High Technology in the Diagnosis and Treatment of TMJ Pathologies. 11, 12 and 13 January 2019. Estoril (Lisbon, Portugal)

workshop lisboa 1

The advances in biotechnology have allowed a deeper understanding of the pathologies that affect the temporomandibular joint.

Nuclear magnetic resonance images and biotechnology were transferred to the realm of clinicians, no longer being exclusive to the realm of researchers.

These advances play a key role in conjunction with clinical examination, carefully integrated with the patient’s history and pathophysiology.

Controlling pain is a fundamental goal, but it is also possible today, in certain cases, to regenerate structures.

Cephalometry presupposes that the mandibular heads are in a physiological position and patients do not present any pathology in the temporomandibular joint.

Many of our patients looking for correction of a malocclusion, or a prosthetic rehabilitation, present noises in their TMJ, facets and erosions in their images and pain in the retrodiscal palpation.

Hard tissue injuries as a result of early childhood trauma can lead to injuries to the disc and ligaments.

Infections and autoimmune diseases should be considered, since they affect not only the temporomandibular joint but also all the fascial and muscular chains of the human body.

The evaluation of TMJ and the diagnosis of its pathologies should be an inseparable part of our procedures, not only in orthodontics and orthopedics but in all fields of dentistry.

 

TMJ pathologies and neuromuscular physiology.

Synthetic Program

Images in diagnosis and treatment. Form and function. Lesions in TMJ pathologies.

TMJ pathologies in children and adolescents.

Autoimmune diseases and pathologies of TMJ.

Nuclear Magnetic Resonance (MRI). Method of choice in the diagnosis and treatment plan.

Tomography and its correlation with MRI. Comparison of data obtained in both studies, done to the same patient.

Introduction to surface electromyography.

Determination of the vertical dimension by electronic mandibular deprogramming.

DIOSPORT: DENTAL PROTECTORS WITH PERFORMANCE

Sports Medicine: a new promising market.

Oral protectors and their classification. Types, personalization and characterization.

Mouth guard optimized for the increase of the sport performance accomplished with the physiological neuromuscular technique.

Intra-oral devices optimized for non-contact sports.

Relationship between these devices with TMJ, posture and better sports performance.

Reality of a Dental Department inserted in a soccer club.

11,12 and 13 January 2019.

Estoril ( Lisbon, Portugal)

Information:
tmj.portugal@gmail.com

 

 

 

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com dor de cabeça e excessivo apertamento dentário. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

u1 frontal inicial rostoPaciente de sexo masculino de 32 anos de idade se apresenta na clínica com a queixa de dores de cabeça constantes, dor na mandíbula e forte pressão diária nos dentes.

O paciente também relata dor nas articulações temporomandibulares e dor para abrir a boca.

2 lateral inicial rosto

O paciente também relata estalos bilaterais e sensação de ouvidos entupidos.

Também refere na sua história clínica dificuldade para mastigar e  para abrir a boca e impossibilidade de controlar o apertamento dentário.

O paciente relatou que procurou  vários dentistas e tratamentos e que já tinha usado placas “miorrelaxantes” que não aliviaram os sintomas referidos.

3 OCLUSÃO 1

Oclusão habitual do paciente no dia da consulta.

O paciente apresentava uma mordida profunda e importante desgaste nos incisivos superiores e inferiores.

4 OCLUSAIS

Vista oclusal superior e inferior do paciente antes do tratamento. Desgaste nos incisivos inferiores e superiores.

5 PANORAMICA INICIAL

Radiografia panorâmica inicial do paciente antes do tratamento.

Ausência dos dentes 18, 28, 38,48.

Reabsorção horizontal das cristas alveolares.

6 P6 INICIAL

Laminografia da ATM do paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

A laminografia da articulação temporomandibular mostra retro posicionamento dos processos articulares nas cavidades articulares quando a mandíbula se encontra em posição de máxima intercuspidação.

Em abertura máxima observasse presença de osteofitos em ambos os côndilos.

Aplainamento da superfície anterior superior dos processos articulares e posterior superior do processo articular direito.

7 TELE PERFIL INICIAL

Radiografia lateral e perfil do paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

8 C7 INICIAL

Radiografia lateral e da coluna cervical do paciente em oclusão habitual antes do tratamento. Retificação da coluna cervical.

9 FRONTAL INICIAL

Radiografia frontal do paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

10 ress1

RNM: cortes sagitais da ATM esquerda fechada antes do tratamento. Observa-se retroposição da cabeça mandibular. O disco articular está levemente deslocado.

O disco articular tem redução nas manobras em boca aberta. Imagens de boca aberta não incluídas neste post.

11 ress3

RNM: cortes sagitais da ATM esquerda fechada antes do tratamento. Observa-se retroposição da cabeça mandibular.  O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras em boca aberta.

Imagens de boca aberta não incluídas neste post.

12 b ress

RNM: cortes sagitais da ATM direita fechada antes do tratamento. Observa-se retroposição da cabeça mandibular.  O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras em boca aberta.

Imagens de boca aberta não incluídas neste post.

13 ress4

RNM: cortes sagitais da ATM direita fechada antes do tratamento. Observa-se retroposição da cabeça mandibular.  O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras em boca aberta.

Imagens de boca aberta não incluídas neste post.

13 cineciog 1

Registro cineciográfico inicial do paciente

Vista tridimensional do movimento mandibular.

O registro mostra abertura e fechamento e velocidade ao fazer estes movimentos. O paciente mostra uma abertura de mais de 50 mm
Notasse uma importante perda de velocidade no fechamento mandibular.

