Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com dor de cabeça e excessivo apertamento dentário. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

u1 frontal inicial rostoPaciente de sexo masculino de 32 anos de idade se apresenta na clínica com a queixa de dores de cabeça constantes, dor na mandíbula e forte pressão diária nos dentes.

O paciente também relata dor nas articulações temporomandibulares e dor para abrir a boca.

2 lateral inicial rosto

O paciente também relata estalos bilaterais e sensação de ouvidos entupidos.

Também refere na sua história clínica dificuldade para mastigar e  para abrir a boca e impossibilidade de controlar o apertamento dentário.

O paciente relatou que procurou  vários dentistas e tratamentos e que já tinha usado placas “miorrelaxantes” que não aliviaram os sintomas referidos.

3 OCLUSÃO 1

Oclusão habitual do paciente no dia da consulta.

O paciente apresentava uma mordida profunda e importante desgaste nos incisivos superiores e inferiores.

4 OCLUSAIS

Vista oclusal superior e inferior do paciente antes do tratamento. Desgaste nos incisivos inferiores e superiores.

5 PANORAMICA INICIAL

Radiografia panorâmica inicial do paciente antes do tratamento.

Ausência dos dentes 18, 28, 38,48.

Reabsorção horizontal das cristas alveolares.

6 P6 INICIAL

Laminografia da ATM do paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

A laminografia da articulação temporomandibular mostra retro posicionamento dos processos articulares nas cavidades articulares quando a mandíbula se encontra em posição de máxima intercuspidação.

Em abertura máxima observasse presença de osteofitos em ambos os côndilos.

Aplainamento da superfície anterior superior dos processos articulares e posterior superior do processo articular direito.

7 TELE PERFIL INICIAL

Radiografia lateral e perfil do paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

8 C7 INICIAL

Radiografia lateral e da coluna cervical do paciente em oclusão habitual antes do tratamento. Retificação da coluna cervical.

9 FRONTAL INICIAL

Radiografia frontal do paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

10 ress1

RNM: cortes sagitais da ATM esquerda fechada antes do tratamento. Observa-se retroposição da cabeça mandibular. O disco articular está levemente deslocado.

O disco articular tem redução nas manobras em boca aberta. Imagens de boca aberta não incluídas neste post.

11 ress3

RNM: cortes sagitais da ATM esquerda fechada antes do tratamento. Observa-se retroposição da cabeça mandibular.  O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras em boca aberta.

Imagens de boca aberta não incluídas neste post.

12 b ress

RNM: cortes sagitais da ATM direita fechada antes do tratamento. Observa-se retroposição da cabeça mandibular.  O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras em boca aberta.

Imagens de boca aberta não incluídas neste post.

13 ress4

RNM: cortes sagitais da ATM direita fechada antes do tratamento. Observa-se retroposição da cabeça mandibular.  O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras em boca aberta.

Imagens de boca aberta não incluídas neste post.

13 cineciog 1

Registro cineciográfico inicial do paciente

Vista tridimensional do movimento mandibular.

O registro mostra abertura e fechamento e velocidade ao fazer estes movimentos. O paciente mostra uma abertura de mais de 50 mm
Notasse uma importante perda de velocidade no fechamento mandibular.

13 eletromiografia inicial

Registro eletromiográfico dinâmico em oclusão habitual do paciente antes do tratamento. Notasse pouquíssima ativação dos músculos masseteres direito e esquerdo na máxima intercuspidação, indicando ao paciente que morda forte sem abrir a boca.
Os músculos masseteres são os músculos mais potentes do sistema estomatognático, ainda mais considerando um paciente de biotipo braquifacial como neste caso.

13 REGISTRO

Para avaliar corretamente a relação maxilo-mandibular devemos começar a considerar a posição fisiológica de repouso mandibular.

Repouso fisiológico é um conceito aplicável para todos os músculos do corpo.

A musculatura estomatognática não é exceção.

Os músculos mastigatórios do paciente foram desprogramados eletronicamente e uma nova posição neuromuscular fisiológica de repouso foi registrada.

O paciente apresenta um espaço livre patológico de 8,2 mm, já descontado os dois mm fisiológicos de um espaço livre sadio.

O paciente também apresenta uma retroposição de 2 mm

13 B PRIMEIRA ORTESE LUIS

Com esses dados construímos um DIO (dispositivo intraoral), para manter tridimensionalmente a posição registrada. Este dispositivo deve ser testado eletromiograficamente para mensurar objetivamente o paciente.

É lógico que o relato da sintomatologia do paciente é importante, mas a eletromiografia de superfície mostra de forma objetiva se a função muscular melhorou, piorou ou não modificou.

13A FRONTAL DIORadiografia frontal do paciente com o DIO ( dispositivo intraoral) construído em posição neuromuscular fisiológica.

13B LATERAL COM DIORadiografia lateral e da coluna cervical do paciente com o DIO ( dispositivo intraoral) construído em posição neuromuscular fisiológica.

A segunda ressonância nuclear magnética é solicitada após um ano em media do tratamento da primeira fase, durante esta fase o paciente é monitorizado, e o dispositivo recalibrado e ou trocado de acordo com os dados controlados durante toda esta etapa.

14 ress comp 1

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular.

15 ress comp 2

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

16 ress comp 3

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

17 ress comp DIR

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

18 ress comp DIR

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

19 ress comp DIR

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

20 PRIMEIRA ORTESE DA 2 FASE

O paciente não relatou mais sintomatologia relacionada com a ATM. A bioinstrumentação também mostrou  objetivamente a melhora da função neuromuscular.

Foi decidido iniciar a SEGUNDA FASE do tratamento para retirar o DIO (dispositivo intraoral), mantendo a oclusão neuromuscular fisiológica.

Para isso utilizamos uma ortodontia tridimensional, onde os dentes são erupcionados para a nova posição neurofisiológica.

