas vezes em otalgia ( dor de ouvido) devida à excessiva compressão dos tecidos retrodiscais.
A impressão do paciente é dor de ouvido.

18

Informei aos pais do paciente, que nesta etapa, me preocuparia só com a saúde do paciente, melhorando a função, a sintomatologia e controlando a perda condutiva da audição.

A perda de audição resultante da disfunção da tuba auditiva, iniciada por transtornos temporomandibulares é em geral subjetiva.

Por isso a necessidade de um controle objetivo, por meio de audiometria.

Expliquei que não faria nenhuma intervenção ortodôntica neste estágio como para incluir na arcada o canino que estava desalinhado e sem espaço. Comuniquei que cuidaria disso mais tarde e que neste caso não haveria necessidade de extrair dentes. 

19

No tratamento, 0 dispositivo instalado é controlado  por meio de eletromiografia de superfície para avaliar e comparar a sua função em relação aos registros anteriores.

20 AUDIOMETRIA 2

A segunda audiometria do paciente revela limiares normais no ouvido esquerdo e uma discreta hipoacusia no ouvido direito.

21 AUDIOMETRIA 1 e  2

Comparação da primeira e a segunda audiometria do paciente durante o tratamento.

Normalização dos limiares no ouvido direito e melhora nos limiares do ouvido esquerdo.

23

Lesões estruturais podem produzir alterações funcionais que por sua vez aumentam as alterações estruturais.

24

Alterações estruturais e funcionais.

25

Mesmo uma articulação descomprimida demora em recuperar-se.

Algumas lesões estruturais podem ser recuperadas OUTRAS NÃO.

25A

Mesmo uma articulação descomprimida demora em recuperar-se.

Algumas lesões estruturais podem ser recuperadas OUTRAS NÃO.

26

Leva tempo estabilizar os músculos durante o tratamento, pacientes diferentes, idades diferentes e patologias diferentes.

27 AUDIOMETRIA 3

A terceira audiometria do paciente revela limiares normais no ouvido esquerdo e limiares normais no ouvido direito.

28 AUDIOMETRIA 1 e  2 e 3

Comparação da primeira, segunda e terceira audiometria do paciente durante o tratamento.

Normalização dos limiares no ouvido direito e normalização dos  limiares do ouvido esquerdo.

Neste momento com a normalização da perda auditiva condutiva, com a remissão da sintomatologia,  melhora dos registros eletromiográficos e cineciográficos e melhora das estruturas nas imagens,  iniciamos a segunda fase por meio de uma ortodontia tridimensional.

29 SERIES DE ORTO 1

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico. LEMBRAR QUE NEM TODO CASO VAI PERMITIR A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SEGUNDA FASE.

30 SERIES DE ORTO 2

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico. LEMBRAR QUE NEM TODO CASO VAI PERMITIR A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SEGUNDA FASE.

30 A PERFIL E RAD LATERAL ORTO

Radiografia lateral em conjunto com a imagem do perfil do paciente, durante o tratamento.
Perfil estético e não retrognático como no inicio do tratamento.
Não ocorreu uma recuperação da lordose fisiológica mais SIM uma melhora na coluna cervical. 

31 SERIES DE ORTO3

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico. LEMBRAR QUE NEM TODO CASO VAI PERMITIR A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SEGUNDA FASE.

32  SERIES DE ORTO4

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico. LEMBRAR QUE NEM TODO CASO VAI PERMITIR A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SEGUNDA FASE.

33 RETIRADA DO DIO

Retirada do DIO ( dispositivo intraoral ) nesta fase da ortodontia tridimensional.

34 SERIES DE ORTO4

Imagem sem o dispositivo intraoral e finalização do tratamento na ortodontia tridimensional em oclusão neurofisiológica.

OCLUSAIS FINAIS

Imagens comparativas da vista oclusal superior e inferior  do paciente antes e após a finalização da primeira e a segunda fase do tratamento neurofisiológico.

35 AUDIOMETRIA 4

A quarta  audiometria do paciente após a finalização das duas fases do tratamento mantém os limiares normais no ouvido esquerdo e limiares normais no ouvido direito.

SERIES DE ORTO

Parte da sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

panoramicas comparativas

Radiografias panorâmicas comparativas: antes do tratamento e após a finalização da ortodontia tridimensional.

cef-comparativos

Radiografias laterais comparativas do paciente: no inicio do tratamento em oclusão habitual, após a finalização da ortodontia tridimensional em oclusão neurofisiológica e o controle, seis anos após a finalização do tratamento. 

37-cinesio-comparativos

Comparação dos registros cineciográficos computadorizados: antes e após o tratamento.
Abertura bucal do paciente passou de 32,9 mm para 38,9 mm.

Excelente  velocidade de abertura e fechamento.

37 eletro comparativo

Comparação dos registros eletromiográficos antes, durante e após o tratamento.

39 jaw trackwe  comparativoa

Comparação de registros após desprogramação mandibular: antes do tratamento a trajetória habitual não é coincidente com a trajetória neuromuscular.
Após o tratamento a trajetória habitual coincide tridimensionalmente com a trajetória neuromuscular.

40 todas as audiometrias

Comparação da primeira, segunda, terceira e quarta audiometria do paciente. 

Normalização dos limiares  no ouvido esquerdo e no ouvido direito.

FINALE FINALE

Várias atividades físicas e psíquicas das crianças e adolescentes podem ser afetadas em função da diminuição da capacidade auditiva. A perda auditiva condutiva resultante da disfunção da tuba auditiva RESULTANTE DAS DESÓRDENS TEMPOROMANDIBULARES é MUITAS VEZES DESCONSIDERADA.

É  de fundamental importância uma detecção precoce desta deficiência.

42 DEPOIMENTO 1

Ao terminar todo o tratamento, ainda adolescente, o paciente escreveu o seguinte depoimento:

A minha dentista me encaminhou para a ortodontista, por causa de um canino torto. Daí após uma radiografia panorâmica ela suspeitou que eu poderia ter um problema de ATM. Ela me encaminhou a Porto Alegre para fazer uma ressonância magnética, que constatou a suspeita de um problema na ATM. Comecei o tratamento e a Dra. Lidia também investigou o problema de zumbido e a diminuição da audição.

Quando era pequeno cai e bati o queixo, mas meus pais não sabiam que isso poderia afetar a minha ATM.

Eu sofria muita dor de ouvido e dor de garganta. Já tinha até marcado uma cirurgia no ouvido, mas após 6 meses de tratamento não foi mais necessário fazê-la. Hoje estou bem, tenho uma boa audição e não tenho mais zumbido e dores de garganta. Estou feliz com este tratamento, graças a Deus e a Dra.Lidia Yavich.

