Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com dor de cabeça e excessivo apertamento dentário. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

u1 frontal inicial rostoPaciente de sexo masculino de 32 anos de idade se apresenta na clínica com a queixa de dores de cabeça constantes, dor na mandíbula e forte pressão diária nos dentes.

O paciente também relata dor nas articulações temporomandibulares e dor para abrir a boca.

2 lateral inicial rosto

O paciente também relata estalos bilaterais e sensação de ouvidos entupidos.

Também refere na sua história clínica dificuldade para mastigar e  para abrir a boca e impossibilidade de controlar o apertamento dentário.

O paciente relatou que procurou  vários dentistas e tratamentos e que já tinha usado placas “miorrelaxantes” que não aliviaram os sintomas referidos.

3 OCLUSÃO 1

Oclusão habitual do paciente no dia da consulta.

O paciente apresentava uma mordida profunda e importante desgaste nos incisivos superiores e inferiores.

4 OCLUSAIS

Vista oclusal superior e inferior do paciente antes do tratamento. Desgaste nos incisivos inferiores e superiores.

5 PANORAMICA INICIAL

Radiografia panorâmica inicial do paciente antes do tratamento.

Ausência dos dentes 18, 28, 38,48.

Reabsorção horizontal das cristas alveolares.

6 P6 INICIAL

Laminografia da ATM do paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

A laminografia da articulação temporomandibular mostra retro posicionamento dos processos articulares nas cavidades articulares quando a mandíbula se encontra em posição de máxima intercuspidação.

Em abertura máxima observasse presença de osteofitos em ambos os côndilos.

Aplainamento da superfície anterior superior dos processos articulares e posterior superior do processo articular direito.

7 TELE PERFIL INICIAL

Radiografia lateral e perfil do paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

8 C7 INICIAL

Radiografia lateral e da coluna cervical do paciente em oclusão habitual antes do tratamento. Retificação da coluna cervical.

9 FRONTAL INICIAL

Radiografia frontal do paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

10 ress1

RNM: cortes sagitais da ATM esquerda fechada antes do tratamento. Observa-se retroposição da cabeça mandibular. O disco articular está levemente deslocado.

O disco articular tem redução nas manobras em boca aberta. Imagens de boca aberta não incluídas neste post.

11 ress3

RNM: cortes sagitais da ATM esquerda fechada antes do tratamento. Observa-se retroposição da cabeça mandibular.  O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras em boca aberta.

Imagens de boca aberta não incluídas neste post.

12 b ress

RNM: cortes sagitais da ATM direita fechada antes do tratamento. Observa-se retroposição da cabeça mandibular.  O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras em boca aberta.

Imagens de boca aberta não incluídas neste post.

13 ress4

RNM: cortes sagitais da ATM direita fechada antes do tratamento. Observa-se retroposição da cabeça mandibular.  O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras em boca aberta.

Imagens de boca aberta não incluídas neste post.

13 cineciog 1

Registro cineciográfico inicial do paciente

Vista tridimensional do movimento mandibular.

O registro mostra abertura e fechamento e velocidade ao fazer estes movimentos. O paciente mostra uma abertura de mais de 50 mm
Notasse uma importante perda de velocidade no fechamento mandibular.

13 eletromiografia inicial

Registro eletromiográfico dinâmico em oclusão habitual do paciente antes do tratamento. Notasse pouquíssima ativação dos músculos masseteres direito e esquerdo na máxima intercuspidação, indicando ao paciente que morda forte sem abrir a boca.
Os músculos masseteres são os músculos mais potentes do sistema estomatognático, ainda mais considerando um paciente de biotipo braquifacial como neste caso.

13 REGISTRO

Para avaliar corretamente a relação maxilo-mandibular devemos começar a considerar a posição fisiológica de repouso mandibular.

Repouso fisiológico é um conceito aplicável para todos os músculos do corpo.

A musculatura estomatognática não é exceção.

Os músculos mastigatórios do paciente foram desprogramados eletronicamente e uma nova posição neuromuscular fisiológica de repouso foi registrada.

O paciente apresenta um espaço livre patológico de 8,2 mm, já descontado os dois mm fisiológicos de um espaço livre sadio.

O paciente também apresenta uma retroposição de 2 mm

13 B PRIMEIRA ORTESE LUIS

Com esses dados construímos um DIO (dispositivo intraoral), para manter tridimensionalmente a posição registrada. Este dispositivo deve ser testado eletromiograficamente para mensurar objetivamente o paciente.

É lógico que o relato da sintomatologia do paciente é importante, mas a eletromiografia de superfície mostra de forma objetiva se a função muscular melhorou, piorou ou não modificou.

13A FRONTAL DIORadiografia frontal do paciente com o DIO ( dispositivo intraoral) construído em posição neuromuscular fisiológica.

13B LATERAL COM DIORadiografia lateral e da coluna cervical do paciente com o DIO ( dispositivo intraoral) construído em posição neuromuscular fisiológica.

A segunda ressonância nuclear magnética é solicitada após um ano em media do tratamento da primeira fase, durante esta fase o paciente é monitorizado, e o dispositivo recalibrado e ou trocado de acordo com os dados controlados durante toda esta etapa.

14 ress comp 1

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular.

15 ress comp 2

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

16 ress comp 3

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

17 ress comp DIR

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

18 ress comp DIR

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

19 ress comp DIR

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

20 PRIMEIRA ORTESE DA 2 FASE

O paciente não relatou mais sintomatologia relacionada com a ATM. A bioinstrumentação também mostrou  objetivamente a melhora da função neuromuscular.

Foi decidido iniciar a SEGUNDA FASE do tratamento para retirar o DIO (dispositivo intraoral), mantendo a oclusão neuromuscular fisiológica.

Para isso utilizamos uma ortodontia tridimensional, onde os dentes são erupcionados para a nova posição neurofisiológica.

21 ORTO 1

Na segunda fase, neste caso a ortodontia tridimensional, o paciente é monitorado e desprogramado eletronicamente, e muitas vezes o dispositivo é recalibrado e ou trocado, para manter a posição obtida na primeira fase.