21 ORTO 1

Na segunda fase, neste caso a ortodontia tridimensional, o paciente é monitorado e desprogramado eletronicamente, e muitas vezes o dispositivo é recalibrado e ou trocado, para manter a posição obtida na primeira fase.

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

22 ORTO 2

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

23 ORTO 3

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

24 ORTO 4

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

25 ORTO 5

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

26 orto 6

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

27 orto 7

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

28 ORTO 8

Finalização da segunda fase.

29 OCLUSAIS FINAIS

Vista oclusal superior e inferior do paciente após a finalização da segunda fase.

43 oclusoes comparativas

Oclusão comparativa do paciente antes da primeira fase e após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

Pode ser notado a não coincidência das linhas medianas dentárias.

O alinhamento fundamental do paciente é o alinhamento muscular que nem sempre coincide com o alinhamento dentário. Nesse caso é respeitado o alinhamento muscular.

44 oclusoes comparativas

Vista oclusal superior e inferior comparativa do paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

eletromiografia final

Registro eletromiográfico do paciente em uma posição neuromuscular fisiológica, após a finalização da ortodontia tridimensional.

Notasse o maior recrutamento de unidades motoras nos músculos masseteres que anteriormente mostravam pouca atividade.

30 FRONTAL FINAL

Radiografia frontal do paciente após a finalização da segunda fase do tratamento.

Paciente em oclusão neuromuscular fisiológica.

31 TELEPERFIL FINAL

Radiografia lateral e perfil do paciente após a finalização da segunda fase do tratamento.

Paciente em oclusão neuromuscular fisiológica.

32 C7 FINAL

Radiografia lateral e da coluna cervical do paciente após a finalização da segunda fase do tratamento.

Paciente em oclusão neuromuscular fisiológica.

33 PANORAMICA FINAL

Radiografia panorâmica do paciente após a finalização da segunda fase do tratamento com ortodontia tridimensional.

34 LAMINOGRAFIA FINAL

Laminografia da ATM do paciente após a finalização da ortodontia tridimensional.

Paciente em oclusão neuromuscular fisiológica.

35 comparativas panoramicas

Radiografias panorâmicas comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

36 comparativas laminografias

Laminografias da ATM comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

40 COMPARAÇÃO TELE PERFIL (2)

Radiografias laterais e perfil comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

Ter em conta que o resultado corresponde mais a uma recuperação tridimensional da dimensão vertical e não simplesmente a uma modificação anteroposterior.
Mesmo uma retroposição da cabeça da mandíbula é produto de uma alteração tridimensional.

41 COMPARAÇÃO FRONTAIS

Radiografias frontais comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

42 C7 COMPARATIVAS

Radiografias laterais e da coluna cervical comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

46 DEPOIMENTO 1No final de 2012, assisti ao programa Vida e Saúde na RBS TV e vi uma reportagem com o Dr. Luis Daniel Yavich Mattos, sobre o tratamento de problemas relacionados à ATM. Convivendo com dores de cabeça constantes, dores na mandíbula e pressão diária nos dentes, resolvi apostar no tratamento e não me arrependo.

Desde os meus 18 anos de idade eu vinha tendo dores na região da ATM, sendo que o que mais me incomodava era uma pressão, que me dava vontade de ranger os dentes mesmo durante o dia, o que sempre identifiquei como bruxismo.

Já havia procurado diversos dentistas e tratamentos, com o uso das famosas plaquinhas para dormir. O diagnóstico sempre era o mesmo: o stress emocional era a causa da minha vontade de ranger os dentes e das dores constantes, apesar de as dores somente terem iniciado logo após eu ter extraído o meu primeiro siso.

47 DEPOIMENTO 2

Eu costumava utilizar as placas para dormir durante as 24 horas do dia, tamanha a vontade de morder e ranger os dentes. O uso das placas evitava o desgaste, mas a pressão que eu sentia para morder e ranger os dentes me causavam cansaço na ATM e dores de cabeça.

E quando já não tinha mais esperanças, surgiu a possibilidade de fazer o tratamento com o Dr. Luis Daniel e com a Dra. Lidia Yavich Mattos, quando eu já contava com 32 anos de idade.

Com o Dr. Luis Daniel foram aproximadamente 1 ano e 2 meses, utilizando uma placa bem alta, 24 horas por dia, inclusive para fazer as refeições, que eu só tirava para fazer a higiene bucal.

A placa era chamada de “big monster”, tamanha a altura. Ao final, já sem dores e sem a vontade de ranger e morder os dentes, e passei para a segunda etapa do tratamento, agora com a Dra. Lidia Yavich.

48 DEPOIMENTO 3Com a Dra. Lidia foram aproximadamente 3 anos, nos quais utilizei aparelho dentário fixo, com bráquetes, fios de aço, etc, a fim de poder deixar de usar a placa durante as 24 horas do dia e melhorar a estética da minha arcádia dentária. À medida que o tratamento evoluía, a placa era diminuída e novas placas eram utilizadas, a fim de ir erupcionando os meus dentes respeitando a posição da ATM.

Finalizado o tratamento, hoje utilizo uma placa para dormir e uma outra por questões de estética. Já não possuo aquela vontade de morder e ranger os dentes, nem dores na ATM ou de cabeça. Já consigo bocejar sem me preocupar em machucar a mandíbula.

Enfim, foi um tratamento artesanal, individualizado, que demandou tempo e dedicação, e que trouxe excelentes resultados, razão pela qual sou eternamente grato ao Dr. Luis Daniel e à Dra. Lidia.

 

A articulação temporomandibular (ATM) como gatilho periférico na dor de cabeça. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

1 FRENTEPaciente de sexo feminino com queixa principal de dor de cabeça se apresenta na clínica, encaminhada por um colega de trabalho que tinha sido tratado na clínica pelo mesmo motivo.

A queixa principal da paciente era de dor de cabeça com alta frequência.   A paciente relata ter investigado a causa da dor e inclusive já tinha feito por solicitação do neurologista uma ressonância nuclear magnética de crânio que não acusou nenhuma anormalidade.