42 DEPOIMENTO

Segue o depoimento do mesmo paciente 7 anos após a finalização do tratamento:

Hoje, mais de sete anos após o término de meu tratamento da ATM com a doutora Lidia, e graças aos dons concedidos por Deus a ela, não tenho mais sofrido com as dores de ouvido, nem com dores de garganta ou perda da audição. Antes, eu tive a indicação de  fazer uma operação no ouvido pois estava perdendo a audição e isso não foi necessário com o tratamento da ATM, pois durante o tratamento fui acompanhado com exames que comprovaram que a minha audição melhorou. Hoje vivo minha vida normal, sem problemas com essas coisas do passado. Agradeço muito ao tratamento feito pela doutora Lidia, que tem  curado e melhorado minha vida.

Tratamento Neuromuscular Fisiológico em Paciente com Cefaleia Diária e Dor nas Articulações Temporomandibulares. Caso Clínico sem Possibilidade de Recaptura Discal: primeira e segunda fase.

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Seguidamente observo, especialmente em grupos de discussões sobre disfunção de ATM, o debate sobre etiologia e terapêuticas. Estes grupos são integrados por pacientes e profissionais e existem não só aqui no Brasil, mas em diversos países e comunidades do mundo. Espero que este espaço venha a acrescentar, aprofundar, ou esclarecer estas discussões.

O profissional que trata pacientes com patologia de ATM tem que ter em conta, no momento do estudo do caso clínico, quais as particularidades do paciente que está tratando. Identificar quais as estruturas anatômicas envolvidas no quadro que aflige o seu paciente, quais estruturas podem melhorar ou até sarar e quais as que não podem melhorar ou sarar é de extrema importância para todo o processo clínico . O profissional ainda tem que ter em conta o que não é possível prever.

 Reconhecer o que não sabemos é talvez mais importante que o reconhecimento do que sabemos e o esclarecimento disso para o paciente é fundamental.

Quando iniciamos o tratamento temos que ter claro o que podemos modificar no paciente ou o que podemos evitar que piore e também o que NÃO TEMOS CONDIÇÃO DE MODIFICAR.  O mais importante é perguntarmos se podemos melhorar a qualidade de vida do paciente.

1 FOTO FRONTAL

Paciente de sexo feminino se apresenta à consulta queixando-se de sofrer dor de cabeça todos os dias, também relata sofrer dor no pescoço e na nuca, dor em ambas as articulações temporomandibulares e forte dor nos ombros, sendo mais marcante do lado esquerdo.

2 FOTO PERFIL

A paciente refere sensação de ouvidos tampados e diminuição da audição, situação que foi comprovada por audiometria, onde refere limiares auditivos normais até 4KHZ e uma perda auditiva sensorioneural severa em 6 KHZ e moderada em 8 KHZ no ouvido direito.

O ouvido esquerdo apresenta limiares auditivos normais.

A paciente apresenta um zumbido no ouvido esquerdo, e ruídos estranhos.

3 DENTES INICIAIS

Oclusão habitual da paciente no dia da consulta. Observa-se a sobremordida da paciente.

A paciente refere que se acorda com dor nos dentes. Devido à apertamento dentário

4 OCLUSAIS INICIAIS

Vista oclusal superior e inferior da paciente antes do tratamento. Nota-se o desgaste dos dentes anteriores inferiores. A paciente refere que já fez reconstrução em resina dos dentes superiores anteriores, devido ao desgaste provocado pelo bruxismo.

5 PANORAMICA INICIAL

Radiografia panorâmica da paciente antes do tratamento. Ausência dos dentes 18,28,48.

Dente 38 em posição horizontal, impactado.

Reabsorção das cristas alveolares.

6 LAMINOGRAFIA INICIAL

Imagem radiográfica das articulações temporomandibulares direita e esquerda em boca aberta e boca fechada.  Aplainamento da superfície anterior superior e posterior superior do processo articular esquerdo.

7 TELEPERFIL

Radiografia lateral da paciente em oclusão habitual antes do tratamento. Retificação da coluna cervical.

8 FRONTAL

Radiografia frontal da paciente antes do tratamento.

9 C7

Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente antes do tratamento. Retificação da coluna cervical.

10 abre e fecha inicial

Registro cineciográfico computadorizado da paciente antes do tratamento. Paciente sem restrição de abertura bucal. Velocidade de fechamento diminuída, gráfico típico de uma guia incisal que interfere na trajetória de fechamento.

11 RNM INICIAL DIREITA FECH

Cortes sagitais da ATM direita fechada. As cabeças mandibulares apresentam irregularidades e esclerose cortical e subcortical de aspecto degenerativo.

O disco articular direito apresenta dimensões reduzidas, alteração na intensidade de sinal e morfoestrutural de aspecto degenerativo, encontrando-se deslocado anteriormente.

11B RNM INICIAL aberta dir

Cortes sagitais da ATM direita em boca aberta.  O disco articular tem dimensões reduzidas, encontrando-se deslocado anteriormente, SEM REDUÇÃO NAS MANOBRAS DE BOCA ABERTA.

12 RNM INICIAL DIR FECH

Outro corte sagital mais interno da ATM direita em boca fechada mostrando as irregularidades da cortical óssea. Aspecto degenerativo. O disco articular tem dimensões reduzidas, encontrando-se deslocado anteriormente, SEM REDUÇÃO NAS MANOBRAS DE BOCA ABERTA.

12B RNM INICIAL aberta dir

Outro corte sagital mais interno da ATM direita em boca aberta. O disco articular tem dimensões reduzidas, encontrando-se deslocado anteriormente, SEM REDUÇÃO NAS MANOBRAS DE BOCA ABERTA.

14 RNM INICIAL esquerda

Cortes sagitais da ATM esquerda  fechada. Leve irregularidade de contornos com retificação do aspecto superior do côndilo mandibular. Disco articular apresenta dimensões reduzidas. Modificação do eixo do crescimento do côndilo mandibular por traumatismo na infância. O disco articular encontra-se  deslocado anteriormente, COM REDUÇÃO NAS MANOBRAS DE BOCA ABERTA.

14B RNM INICIAL esquerda aberta

Cortes sagitais da ATM esquerda aberta. O DISCO REDUZ NA POSIÇÃO DE BOCA ABERTA. 

15 frontais iniciais

Cortes frontais das articulações temporomandibulares direita e esquerda em boca fechada. No lado direito observa-se a descontinuidade da cortical já registrada nos cortes sagitais do mesmo lado . O lado esquerdo apresenta um desvio discal medial.

16 REGISTRO INICIAL

Os músculos mastigatórios da paciente foram eletronicamente desprogramados e um DIO (dispositivo intraoral) foi construído em posição neurofisiológica. Em outras publicações mencionamos os métodos cineciográficos computadorizados utilizados.