13 eletromiografia inicial

Registro eletromiográfico dinâmico em oclusão habitual do paciente antes do tratamento. Notasse pouquíssima ativação dos músculos masseteres direito e esquerdo na máxima intercuspidação, indicando ao paciente que morda forte sem abrir a boca.
Os músculos masseteres são os músculos mais potentes do sistema estomatognático, ainda mais considerando um paciente de biotipo braquifacial como neste caso.

13 REGISTRO

Para avaliar corretamente a relação maxilo-mandibular devemos começar a considerar a posição fisiológica de repouso mandibular.

Repouso fisiológico é um conceito aplicável para todos os músculos do corpo.

A musculatura estomatognática não é exceção.

Os músculos mastigatórios do paciente foram desprogramados eletronicamente e uma nova posição neuromuscular fisiológica de repouso foi registrada.

O paciente apresenta um espaço livre patológico de 8,2 mm, já descontado os dois mm fisiológicos de um espaço livre sadio.

O paciente também apresenta uma retroposição de 2 mm

13 B PRIMEIRA ORTESE LUIS

Com esses dados construímos um DIO (dispositivo intraoral), para manter tridimensionalmente a posição registrada. Este dispositivo deve ser testado eletromiograficamente para mensurar objetivamente o paciente.

É lógico que o relato da sintomatologia do paciente é importante, mas a eletromiografia de superfície mostra de forma objetiva se a função muscular melhorou, piorou ou não modificou.

13A FRONTAL DIORadiografia frontal do paciente com o DIO ( dispositivo intraoral) construído em posição neuromuscular fisiológica.

13B LATERAL COM DIORadiografia lateral e da coluna cervical do paciente com o DIO ( dispositivo intraoral) construído em posição neuromuscular fisiológica.

A segunda ressonância nuclear magnética é solicitada após um ano em media do tratamento da primeira fase, durante esta fase o paciente é monitorizado, e o dispositivo recalibrado e ou trocado de acordo com os dados controlados durante toda esta etapa.

14 ress comp 1

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular.

15 ress comp 2

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

16 ress comp 3

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

17 ress comp DIR

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

18 ress comp DIR

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

19 ress comp DIR

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Notasse a melhor relação da cabeça mandibular com o disco articular e a remodelação positiva da cabeça mandibular.

20 PRIMEIRA ORTESE DA 2 FASE

O paciente não relatou mais sintomatologia relacionada com a ATM. A bioinstrumentação também mostrou  objetivamente a melhora da função neuromuscular.

Foi decidido iniciar a SEGUNDA FASE do tratamento para retirar o DIO (dispositivo intraoral), mantendo a oclusão neuromuscular fisiológica.

Para isso utilizamos uma ortodontia tridimensional, onde os dentes são erupcionados para a nova posição neurofisiológica.

21 ORTO 1

Na segunda fase, neste caso a ortodontia tridimensional, o paciente é monitorado e desprogramado eletronicamente, e muitas vezes o dispositivo é recalibrado e ou trocado, para manter a posição obtida na primeira fase.

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

22 ORTO 2

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

23 ORTO 3

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

24 ORTO 4

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

25 ORTO 5

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

26 orto 6

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

27 orto 7

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

28 ORTO 8

Finalização da segunda fase.

29 OCLUSAIS FINAIS

Vista oclusal superior e inferior do paciente após a finalização da segunda fase.

43 oclusoes comparativas

Oclusão comparativa do paciente antes da primeira fase e após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

Pode ser notado a não coincidência das linhas medianas dentárias.

O alinhamento fundamental do paciente é o alinhamento muscular que nem sempre coincide com o alinhamento dentário. Nesse caso é respeitado o alinhamento muscular.

44 oclusoes comparativas

Vista oclusal superior e inferior comparativa do paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

eletromiografia final

Registro eletromiográfico do paciente em uma posição neuromuscular fisiológica, após a finalização da ortodontia tridimensional.

Notasse o maior recrutamento de unidades motoras nos músculos masseteres que anteriormente mostravam pouca atividade.

30 FRONTAL FINAL

Radiografia frontal do paciente após a finalização da segunda fase do tratamento.

Paciente em oclusão neuromuscular fisiológica.

31 TELEPERFIL FINAL

Radiografia lateral e perfil do paciente após a finalização da segunda fase do tratamento.

Paciente em oclusão neuromuscular fisiológica.

32 C7 FINAL

Radiografia lateral e da coluna cervical do paciente após a finalização da segunda fase do tratamento.

Paciente em oclusão neuromuscular fisiológica.

33 PANORAMICA FINAL

Radiografia panorâmica do paciente após a finalização da segunda fase do tratamento com ortodontia tridimensional.

34 LAMINOGRAFIA FINAL

Laminografia da ATM do paciente após a finalização da ortodontia tridimensional.

Paciente em oclusão neuromuscular fisiológica.

35 comparativas panoramicas

Radiografias panorâmicas comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

36 comparativas laminografias

Laminografias da ATM comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

40 COMPARAÇÃO TELE PERFIL (2)

Radiografias laterais e perfil comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

Ter em conta que o resultado corresponde mais a uma recuperação tridimensional da dimensão vertical e não simplesmente a uma modificação anteroposterior.
Mesmo uma retroposição da cabeça da mandíbula é produto de uma alteração tridimensional.