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

22 ORTO 2

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

23 ORTO 3

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

24 ORTO 4

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

25 ORTO 5

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

26 orto 6

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

27 orto 7

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

28 ORTO 8

Finalização da segunda fase.

29 OCLUSAIS FINAIS

Vista oclusal superior e inferior do paciente após a finalização da segunda fase.

43 oclusoes comparativas

Oclusão comparativa do paciente antes da primeira fase e após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

Pode ser notado a não coincidência das linhas medianas dentárias.

O alinhamento fundamental do paciente é o alinhamento muscular que nem sempre coincide com o alinhamento dentário. Nesse caso é respeitado o alinhamento muscular.

44 oclusoes comparativas

Vista oclusal superior e inferior comparativa do paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

eletromiografia final

Registro eletromiográfico do paciente em uma posição neuromuscular fisiológica, após a finalização da ortodontia tridimensional.

Notasse o maior recrutamento de unidades motoras nos músculos masseteres que anteriormente mostravam pouca atividade.

30 FRONTAL FINAL

Radiografia frontal do paciente após a finalização da segunda fase do tratamento.

Paciente em oclusão neuromuscular fisiológica.

31 TELEPERFIL FINAL

Radiografia lateral e perfil do paciente após a finalização da segunda fase do tratamento.

Paciente em oclusão neuromuscular fisiológica.

32 C7 FINAL

Radiografia lateral e da coluna cervical do paciente após a finalização da segunda fase do tratamento.

Paciente em oclusão neuromuscular fisiológica.

33 PANORAMICA FINAL

Radiografia panorâmica do paciente após a finalização da segunda fase do tratamento com ortodontia tridimensional.

34 LAMINOGRAFIA FINAL

Laminografia da ATM do paciente após a finalização da ortodontia tridimensional.

Paciente em oclusão neuromuscular fisiológica.

35 comparativas panoramicas

Radiografias panorâmicas comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

36 comparativas laminografias

Laminografias da ATM comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

40 COMPARAÇÃO TELE PERFIL (2)

Radiografias laterais e perfil comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

Ter em conta que o resultado corresponde mais a uma recuperação tridimensional da dimensão vertical e não simplesmente a uma modificação anteroposterior.
Mesmo uma retroposição da cabeça da mandíbula é produto de uma alteração tridimensional.

41 COMPARAÇÃO FRONTAIS

Radiografias frontais comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

42 C7 COMPARATIVAS

Radiografias laterais e da coluna cervical comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

46 DEPOIMENTO 1No final de 2012, assisti ao programa Vida e Saúde na RBS TV e vi uma reportagem com o Dr. Luis Daniel Yavich Mattos, sobre o tratamento de problemas relacionados à ATM. Convivendo com dores de cabeça constantes, dores na mandíbula e pressão diária nos dentes, resolvi apostar no tratamento e não me arrependo.

Desde os meus 18 anos de idade eu vinha tendo dores na região da ATM, sendo que o que mais me incomodava era uma pressão, que me dava vontade de ranger os dentes mesmo durante o dia, o que sempre identifiquei como bruxismo.

Já havia procurado diversos dentistas e tratamentos, com o uso das famosas plaquinhas para dormir. O diagnóstico sempre era o mesmo: o stress emocional era a causa da minha vontade de ranger os dentes e das dores constantes, apesar de as dores somente terem iniciado logo após eu ter extraído o meu primeiro siso.

47 DEPOIMENTO 2

Eu costumava utilizar as placas para dormir durante as 24 horas do dia, tamanha a vontade de morder e ranger os dentes. O uso das placas evitava o desgaste, mas a pressão que eu sentia para morder e ranger os dentes me causavam cansaço na ATM e dores de cabeça.

E quando já não tinha mais esperanças, surgiu a possibilidade de fazer o tratamento com o Dr. Luis Daniel e com a Dra. Lidia Yavich Mattos, quando eu já contava com 32 anos de idade.

Com o Dr. Luis Daniel foram aproximadamente 1 ano e 2 meses, utilizando uma placa bem alta, 24 horas por dia, inclusive para fazer as refeições, que eu só tirava para fazer a higiene bucal.

A placa era chamada de “big monster”, tamanha a altura. Ao final, já sem dores e sem a vontade de ranger e morder os dentes, e passei para a segunda etapa do tratamento, agora com a Dra. Lidia Yavich.

48 DEPOIMENTO 3Com a Dra. Lidia foram aproximadamente 3 anos, nos quais utilizei aparelho dentário fixo, com bráquetes, fios de aço, etc, a fim de poder deixar de usar a placa durante as 24 horas do dia e melhorar a estética da minha arcádia dentária. À medida que o tratamento evoluía, a placa era diminuída e novas placas eram utilizadas, a fim de ir erupcionando os meus dentes respeitando a posição da ATM.

Finalizado o tratamento, hoje utilizo uma placa para dormir e uma outra por questões de estética. Já não possuo aquela vontade de morder e ranger os dentes, nem dores na ATM ou de cabeça. Já consigo bocejar sem me preocupar em machucar a mandíbula.

Enfim, foi um tratamento artesanal, individualizado, que demandou tempo e dedicação, e que trouxe excelentes resultados, razão pela qual sou eternamente grato ao Dr. Luis Daniel e à Dra. Lidia.

 

Página de estudos e investigação da ATM. Três anos de publicações.

Caros amigos,

Em dezembro de 2014 iniciei as publicações da Página de Estudos e Investigação da ATM. No inicio, todo o seu conteúdo foi oferecido português, inglês e espanhol. Porém, em março do ano seguinte, ao analisar as estatísticas de acesso das postagens, decidi manter somente a divulgação nos idiomas português e inglês.

De todo modo, o acesso aos conteúdos da página segue disponível aos demais pesquisadores, profissionais da área e aos interessados na investigação que desenvolvo.

3 ANOS DE PUBLICAÇÕES

Nos dias de hoje, a medicina baseada em evidência está estratificada hierarquicamente de cima para baixo onde na base da pirâmide encontramos os casos clínicos, os quais raramente são vistos como evidência.