Quando estudamos oclusão a maioria das vezes não medimos objetivamente se o espaço livre inter-oclusal é sadio ou patológico. Neste caso o espaço livre patológico da paciente é de quase 7,4 mm

16A ortese inicial so frontal

Com esses dados e SEMPRE COM AS INFORMAÇÕES DAS IMAGENS OBTIDAS NA RNM, construímos um DIO (dispositivo intraoral) para manter tridimensionalmente a posição registrada.

Um ano após o começo do tratamento neurofisiológico, a paciente teve que interromper o mesmo para se submeter a uma cirurgia de coluna.

 A paciente retornou 10 meses após a pausa, já recuperada da intervenção. Em seu retorno, ela foi novamente documentada para avaliar qualquer modificação que pudesse ter acontecido durante o intervalo, levando em consideração que ela acabara de passar por uma cirurgia na coluna.

17 FOTO frontal reinicio de tratamento 1

Imagens posturais frontais comparativas: antes do tratamento e no recomeço da terapêutica após a cirurgia da coluna.

18 FOTO PERFIL reinicio de tratamento 2

Imagens posturais  comparativas de perfil: antes do tratamento e no recomeço da terapêutica após a cirurgia da coluna.

19 ORTESE REINICIO DE TRATAMENTO

Os músculos mastigatórios da paciente foram NOVAMENTE desprogramados eletronicamente e um NOVO DIO (dispositivo intraoral) foi construído em posição neurofisiológica.

20 PANORAMICA COM ORTESE

Radiografia panorâmica da paciente com o DIO construído em posição neurofisiológica.

21 LAMINOGRAFIA COM ORTESE

Laminografia das articulações temporomandibulares direita e esquerda da paciente em boca aberta e boca fechada com o DIO construído em posição neurofisiológica.

22 TELEPERFIL COM ORTESE

Radiografia lateral da paciente com o DIO construído em posição neurofisiológica.

23 C7 COM ORTESE

Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente com o DIO construído em posição neurofisiológica.

ANÁLISE DA PACIENTE NESTE ESTAGIO DO TRATAMENTO. 

Paciente com processos degenerativos não só nas articulações temporomandibulares como também na coluna cervical e na coluna lombar o que a levou a uma cirurgia.

Impossibilidade de recaptura do disco da ATM direita. Pelo qual este é um objetivo que nem foi tido em conta.

Remissão da sintomatologia, e melhora da qualidade de vida.

Postura mandibular fisiológica, e recuperação do espaço livre interoclusal a traves do DIO. (dispositivo intraoral). 

Neste caso clínico específico onde NÃO HAVIA POSSIBILIDADE DE RECAPTURA DISCAL, (CONDIÇÃO ENUNCIADA NO DIAGNÓSTICO)  a paciente PÔDE PASSAR para uma SEGUNDA FASE, sempre tendo em conta que devemos proteger a articulação durante a noite e durante atividade física.

Cada caso é único e a decisão de passar a uma segunda fase também precisa de um estudo individualizado.

Foi decidido iniciar a SEGUNDA FASE do tratamento para retirar o DIO (dispositivo intraoral), mantendo a oclusão neurofisiológica.

26 orto 1

Para isso utilizamos uma ortodontia tridimensional, onde os dentes são erupcionados para a nova posição neurofisiológica.

27 orto 2

Na segunda fase, neste caso com a ortodontia tridimensional a paciente é monitorada e desprogramada eletronicamente; Muitas vezes o dispositivo é recalibrado e ou trocado para manter a posição obtida na primeira fase.

28 orto 3

Na segunda fase, neste caso com a ortodontia tridimensional, a paciente é monitorada e desprogramada eletronicamente. Muitas vezes o dispositivo é recalibrado e/ou trocado para manter a posição obtida na primeira fase. Nesta sequência a paciente ainda está com o DIO (dispositivo intraoral) em boca.

29 retirada da ortese

Retirada do DIO (dispositivo intraoral) 

30 orto final

Finalização da segunda fase do tratamento neurofisiológico neste caso com uma ortodontia tridimensional. Entendesse como segunda fase a ortodontia tridimensional, os procedimentos restauradores e protéticos de acordo com cada caso clínico, com o objetivo de retirar o DIO, mantendo a posição neurofisiológica obtida na primeira fase.

31 oclusais finais

Vista oclusal superior e inferior da paciente após a finalização da ortodontia tridimensional.

32 LAMINOGRAFIA final

Laminografia das articulações temporomandibulares direita e esquerda em boca aberta e boca fechada em oclusão neurofisiológica na finalização do tratamento.

33 panoramica  final

Radiografia panorâmica da paciente em oclusão neurofisiológica na finalização do tratamento.  Foi realizada a extração do dente 38 que estava em posição horizontal e impactado.

34 TELEPERFIL final

Radiografia lateral da paciente em oclusão neurofisiológica na finalização da segunda fase do tratamento neurofisiológico.

NOVA RESSONANCIAS FINAIS

RNM das articulações temporomandibulares após a finalização da segunda fase.

Devemos lembrar que se trata de uma paciente com processos degenerativos e com impossibilidade de recaptura do disco da ATM direita. No lado esquerdo o disco está  tão danificado que não cumpre mais a sua função.

A paciente já não apresenta sintomatologia.

A ressonância final não apresenta agravamento da situação.

No corte frontal o côndilo mandibular apresenta uma melhoria na localização tridimensional como também na  cortical.

36 B radiog laterais comparativas menor

Radiografias laterais comparativas da paciente: no inicio do tratamento em oclusão habitual, durante o tratamento com o DIO (dispositivo intraoral) em oclusão neurofisiológica e após a finalização da ortodontia tridimensional em oclusão neurofisiológica. 

35 registro COMPARATIVOS

Registros comparativos da posição neurofisiológica de repouso mandibular no inicio do tratamento para a construção do DIO (dispositivo intraoral), e ao final da segunda fase do tratamento (ortodontia tridimensional) para construir um DIO (dispositivo intraoral) de uso noturno.

Notasse que no inicio do tratamento a paciente apresentava um espaço interoclusal patológico de 7,4 mm e no registro para o DIO  noturno a paciente apresenta 3,3 mm de espaço livre interoclusal.

 Temos que ter em conta que o espaço livre interoclusal É UM ESPAÇO TRIDIMENSIONAL,  NAS DIFERENÇAS ESTRUTURAIS ARTICULARES ESTE ESPAÇO NÃO É IGUAL NO LADO DIREITO E NO LADO ESQUERDO.