1 PERFILA paciente já tinha consultado com Neurologista, Otorrinolaringologista, Ortopedista e com o clínico geral.A paciente também refere dor de coluna.
2 DENTES INICIAISOclusão habitual da paciente no dia da consulta.

3 OCLUSAISVista oclusal superior e inferior da paciente no dia da consulta.

Os incisivos superiores e inferiores mostram sinal de desgaste.

7 PANORAMICARadiografia panorâmica inicial da paciente antes do tratamento.

Ausência do segundo pré-molar superior direito e dos terceiros molares inferiores.

A paciente relata que o pré-molar superior foi extraído na adolescência por falta de espaço para a erupção do canino.

O primeiro molar superior do lado esquerdo e o primeiro molar inferior do lado esquerdo apresentavam tratamento endodôntico com restaurações extensas e risco de fratura , foi informado da necessidade de extrair  o terceiro molar retido.

Os procedimentos só seriam efetuados após a descompressão articular.

8A LAMINOGRAFIAA laminografia das articulações temporomandibulares mostra uma modificação do eixo de crescimento do côndilo mandibular no lado esquerdo provocado por um traumatismo na primeira infância, (fratura em talo verde).

Na posição de abertura máxima observa-se limitação no movimento de abertura em ambos os processos articulares bem como aplainamento superior da cabeça da mandíbula direita.
Observa-se  aplainamento posterior no lado esquerdo.

4 TELEPERFILRadiografia lateral da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

5 C7Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente em oclusão habitual antes do tratamento. Nota-se a perda da lordose cervical, retificação da coluna cervical.

6 FRONTALRadiografia frontal da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

8b ressonancias sagitaisRNM: cortes sagitais da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a faceta na superfície superior e aplainamento posterior do côndilo mandibular.

8Dressonancias sagitais CORTES SUPERIORESNota-se a importante compressão posterior do côndilo esquerdo.

Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

8B CINECIOGRAFIA 1BOs músculos mastigatórios da paciente foram desprogramados eletronicamente e foi registrada a posição de repouso com um cinesiógrafico computadorizado.

A paciente apresentava um espaço livre interoclusal patológico de 6,3 mm e uma retroposição mandibular de 0,5 mm.

9 ORTESECom o registro obtido com o cineciógrafo computadorizado foi confeccionado um dispositivo intraoral (DIO) para reposicionar tridimensionalmente a mandíbula.

A posição NEUROMUSCULAR FISIOLÓGICA, foi gravada sob a forma de um registro de mordida oclusal, que mais tarde foi utilizado para fabricar um DIO ( dispositivo intraoral)

9D PANORAMICA COM ORTESERadiografia panorâmica da paciente durante o tratamento com o dispositivo intraoral.

9C COMPARATIVAS DE TELEPERFIL 1Comparação das radiografias laterais e perfil da paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

10 FRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: no inicio do tratamento em oclusão habitual, durante o tratamento com o DIO (dispositivo intraoral) em oclusão neuromuscular fisiológica.

10A C7 COMPARATIVASComparação das radiografias laterais e da coluna cervical da paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

10B CONTROLE ORTESEControle do dispositivo intraoral (DIO). ESTES CONTROLES SÃO FEITOS COM FREQUÊNCIA durante a primeira e a segunda fase do tratamento  Modificando e aprimorando a POSIÇÃO NEUROMUSCULAR FISIOLÓGICA.

A paciente não relatou mais sintomatologia relacionada com a ATM. A bioinstrumentação também mostrou  objetivamente a melhora da função neuromuscular.

Foi decidido iniciar a SEGUNDA FASE do tratamento para retirar o DIO (dispositivo intraoral), mantendo a oclusão neuromuscular fisiológica.

Para isso utilizamos uma ortodontia tridimensional, onde os dentes são erupcionados para a nova posição neurofisiológica.

19 ORTO 0Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

20 ORTO 1Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

21 ORTO 2Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

22 ORTO 3Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

23 ORTO 4Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

24 ORTO 5Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

25 ORTO 6Durante a ortodontia tridimensional o DIO (dispositivo intraoral) é recalibrado e trocado para manter  à posição obtida na PRIMEIRA FASE

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

26 ORTO 7Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

28 ORTO 9Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

29 ORTO 9Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

30 ORTOSequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

Preparo para o aumento da largura dos incisivos superiores respeitando a posição Neuromuscular Fisiológica da paciente.

31 ORTOSequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

Preparo para o aumento da largura dos incisivos superiores respeitando a posição Neuromuscular Fisiológica da paciente.

32 orto finalFinalização da Primeira e da Segunda fase no tratamento das Patologias da ATM.  Reabilitação Neuromuscular Fisiológica.

Nesta sequencia específica foi proposto para a paciente outra possibilidade com importante melhoria da estética para o aumento das coroas clinicas dos incisivos superiores, devido a limitação neste caso das resinas compostas.

A paciente respondeu: que não trabalhava na televisão, que mesmo sabendo da limitação estética do procedimento com resinas, estava satisfeita porque para ela o objetivo do tratamento DOR  tinha sido alcançado.

33 OCLUSAIS FINAISVista oclusal superior e inferior da paciente após a finalização da segunda fase.

34 PANORAMICA FINALRadiografia panorâmica da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

Foi necessária a extração do primeiro molar superior e a colocação de um implante após enxerto ósseo. Foi também realizada a exodontia do terceiro molar superior esquerdo incluso.

35 LAMINOGRAFIA FINALLaminografia das articulações temporomandibulares da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

36 PERFIL FINALRadiografia lateral e perfil da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

37 C7 FINALRadiografia lateral e da coluna cervical da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

38 FRONTAL FINALRadiografia frontal da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

39 FRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

40 C7 COMPARATIVASRadiografias laterais e da coluna cervical comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

41 PERFIL 3 COMPARATIVASRadiografias laterais e perfil comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

43 DENTES COMPARATIVASOclusão comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional  e reabilitação neuromuscular fisiológica.