A Página de Estudos e Investigação da ATM tem em sua concepção, o propósito da publicação de casos e conceitos clínicos, cuidadosamente publicados com as respectivas documentações dos pacientes com queixas de dor, disfunção e patologia da ATM, tratados na Clínica MY.

A página oferece acesso ao conteúdo ao longo de imagens, eletromiografias de superfície, cinesiografia computadorizada antes e após o  processo terapêutico. Foram incluídos casos de ortodontia tridimensional e reabilitação fisiológica neuromuscular da segunda fase do tratamento, após o tratamento da ATM.

FINAL

Página de Estudos e Investigação da ATM fez no mês de dezembro três anos de vida, lembrei-me de festejar no primeiro aniversário da Pagina.

No meio do trabalho com os pacientes, ensino e publicações não me lembrei de celebrar o segundo ano.

Quero celebrar estes três anos com vocês.

Temos com este projeto um lugar na internet que mostra a linha de trabalho conhecida como odontologia neuromuscular fisiológica, que atua sobre a postura e o funcionamento mandibular e considera todo o sistema corporal.

Para isso a odontologia neuromuscular fisiológica procura estabelecer, no paciente uma posição baseada na relação harmoniosa entre os músculos, dentes e articulações temporomandibulares.

MARCUS LAZARI frontal E SAGITAL

Na publicação deste final de ano escolhi as imagens mais significativas de todos estes anos de publicações, com links diretos para cada uma das publicações originais.

No final desta publicação coloquei os links das publicações do primeiro ano desta pagina.

3 ANOS DE PUBLICAÇÕES 2

Página de Estudos e Investigação da ATM tem crescido muito e continua recebendo visitantes de todo o mundo.

Muito obrigada!

Lidia Yavich

Patologia da Articulação Temporomandibular em um Paciente com Fusão Congênita de duas Vértebras Cervicais. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

33 FINAL

Melhora Postural em Paciente após Tratamento de Reposicionamento Neuromuscular Fisiológico da Mandíbula. Paciente com Histórico de Cirurgia de Escoliose e Sintomatologia Craniomandibular.

24

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Fortes Dores de Cabeça e das Articulações Temporomandibulares apresentando Importante Irregularidade de contorno no Côndilo Mandibular e Limitação de Abertura Bucal. Caso clínico.

27 CEF COMPARATIVAS

Reversão da Alteração da Medular Óssea em um caso de Necrose Avascular da cabeça mandibular. Acompanhamento de dois anos após o tratamento.

FRONTAL COMPARATIVAS ESQUERDA 2016.jpg

Tratamento Neuromuscular Fisiológico em Paciente com Cefaleia Diária e Dor nas Articulações Temporomandibulares. Caso Clínico sem Possibilidade de Recaptura Discal: primeira e segunda fase.

10 abre e fecha inicial

Criança com Otalgia (dor de ouvido) e Perda Auditiva Condutiva: quando medir faz a diferença. Normalização dos limiares auditivos. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

FINALE FINALE

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Dor na Região da Nuca, Zumbidos Bilaterais e Fraturas Recorrentes de Dentes e Próteses. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

ITACIR COMBINADA

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com cefaleia durante 30 anos. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e segunda fase . Caso clínico.

1 FOTOS FRENTE

Patologia da ATM em Músicos Profissionais: Um olhar além dos fatores de risco. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

HELLA

Página de estudos e investigação da ATM. Um ano de publicações.

INICIAL.jpg

2

Página de Estudos e Investigação da ATM tem crescido muito e continua recebendo visitantes de todo o mundo.

Muito obrigada!

Lidia Yavich

Patologia da ATM em Músicos Profissionais: Um olhar além dos fatores de risco. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

Vários artigos e estudos citam a prevalência de disfunção da ATM em violinistas e violistas especialmente pela flexão prolongada da cabeça e o ombro, postura necessária para manter o violino em posição.  Estudos também referem que a incidência de disfunção de ATM em músicos é similar a população geral.

Músicos profissionais requerem muitas horas de treino e aperfeiçoamento que implicam em movimentos complicados, ações rápidas e repetitivas com sobre uso das mãos, dedos, braços e cabeça.

A maioria dos artigos relatam a ansiedade do desempenho profissional e aumento da tensão muscular, mas poucos fazem um estudo em particular do estado das estruturas anatómicas dos casos estudados.

1 postura inicial frontalPaciente de sexo feminino com 45 anos de idade foi encaminhada para a clínica pela sua fisioterapeuta com queixas de dor de cabeça, dor na região cervical e escapular e contraturas musculares na mandíbula.

A paciente também refere deslocamento mandibular ao tocar o violino e dor em ambas as articulações temporomandibulares.

2 postura inicial lateralA paciente também refere estalos em ambas as articulações temporomandibulares, e ocasionalmente sensação de ouvidos entupidos.

Dores frequentes na coluna e em ambos os ombros.

Na época a paciente já tinha consultado fisioterapeutas, reumatologista, psiquiatra e psicólogo.

2pontos de dor.jpgGráfico de marcação dos pontos de dor.

3 OCLUSÃO INICIALImagem da oclusão habitual da paciente no dia da consulta.

4 OCLUSAIS INICIAISVista oclusal superior e inferior da paciente no dia da consulta.

5  PANORAMICA 1.jpgRadiografia panorâmica inicial da paciente antes do tratamento.

Dentes 18, 28 inclusos.

Desgaste nas faces incisais e oclusais dos dentes presentes.

Aparato protético de 25 a 27 ( 26 pôntico)

Reabsorção horizontal das cristas alveolares.

6 LAMINOGRAFIA INICIAL

Planigrafia da ATM em oclusão habitual antes do tratamento

Na posição de abertura máxima, observasse angulação anterior dos processos articulares, sequela de traumatismo na primeira infância.

A paciente relata um traumatismo na primeira infância, uma batida na cabeça quando brincava em um escorregador.