41 COMPARAÇÃO FRONTAIS

Radiografias frontais comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

42 C7 COMPARATIVAS

Radiografias laterais e da coluna cervical comparativas do paciente: antes do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

46 DEPOIMENTO 1No final de 2012, assisti ao programa Vida e Saúde na RBS TV e vi uma reportagem com o Dr. Luis Daniel Yavich Mattos, sobre o tratamento de problemas relacionados à ATM. Convivendo com dores de cabeça constantes, dores na mandíbula e pressão diária nos dentes, resolvi apostar no tratamento e não me arrependo.

Desde os meus 18 anos de idade eu vinha tendo dores na região da ATM, sendo que o que mais me incomodava era uma pressão, que me dava vontade de ranger os dentes mesmo durante o dia, o que sempre identifiquei como bruxismo.

Já havia procurado diversos dentistas e tratamentos, com o uso das famosas plaquinhas para dormir. O diagnóstico sempre era o mesmo: o stress emocional era a causa da minha vontade de ranger os dentes e das dores constantes, apesar de as dores somente terem iniciado logo após eu ter extraído o meu primeiro siso.

47 DEPOIMENTO 2

Eu costumava utilizar as placas para dormir durante as 24 horas do dia, tamanha a vontade de morder e ranger os dentes. O uso das placas evitava o desgaste, mas a pressão que eu sentia para morder e ranger os dentes me causavam cansaço na ATM e dores de cabeça.

E quando já não tinha mais esperanças, surgiu a possibilidade de fazer o tratamento com o Dr. Luis Daniel e com a Dra. Lidia Yavich Mattos, quando eu já contava com 32 anos de idade.

Com o Dr. Luis Daniel foram aproximadamente 1 ano e 2 meses, utilizando uma placa bem alta, 24 horas por dia, inclusive para fazer as refeições, que eu só tirava para fazer a higiene bucal.

A placa era chamada de “big monster”, tamanha a altura. Ao final, já sem dores e sem a vontade de ranger e morder os dentes, e passei para a segunda etapa do tratamento, agora com a Dra. Lidia Yavich.

48 DEPOIMENTO 3Com a Dra. Lidia foram aproximadamente 3 anos, nos quais utilizei aparelho dentário fixo, com bráquetes, fios de aço, etc, a fim de poder deixar de usar a placa durante as 24 horas do dia e melhorar a estética da minha arcádia dentária. À medida que o tratamento evoluía, a placa era diminuída e novas placas eram utilizadas, a fim de ir erupcionando os meus dentes respeitando a posição da ATM.

Finalizado o tratamento, hoje utilizo uma placa para dormir e uma outra por questões de estética. Já não possuo aquela vontade de morder e ranger os dentes, nem dores na ATM ou de cabeça. Já consigo bocejar sem me preocupar em machucar a mandíbula.

Enfim, foi um tratamento artesanal, individualizado, que demandou tempo e dedicação, e que trouxe excelentes resultados, razão pela qual sou eternamente grato ao Dr. Luis Daniel e à Dra. Lidia.

 

A articulação temporomandibular (ATM) como gatilho periférico na dor de cabeça. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

1 FRENTEPaciente de sexo feminino com queixa principal de dor de cabeça se apresenta na clínica, encaminhada por um colega de trabalho que tinha sido tratado na clínica pelo mesmo motivo.

A queixa principal da paciente era de dor de cabeça com alta frequência.   A paciente relata ter investigado a causa da dor e inclusive já tinha feito por solicitação do neurologista uma ressonância nuclear magnética de crânio que não acusou nenhuma anormalidade.

1 PERFILA paciente já tinha consultado com Neurologista, Otorrinolaringologista, Ortopedista e com o clínico geral.A paciente também refere dor de coluna.
2 DENTES INICIAISOclusão habitual da paciente no dia da consulta.

3 OCLUSAISVista oclusal superior e inferior da paciente no dia da consulta.

Os incisivos superiores e inferiores mostram sinal de desgaste.

7 PANORAMICARadiografia panorâmica inicial da paciente antes do tratamento.

Ausência do segundo pré-molar superior direito e dos terceiros molares inferiores.

A paciente relata que o pré-molar superior foi extraído na adolescência por falta de espaço para a erupção do canino.

O primeiro molar superior do lado esquerdo e o primeiro molar inferior do lado esquerdo apresentavam tratamento endodôntico com restaurações extensas e risco de fratura , foi informado da necessidade de extrair  o terceiro molar retido.

Os procedimentos só seriam efetuados após a descompressão articular.

8A LAMINOGRAFIAA laminografia das articulações temporomandibulares mostra uma modificação do eixo de crescimento do côndilo mandibular no lado esquerdo provocado por um traumatismo na primeira infância, (fratura em talo verde).

Na posição de abertura máxima observa-se limitação no movimento de abertura em ambos os processos articulares bem como aplainamento superior da cabeça da mandíbula direita.
Observa-se  aplainamento posterior no lado esquerdo.

4 TELEPERFILRadiografia lateral da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

5 C7Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente em oclusão habitual antes do tratamento. Nota-se a perda da lordose cervical, retificação da coluna cervical.

6 FRONTALRadiografia frontal da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

8b ressonancias sagitaisRNM: cortes sagitais da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a faceta na superfície superior e aplainamento posterior do côndilo mandibular.

8Dressonancias sagitais CORTES SUPERIORESNota-se a importante compressão posterior do côndilo esquerdo.

Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

8B CINECIOGRAFIA 1BOs músculos mastigatórios da paciente foram desprogramados eletronicamente e foi registrada a posição de repouso com um cinesiógrafico computadorizado.