35 iimagens comparativas de perfil

Imagens  posturais comparativas de perfil da paciente: no inicio do tratamento em oclusão habitual, durante o tratamento após a interrupção pela cirurgia da coluna com o DIO (dispositivo intraoral) em oclusão neurofisiológica e após a finalização da ortodontia tridimensional em oclusão neurofisiológica. 

36 iimagens comparativas frontais

Imagens frontais posturais comparativas da paciente: no inicio do tratamento em oclusão habitual, durante o tratamento após a interrupção pela cirurgia da coluna com o DIO (dispositivo intraoral) em oclusão neurofisiológica e após a finalização da ortodontia tridimensional em oclusão neurofisiológica. 

37 DEPOIMENTO

Eu já tinha consultado vários especialistas, como Otorrinos, Dentistas e Cirurgiões Buco-faciais, porém não tive nenhum sucesso. Foi quando procurei a Dra. Lidia e relatei os seguintes sintomas.

Acordava todos os dias com muita dor do lado esquerdo, tanto na cabeça quanto no pescoço e chegava a ficar com rigidez no pescoço e no ombro. Nessa mesma época eu tinha que tomar analgésico todos os dias pela manhã. Sofria também de um sério problema de bruxismo onde cheguei a desgastar os dentes da frente, na parte superior e inferior, tendo que recapá-los e sentia muita dor de tanta pressão que fazia neles. Outro sintoma era uma sensibilidade muito grande nos dentes quando tomava líquidos gelados. Meus ouvidos pareciam estar sempre  tampados de modo que estava com a minha audição diminuída, ouvia  também um barulho, principalmente do lado esquerdo, parecendo um apito contínuo.

38 DEPOIMENTO

Também comentei à doutora que quando criança havia levado uma tijolada na cabeça, numa brincadeira de criança.

Após relatar tudo isso, ela me pediu vários exames e fez vários deles no consultório e finalmente me informou que eu estava com problema na ATM. Comecei o tratamento com ela em 2011. Passei a usar uma placa de acrílico nos dentes inferiores, dia e noite, sem tirar, tirando somente para a higiene da mesma.

A dor que tanto sentia foi diminuindo e em pouco tempo não a sentia mais.

A Dra. foi ajustando a ortose  mensalmente, fazendo exames em seu consultório até que ficasse na altura ideal. No ano seguinte que comecei o tratamento tive que interrompe-lo de 8 a 10 meses, pois tive que me submeter a uma cirurgia de coluna, mas retomei o tratamento assim que fiquei boa. Permaneci em tratamento por mais 1 ano e depois comecei a segunda parte do tratamento com aparelho fixo.

39 DEPOIMENTO

Quando concluí o tratamento não precisei mais usar o aparelho fixo e nem a ortose em período integral. Hoje preciso usar a ortose somente para fazer atividades físicas e para dormir. Nunca mais senti as dores horríveis que sentia ou a sensação de ter os ouvidos trancados e o barulho felizmente diminuiu. Hoje estou muito feliz por não precisar mais tomar analgésicos diários e por não sentir dor. Fico muito grata a Dra. por ter descoberto e solucionado o meu problema.

evento setembro2

Para os colegas interessados  nesta capacitação o curso começa o dia primeiro de Setembro.
Informações por email:  lidiayavich@gmail   ou  lidiayavich@clinicamy.com.br
+55 5130612237    +55 5133322124

 

 

Reversão da Alteração da Medular Óssea em um caso de Necrose Avascular da cabeça mandibular. Acompanhamento de dois anos após o tratamento.

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FRONTAL COMPARATIVAS ESQUERDA 2016.jpgPreparando-me para uma nova publicação da página de estudos e investigação da ATM

recebi a nova RNM (ressonância nuclear magnética )  que tinha solicitado para a paciente apresentada no  último caso clinico publicado.

Achei prioritário a publicação deste controle, antes de publicar o próximo caso clínico.

Relembrando a situação clínica e as imagens da paciente após o tratamento:

A paciente , já tinha remissão da sintomatologia.

A paciente tinha melhorado a função e recuperado a dimensão vertical.

A paciente tinha melhorado a parte estética ( recuperando a dimensão vertical)

A paciente tinha recuperado a abertura sem apresentar limitação da excursão como apresentava antes do tratamento.

 A paciente tinha melhorado a sua postura.

É importante ressaltar que neste caso, com discos de tamanho reduzidos e luxados anteriormente SEM REDUÇAO nas manobras de boca aberta, o objetivo era só descomprimir, recuperar a dimensão vertical, e esperar a recuperação do sinal medular por descompressão, lembrando que toda a investigação bacteriológica e reumatologia foi negativa.

 Ao finalizar o tratamento a RNM  ( ressonância nuclear magnética ) da paciente mostrava UMA MELHORA NO SINAL MEDULAR , ainda assim, longe da recuperação satisfatória em termos de imagem, MESMO TENDO EM CONTA a melhora da parte clínica.

Esta publicação terá ênfase nas imagens, ferramenta fundamental para comprovar o que realmente podemos conseguir além da melhora clínica do paciente.

Entender as mudanças positivas ou negativas nas estruturas afetadas nas patologias da articulação temporomandibular é fundamental na compreensão da etiologia que provocou a deterioração das estruturas do paciente e consequentemente a sintomatologia que afeta a qualidade de vida dos nossos pacientes.

LEMBRANDO QUE ISTO IMPLICA UM DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL ÚNICO PARA CADA CASO CLÍNICO.

Postarei a seguir algumas das imagens da RNM ( ressonância nuclear magnética) INICIAIS RELEVANTES . Para rever o caso clínico em detalhe entrar neste link.

 12 RNM DIREITA INICIAL

RNM: corte sagital da ATM direita em boca fechada. Existe uma irregularidade de contornos com redução do aspecto superior do côndilo mandibular, que esta anterovertido. Existe um pequeno osteofito anterior.

O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, SEM REDUÇÃO nas manobras de boca aberta.

PRESENÇA DE CISTOS ÓSSEOS SUBCORTICAIS no aspecto  ântero-superior do côndilo mandibular.

Para relembrar  detalhadamente todas as imagens e descrição do caso clínico o leitor deve voltar ao post anterior.

13 RNM  ESQ  INICIAL

RNM: corte sagital da ATM esquerda em boca fechada. Existe uma importante irregularidade de contornos da porção superior do côndilo mandibular, com formação de osteofito anterior.

Existe uma retificação da eminencia articular.

O disco tem dimensões reduzidas encontrando-se deslocado anteriormente SEM REDUÇÃO  nas manobras em boca aberta.

PODE SE OBSERVAR UM IMPORTANTE HIPOSSINAL COMPATÍVEL COM NECROSE AVASCULAR.

Osteonecrose da cabeça da mandíbula corresponde à morte do tecido ósseo, também chamada de necrose avascular. 