7 TELEPERFILRadiografia lateral e perfil da paciente antes do tratamento. Paciente em oclusão habitual.

8 FRONTALRadiografia frontal da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

9 C7Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

Nesta época a paciente realizou uma tomografia computadorizada da coluna cervical

Laudo da TC da coluna cervical:

Retificação da lordose cervical.

Discopatia degenerativa em C5-C6 observando-se redução da altura do espaço discal e proliferações osteofitárias reacionais. Nesse nível identifica-se barra disco-osteofitária que toca e deforma a face ventral do saco dural.

Não há estenose do canal vertebral central.

Forames neurais com amplitude dentro dos limites da normalidade.

Sinais leves de artrose uncovertebral C5 e C6.

Relação C1-C2 mantida.

Regiões paravertebrais simétricas.

10 eletromiog dinamica inicialRegistro eletromiográfico dinâmico em oclusão habitual da paciente antes do tratamento. Notasse a mínima ativação dos músculos masseteres direito e esquerdo na máxima intercuspidação e a alta ativação dos músculos temporais direito e esquerdo.

Os músculos masseteres são os músculos mais potentes do sistema estomatognático, os músculos temporais mesmo sendo músculos elevadores tem que ter uma ativação igual e preferencialmente menor que os músculos masseteres.

11 cineciog 1Registro cineciográfico inicial da paciente.

Vista tridimensional do movimento mandibular.

O registro mostra abertura e fechamento e velocidade ao fazer estes movimentos. A paciente mostra uma abertura de 47 mm e uma deflexão para direita de 3,9 mm

Notasse uma importante perda de velocidade no na metade do fechamento mandibular.

13 ress esq fech

RNM: corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

14 ress esq fech

RNM: outro corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

Importante zona de compressão retrodiscal no nível da deflexão do côndilo mandibular. Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

15 ress esq fech

RNM: outro corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

Importante zona de compressão retrodiscal no nível da deflexão do côndilo mandibular. Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

16 ress esq fech

RNM: corte sagital interno da ATM esquerda em boca fechada.

17ress dir fech

RNM: corte sagital interno da ATM direita em boca fechada.

19 ress dir fech

RNM: outro corte sagital da ATM direita em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post)

Importante zona de compressão retrodiscal no nível da deflexão do côndilo mandibular. Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

20 ress dir fechRNM: outro corte sagital mais externo da ATM direita em boca fechada.

O disco articular encontra-se deslocando anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post)

Nota-se a compressão posterior neste corte.

21 FRONT DIR E ESQRNM: cortes frontais das articulações temporomandibulares direita e esquerda, boca fechada em oclusão habitual antes do tratamento.

O corte frontal da articulação temporomandibular direita evidencia uma perda de espaço articular, especialmente na região do polo lateral externo da articulação. Ambas imagens frontais mostram diminuição do espaço articular.

Leve desvio discal medial.

21A registro inicial para o DIOPara avaliar corretamente a relação maxilo-mandibular devemos começar a considerar a posição fisiológica de repouso mandibular.

Repouso fisiológico é um conceito aplicável para todos os músculos do corpo.

A musculatura estomatognática não é exceção.

Os músculos mastigatórios da paciente foram desprogramados eletronicamente e uma nova posição neurofisiológica de repouso foi registrada.

A paciente apresenta um espaço livre patológico de 5, 8 mm, já descontado os dois mm fisiológicos de um espaço livre sadio.

A paciente também apresenta uma retroposição de 2,1 mm

22 oclussao com o DIOCom esses dados construímos um DIO (dispositivo intraoral), para manter tridimensionalmente a posição registrada. Este dispositivo deve ser testado eletromiograficamente para mensurar objetivamente o paciente.

É lógico que o relato da sintomatologia do paciente é importante, mas a eletromiografia de superfície mostra de forma objetiva se a função muscular melhorou, piorou ou não modificou.

22A eletromiografia com o DIORegistro eletromiográfico com o DIO (dispositivo intraoral) em posição neuromuscular fisiológica.

Notasse o maior recrutamento de unidades motoras nos músculos masseteres que anteriormente mostravam pouquíssima atividade.

22A Registro cinesiográfico para controlar o DIO em posição neurofisiológicaRegistro cineciográfico para controle do DIO ( dispositivo intraoral) em posição neuromuscular fisiológica à medida que o dispositivo é trocado ou recalibrado.

Na primeira fase os dispositivos intraorais, são recalibrados e ou trocados de acordo a cada caso específico à medida que a mandíbula, músculos e ATM melhorem.

Cada caso É ÚNICO. Existem casos onde as estruturas da ATM estão tão danificadas que os objetivos traçados terão limitações ditadas pelo diagnóstico inicial.

Estas limitações não se referem unicamente as estruturas da articulação temporomandibular, mas também a condição sistêmica da paciente.

22B 2 Registro cinesiográfico para controlar o DIO em posição neurofisiológicaOutro registro cineciográfico para controle do DIO ( dispositivo intraoral) em posição neuromuscular fisiológica à medida que o dispositivo é trocado ou recalibrado.

23 laminografias comparativas com dioComparação das planigrafias das articulações temporomandibulares, direita e esquerda, em boca fechada e aberta: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

24 ct comparativas com dioComparação das radiografias laterais e da coluna cervical da paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

Com a mandíbula em posição neuromuscular fisiológica a colega fisioterapeuta trabalhou o resto das cadeias musculares, utilizando técnicas manuais globais, tendo sempre em conta a individualidade da paciente. Este trabalho em um paciente com discopatias degenerativas deve ser mantido.

25 rad lateral e perfilComparação das radiografias laterais do paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

Melhora do perfil e recuperação da dimensão vertical.

26TELEFRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: no inicio do tratamento em oclusão habitual, durante o tratamento com o DIO (dispositivo intraoral) em oclusão neuromuscular fisiológica.

27 PANORAMICA com o DIORadiografia panorâmica da paciente com o DIO construído em posição neuromuscular fisiológica.

47 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

48 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

49 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

50 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

51 ress direita comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico. Neste corte se aprecia a melhora na relação côndilo discal obtida.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

51 b ress direita comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico. Neste corte se aprecia a melhora na relação côndilo discal obtida.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

52 ress direita comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.Neste corte se aprecia a melhora na relação côndilo discal obtida.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

53 ress esquerda frontal comparativa 1RNM: Comparação do corte frontal da ATM ESQUERDA, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM ESQUERDA após a FINALIZAÇÃO DA PRIMEIRA FASE.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular,especialmente no polo lateral. 