A paciente apresentava um espaço livre interoclusal patológico de 6,3 mm e uma retroposição mandibular de 0,5 mm.

9 ORTESECom o registro obtido com o cineciógrafo computadorizado foi confeccionado um dispositivo intraoral (DIO) para reposicionar tridimensionalmente a mandíbula.

A posição NEUROMUSCULAR FISIOLÓGICA, foi gravada sob a forma de um registro de mordida oclusal, que mais tarde foi utilizado para fabricar um DIO ( dispositivo intraoral)

9D PANORAMICA COM ORTESERadiografia panorâmica da paciente durante o tratamento com o dispositivo intraoral.

9C COMPARATIVAS DE TELEPERFIL 1Comparação das radiografias laterais e perfil da paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

10 FRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: no inicio do tratamento em oclusão habitual, durante o tratamento com o DIO (dispositivo intraoral) em oclusão neuromuscular fisiológica.

10A C7 COMPARATIVASComparação das radiografias laterais e da coluna cervical da paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

10B CONTROLE ORTESEControle do dispositivo intraoral (DIO). ESTES CONTROLES SÃO FEITOS COM FREQUÊNCIA durante a primeira e a segunda fase do tratamento  Modificando e aprimorando a POSIÇÃO NEUROMUSCULAR FISIOLÓGICA.

A paciente não relatou mais sintomatologia relacionada com a ATM. A bioinstrumentação também mostrou  objetivamente a melhora da função neuromuscular.

Foi decidido iniciar a SEGUNDA FASE do tratamento para retirar o DIO (dispositivo intraoral), mantendo a oclusão neuromuscular fisiológica.

Para isso utilizamos uma ortodontia tridimensional, onde os dentes são erupcionados para a nova posição neurofisiológica.

19 ORTO 0Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

20 ORTO 1Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

21 ORTO 2Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

22 ORTO 3Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

23 ORTO 4Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

24 ORTO 5Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

25 ORTO 6Durante a ortodontia tridimensional o DIO (dispositivo intraoral) é recalibrado e trocado para manter  à posição obtida na PRIMEIRA FASE

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

26 ORTO 7Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

28 ORTO 9Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

29 ORTO 9Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

30 ORTOSequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

Preparo para o aumento da largura dos incisivos superiores respeitando a posição Neuromuscular Fisiológica da paciente.

31 ORTOSequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

Preparo para o aumento da largura dos incisivos superiores respeitando a posição Neuromuscular Fisiológica da paciente.

32 orto finalFinalização da Primeira e da Segunda fase no tratamento das Patologias da ATM.  Reabilitação Neuromuscular Fisiológica.

Nesta sequencia específica foi proposto para a paciente outra possibilidade com importante melhoria da estética para o aumento das coroas clinicas dos incisivos superiores, devido a limitação neste caso das resinas compostas.

A paciente respondeu: que não trabalhava na televisão, que mesmo sabendo da limitação estética do procedimento com resinas, estava satisfeita porque para ela o objetivo do tratamento DOR  tinha sido alcançado.

33 OCLUSAIS FINAISVista oclusal superior e inferior da paciente após a finalização da segunda fase.

34 PANORAMICA FINALRadiografia panorâmica da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

Foi necessária a extração do primeiro molar superior e a colocação de um implante após enxerto ósseo. Foi também realizada a exodontia do terceiro molar superior esquerdo incluso.

35 LAMINOGRAFIA FINALLaminografia das articulações temporomandibulares da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

36 PERFIL FINALRadiografia lateral e perfil da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

37 C7 FINALRadiografia lateral e da coluna cervical da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

38 FRONTAL FINALRadiografia frontal da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

39 FRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

40 C7 COMPARATIVASRadiografias laterais e da coluna cervical comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

41 PERFIL 3 COMPARATIVASRadiografias laterais e perfil comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

43 DENTES COMPARATIVASOclusão comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional  e reabilitação neuromuscular fisiológica.

44 OCLUSAIS comparativasVista oclusal superior e inferior comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

45 CINECIOGRAFIA finalRegistro cineciográfico após a finalização da primeira e da segunda fase do tratamento neuromuscular fisiológico.

As trajetórias neuromusculares são coincidentes. Teríamos gostado de conseguir um espaço interoclusal de 2,5 a 3 mm, foi conseguido 4,1 mm

46 DEPOIMENTO 1Depoimento da paciente:

Querida Lidia,

Sabe eu realmente me dei conta de quanto o tratamento pelo qual me submeti melhorou a minha qualidade de vida quando estive este ano na clínica (2018) e olhei a minha ficha com as informações que eu havia registrado quando eu iniciei o tratamento. Para ser sincera eu nem me lembrava que antes do tratamento eu tinha dores nas articulações da mandíbula!! E como eram fortes.

Sempre tive dores de cabeça e enxaqueca, além é claro das dores na articulação da mandíbula. Registro o sempre pois lembro que quando era criança já as sentia. Me sentia muito mal e indisposta quando tinha crises.

Em uma determinada fase da minha vida em função do aumento da frequência das dores de cabeça e os constantes vômitos fui a muitos médicos pois pensei que estava com problema de estômago. Achava que as minhas dores de cabeça e enxaqueca eram consequência disso.

47 DEPOIMENTO 2

Mas com base nos exames que fiz à época, a minha clínica geral me disse que a questão do estômago era na verdade uma consequência das fortes dores de cabeça e enxaqueca.