A alteração na medular óssea do côndilo mandibular é uma possível fonte de dor da ATM.

Para relembrar  detalhadamente todas as imagens e descrição do caso clínico o leitor deve voltar ao post anterior.

13A RNM  ESQ  INICIAL

RNM: outro corte sagital da ATM esquerda em boca fechada. Existe uma importante irregularidade de contornos da porção superior do côndilo mandibular, com formação de osteofito anterior.

Existe uma retificação da eminencia articular.

O disco tem dimensões reduzidas encontrando-se deslocado anteriormente SEM REDUÇÃO  nas manobras em boca aberta.

PODE SE OBSERVAR UM IMPORTANTE HIPOSSINAL COMPATÍVEL COM NECROSE AVASCULAR.

Osteonecrose da cabeça da mandíbula corresponde à morte do tecido ósseo, também chamada de necrose avascular. 

A alteração na medular óssea do côndilo mandibular é uma possível fonte de dor da ATM.

Para relembrar  detalhadamente todas as imagens e descrição do caso clínico o leitor deve voltar ao post anterior.

16A  ESQ boca fechada 2013 T2

RNM: mesmo corte sagital da ATM esquerda fechada antes do tratamento em T2. 

Ressonância nuclear magnética em T2 mostrando claramente a EFUSÃO ARTICULAR.

O diagnóstico diferencial das efusões na ATM tem um amplo espectro como as efusões em outras articulações em outras regiões do esqueleto.

A RNM (ressonância nuclear magnética) pode nos proporcionar muitas informações e não apenas a posição do disco.

Para relembrar  detalhadamente todas as imagens e descrição do caso clínico o leitor deve voltar ao post anterior.

CORTE FRONTAL DA ATM ESQ INICIAL ANTES DO TRATAMENTO 2

RNM: corte frontal da ATM e esquerda fechada.

 Pode se observar UM IMPORTANTE HIPOSSINAL COMPATÍVEL COM NECROSE AVASCULAR.

A necrose avascular ocorre quando o fluxo de sangue para um osso é interrompido ou reduzido. Pode ser causada por várias condições, como lesão articular ou óssea, PRESSÃO NO INTERIOR DO OSSO e outras condições médicas.

O côndilo afetado por necrose avascular apresenta baixo sinal nas imagens ponderadas em T1 COMO RESULTADO DE ALTERAÇÕES EDEMATOSAS NO OSSO TRABECULAR.

Osteonecrose da cabeça da mandíbula corresponde à morte do tecido ósseo, também chamada de necrose avascular. 

A alteração na medular óssea do côndilo mandibular é uma possível fonte de dor da ATM.

Para relembrar  detalhadamente todas as imagens e descrição do caso clínico o leitor deve voltar ao post anterior.

 

CORTE FRONTAL DA ATM DIR INICIAL ANTES DO TRATAMENTO

RNM: corte frontal da ATM direita fechada. Lesão superior no côndilo mandibular do lado direito, já descrito no corte sagital do mesmo côndilo como cistos ósseos subcorticais.

Para relembrar  detalhadamente todas as imagens e descrição do caso clínico o leitor deve voltar ao post anterior.

Na última publicação FORAM INSERIDAS AS IMAGENS INICIAIS E AS IMAGENS APÓS TRATAMENTO.

NESTA PUBLICAÇÃO FORAM INSERIDAS AS IMAGENS COMPARATIVAS DEantes do tratamento, após o tratamento e DE DOIS ANOS DE ACOMPANHAMENTO APÓS o tratamento neurofisiológico.

FRONTAL COMPARATIVAS DIREITA 2016 MODIFICADO

 

Comparação das imagens frontais ponderadas em T1: antes do tratamento, após o tratamento e dois anos de acompanhamento após o tratamento neurofisiológico. 

 Podemos ver a melhora do sinal medular do côndilo esquerdo e a melhora da cortical óssea superior. A TERCEIRA IMAGEM NÃO APRESENTA VESTÍGIOS DA LESÃO SUBCORTICAL SUPERIOR.

FRONTAL COMPARATIVAS ESQUERDA 2016 MODIFICADO

 

Comparação das imagens frontais ponderadas em T1: antes do tratamento, após o tratamento e dois anos de acompanhamento após o tratamento neurofisiológico.

Podemos ver  a melhora do sinal medular do côndilo esquerdo na imagem central e a RECUPERAÇÃO DA MEDULAR ÓSSEA NA TERCEIRA IMAGEM.

O CÔNDILO MANDIBULAR APRESENTA UM SINAL SADIO DA MEDULAR ÓSSEA.

RESS COMP DIREITAS SAGITAL 2016 modificado

Comparação das imagens  sagitais da ATM esquerda fechada ponderadas em T1: Antes do tratamento, após o tratamento e dois anos de acompanhamento após o tratamento neurofisiológico.

Podemos ver a melhora do sinal medular e da cortical óssea. AUSÊNCIA DOS CISTOS ÓSSEOS SUBCORTICAIS  no aspecto ântero-superior do côndilo mandibular OBSERVADAS NA PRIMEIRA IMAGEM. Melhora da cortical óssea da cabeça mandibular.

sagitais comparativas T2 modificado

 

Comparação das imagens ponderadas em T2: antes do tratamento, após o tratamento e dois anos de acompanhamento após o tratamento neurofisiológico.

É nítido na primeira imagem  o sinal inflamatório. Na imagem central temos a melhora do sinal intramedular e a remissão do derrame posterior. NA TERCEIRA IMAGEM REMISSÃO TOTAL DO SINAL INFLAMATÓRIO.

A paciente NÃO FEZ USO DE NENHUM MEDICAMENTO ANTI-INFLAMATÓRIO.

RESS COMP SAGITAL ESQ 2016 MODIFICADO

 

Comparação das imagens ponderadas em T1: antes do tratamento, após o tratamento e dois anos de acompanhamento após o tratamento neurofisiológico.

Podemos ver a melhora do sinal medular na imagem após o tratamento, na terceira imagem A TOTAL RECUPERAÇÃO DO SINAL MEDULAR.  Medular óssea com sinal sadio.

FINAL modificado

 

Todas as imagens que considerei relevantes  foram postadas, ainda assim acho importante destacar ESTA IMAGEM FRONTAL COMPARATIVA da ATM direita pela EVIDENCIA DO SINAL MEDULAR.

A primeira imagem antes do tratamento e a segunda, dois anos de acompanhamento após tratamento. RECUPERAÇÃO DA MEDULAR COM NECROSE AVASCULAR EM UMA MEDULAR SADIA.