54 ress direita frontal comparativa 1RNM: Comparação do corte frontal da ATM DIREITA, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM DIREITA após a FINALIZAÇÃO DA PRIMEIRA FASE.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular,especialmente no polo lateral. 

A paciente não relatou mais sintomatologia relacionada com a ATM. A bioinstrumentação também mostrou  objetivamente a melhora da função neuromuscular.

Foi decidido iniciar a SEGUNDA FASE do tratamento para retirar o DIO (dispositivo intraoral), mantendo a oclusão neuromuscular fisiológica.

Para isso utilizamos uma ortodontia tridimensional, onde os dentes são erupcionados para a nova posição neurofisiológica.

55 ORTO 1Na segunda fase, neste caso a ortodontia tridimensional a paciente é monitorada e desprogramada eletronicamente, e muitas vezes o dispositivo é recalibrado, para manter a posição obtida na primeira fase.

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

56 PANORAMICA COM O IMPLANTERadiografia panorâmica da paciente após a instalação do implante e a remoção dos terceiros molares retidos superiores.

57 ORTO 2Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

58 ORTO 3Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

59 ORTO 4Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

60 ORTO 5Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

61 ORTO 6Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico). Fotografia do fio ortodôntico antes de cortar do lado direito para fins didáticos.

62 ORTO 7Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

63 ORTO 8Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

65 ORTO10Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

66 ORTO101Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

67 ORTO102Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

68 ORTO103Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

68 RETIRADA DO DIORetirada do DIO ( dispositivo intraoral)

69 ORTO104Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

70 ORTO105Finalização da segunda fase.

71 OCLUSAL FINALVista oclusal superior e inferior da paciente após a finalização da segunda fase.

72 panoramicas comparativasRadiografias panorâmicas comparativas da paciente antes e após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

72 comparação OCLUSAIS FINAISVista oclusal superior e inferior comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

72 OCLUSÃO IcomparativasOclusão comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

77 registro controle após a ortodontiaRegistro cinesiográfico de controle após a finalização da ortodontia tridimensional em posição neuromuscular fisiológica.

Trajetórias neuromusculares coincidentes.

73 laminografias finalLaminografia da paciente em oclusão neuromuscular fisiológica após a finalização da segunda fase do tratamento.

74 3 laminografias comparativasLaminografias comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

75 TELEFRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

76 rad lateral e perfil comparativas 3Radiografias laterais e perfil comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

78 DEPOIMENTO 1.jpgDepoimento da paciente:

O que me fez procurar o tratamento foram dores de cabeça recorrentes, frequentes (semanais) e intensas, que duravam, em média, 2 dias, afetando meu rendimento no trabalho, bem como as horas de lazer.

As dores não cediam com analgésicos comuns, necessitando de medicação forte, que, por sua vez, só amenizava um pouco as dores.

Hoje, após o tratamento, posso afirmar que só muito raramente sou acometida destas dores, melhorando muito a qualidade de vida, além da postura.

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Dor na Região da Nuca, Zumbidos Bilaterais e Fraturas Recorrentes de Dentes e Próteses. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

1-itacir-inicial-frontal

Paciente masculino de 57 anos de idade se apresenta na clínica, encaminhado por um colega com queixas de: dor na nuca principalmente no lado direito, zumbidos em ambos ouvidos e percepção de sons estranhos.

2-itacir-inicial-lateral

Queixa-se de apertamento dentário diurno e noturno.
Refere perdas dentárias muito cedo, e instalação de próteses que seguidamente são fraturadas, como também fratura obturações dentárias.

3-dentes

Oclusão habitual do paciente no dia da consulta, o paciente tinha feito uma prótese removível, mas não sentia nem estabilidade nem conforto com ela.

4-oclusais

Vista oclusal superior e inferior do paciente sem a prótese removível inferior antes do tratamento.

5-panoramica-1

Radiografia panorâmica inicial do paciente antes do tratamento

Ao exame radiográfico observa-se ausência dos elementos dentais 17, 15, 14, 24, 27, 28, 38,37 e 36.

Perda óssea alveolar na maxila e na mandíbula. Comprometimento do suporte ósseo do elemento 18. Comprometimento da região de furca do elemento 46.

Extensão alveolar do seio maxilar na região de pré-molares e molares

Elementos 13 e 12 endodonticamente tratados.

6-laminografia-1

A laminografia das articulações temporomandibulares mostra posicionamento superior e posterior do processo articular do lado direito na cavidade articular e posicionamento inferior e anterior do processo articular do lado esquerdo na cavidade articular quando a mandíbula se encontra em posição de intercuspidação máxima.

Na posição de abertura máxima, observasse angulação anterior dos processos articulares. Aplainamento significativo da superfície posterior e superior do processo articular direito.

7-a-perfil-e-tele

Radiografia lateral conjuntamente com a imagem do perfil do paciente antes do tratamento.

7-frontal-1

Radiografia frontal em conjunto com a imagem frontal do paciente antes do tratamento.

8-c7-e-perfil

Radiografia lateral e da coluna cervical conjuntamente com a imagem lateral do paciente antes do tratamento.

9-comparativos-emg-basal

Registros eletromiograficos comparativos em repouso ou basal do paciente, antes e após a desprogramação eletrônica com o TENS.

Notasse a relaxação dos músculos especialmente do masseter direito que após a relaxação mostrou valores simétricos com o masseter esquerdo.

10-dinamico-1

Registro eletromiográfico dinâmico em oclusão habitual do paciente antes do tratamento. Notasse a ativação dos trapézios e dos digástricos no momento de oclusão máxima.

10-a-1-corte-ressonancia

Em um corte da ressonância nuclear magnética observa-se angulação anterior dos processos articulares, aplainamento da superfície superior e posterior do processo articular do lado direito e da superfície posterior do lado esquerdo. Informação que tínhamos na laminografia.