44 OCLUSAIS comparativasVista oclusal superior e inferior comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

45 CINECIOGRAFIA finalRegistro cineciográfico após a finalização da primeira e da segunda fase do tratamento neuromuscular fisiológico.

As trajetórias neuromusculares são coincidentes. Teríamos gostado de conseguir um espaço interoclusal de 2,5 a 3 mm, foi conseguido 4,1 mm

46 DEPOIMENTO 1Depoimento da paciente:

Querida Lidia,

Sabe eu realmente me dei conta de quanto o tratamento pelo qual me submeti melhorou a minha qualidade de vida quando estive este ano na clínica (2018) e olhei a minha ficha com as informações que eu havia registrado quando eu iniciei o tratamento. Para ser sincera eu nem me lembrava que antes do tratamento eu tinha dores nas articulações da mandíbula!! E como eram fortes.

Sempre tive dores de cabeça e enxaqueca, além é claro das dores na articulação da mandíbula. Registro o sempre pois lembro que quando era criança já as sentia. Me sentia muito mal e indisposta quando tinha crises.

Em uma determinada fase da minha vida em função do aumento da frequência das dores de cabeça e os constantes vômitos fui a muitos médicos pois pensei que estava com problema de estômago. Achava que as minhas dores de cabeça e enxaqueca eram consequência disso.

47 DEPOIMENTO 2

Mas com base nos exames que fiz à época, a minha clínica geral me disse que a questão do estômago era na verdade uma consequência das fortes dores de cabeça e enxaqueca.

Então, ela me indico procurar um neurologista para avaliação e tratamento. Fui ao neurologista, fiz exames, tratamento, tentei evitar a lista enorme de alimentos que ele me informou como prováveis desencadeadores de enxaqueca. Tudo o que fiz reduziu um pouco as dores de cabeça, mas não resolveu o problema que me atormentava.

E foi durante uma das minhas “crises” de dor de cabeça que um colega de trabalho comentou a possibilidade de que eu fizesse uma avaliação com uma dentista que o tinha tratado quando teve problemas na ATM. Para ser sincera não tinha nem bem noção do que era, mas quando se tem dor, toda a tentativa é válida.

47 DEPOIMENTO 3

Fiz a consulta, disponibilizei os exames que eu já havia feito na região da cabeça e lembro que na minha primeira conversa com a Lidia ela comentou que os exames indicavam que na minha  infância provavelmente eu havia sofrido uma queda que provocou uma modificação no crescimento da  minha mandíbula . Exatamente o lado em que tinha as dores de cabeça e a enxaqueca.

Saliento que em nenhum momento fiz o tratamento por uma questão estética, mas sim buscando, se não possível evitar as dores, mas minimiza-las.

Passei vários anos frequentando a clínica. Lembro que a minha placa em um dos estágios do tratamento era um “big monster” (kkk) considerando a sua altura.

Aos poucos ao longo do tratamento fui notando a redução das dores de cabeça e de frequência entre as crises de enxaqueca.

Hoje, pensando no antes e no depois do tratamento me dou conta de o quanto o tratamento, embora prolongado, melhorou a minha qualidade de vida.

Página de estudos e investigação da ATM. Três anos de publicações.

Caros amigos,

Em dezembro de 2014 iniciei as publicações da Página de Estudos e Investigação da ATM. No inicio, todo o seu conteúdo foi oferecido português, inglês e espanhol. Porém, em março do ano seguinte, ao analisar as estatísticas de acesso das postagens, decidi manter somente a divulgação nos idiomas português e inglês.

De todo modo, o acesso aos conteúdos da página segue disponível aos demais pesquisadores, profissionais da área e aos interessados na investigação que desenvolvo.

3 ANOS DE PUBLICAÇÕES

Nos dias de hoje, a medicina baseada em evidência está estratificada hierarquicamente de cima para baixo onde na base da pirâmide encontramos os casos clínicos, os quais raramente são vistos como evidência.

A Página de Estudos e Investigação da ATM tem em sua concepção, o propósito da publicação de casos e conceitos clínicos, cuidadosamente publicados com as respectivas documentações dos pacientes com queixas de dor, disfunção e patologia da ATM, tratados na Clínica MY.

A página oferece acesso ao conteúdo ao longo de imagens, eletromiografias de superfície, cinesiografia computadorizada antes e após o  processo terapêutico. Foram incluídos casos de ortodontia tridimensional e reabilitação fisiológica neuromuscular da segunda fase do tratamento, após o tratamento da ATM.

FINAL

Página de Estudos e Investigação da ATM fez no mês de dezembro três anos de vida, lembrei-me de festejar no primeiro aniversário da Pagina.

No meio do trabalho com os pacientes, ensino e publicações não me lembrei de celebrar o segundo ano.

Quero celebrar estes três anos com vocês.

Temos com este projeto um lugar na internet que mostra a linha de trabalho conhecida como odontologia neuromuscular fisiológica, que atua sobre a postura e o funcionamento mandibular e considera todo o sistema corporal.

Para isso a odontologia neuromuscular fisiológica procura estabelecer, no paciente uma posição baseada na relação harmoniosa entre os músculos, dentes e articulações temporomandibulares.

MARCUS LAZARI frontal E SAGITAL

Na publicação deste final de ano escolhi as imagens mais significativas de todos estes anos de publicações, com links diretos para cada uma das publicações originais.

No final desta publicação coloquei os links das publicações do primeiro ano desta pagina.

3 ANOS DE PUBLICAÇÕES 2

Página de Estudos e Investigação da ATM tem crescido muito e continua recebendo visitantes de todo o mundo.

Muito obrigada!

Lidia Yavich

Patologia da Articulação Temporomandibular em um Paciente com Fusão Congênita de duas Vértebras Cervicais. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

33 FINAL

Melhora Postural em Paciente após Tratamento de Reposicionamento Neuromuscular Fisiológico da Mandíbula. Paciente com Histórico de Cirurgia de Escoliose e Sintomatologia Craniomandibular.