Então, ela me indico procurar um neurologista para avaliação e tratamento. Fui ao neurologista, fiz exames, tratamento, tentei evitar a lista enorme de alimentos que ele me informou como prováveis desencadeadores de enxaqueca. Tudo o que fiz reduziu um pouco as dores de cabeça, mas não resolveu o problema que me atormentava.

E foi durante uma das minhas “crises” de dor de cabeça que um colega de trabalho comentou a possibilidade de que eu fizesse uma avaliação com uma dentista que o tinha tratado quando teve problemas na ATM. Para ser sincera não tinha nem bem noção do que era, mas quando se tem dor, toda a tentativa é válida.

47 DEPOIMENTO 3

Fiz a consulta, disponibilizei os exames que eu já havia feito na região da cabeça e lembro que na minha primeira conversa com a Lidia ela comentou que os exames indicavam que na minha  infância provavelmente eu havia sofrido uma queda que provocou uma modificação no crescimento da  minha mandíbula . Exatamente o lado em que tinha as dores de cabeça e a enxaqueca.

Saliento que em nenhum momento fiz o tratamento por uma questão estética, mas sim buscando, se não possível evitar as dores, mas minimiza-las.

Passei vários anos frequentando a clínica. Lembro que a minha placa em um dos estágios do tratamento era um “big monster” (kkk) considerando a sua altura.

Aos poucos ao longo do tratamento fui notando a redução das dores de cabeça e de frequência entre as crises de enxaqueca.

Hoje, pensando no antes e no depois do tratamento me dou conta de o quanto o tratamento, embora prolongado, melhorou a minha qualidade de vida.

Página de estudos e investigação da ATM. Três anos de publicações.

Caros amigos,

Em dezembro de 2014 iniciei as publicações da Página de Estudos e Investigação da ATM. No inicio, todo o seu conteúdo foi oferecido português, inglês e espanhol. Porém, em março do ano seguinte, ao analisar as estatísticas de acesso das postagens, decidi manter somente a divulgação nos idiomas português e inglês.

De todo modo, o acesso aos conteúdos da página segue disponível aos demais pesquisadores, profissionais da área e aos interessados na investigação que desenvolvo.

3 ANOS DE PUBLICAÇÕES

Nos dias de hoje, a medicina baseada em evidência está estratificada hierarquicamente de cima para baixo onde na base da pirâmide encontramos os casos clínicos, os quais raramente são vistos como evidência.

A Página de Estudos e Investigação da ATM tem em sua concepção, o propósito da publicação de casos e conceitos clínicos, cuidadosamente publicados com as respectivas documentações dos pacientes com queixas de dor, disfunção e patologia da ATM, tratados na Clínica MY.

A página oferece acesso ao conteúdo ao longo de imagens, eletromiografias de superfície, cinesiografia computadorizada antes e após o  processo terapêutico. Foram incluídos casos de ortodontia tridimensional e reabilitação fisiológica neuromuscular da segunda fase do tratamento, após o tratamento da ATM.

FINAL

Página de Estudos e Investigação da ATM fez no mês de dezembro três anos de vida, lembrei-me de festejar no primeiro aniversário da Pagina.

No meio do trabalho com os pacientes, ensino e publicações não me lembrei de celebrar o segundo ano.

Quero celebrar estes três anos com vocês.

Temos com este projeto um lugar na internet que mostra a linha de trabalho conhecida como odontologia neuromuscular fisiológica, que atua sobre a postura e o funcionamento mandibular e considera todo o sistema corporal.

Para isso a odontologia neuromuscular fisiológica procura estabelecer, no paciente uma posição baseada na relação harmoniosa entre os músculos, dentes e articulações temporomandibulares.

MARCUS LAZARI frontal E SAGITAL

Na publicação deste final de ano escolhi as imagens mais significativas de todos estes anos de publicações, com links diretos para cada uma das publicações originais.

No final desta publicação coloquei os links das publicações do primeiro ano desta pagina.

3 ANOS DE PUBLICAÇÕES 2

Página de Estudos e Investigação da ATM tem crescido muito e continua recebendo visitantes de todo o mundo.

Muito obrigada!

Lidia Yavich

Patologia da Articulação Temporomandibular em um Paciente com Fusão Congênita de duas Vértebras Cervicais. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

33 FINAL

Melhora Postural em Paciente após Tratamento de Reposicionamento Neuromuscular Fisiológico da Mandíbula. Paciente com Histórico de Cirurgia de Escoliose e Sintomatologia Craniomandibular.

24

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Fortes Dores de Cabeça e das Articulações Temporomandibulares apresentando Importante Irregularidade de contorno no Côndilo Mandibular e Limitação de Abertura Bucal. Caso clínico.

27 CEF COMPARATIVAS

Reversão da Alteração da Medular Óssea em um caso de Necrose Avascular da cabeça mandibular. Acompanhamento de dois anos após o tratamento.

FRONTAL COMPARATIVAS ESQUERDA 2016.jpg

Tratamento Neuromuscular Fisiológico em Paciente com Cefaleia Diária e Dor nas Articulações Temporomandibulares. Caso Clínico sem Possibilidade de Recaptura Discal: primeira e segunda fase.

10 abre e fecha inicial

Criança com Otalgia (dor de ouvido) e Perda Auditiva Condutiva: quando medir faz a diferença. Normalização dos limiares auditivos. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

FINALE FINALE

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Dor na Região da Nuca, Zumbidos Bilaterais e Fraturas Recorrentes de Dentes e Próteses. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

ITACIR COMBINADA

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com cefaleia durante 30 anos. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e segunda fase . Caso clínico.