Lembrar que a  necrose avascular ocorre quando o fluxo de sangue para um osso é interrompido ou reduzido. Pode ser causada por várias condições, como lesão articular ou óssea, PRESSÃO NO INTERIOR DO OSSO e outras condições médicas.

O diagnóstico diferencial da alteração da intensidade do sinal do côndilo mandibular COMEÇA COM O CONHECIMENTO DAS CARACTERÍSTICAS NORMAIS DO SINAL DA MEDULAR ÓSSEA. 

FINAL modificado 1

Cortes sagitais e frontais comparativos das ATMs ( articulações temporomandibulares) direita e esquerda em boca fechada . Antes do tratamento e após dois anos da finalização do tratamento.

finale finale

Para relembrar  detalhadamente todas as imagens e descrição do caso clínico o leitor deve voltar ao post anterior. Na publicação anterior NÃO foram postadas as imagens de controle após dois anos de tratamento.

Com a aplicação de técnicas de diagnóstico avançadas como a RNM, as alterações do sinal medular do côndilo mandibular podem ser detectadas, semelhantes às alterações de sinal observadas na cabeça femoral com osteonecrose.

A detecção de alterações como efusão articular e a modificação do sinal da medular óssea constituem informações importantíssimas antes do tratamento.

O conhecimento do que realmente conseguimos na imagem após os nossos tratamentos, além da melhora clínica da paciente é substancial.

Neste caso, mostrando na imagem a recuperação do sinal medular com o correto reposicionamento e descompressão mandibular.

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Fortes Dores de Cabeça e das Articulações Temporomandibulares apresentando Importante Irregularidade de contorno no Côndilo Mandibular e Limitação de Abertura Bucal. Caso clínico.

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Nas diferentes publicações desta página tenho apresentado pacientes de diferentes idades, diferente gênero com diferentes patologias das articulações temporomandibulares.

Este caso clinico é o segundo que apresento em um paciente com protocolos protéticos construídos sobre implantes. Chamo uma vez mais a atenção do diagnóstico das patologias das articulações temporomandibulares e a posição mandibular como parte fundamental de qualquer procedimento na odontologia.

1 FOTO INIC FRONTALPaciente de sexo feminino com 54 anos de idade se apresenta na consulta com queixas de forte dor de cabeça, dor nas articulações temporomandibulares, dor na coluna cervical, dor de ombros, dor de ouvido, sensação de ouvidos entupidos e crepitações em ambas as articulações temporomandibulares.

2 FOTO INICIAL PERFIL

A paciente foi encaminhada pelo seu dentista que tinha efetuado o tratamento de implantes e protético, reabilitando a paciente, mas sem conseguir aliviar as dores que a afligiam.

2A MARCAÇÃO DA DOR

Marcação dos pontos de dor: parte da ficha clínica preenchida pela paciente.

A paciente refere dor diária.

Funções que  AGRAVAN A SUA DOR:

Mastigação

Abrir a boca

Rir

Bocejar

A paciente também refere dor na coluna e dormência e formigamento nos braços e dedos.

Refere que acorda com dores no corpo.

3 DENTES INIC PROT FRONTAL

Oclusão habitual da paciente no dia da consulta.

A paciente era portadora de próteses sobre implantes com protocolo removível superior e uma próteses sobre implantes com protocolo fixo inferior.

4 OCLUSAIS INICIAL PROT

Vista oclusal superior e inferior das próteses sobre implantes da paciente no dia da consulta

5 DENTE INICIAL SEM PROT

Imagem da cavidade oral da paciente  sem a prótese superior.

6 OCLUSAIS INIC SEM PROT

Vista oclusal superior e inferior da paciente sem a prótese superior.

7 PANORAMICA INICIAL

Radiografia panorâmica inicial da paciente antes do tratamento com as próteses em oclusal habitual antes do tratamento.

Presença de 4 implantes metálicos na maxila, 2 no lado direito e 2 no esquerdo; e 5 implantes na região anterior da mandíbula.

8 LAMINOGRAFIA INCIAL

Laminografia da ATMs : posicionamento posterior dos processos articulares nas cavidades articulares quando a mandíbula se encontra em posição de intercuspidação máxima.

9 TELE PERFIL INICIAL

Radiografia lateral da paciente com as próteses em oclusão habitual.

10 C7 INICIAL

Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente com as próteses em oclusão habitual antes do tratamento.

Alterações da coluna cervical, perda da lordose fisiológica e diminuição de espaços intervertebrais fisiológicos especialmente entre as vertebras C4, C5 e C6.

cefalometria 2013 PORTUGUES

Análise cefalométrico de Ricketts antes do tratamento com as próteses em oclusão habitual.FACTORES CEF ANTESSS

Valores da convexidade do Ponto A e da Altura Facial Inferior antes do tratamento.

11 FRONTAL INICIAL

Radiografia frontal da paciente com as próteses em oclusão habitual

12 RNM DIREITA INICIAL

RNM, corte sagital da ATM direita em boca fechada: existe uma irregularidade de contornos com redução do aspecto superior do côndilo mandibular, que esta anterovertido. Existe um pequeno osteofito anterior

O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, SEM REDUÇÃO  nas manobras de boca aberta.

Presença de cistos ósseos subcorticais no aspecto ântero-superior do côndilo mandibular.

13 RNM  ESQ  INICIAL

RNM, corte sagital da ATM esquerda em boca fechada: existe uma importante irregularidade de contornos da porção superior do côndilo mandibular, com formação de osteofito anterior.

Existe uma retificação da eminencia articular.

O disco tem dimensões reduzidas encontrando-se deslocado anteriormente SEM REDUÇÃO  nas manobras em boca aberta.

Pode se observar um importante hipossinal compatível com necrose avascular.

13A RNM  ESQ  INICIAL

RNM, outro corte sagital da ATM esquerda em boca fechada:existe uma importante irregularidade de contornos da porção superior do côndilo mandibular, com formação de osteofito anterior.

Existe uma retificação da eminencia articular.

O disco tem dimensões reduzidas encontrando-se deslocado anteriormente SEM REDUÇÃO  nas manobras em boca aberta.

Pode se observar um importante hipossinal compatível com necrose avascular.

16A  ESQ boca fechada 2013 T2

Ressonancia nuclear magnetica em T2 mostrando claramente a efusão articular.

O diagnóstico diferencial das efusões na ATM tem um amplo espectro como as efusões em outras articulações em outras regiões do esqueleto.

A RNM (ressonância nuclear magnética) pode nos proporcionar muitas informações e não apenas a posição do disco.

14  RNM FRONTAIS INICIAIS DIR E ESQ-Recuperado

RNM : corte frontal da ATM direita e esquerda fechada. Lesão superior no côndilo mandibular do lado direito, já descrito no corte sagital do mesmo côndilo como cistos ósseos subcorticais. .