24

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Fortes Dores de Cabeça e das Articulações Temporomandibulares apresentando Importante Irregularidade de contorno no Côndilo Mandibular e Limitação de Abertura Bucal. Caso clínico.

27 CEF COMPARATIVAS

Reversão da Alteração da Medular Óssea em um caso de Necrose Avascular da cabeça mandibular. Acompanhamento de dois anos após o tratamento.

FRONTAL COMPARATIVAS ESQUERDA 2016.jpg

Tratamento Neuromuscular Fisiológico em Paciente com Cefaleia Diária e Dor nas Articulações Temporomandibulares. Caso Clínico sem Possibilidade de Recaptura Discal: primeira e segunda fase.

10 abre e fecha inicial

Criança com Otalgia (dor de ouvido) e Perda Auditiva Condutiva: quando medir faz a diferença. Normalização dos limiares auditivos. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

FINALE FINALE

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Dor na Região da Nuca, Zumbidos Bilaterais e Fraturas Recorrentes de Dentes e Próteses. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

ITACIR COMBINADA

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com cefaleia durante 30 anos. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e segunda fase . Caso clínico.

1 FOTOS FRENTE

Patologia da ATM em Músicos Profissionais: Um olhar além dos fatores de risco. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

HELLA

Página de estudos e investigação da ATM. Um ano de publicações.

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2

Página de Estudos e Investigação da ATM tem crescido muito e continua recebendo visitantes de todo o mundo.

Muito obrigada!

Lidia Yavich

Patologia da ATM em Músicos Profissionais: Um olhar além dos fatores de risco. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

Vários artigos e estudos citam a prevalência de disfunção da ATM em violinistas e violistas especialmente pela flexão prolongada da cabeça e o ombro, postura necessária para manter o violino em posição.  Estudos também referem que a incidência de disfunção de ATM em músicos é similar a população geral.

Músicos profissionais requerem muitas horas de treino e aperfeiçoamento que implicam em movimentos complicados, ações rápidas e repetitivas com sobre uso das mãos, dedos, braços e cabeça.

A maioria dos artigos relatam a ansiedade do desempenho profissional e aumento da tensão muscular, mas poucos fazem um estudo em particular do estado das estruturas anatómicas dos casos estudados.

1 postura inicial frontalPaciente de sexo feminino com 45 anos de idade foi encaminhada para a clínica pela sua fisioterapeuta com queixas de dor de cabeça, dor na região cervical e escapular e contraturas musculares na mandíbula.

A paciente também refere deslocamento mandibular ao tocar o violino e dor em ambas as articulações temporomandibulares.

2 postura inicial lateralA paciente também refere estalos em ambas as articulações temporomandibulares, e ocasionalmente sensação de ouvidos entupidos.

Dores frequentes na coluna e em ambos os ombros.

Na época a paciente já tinha consultado fisioterapeutas, reumatologista, psiquiatra e psicólogo.

2pontos de dor.jpgGráfico de marcação dos pontos de dor.

3 OCLUSÃO INICIALImagem da oclusão habitual da paciente no dia da consulta.

4 OCLUSAIS INICIAISVista oclusal superior e inferior da paciente no dia da consulta.

5  PANORAMICA 1.jpgRadiografia panorâmica inicial da paciente antes do tratamento.

Dentes 18, 28 inclusos.

Desgaste nas faces incisais e oclusais dos dentes presentes.

Aparato protético de 25 a 27 ( 26 pôntico)

Reabsorção horizontal das cristas alveolares.

6 LAMINOGRAFIA INICIAL

Planigrafia da ATM em oclusão habitual antes do tratamento

Na posição de abertura máxima, observasse angulação anterior dos processos articulares, sequela de traumatismo na primeira infância.

A paciente relata um traumatismo na primeira infância, uma batida na cabeça quando brincava em um escorregador.

7 TELEPERFILRadiografia lateral e perfil da paciente antes do tratamento. Paciente em oclusão habitual.

8 FRONTALRadiografia frontal da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

9 C7Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

Nesta época a paciente realizou uma tomografia computadorizada da coluna cervical

Laudo da TC da coluna cervical:

Retificação da lordose cervical.

Discopatia degenerativa em C5-C6 observando-se redução da altura do espaço discal e proliferações osteofitárias reacionais. Nesse nível identifica-se barra disco-osteofitária que toca e deforma a face ventral do saco dural.

Não há estenose do canal vertebral central.

Forames neurais com amplitude dentro dos limites da normalidade.

Sinais leves de artrose uncovertebral C5 e C6.

Relação C1-C2 mantida.

Regiões paravertebrais simétricas.

10 eletromiog dinamica inicialRegistro eletromiográfico dinâmico em oclusão habitual da paciente antes do tratamento. Notasse a mínima ativação dos músculos masseteres direito e esquerdo na máxima intercuspidação e a alta ativação dos músculos temporais direito e esquerdo.

Os músculos masseteres são os músculos mais potentes do sistema estomatognático, os músculos temporais mesmo sendo músculos elevadores tem que ter uma ativação igual e preferencialmente menor que os músculos masseteres.

11 cineciog 1Registro cineciográfico inicial da paciente.

Vista tridimensional do movimento mandibular.

O registro mostra abertura e fechamento e velocidade ao fazer estes movimentos. A paciente mostra uma abertura de 47 mm e uma deflexão para direita de 3,9 mm

Notasse uma importante perda de velocidade no na metade do fechamento mandibular.

13 ress esq fech

RNM: corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

14 ress esq fech

RNM: outro corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

Importante zona de compressão retrodiscal no nível da deflexão do côndilo mandibular. Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

15 ress esq fech

RNM: outro corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

Importante zona de compressão retrodiscal no nível da deflexão do côndilo mandibular. Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

16 ress esq fech

RNM: corte sagital interno da ATM esquerda em boca fechada.

17ress dir fech

RNM: corte sagital interno da ATM direita em boca fechada.