1 FOTOS FRENTE

Patologia da ATM em Músicos Profissionais: Um olhar além dos fatores de risco. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

HELLA

Página de estudos e investigação da ATM. Um ano de publicações.

INICIAL.jpg

2

Página de Estudos e Investigação da ATM tem crescido muito e continua recebendo visitantes de todo o mundo.

Muito obrigada!

Lidia Yavich

Patologia da ATM em Músicos Profissionais: Um olhar além dos fatores de risco. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

Vários artigos e estudos citam a prevalência de disfunção da ATM em violinistas e violistas especialmente pela flexão prolongada da cabeça e o ombro, postura necessária para manter o violino em posição.  Estudos também referem que a incidência de disfunção de ATM em músicos é similar a população geral.

Músicos profissionais requerem muitas horas de treino e aperfeiçoamento que implicam em movimentos complicados, ações rápidas e repetitivas com sobre uso das mãos, dedos, braços e cabeça.

A maioria dos artigos relatam a ansiedade do desempenho profissional e aumento da tensão muscular, mas poucos fazem um estudo em particular do estado das estruturas anatómicas dos casos estudados.

1 postura inicial frontalPaciente de sexo feminino com 45 anos de idade foi encaminhada para a clínica pela sua fisioterapeuta com queixas de dor de cabeça, dor na região cervical e escapular e contraturas musculares na mandíbula.

A paciente também refere deslocamento mandibular ao tocar o violino e dor em ambas as articulações temporomandibulares.

2 postura inicial lateralA paciente também refere estalos em ambas as articulações temporomandibulares, e ocasionalmente sensação de ouvidos entupidos.

Dores frequentes na coluna e em ambos os ombros.

Na época a paciente já tinha consultado fisioterapeutas, reumatologista, psiquiatra e psicólogo.

2pontos de dor.jpgGráfico de marcação dos pontos de dor.

3 OCLUSÃO INICIALImagem da oclusão habitual da paciente no dia da consulta.

4 OCLUSAIS INICIAISVista oclusal superior e inferior da paciente no dia da consulta.

5  PANORAMICA 1.jpgRadiografia panorâmica inicial da paciente antes do tratamento.

Dentes 18, 28 inclusos.

Desgaste nas faces incisais e oclusais dos dentes presentes.

Aparato protético de 25 a 27 ( 26 pôntico)

Reabsorção horizontal das cristas alveolares.

6 LAMINOGRAFIA INICIAL

Planigrafia da ATM em oclusão habitual antes do tratamento

Na posição de abertura máxima, observasse angulação anterior dos processos articulares, sequela de traumatismo na primeira infância.

A paciente relata um traumatismo na primeira infância, uma batida na cabeça quando brincava em um escorregador.

7 TELEPERFILRadiografia lateral e perfil da paciente antes do tratamento. Paciente em oclusão habitual.

8 FRONTALRadiografia frontal da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

9 C7Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

Nesta época a paciente realizou uma tomografia computadorizada da coluna cervical

Laudo da TC da coluna cervical:

Retificação da lordose cervical.

Discopatia degenerativa em C5-C6 observando-se redução da altura do espaço discal e proliferações osteofitárias reacionais. Nesse nível identifica-se barra disco-osteofitária que toca e deforma a face ventral do saco dural.

Não há estenose do canal vertebral central.

Forames neurais com amplitude dentro dos limites da normalidade.

Sinais leves de artrose uncovertebral C5 e C6.

Relação C1-C2 mantida.

Regiões paravertebrais simétricas.

10 eletromiog dinamica inicialRegistro eletromiográfico dinâmico em oclusão habitual da paciente antes do tratamento. Notasse a mínima ativação dos músculos masseteres direito e esquerdo na máxima intercuspidação e a alta ativação dos músculos temporais direito e esquerdo.

Os músculos masseteres são os músculos mais potentes do sistema estomatognático, os músculos temporais mesmo sendo músculos elevadores tem que ter uma ativação igual e preferencialmente menor que os músculos masseteres.

11 cineciog 1Registro cineciográfico inicial da paciente.

Vista tridimensional do movimento mandibular.

O registro mostra abertura e fechamento e velocidade ao fazer estes movimentos. A paciente mostra uma abertura de 47 mm e uma deflexão para direita de 3,9 mm

Notasse uma importante perda de velocidade no na metade do fechamento mandibular.

13 ress esq fech

RNM: corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

14 ress esq fech

RNM: outro corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

Importante zona de compressão retrodiscal no nível da deflexão do côndilo mandibular. Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

15 ress esq fech

RNM: outro corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

Importante zona de compressão retrodiscal no nível da deflexão do côndilo mandibular. Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

16 ress esq fech

RNM: corte sagital interno da ATM esquerda em boca fechada.

17ress dir fech

RNM: corte sagital interno da ATM direita em boca fechada.

19 ress dir fech

RNM: outro corte sagital da ATM direita em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular.

O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post)

Importante zona de compressão retrodiscal no nível da deflexão do côndilo mandibular. Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

20 ress dir fechRNM: outro corte sagital mais externo da ATM direita em boca fechada.

O disco articular encontra-se deslocando anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post)

Nota-se a compressão posterior neste corte.

21 FRONT DIR E ESQRNM: cortes frontais das articulações temporomandibulares direita e esquerda, boca fechada em oclusão habitual antes do tratamento.

O corte frontal da articulação temporomandibular direita evidencia uma perda de espaço articular, especialmente na região do polo lateral externo da articulação. Ambas imagens frontais mostram diminuição do espaço articular.

Leve desvio discal medial.