No corte da cabeça mandibular do lado esquerdo pode se observar um importante hipossinal compatível com necrose avascular.

A necrose avascular ocorre quando o fluxo de sangue para um osso é interrompido ou reduzido. Pode ser causada por várias condições, como lesão articular ou óssea, pressão no interior do osso e outras condições médicas.

O côndilo afetado por necrose avascular apresenta baixo sinal nas imagens ponderadas em T1 como resultado de alterações edematosas no osso trabecular.

14 SERIE DE RESS DIR FECHADA 2013

RNM, cortes sagitais da ATM direita fechada antes do tratamento.

Foram postadas  anteriormente em destaque as imagens que considerei mais relevantes, mas também fica registrado esta série.

14 SERIE DE RESS DIR ABERTA 2013

RNM,cortes sagitais da ATM direita aberta antes do tratamento. Existe uma limitação da excursão do côndilo mandibular.

15 SERIE DE RESS ESQ FECH 2013

RNM, cortes sagitais da ATM esquerda fechada antes do tratamento.

Foram postadas  anteriormente em destaque as imagens que considerei mais relevantes, mas também fica registrada esta série.

15 SERIE DE RESS ESQ ABERTA 2013

RNM, cortes sagitais da ATM esquerda aberta antes do tratamento. Existe uma limitação da excursão do côndilo mandibular.

16 series ESQ boca fechada 2013 T2

Cortes sagitais da ATM esquerda fechada antes do tratamento em T2

Foi postada  anteriormente em destaque a imagem que considerei mais relevante, mas também fica registrada esta série.

Serie em T2 mostrando claramente a efusão articular.

Foram feitas na paciente os exames para investigar doença inflamatória sistêmica, os quais foram todos negativos.

Foi também investigado infecções por chlamydia trachomatis, mycoplasma pneumoniae e estreptococo beta hemolítico, resultados neste caso também  negativos.

Foi também investigado a funcionamento da tiroide.

17 REGISTRO CINECIOGRAFICO INICIAL

Os músculos mastigatórios da paciente foram eletronicamente desprogramados e um DIO (dispositivo intraoral) foi construído em posição neurofisiológica. Em outras publicações mencionamos os métodos cineciográficos computadorizados utilizados.

Quando estudamos oclusão a maioria das vezes não consideramos se o espaço livre inter-oclusal é sadio ou patológico. Neste caso o espaço livre patológico da paciente é de quase 7 mm e com uma retroposição de 0, 8 mm.

18 DIO SOBRE A PROTESES

Com esses dados e SEMPRE COM AS INFORMAÇÕES DAS IMAGENS, construímos um DIO (dispositivo intraoral) para manter tridimensionalmente a posição registrada.

Este dispositivo deve ser testado eletromiograficamente para mensurar objetivamente o paciente.

19 CONTROLE DA ORTESE

É fundamental o controle do DIO (dispositivo intraoral) à medida que o paciente é tratado, e a mandíbula reposicionada.

Neste caso o controle ainda nos indica a necessidade de recalibração do DIO (dispositivo intraoral)

19 PANORAMICA COMPARATIVA

Radiografias panorâmicas comparativas: antes do tratamento e após o tratamento neurofisiológico.

20 FRONTAIS COMPARATIVAS

Comparação das radiografias frontais da paciente: com as próteses em oclusão habitual e com o DIO  dispositivo intraoral construído sobre as próteses.

20LAMINOGRAFIA COMPARATIVAS

Comparação das laminografias das articulações temporomandibulares direita e esquerda em boca fechada e aberta: com as próteses em oclusão habitual e com o DIO  dispositivo intraoral construído sobre as próteses.

cefalometria 2014 PORTUGUES

Análise cefalométrico de Ricketts após o tratamento com o DIO construído sobre as próteses em oclusão neurofisiológica.

FACTORES CEF APOSSS

Valores da convexidade do Ponto A e da Altura Facial Inferior após o tratamento.

21 PERFIS COMPARATIVOS

Comparação das radiografias laterais com as próteses em oclusão habitual e com o DIO construído sobre a prótese em posição neurofisiológica.

O DIO (dispositivo intraoral) é utilizado para suportar, alinhar e corrigir deformidades com o objetivo de melhorar as funções da mandíbula, articulações temporomandibulares e os músculos que movimentam ambas. Este dispositivo deve ser controlado, e recalibrado à medida que os registros indiquem a necessidade de modificação.

21A PERFIS COMPARATIVOS

Comparação do plano estético de Ricketts na radiografia lateral com a prótese em oclusão habitual e com o DIO construído sobre a prótese em posição neurofisiológica.

21 RNM COMPARATIVAS ESQ SAGITAL

Comparação das imagens ponderadas em T1: antes do tratamento e após o tratamento: podemos ver a melhora do sinal medular. 

26 comparativas ESQ boca fechada 2013 e 2014T2

Comparação das imagens ponderadas em T2: antes do tratamento e após o tratamento. É nítido na primeira imagem  o sinal inflamatório e na outra imagem fora da melhora do sinal intramedular a remissão do derrame posterior.

22 RNM Comparativas direita sagital

Comparação das imagens ponderadas em T1: antes do tratamento e após o tratamento: podemos ver a melhora do sinal medular e da cortical óssea.

23 RNM Comparativas direita FRONTAL

Comparação das imagens frontais ponderadas em T1: antes do tratamento e após o tratamento: podemos ver a melhora da lesão superior no côndilo mandibular do lado direito

24 RNM Comparativas ESQUERDA FRONTAL

Comparação das imagens frontais ponderadas em T1: antes do tratamento e após o tratamento: podemos ver a podemos ver a melhora do sinal medular do côndilo esquerdo e a melhora da cortical óssea superior. 

25 SERIE DE RESS DIR ABERTA 2013 e 2014 COMPARATIVAS

Cortes sagitais comparativos da ATM direita aberta antes e após o tratamento.

Notasse os côndilos mandibulares SEM LIMITAÇÃO DE EXCURSÃO em relação à limitação que apresentavam antes do tratamento.

25 A SERIE DE RESS ESQ ABERTA 2013 e 2014 COMPARATIVAS

Cortes sagitais comparativos da ATM esquerda aberta antes e após o tratamento.

Notasse os côndilos mandibulares SEM LIMITAÇÃO DE EXCURSÃO em relação à limitação que apresentavam antes do tratamento.

COMPARATIVAS FRONTAIS POSTURAIS

Imagens frontais posturais comparativas da paciente antes e após o tratamento

COMPARATIVAS POSTURAIS PERFIL

Imagens  posturais de perfil comparativas da paciente antes e após o tratamento.

27 CEF COMPARATIVAS

Análise cefalométrico de Ricketts  comparativos antes e após o tratamento neurofisiológico.