19 ress dir fech

RNM: outro corte sagital da ATM direita em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post)

Importante zona de compressão retrodiscal no nível da deflexão do côndilo mandibular. Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

20 ress dir fechRNM: outro corte sagital mais externo da ATM direita em boca fechada.

O disco articular encontra-se deslocando anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post)

Nota-se a compressão posterior neste corte.

21 FRONT DIR E ESQRNM: cortes frontais das articulações temporomandibulares direita e esquerda, boca fechada em oclusão habitual antes do tratamento.

O corte frontal da articulação temporomandibular direita evidencia uma perda de espaço articular, especialmente na região do polo lateral externo da articulação. Ambas imagens frontais mostram diminuição do espaço articular.

Leve desvio discal medial.

21A registro inicial para o DIOPara avaliar corretamente a relação maxilo-mandibular devemos começar a considerar a posição fisiológica de repouso mandibular.

Repouso fisiológico é um conceito aplicável para todos os músculos do corpo.

A musculatura estomatognática não é exceção.

Os músculos mastigatórios da paciente foram desprogramados eletronicamente e uma nova posição neurofisiológica de repouso foi registrada.

A paciente apresenta um espaço livre patológico de 5, 8 mm, já descontado os dois mm fisiológicos de um espaço livre sadio.

A paciente também apresenta uma retroposição de 2,1 mm

22 oclussao com o DIOCom esses dados construímos um DIO (dispositivo intraoral), para manter tridimensionalmente a posição registrada. Este dispositivo deve ser testado eletromiograficamente para mensurar objetivamente o paciente.

É lógico que o relato da sintomatologia do paciente é importante, mas a eletromiografia de superfície mostra de forma objetiva se a função muscular melhorou, piorou ou não modificou.

22A eletromiografia com o DIORegistro eletromiográfico com o DIO (dispositivo intraoral) em posição neuromuscular fisiológica.

Notasse o maior recrutamento de unidades motoras nos músculos masseteres que anteriormente mostravam pouquíssima atividade.

22A Registro cinesiográfico para controlar o DIO em posição neurofisiológicaRegistro cineciográfico para controle do DIO ( dispositivo intraoral) em posição neuromuscular fisiológica à medida que o dispositivo é trocado ou recalibrado.

Na primeira fase os dispositivos intraorais, são recalibrados e ou trocados de acordo a cada caso específico à medida que a mandíbula, músculos e ATM melhorem.

Cada caso É ÚNICO. Existem casos onde as estruturas da ATM estão tão danificadas que os objetivos traçados terão limitações ditadas pelo diagnóstico inicial.

Estas limitações não se referem unicamente as estruturas da articulação temporomandibular, mas também a condição sistêmica da paciente.

22B 2 Registro cinesiográfico para controlar o DIO em posição neurofisiológicaOutro registro cineciográfico para controle do DIO ( dispositivo intraoral) em posição neuromuscular fisiológica à medida que o dispositivo é trocado ou recalibrado.

23 laminografias comparativas com dioComparação das planigrafias das articulações temporomandibulares, direita e esquerda, em boca fechada e aberta: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

24 ct comparativas com dioComparação das radiografias laterais e da coluna cervical da paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

Com a mandíbula em posição neuromuscular fisiológica a colega fisioterapeuta trabalhou o resto das cadeias musculares, utilizando técnicas manuais globais, tendo sempre em conta a individualidade da paciente. Este trabalho em um paciente com discopatias degenerativas deve ser mantido.

25 rad lateral e perfilComparação das radiografias laterais do paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

Melhora do perfil e recuperação da dimensão vertical.

26TELEFRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: no inicio do tratamento em oclusão habitual, durante o tratamento com o DIO (dispositivo intraoral) em oclusão neuromuscular fisiológica.

27 PANORAMICA com o DIORadiografia panorâmica da paciente com o DIO construído em posição neuromuscular fisiológica.

47 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

48 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

49 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

50 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

51 ress direita comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico. Neste corte se aprecia a melhora na relação côndilo discal obtida.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

51 b ress direita comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico. Neste corte se aprecia a melhora na relação côndilo discal obtida.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

52 ress direita comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.Neste corte se aprecia a melhora na relação côndilo discal obtida.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

53 ress esquerda frontal comparativa 1RNM: Comparação do corte frontal da ATM ESQUERDA, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM ESQUERDA após a FINALIZAÇÃO DA PRIMEIRA FASE.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular,especialmente no polo lateral. 

54 ress direita frontal comparativa 1RNM: Comparação do corte frontal da ATM DIREITA, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM DIREITA após a FINALIZAÇÃO DA PRIMEIRA FASE.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular,especialmente no polo lateral. 

A paciente não relatou mais sintomatologia relacionada com a ATM. A bioinstrumentação também mostrou  objetivamente a melhora da função neuromuscular.

Foi decidido iniciar a SEGUNDA FASE do tratamento para retirar o DIO (dispositivo intraoral), mantendo a oclusão neuromuscular fisiológica.

Para isso utilizamos uma ortodontia tridimensional, onde os dentes são erupcionados para a nova posição neurofisiológica.

55 ORTO 1Na segunda fase, neste caso a ortodontia tridimensional a paciente é monitorada e desprogramada eletronicamente, e muitas vezes o dispositivo é recalibrado, para manter a posição obtida na primeira fase.

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

56 PANORAMICA COM O IMPLANTERadiografia panorâmica da paciente após a instalação do implante e a remoção dos terceiros molares retidos superiores.

57 ORTO 2Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

58 ORTO 3Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

59 ORTO 4Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

60 ORTO 5Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

61 ORTO 6Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico). Fotografia do fio ortodôntico antes de cortar do lado direito para fins didáticos.