Os discos articulares estão deslocados anteriormente e também estão afilados o que implica estruturalmente um disco que nem sempre pode cumprir a função para o que um disco está desenhado. De tudo jeito é imperativo neste caso mesmo que não se consiga uma recaptura dos discos, promover uma descompressão articular

11-jaw-tracker-1

Os músculos mastigatórios do paciente  foram de programados eletronicamente e foi registrada a posição de repouso com  um cineciógrafo computadorizado.

Foi confeccionado um dispositivo para reposicionar tridimensionalmente a mandíbula.

O paciente apresentava um espaço livre interoclusal patológico muito grande de 13 mm, e uma retroposição mandibular de dois na construção do DIO.

Foi deixado um espaço interoclusal livre sadio de dois mm

Os registros vão modificando a medida que o sistema vai melhorando, e os dispositivos são trocados e ou recalibrados.

14-ortese-1

A posição de repouso mandibular tridimensional foi gravada sob a forma de um registro de mordida oclusal, que mais tarde foi utilizado para fabricar um DIO (dispositivo intraoral).

16-laminografia-comparativa

Laminografias comparativas do paciente a superior em oclusão habitual antes do tratamento e a inferior em posição neurofisiológica utilizando o DIO (dispositivo intraoral)

17-a-perfil-comparativos

Imagens comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com utilização do DIO (dispositivo intraoral)

18-teleradiog-comparativas

Radiografias laterais do paciente: em oclusão habitual e com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

19-comparativa-frontal

Imagens frontais comparativas do paciente antes e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

20-telefrontais-comparativas

Radiografias frontais comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

21-comparativa-perfil-1

Imagens posturais comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

22-comparativo-sorriso-1

Imagens posturais frontais sorrindo comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

24-radiografia-implante-1

Com a órtese colocada se inicia a primeira fase de colocação de implantes.

Radiografia panorâmica do paciente em oclusão neurofisiológica com o DIO (dispositivo intraoral), após a instalação dos primeiros implantes.

26-implantes-2

Para os implantes superiores foi necessário realizar enxerto ósseo, 120 dias após o enxerto ósseo foram realizados os implantes superiores.

Radiografia panorâmica do paciente em oclusão neurofisiológica com o DIO (dispositivo intraoral), após a instalação dos implantes restantes.

25-preparo-implante-1

Dispositivo intraoral construído em posição neurofisiológica com os implantes instalados.

jaw-tracker-2

Controle do registro do dispositivo intraoral, os registros vão modificando a medida que o sistema vai melhorando, e os dispositivos são trocados e ou recalibrados.

27-orto-1

É iniciado a segunda fase com ortodontia tridimensional. Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

29-orto-3

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

30-orto-4

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

31-orto-5

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

32-orto-6

Alinhamento e recuperação do setor inferior com resinas.

O paciente é testado com bioinstrumentação mantendo um resultado estético e funcional dentro do caso específico.

jaw-tracker-3

Controle da trajetória neuromuscular no paciente reabilitado.

eletro-apos-orto

Registro eletromiográfico dinâmico após a finalização da segunda fase do paciente. Ortodontia e reabilitação.

33-finalizacao-1

Finalização do tratamento de patologia da ATM, ortodôntico e reabilitador (neste caso clínico específico). A reabilitação neurofisiológica foi executada pelo Dr. João Sousa.

A reabilitação posterior foi feita mantendo a dimensão vertical com o dispositivo, mas tendo que ceder um pouco na altura ideal devido às condições de osso do paciente, e possibilidades de reabilitação e limitações ortodônticas.  A reabilitação foi feita com coroas metalocerâmicas, e nos implantes superiores coroas em zircônia nos elementos 14 e 15.

34-a-oclusais-finais-1

Vista oclusal superior e inferior do paciente após a finalização do tratamento neurofisiológico.

34-panoramica-final

Radiografia panorâmica do paciente após a finalização do tratamento neurofisiológico.

35-lamino-final

Laminografia  do paciente em oclusão neurofisiológica após a finalização do tratamento .

36-tele-final

Radiografia lateral do paciente em oclusão neurofisiológica após a finalização do tratamento.

38-frontal-final

Radiografia frontal do paciente em oclusão neurofisiológica após a finalização do tratamento.

38-dentes-comparativos-finais

Oclusões comparativas do paciente antes e após o tratamento neurofisiológico.

39-oclusais-comparativas

Vistas  oclusais superior e inferior comparativas  do paciente antes e após o tratamento neurofisiológico.

34-a-panoramicas-comparativas

Radiografias panorâmicas comparativas do paciente: antes durante e após o tratamento neurofisiológico.

A reabilitação posterior foi feita mantendo a dimensão vertical com o dispositivo, mas tendo que ceder um pouco na altura ideal devido às condições de osso do paciente, e possibilidades de reabilitação e limitações ortodônticas.  A reabilitação foi feita com coroas metalocerâmicas, e nos implantes superiores coroas em zircônia nos elementos 14 e 15.

41-comparativa-frontal

Imagens frontais comparativas do paciente: antes durante e após o tratamento neurofisiológico.

42-comparativa-perfil-1

Imagens de perfil comparativas do paciente: antes durante e após o tratamento neurofisiológico.

43-teleradiog-comparativas-inicial-e-final

Radiografias laterais comparativas do paciente: antes e após a finalização do tratamento neurofisiológico.

44-depoimento-1

Depoimento do paciente:

Principais Sintomas:

1) Eu sentia zumbidos bilaterais- Este sintoma me incomodava muito, principalmente no silêncio da noite era quase uma tortura, hoje não sinto mais nada, tanto é que já esqueci que um dia tive zumbido.

2)Sons estranhos em ambos os ouvidos: Tinha dificuldades de identificar, confundia de que lado vinham os sons e as vozes.

3) Apertamento dentário e quebra constante de próteses e restaurações- lembro que este foi o principal motivo pelo qual o Dr. João me indicou a procurar tratamento. Hoje uso uma ortose para dormir e nunca mais tive problemas.