21A registro inicial para o DIOPara avaliar corretamente a relação maxilo-mandibular devemos começar a considerar a posição fisiológica de repouso mandibular.

Repouso fisiológico é um conceito aplicável para todos os músculos do corpo.

A musculatura estomatognática não é exceção.

Os músculos mastigatórios da paciente foram desprogramados eletronicamente e uma nova posição neurofisiológica de repouso foi registrada.

A paciente apresenta um espaço livre patológico de 5, 8 mm, já descontado os dois mm fisiológicos de um espaço livre sadio.

A paciente também apresenta uma retroposição de 2,1 mm

22 oclussao com o DIOCom esses dados construímos um DIO (dispositivo intraoral), para manter tridimensionalmente a posição registrada. Este dispositivo deve ser testado eletromiograficamente para mensurar objetivamente o paciente.

É lógico que o relato da sintomatologia do paciente é importante, mas a eletromiografia de superfície mostra de forma objetiva se a função muscular melhorou, piorou ou não modificou.

22A eletromiografia com o DIORegistro eletromiográfico com o DIO (dispositivo intraoral) em posição neuromuscular fisiológica.

Notasse o maior recrutamento de unidades motoras nos músculos masseteres que anteriormente mostravam pouquíssima atividade.

22A Registro cinesiográfico para controlar o DIO em posição neurofisiológicaRegistro cineciográfico para controle do DIO ( dispositivo intraoral) em posição neuromuscular fisiológica à medida que o dispositivo é trocado ou recalibrado.

Na primeira fase os dispositivos intraorais, são recalibrados e ou trocados de acordo a cada caso específico à medida que a mandíbula, músculos e ATM melhorem.

Cada caso É ÚNICO. Existem casos onde as estruturas da ATM estão tão danificadas que os objetivos traçados terão limitações ditadas pelo diagnóstico inicial.

Estas limitações não se referem unicamente as estruturas da articulação temporomandibular, mas também a condição sistêmica da paciente.

22B 2 Registro cinesiográfico para controlar o DIO em posição neurofisiológicaOutro registro cineciográfico para controle do DIO ( dispositivo intraoral) em posição neuromuscular fisiológica à medida que o dispositivo é trocado ou recalibrado.

23 laminografias comparativas com dioComparação das planigrafias das articulações temporomandibulares, direita e esquerda, em boca fechada e aberta: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

24 ct comparativas com dioComparação das radiografias laterais e da coluna cervical da paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

Com a mandíbula em posição neuromuscular fisiológica a colega fisioterapeuta trabalhou o resto das cadeias musculares, utilizando técnicas manuais globais, tendo sempre em conta a individualidade da paciente. Este trabalho em um paciente com discopatias degenerativas deve ser mantido.

25 rad lateral e perfilComparação das radiografias laterais do paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

Melhora do perfil e recuperação da dimensão vertical.

26TELEFRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: no inicio do tratamento em oclusão habitual, durante o tratamento com o DIO (dispositivo intraoral) em oclusão neuromuscular fisiológica.

27 PANORAMICA com o DIORadiografia panorâmica da paciente com o DIO construído em posição neuromuscular fisiológica.

47 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

48 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

49 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

50 ress esqu comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

51 ress direita comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico. Neste corte se aprecia a melhora na relação côndilo discal obtida.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

51 b ress direita comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico. Neste corte se aprecia a melhora na relação côndilo discal obtida.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

52 ress direita comparativa 1RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita, boca fechada, antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.Neste corte se aprecia a melhora na relação côndilo discal obtida.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

53 ress esquerda frontal comparativa 1RNM: Comparação do corte frontal da ATM ESQUERDA, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM ESQUERDA após a FINALIZAÇÃO DA PRIMEIRA FASE.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular,especialmente no polo lateral. 

54 ress direita frontal comparativa 1RNM: Comparação do corte frontal da ATM DIREITA, boca fechada, antes do tratamento neuromuscular fisiológico,  e da mesma ATM DIREITA após a FINALIZAÇÃO DA PRIMEIRA FASE.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular,especialmente no polo lateral. 

A paciente não relatou mais sintomatologia relacionada com a ATM. A bioinstrumentação também mostrou  objetivamente a melhora da função neuromuscular.

Foi decidido iniciar a SEGUNDA FASE do tratamento para retirar o DIO (dispositivo intraoral), mantendo a oclusão neuromuscular fisiológica.

Para isso utilizamos uma ortodontia tridimensional, onde os dentes são erupcionados para a nova posição neurofisiológica.

55 ORTO 1Na segunda fase, neste caso a ortodontia tridimensional a paciente é monitorada e desprogramada eletronicamente, e muitas vezes o dispositivo é recalibrado, para manter a posição obtida na primeira fase.

Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

56 PANORAMICA COM O IMPLANTERadiografia panorâmica da paciente após a instalação do implante e a remoção dos terceiros molares retidos superiores.

57 ORTO 2Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

58 ORTO 3Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

59 ORTO 4Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

60 ORTO 5Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

61 ORTO 6Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico). Fotografia do fio ortodôntico antes de cortar do lado direito para fins didáticos.