62 ORTO 7Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

63 ORTO 8Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

65 ORTO10Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

66 ORTO101Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

67 ORTO102Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

68 ORTO103Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

68 RETIRADA DO DIORetirada do DIO ( dispositivo intraoral)

69 ORTO104Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

70 ORTO105Finalização da segunda fase.

71 OCLUSAL FINALVista oclusal superior e inferior da paciente após a finalização da segunda fase.

72 panoramicas comparativasRadiografias panorâmicas comparativas da paciente antes e após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

72 comparação OCLUSAIS FINAISVista oclusal superior e inferior comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

72 OCLUSÃO IcomparativasOclusão comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

77 registro controle após a ortodontiaRegistro cinesiográfico de controle após a finalização da ortodontia tridimensional em posição neuromuscular fisiológica.

Trajetórias neuromusculares coincidentes.

73 laminografias finalLaminografia da paciente em oclusão neuromuscular fisiológica após a finalização da segunda fase do tratamento.

74 3 laminografias comparativasLaminografias comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

75 TELEFRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

76 rad lateral e perfil comparativas 3Radiografias laterais e perfil comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

78 DEPOIMENTO 1.jpgDepoimento da paciente:

O que me fez procurar o tratamento foram dores de cabeça recorrentes, frequentes (semanais) e intensas, que duravam, em média, 2 dias, afetando meu rendimento no trabalho, bem como as horas de lazer.

As dores não cediam com analgésicos comuns, necessitando de medicação forte, que, por sua vez, só amenizava um pouco as dores.

Hoje, após o tratamento, posso afirmar que só muito raramente sou acometida destas dores, melhorando muito a qualidade de vida, além da postura.

Ortodontia Tridimensional na Segunda Fase dos Tratamentos das Patologias da ATM

1A Nas publicações anteriores desta página foram apresentados alguns dos fundamentos neurofisiológicos do tratamento das patologias das articulações temporomandibulares, também foi apresentada a importância do diagnóstico diferencial e também o uso da bioinstrumentação como a eletromiografia de superfície e a cinesiografia. Foram apresentadas imagens de pacientes relatando as suas sintomatologias, também foram expostos diversos fatores  etiológicos como traumatismos na primeira infância, especialmente a fratura em talo verde, recaptura dos discos intra-articulares em deslocamentos redutíveis, inter-relação entre as desordens craniomandibulares e a coluna vertebral.Também foi exposto um caso de distonia cervical e a sua relação com a ATM. Em total desde o mês de dezembro foram sete publicações. 1 Quando falamos em tratamento das patologias da ATM temos que entender que existem diferentes enfoques. A proposta de um tratamento paliativo é o tratamento sintomático,  isto é, um tratamento que procura bloquear os sintomas.Se dá através da administração de drogas, como analgésicos, anti-inflamatórios e mio relaxantes. O enfoque restaurativo é o tratamento que busca quando possível corrigir ou sarar o que está danificado. Para saber o que está errado, se faz necessário um diagnóstico diferencial. Este diagnóstico deve ser sempre elaborado anteriormente à proposta de tratamento . 2 Quando nossa proposta é um tratamento restaurativo, temos uma PRIMEIRA FASE onde o objetivo quando possível é de sarar a articulação. Às vezes só podemos melhora-la ou evitar que piore. Conhecer o que podemos tratar e o que não podemos tratar e as limitações de cada caso individual é muito importante. 3 Quando a primeira fase é finalizada, verificamos se as imagens posteriores de controle correspondem as nossas metas fixadas no diagnóstico inicial. Sabemos que há casos em que podemos melhorar o quadro, e outros em que podemos evitar que piorem, e outros ainda em  que só poderemos tratar a dor. No caso de resultados positivos da primeira fase podemos iniciar uma segunda fase de tratamento para retirar o dispositivo que é usado em forma permanente durante a primeira fase do tratamento. Para isto podemos realizar uma ortodontia tridimensional, uma reabilitação neurofisiológica ou a combinação de ambas. Sempre mantendo a localização mandibular em equilíbrio com os planos musculares, articulação temporomandibular e planos dentários. 4 Vou relatar o acontecido nesta semana com uma paciente adolescente que tinha terminado a primeira fase, ou seja, a descompressão neurofisiológica da articulação temporomandibular e utilizava o dispositivo intraoral. A paciente apresentava remissão da sintomatologia (dor de ouvido desde a infância) e eu me preparava para o inicio da segunda fase. Não satisfeita ainda com a correção da respiração bucal decidi deriva-la para uma avaliação com a finalidade de melhorar a respiração e consequentemente a posição lingual. O  profissional que fez esta avaliação afirmou que a paciente apresentava uma mordida aberta e que deveria consultar um cirurgião para “fechar a mordida”. A angústia provocada na paciente que consequentemente também me afligiu resultou também na minha indignação ante uma opinião conclusiva, onde a profissional derivou a paciente para uma consulta cirúrgica sem entrar previamente em contato com o profissional responsável do tratamento (no caso eu).   De forma alguma exijo cumplicidade de  meus colegas, até porque considero a ética acima de tudo. Assim como o respeito ao  paciente. ESTE ACONTECIMENTO ME INCENTIVOU A PUBLICAR UM CASO DE ORTODONTIA TRIDIMENSIONAL DA SEGUNDA FASE DO TRATAMENTO DAS PATOLOGIAS DA ATM Antes de passar a SEGUNDA FASE , iniciaremos com a PRIMEIRA FASE.

5

Oclusão habitual da paciente, que se apresenta com queixas de dor.

Paciente de sexo feminino de 17 anos de idade se apresenta na consulta com queixas de dor de cabeça, dor de ouvido, dor nos ombros e estalos bilaterais. Dor na palpação retro-discal. A paciente apresenta uma oclusão ideal e nas provas clinicas de oclusão não apresenta nenhum tipo de interferência nem em protrusão nem em lateralidade.

6

Laminografia inicial da paciente em oclusão habitual.

Laminogafia inicial da paciente em oclusão habitual, importante retroposição das cabeças da mandíbula especialmente do lado esquerdo provocando uma importante compressão retrodiscal.