4) Tive um grande presente, que não esperava e também não estava procurando por isso. O rejuvenescimento facial, ao ponto de algumas pessoas não me reconhecerem ao passarem por mim. Outras percebiam a mudança e pediam o que tinha feito e mais recentemente um amigo me pediu, qual o segredo de envelhecer jovem. Estou muito feliz, estou muito mais jovem. Obrigado Dra. Lídia, obrigado Dr. João.

Recaptura do Disco Articular: paciente com significativa assimetria das cabeças mandibulares e deslocamento redutível unilateral.Caso clínico

Fatores etiológicos diferentes como trauma, doenças sistêmicas e locais, doenças autoimunes e oclusão podem criar condições para o deslocamento do disco articular. Na publicação do dia 22 de fevereiro de 2015 intitulada: Deslocamento anterior do disco articular com redução. Recapturar ou não recapturar, eis a questão foram comentadas as razoes pelas quais é importante recapturar discos deslocados quando o caso clínico o permite. Temos que entender que recuperar os elementos anatômicos articulares para uma posição fisiológica e sadia é  SEMPRE VALIOSO. Lembrar que a anatomia é a plataforma onde a fisiologia atua.

1 ERALDO

Paciente masculino de 33 anos de idade se apresenta na consulta relatando fortes dores nos temporais, dor no pescoço, dor facial inespecífica, dor nos ombros, zumbidos e relata também que vem sentindo adormecimento e formigamento nas mãos.

O paciente também se queixa de estalos na articulação temporomandibular do lado esquerdo. Relata sensação de diminuição auditiva, mesmo que a audiometria apresenta-se dentro dos valores normais.

2 ERALDO

Refere tremores musculares na região das bochechas, e dificuldade constante para abrir a boca.

O paciente não apresenta limitação na abertura bucal, mas para abrir desvia a mandíbula para o lado esquerdo.

Sente dor para mastigar alimentos duros, e refere que só consegue se alimentar com alimentos moles.

Relata que qualquer refeição implica esforço e não uma atividade agradável, mesmo com alimentos que ele gosta.

Refere bruxismo e apertamento dentário. Diz que sente também dificuldade para deglutir.

3 ERALDO

O paciente apresenta um perfil retrusivo, mas isso NÃO FOI O MOTIVO DA CONSULTA, o paciente não estava preocupado pela estética, mas sim com A DOR. Testemunho do paciente: Quando estava em formação para ouvir o seminário de formatura da Policia Militar (com a ordem de não mexer nem falar) fiquei um tanto nervoso, e de repente escureceu tudo e cai para frente como um tronco, com todo o meu peso e bati no queixo (eu tinha 18 anos de idade). Estava com os dentes fechados, a dor a partir desse episódio foi quase insuportável, não conseguia comer e abrir a boca, foi assim por mais o menos duas semanas, ai começou a ficar um formigamento na região articular e na musculatura, sensibilidade e isso meio que permanece ate hoje. Na anamnese o paciente relata vários traumatismos quando criança, mas nenhum especial para relembrar.

4 ERALDO      Oclusão habitual do paciente.4B ERALDO

Desgaste do sector incisivo superior e inferior.

5 PANORAMICAS ERALDO

Radiografia panorâmica do paciente antes do tratamento.

6 PANORAMICAS ERALDO

Assimetria das cabeças mandibulares.

7 LAMINO

Laminografia da ATM em oclusão habitual em fechamento e abertura, pode ser analisada a assimetria entre a cabeça mandibular direita e esquerda do paciente. Aplainamento superior de ambas as cabeças mandibulares e alteração do eixo de crescimento de ambos os côndilos mandibulares.

7A LAMINO

A imagem colorida destaca as diferencias estruturais entre os côndilos direito e esquerdo.

Deformação provocada por traumatismo na infância

1  Eixo normal de crescimento 2  Ponto da fratura 3  Eixo patológico de crescimento O site da clínica www.clinicamy.com.br conta com o link para o artigo: Alterações na Orientação do Côndilo Mandibular Devido a Traumatismos na Primeira Infância Caso clínico apresentado na edição número 4 do Jornal Brasileiro de Oclusão, ATM e Dor Orofacial, de outubro/dezembro de 2001. 5B LAMINOGRAFIA O site da clínica www.clinicamy.com.br conta com o link para o artigo: Structural modifications of the mandibular condylar process as one of the sequels of traumatism in infancy Artigo publicado no Journal of Cranio-Maxillary Diseases, volume 3, issue 2,  julho/dezembro de 2014. 1 artigo Structural modifications of the mandibular condylar process as one of the sequels of traumatism in infancy.

8 CERVICAL

A coluna cervical do paciente mostra uma retificação e uma leve inversão da curvatura. A imagem me resultava similar a muitas em que o paciente relatava um traumatismo de chicote (whyplash) Questionei novamente o paciente perguntando se fora do traumatismo relatado na formatura em que tinha batido o mento, não se lembrava de  outro acidente. NO INICIO O PACIENTE NÃO LEMBROU. Mas na consulta seguinte fez o seguinte relato: Testemunho do paciente: Eu estava parado em um semáforo dirigindo o meu carro, quando outro veículo bateu atrás do automóvel em que eu estava. O GOLPE FOI TÃO FORTE que o banco reclinou totalmente para trás, sorte que havia encosto de cabeça no banco. Evidentemente a suspeita de whiplash foi confirmada.

9B FRONTAL

Na radiografia frontal do paciente é notória a assimetria da mandíbula, É SIMPLES DE ENTENDER SE PENSAMOS NA DIFERENÇA ESTRUTURAL DE AMBOS OS CÔNDILOS MANDIBULARES. É como pensar em um paciente com diferencia real de comprimento de pernas. Estas alterações estruturais provocam alterações morfofuncionais. Os músculos tem que se adaptar e encurtar tridimensionalmente para compensar o sistema.

10 LATERAL

Muitos estudos partem de um preconceito considerando que os côndilos estão em uma posição correta e que o paciente não apresenta nenhuma patologia nas articulações temporomandibulares. Estas alterações estruturais provocam alterações morfofuncionais. Os músculos tem que se adaptar e encurtar tridimensionalmente para compensar o sistema.