COMPARAÇAO DOS FATORES

Valores comparativos da convexidade do Ponto A e da Altura Facial Inferior antes e após o tratamento.

28 DEPOIMENTO

“Dor de cabeça (já ao acordar pela manhã), sensação de cansaço nos ossos da face, forte tensionamento nos ombros e pescoço, “clics” na articulação temporomandibular,  dor de ouvido… e, consequentemente,  irritação, indisposição, estresse, etc.

Isso tudo vivi por muito tempo. As investigações realizadas sempre resultaram em medidas paliativas,  que amenizavam o problema por pouco tempo.

Passei por implantes e colocação de próteses que,  mesmo sem o objetivo de sanar esse mal pensei que melhoraria, mas o alívio foi por curto prazo.

Finalmente, por indicação do meu dentista, cheguei à Clínica MY  iniciando então o tratamento da ATM. Pouco tempo depois os sintomas foram desaparecendo.

Sou grata pelo profissionalismo e dedicação que lá encontrei.  Hoje, já melhor,  volto para avaliações periódicas e… também para poder agradecer sempre mais uma vez.”

Página de estudos e investigação da ATM. Um ano de publicações.

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Caros amigos,

Em Dezembro de 2014 iniciei o projeto da Página de Estudos e Investigação da ATM*. No inicio todo o seu conteúdo foi oferecido em três idiomas: português, inglês e espanhol. Devido a análise das estatísticas de acesso das páginas, em Março de 2015 decidi manter somente a divulgação do conteúdo em português e em inglês.

Nos dias de hoje, a medicina baseada em evidência está estratificada hierarquicamente de cima para baixo onde na base da pirâmide encontramos os casos clínicos, os quais raramente são vistos como evidência. A Página de Estudos e Investigação da ATM teve, em sua concepção, o propósito da publicação de casos clínicos, cuidadosamente publicados com as respectivas documentações dos pacientes com queixas de dor, disfunção e patologia da ATM, tratados na Clínica MY.

INICIAL.jpgA proposta foi a de incluir estes casos clínicos e conceitos e assim compartilha-los, oferecendo livre acesso ao conteúdo com imagens, eletromiografia de superfície, cineciografia computadorizada anteriores e posteriores ao processo terapêutico. Também foram incluídos casos de ortodontia tridimensional e reabilitação neurofisiológica da segunda fase de tratamento, após o tratamento da ATM.

site em portugues nova

 

A Página de Estudos e Investigação da ATM está fazendo neste mês de dezembro um ano de vida e quero celebrar o seu aniversário com vocês.  Temos, com este projeto um lugar na internet que mostra a linha de trabalho conhecida como odontologia neurofisiológica, que considera todo o sistema corporal, uma área que atua também sobre a postura e o funcionamento mandibular. Para isso a odontologia neurofisiológica procura estabelecer, no paciente uma posição baseada na relação harmoniosa entre os músculos, dentes e articulações temporomandibulares.site em ingles nova

Na publicação deste final de ano escolhi as imagens mais significativas de todo este ano de publicações, com links diretos para cada uma das publicações originais.1

Descompressão Neurofisiológica em Posição de Repouso Promove uma Remodelação Positiva em um Processo Degenerativo da Articulação Temporomandibular de uma Adolescente

Sem Título-1

Anatomia é a Plataforma onde a Fisiologia Atua.

Sem Título-1

Modificações Estruturais do Processo Condilar como uma das Sequelas de Traumatismo na Infância.

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Recaptura dos Discos Articulares Mediante o Reposicionamento Neurofisiológico da Mandíbula

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Distonia Cervical ou Torcicolo Espasmódico: Evolução positiva após Tratamento Neurofisiológico

2

Deslocamento Anterior do Disco Articular com Redução. Recapturar ou não Recapturar, eis a Questão.

17 COLUNA E PERFIL COMP

Inter-relação dos Desordens Craniomandibulares e da Coluna Vertebral. Caso Clínico

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Ortodontia Tridimensional na Segunda Fase dos Tratamentos das Patologias da ATM

FINAL

Reabilitação e Ortodontia Neurofisiológica Combinada: paciente com processos degenerativos em varias articulações do corpo.

FINAL

Tratamento das Patologias da ATM: primeira e segunda fase (ortodontia tridimensional) em uma paciente hiperlassa com hipossinal na medular da cabeça da mandíbula. Caso clínico.

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Recaptura do Disco Articular: paciente com significativa assimetria das cabeças mandibulares e deslocamento redutível unilateral.Caso clínico

Sem Título-1

Osteonecrose da Cabeça da Mandíbula: recuperação da alteração da medular óssea.

Sem Título-1

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com fortes dores na região da face, pescoço e articulação temporomandibular. Primeira e segunda fase.

Sem Título-1

Paciente com Espondilite Anquilosante e Patologia Intra-articular não Inflamatória na ATM

1

Consolidação não Cirúrgica de uma Fratura do Côndilo Mandibular pelo Alinhamento Neurofisiológico dos Segmentos Quatro Meses após uma Cirurgia Infrutuosa. Caso clínico

37 poster

A importância da Posição de Repouso Mandibular mediante a Desprogramação Eletrônica no Tratamento das Patologias Temporomandibulares, no Diagnóstico Ortodôntico e na Reabilitação Oral. Caso clínico.

41 RNM AFTER TREATMENT cor

Patologias da ATM em Crianças e Adolescentes o Diagnóstico Esquecido

evento 4

Capacitação em Diagnóstico e Tratamento das Patologias da ATM

 

 

 

Conteúdo Programático no Curso Extensivo de Capacitação em Diagnóstico e Tratamento das Patologias da ATM

31 ress comparativa frontal esq 1 flecha

A Posição Postural da Mandíbula e a sua Complexidade na Relação Tridimensional Maxilomandibular: primeira e segunda fase em um paciente com severa sintomatologia com informações sutis nas imagens.

26B LATERAIS COMPARATIVAS LINHA

A Posição Tridimensional Neurofisiológica da Mandíbula nos Protocolos de Próteses sobre Implantes

Quero agradecer a minha família que sempre está ao meu lado em cada um dos projetos, aos amigos que desde o Brasil e de diversas partes do mundo apoiaram e apoiam este projeto, aos colegas, e aos pacientes, que frequentemente escrevem incentivando e agradecendo estas publicações.

Agradeço assim, ao fechar este momento de análise anual e de perspectiva para o ano que se segue, aos leitores de todas as partes do mundo que acompanham esta página. É um privilégio poder contar com suas visitas.

Com os melhores votos para 2016, com um ano de paz, saúde, amor e felicidade para todos.

Dra. Lidia Yavich