7

Ressonância nuclear magnética inicial em oclusão habitual

Ressonância nuclear magnética da paciente em oclusão habitual, luxação anterior de ambos os discos articulares, retroposição das cabeças mandibulares e modificação do eixo de crescimento provocado por traumatismo na primeira infância.( Structural modifications of the mandibular condylar process as one of the sequels of traumatism in infancy) . A luxação é redutível (ressonância em boca aberta não incluída neste post)

8

Registro eletromiográfico de quatro canais inicial da paciente em oclusão habitual.

São medidos ambos temporais anteriores direito e esquerdo, e masseteres direito e esquerdo. Notemos que os masseteres sendo os músculos mais potentes do sistema  mastigatório não conseguem gerar atividade.

910 Uma imagem estática não fala da harmonia muscular, nem da coordenação do sistema, nem indica a dor do paciente.11 Os músculos mastigatórios da paciente foram desprogramados eletronicamente, e foi registrada uma mordida em posição de repouso neurofisiológico utilizando um magnetógrafo.

A paciente apresenta um espaço livre patológico de 6,2 mm e uma retroposição de 2,5 mm 12Com esses dados construímos um aparelho intraoral testado com eletromiografia de superfície para suportar a posição neurofisiológica escolhida

13

Laminografias comparativas da paciente

Laminogafia inicial em oclusão habitual, importante retroposição das cabeças da mandíbula especialmente do lado esquerdo provocando uma importante compressão retro-discal. A laminografia inferior com o dispositivo intraoral em posição neurofisiológica mostrando a descompressão retro-discal tridimensional.

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Comparação dos registros eletromiográficos da paciente.

 Comparação dos registros eletromiográficos da paciente o primeiro em oclusão habitual e o segundo com o dispositivo intraoral em posição neurofisiológica. Os masseteres apresentam excelente atividade com o dispositivo, ainda mais comparando o registro inicial onde estes músculo não conseguiam se ativar.

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Comparação de um dos cortes da RNM. ATM esquerda fechada, antes do tratamento em oclusão habitual e em oclusão neurofisiológica com o dispositivo. Disco em posição fisiológica e descompressão tridimensional  da cabeça mandibular. Correlação com registros eletromiograficos em oclusão habitual e em oclusão neurofisiológica com o dispositivo

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Comparação de um dos cortes da RNM. ATM direita fechada, antes do tratamento em oclusão habitual e em oclusão neurofisiológica com o dispositivo. Disco em posição fisiológica e descompressão tridimensional  da cabeça mandibular. Correlação com registros eletromiográficos em oclusão habitual e em oclusão neurofisiológica com o dispositivo

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Radiografia lateral de perfil para o inicio do tratamento ortodôntico tridimensional. O paciente está com o DIO (dispositivo intraoral construído em posição neurofisiológica). Os músculos mastigatórios foram desprogramados eletronicamente para a o registro da mordida e a construção do dispositivo intraoral.

Nem todo caso pode passar a uma segunda fase, seja esta ortodontia, prótese ou reabilitação. Existem pacientes com doença autoimune ativa, que não nos permite a remoção do dispositivo intraoral, já que as estruturas anatômicas (articulações temporomandibulares, coluna cervical… ) desses pacientes são afetadas pela própria doença, o que faz dessas estruturas pilares instáveis, por causa do processo inflamatório ativo com picos  frequentes de exacerbação da doença.

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Diagnóstico neuromuscular na ortodontia: efeitos do TENS na relação maxilo-mandibular.19

Atlas de Ortopedia maxilar: diagnóstico de  Jonas Rakosi e  Thomas Irmtrud . Registro eletrônico de repouso mandibular nos três planos do espaço. 

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Inicio da SEGUNDA FASE DE TRATAMENTO neste caso com uma ortodontia tridimensional. O dispositivo vai ser retirado mantendo os planos musculares em equilíbrio com os planos ósseos e dentários. INICIO DA ERUPÇÃO ATIVA

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Imagem com o dispositivo colocado e SEM O DISPOSITIVO. O espaço entre as arcadas É O ESPAÇO QUE PRECISAMOS REPOR (antes isso era preenchido pelo DIO que atuava como uma palmilha tridimensional). NA SEGUNDA FASE A ERUPÇÃO ATIVA DOS DENTES vai cumprir essa missão.

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Continuação do tratamento na ortodontia tridimensional. Imagem com e sem o dispositivo, o setor posterior já está erupcionado.

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Setor molar e pré-molar erupcionado, alinhamento dos incisivos inferiores e finalização da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento de patologias da ATM. Um dos maiores objetivos em um tratamento ortodôntico é tratar os três componentes do sistema estomatognático. Criar um ambiente onde a função dentaria das articulações temporomandibulares e o sistema neuromuscular trabalhem em equilíbrio.

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Uma ortodontia tridimensional precisa manter a  posição tridimensional da mandíbula em equilíbrio com os seus planos ósseos e musculares conseguidos na PRIMEIRA FASE, e sempre e quando possível manterá a articulação temporomandibular em harmônica relação com a fossa mandibular assim como o disco articular em correta posição.

gRUMMONS

A história clínica do paciente, a inspeção clínica, a tecnologia, a bioinstrumentação e as imagens tem nos ajudado a melhorar o diagnóstico e tratamento das Patologias da ATM. Quando chegamos a uma SEGUNDA FASE, muitos profissionais e pacientes não conhecem  que a erupção ativa é utilizada a MUITOS, MUITOS ANOS. Livro do Dr. Duane Grummons editado no ano 1994. Logicamente a ORTODONTIA TRIDIMENSIONAL no paciente com Patologia da ATM precisa de um diagnóstico diferencial e um tratamento restaurativo na PRIMEIRA FASE

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Se não entendemos que os dentes são o eixo terminal de uma articulação Se não entendemos que esta articulação é afetada por patologias locais e sistêmicas Se não entendemos que são os músculos que mexem a mandíbula E que são os músculos que propiciam a posição de repouso Se não entendemos que diferencias estruturais determinam adaptações tridimensionais. Não entenderemos o porquê do insucesso daqueles casos onde os pacientes apresentam patologias das articulações temporomandibulares 26