13

Neste exame cinesiográfico é registrada abertura e fechamento do paciente em vista sagital e frontal e o gráfico de velocidade. O paciente tem uma abertura de 40 mm, e frontalmente precisa fazer um desvio para o lado esquerdo para conseguir abrir a boca. A velocidade de abertura e fechamento é pobre, o paciente apresenta bradicinesia.

12

Neste registro eletromiográfico do paciente em oclusão habitual é gritante a diferença entre os temporais anteriores direito e esquerdo.

Existe quase 70 por cento de diferencia entre o temporal esquerdo e o direito em oclusão máxima habitual. O temporal anterior direito consegue gerar 105 microvoltios na faixa analisada já o temporal anterior esquerdo consegue gerar só 36 microvoltios, na mesma faixa.

14 RNM

RNM: Ressonância Nuclear Magnética do paciente. Corte selecionado. 1 corte sagital da ATM ESQUERDA em boca fechada antes do tratamento. Deslocamento redutivel  do disco articular 2 -A mesma imagem com realce de cores 3 -corte sagital da ATM ESQUERDA em boca aberta antes do tratamento. 4– A mesma imagem com realce de cores 15B RNM RNM: Ressonância Nuclear Magnética do paciente. Corte selecionado. Corte sagital da ATM DIREITA em boca fechada antes do tratamento. Disco articular em posição habitual Corte sagital da ATM DIREITA em boca aberta antes do tratamento. 16 mordida O paciente apresenta um espaço livre patológico de 9,4 mm e uma retrusão de 4,8 mm

17 ORTESE

Com os  dados obtidos após a desprogramação eletrônica mandibular e SEMPRE COM A INFORMAÇÃO OBTIDA NAS IMAGENS CONSTRUÍMOS o DIO (Dispositivo Intraoral) em posição neurofisiológica.

18 eletro dio

Registro eletromiográfico do paciente em oclusão neurofisiológica com o dispositivo em boca: os temporais anteriores direito e esquerdo estão equilibrados.

O registro inicial em oclusão habitual registrava quase 70 por cento de diferencia entre o temporal esquerdo e o direito em oclusão máxima habitual.

19 eletro comparativasRegistros eletromiográficos comparativos o superior em oclusão habitual e o inferior em oclusão neurofisiológica com o DIO (dispositivo intraoral) em boca. 21 cinecio comparativas e fotos

Esta imagem mostra uma sequencia do perfil do paciente conjuntamente com a sequência de registros cinesiográficos. Estes registros tem que ser relacionados com os registros eletromiográficos postados anteriormente. Todo fica correlacionado, descompressão articular, funcionamento dos músculos mastigatórios e a localização tridimensional da mandíbula. O DIO (dispositivo intraoral) é planejado não só pela desprogramação eletrônica, mas também pelas imagens e outros auxiliares do diagnóstico. É controlado, trocado e recalibrado como parte de um tratamento. O DIO deve ser mensurado eletromigráficamente. Logicamente a melhoria da sintomatologia do paciente deve acompanhar a melhoria dos registros.

22 frontal comparativas

Comparação das radiografias frontais a primeira em oclusão habitual e a segunda com o dispositivo intraoral em posição neurofisiológica. Melhora do alinhamento tridimensional da mandíbula, nos não podemos consertar as diferenças estruturais dos côndilos mandibulares, mas sim podemos equilibrar os músculos.

22A frontal comparativas dellinhadas

Comparação das radiografias frontais: traçado de cor na mandíbula para realçar  o alinhamento tridimensional da mandíbula em posição neurofisiológica.

23 FOTOS LATERAL comparativas

Perfil comparativo do paciente em oclusão habitual e em oclusão neurofisiológica com o Dispositivo Intraoral instalado. Melhora no posicionamento da cabeça.

24 foto LATERAL comparativas

Comparação das radiografias laterais e da coluna cervical, antes do tratamento e na finalização da primeira fase, correlação com as fotografias de perfil. Mesmo que a retificação da coluna cervical continua, tem uma melhora na leve inversão da curvatura observada na primeira radiografia.

25 RNM COMP 2

Corte sagital externo da ATM esquerda em boca fechada antes do tratamento mostrando o DESLOCAMENTO DO DISCO ARTICULAR  e a RECAPTURA DO DISCO ARTICULAR após o tratamento. Controle comparativo da segunda ressonância nuclear magnética após a segunda fase de tratamento. Serão postadas as imagens da ATM esquerda, que apresentava o deslocamento do disco articular. A ATM do lado direito não apresentava deslocamento, só as diferencias estruturais entre as duas cabeças mandibulares.

26 RNM COMP 3

Corte sagital externo da ATM esquerda em boca fechada antes do tratamento mostrando o DESLOCAMENTO DO DISCO ARTICULAR  e a RECAPTURA DO DISCO ARTICULAR após o tratamento.

27 RNM COMP 4

Corte sagital interno da ATM esquerda em boca fechada antes do tratamento mostrando o DESLOCAMENTO DO DISCO ARTICULAR e a RECAPTURA DO DISCO ARTICULAR após o tratamento.

28 RNM COMP 5

Corte sagital interno da ATM esquerda em boca fechada antes do tratamento mostrando o DESLOCAMENTO DO DISCO ARTICULAR e a RECAPTURA DO DISCO ARTICULAR após o tratamento.

32 depoimento

  Quando cheguei na Clínica My sofria muito, muita dor, enxaqueca, não conseguia mais abrir a boca direito, realmente estava precisando de tratamento, foi então que a Dra Lidia me propôs cuidar do meu problema.

Como estava com o disco todo deslocado e a articulação toda comprometida começamos de imediato, e a partir dai só melhorei, passaram as dores, passei a me alimentar melhor e tudo foi ficando melhor, Hoje posso dizer que estou super bem, me sinto normal, meu disco e todo o sistema está maravilhosamente bem. Sou muito grato a Dra Lidia Yavich, uma grande profissional que sabe o que faz. Um grande abraço.

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