62 ORTO 7Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

63 ORTO 8Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

65 ORTO10Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

66 ORTO101Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

67 ORTO102Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

68 ORTO103Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

68 RETIRADA DO DIORetirada do DIO ( dispositivo intraoral)

69 ORTO104Parte da sequência da segunda fase (neste caso clínico específico).

70 ORTO105Finalização da segunda fase.

71 OCLUSAL FINALVista oclusal superior e inferior da paciente após a finalização da segunda fase.

72 panoramicas comparativasRadiografias panorâmicas comparativas da paciente antes e após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

72 comparação OCLUSAIS FINAISVista oclusal superior e inferior comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

72 OCLUSÃO IcomparativasOclusão comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional.

77 registro controle após a ortodontiaRegistro cinesiográfico de controle após a finalização da ortodontia tridimensional em posição neuromuscular fisiológica.

Trajetórias neuromusculares coincidentes.

73 laminografias finalLaminografia da paciente em oclusão neuromuscular fisiológica após a finalização da segunda fase do tratamento.

74 3 laminografias comparativasLaminografias comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

75 TELEFRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

76 rad lateral e perfil comparativas 3Radiografias laterais e perfil comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

78 DEPOIMENTO 1.jpgDepoimento da paciente:

O que me fez procurar o tratamento foram dores de cabeça recorrentes, frequentes (semanais) e intensas, que duravam, em média, 2 dias, afetando meu rendimento no trabalho, bem como as horas de lazer.

As dores não cediam com analgésicos comuns, necessitando de medicação forte, que, por sua vez, só amenizava um pouco as dores.

Hoje, após o tratamento, posso afirmar que só muito raramente sou acometida destas dores, melhorando muito a qualidade de vida, além da postura.

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com cefaleia durante 30 anos. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e segunda fase . Caso clínico.

1 FOTOS FRENTE

Paciente de sexo feminino se apresenta na clínica, encaminhada pelo reumatologista com queixas de dor de cabeça, frequência diária, desde os 23 anos de idade. A paciente associa o inicio da dor de cabeça com a instalação de uma coroa definitiva no incisivo central superior direito. Aos 12 anos de idade a paciente tinha sofrido um traumatismo que provocou a fratura da peça dentária. A paciente também relata bruxismo.

2 FOTOS PERFIL 2

A paciente relata que em consulta com um neurologista, foi solicitada uma ressonância nuclear magnética de crânio, na qual foi detectada uma alteração da sustância branca.

Na mesma época a paciente consulta um cardiologista . É detectado um FOP (Forame Oval Patente), sem necessidade de abordagem cirúrgica.

2A

Após anos e anos de consultas e tratamentos pela dor de cabeça diária, a paciente recebe um diagnóstico de fibromialgia.

A paciente faz uso de marevan 5mg por dia por indicação do cardiologista

Sandomigran 1 vez por dia por indicação  do Neurologista

Nexium 40 mg uma vez por dia  indicação do gastroenterologista

Marevan é um anticoagulante que prolonga o tempo de coagulação do sangue.

Marevan atua na prevenção do tromboembolismo venoso, do embolismo sistêmico em pacientes com prótese de válvulas cardíacas ou fibrilação atrial, do acidente vascular cerebral, do infarto agudo do miocárdio e da recorrência do infarto. Os anticoagulantes orais também estão indicados na prevenção do embolismo sistêmico em pacientes com doença valvular cardíaca.

Sandomigran, pizotifeno é um antamínico caracterizado por seu efeito inibitório polivalente sobre as aminas  biogênicas, como a serotonina, a histamina e a triptamina. É adequado ao tratamento profilático da enxaqueca, reduzindo a freqüência das crises. O pizotifeno também possui propriedades estimulantes do apetite e é levemente antidepressivo.

Nexium: Ação esperada do medicamento, desaparecimento dos sintomas de azia, dor epigástrica e de regurgitação ácida. Cicatrização das úlceras pépticas.

3 dentes

Oclusão habitual da paciente no dia da consulta. Nota-se a persistência de um dente decíduo inferior do lado esquerdo.

4 OCLUSAIS

Vista oclusal superior e inferior  da paciente no dia da consulta. Nota-se a persistência de um dente decíduo inferior do lado esquerdo.

Presencia de tórus mandibularis bilateral.
Os incisivos inferiores mostram sinal de desgaste.

5 PANORAMICA 1

Ausência dos elementos dentários 18, 28, 38 e 48. Manutenção do elemento 75 no arco dentário. O elemento 11 se encontra endodonticamente tratado. Presença de prótese fixa com pino intracanal no elemento 11.

6 LAMINOGRAFIA INICIAL

A laminografia das articulações temporomandibulares mostra uma modificação do eixo de crescimento de ambos os côndilos mandibulares provocado por um traumatismo na primeira infância, (fratura em talo verde).

7 TELEPERFIL

Radiografia lateral da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

8 FRONTAL

Radiografia frontal da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

9 C7

Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente em oclusão habitual antes do tratamento. Nota-se a perda de espaço entre as vértebras cervicais, especialmente entre C5 e C6, onde também se observam osteófitos.

10

RNM: corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular. Faceta na superfície superior e aplainamento posterior do côndilo mandibular. O disco articular encontra-se deslocando anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post).

Nota-se a compressão posterior neste corte.

Na imagem de ressonância magnética das articulações temporomandibulares é fundamental interpretar fora da posição do disco a sua estrutura.

Em um disco articular como neste caso específico, afilado com pouca espessura, sem uma estrutura real capaz de manter uma boa função o objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular. Este disco articular específico não tem estrutura para cumprir a função para a qual é destinado.

11

RNM: outro corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular. O disco articular encontra-se deslocando anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post)

Na imagem de ressonância magnética das articulações temporomandibulares é fundamental interpretar fora da posição do disco a sua estrutura.

Em um disco articular como neste caso específico, afilado com pouca espessura, sem uma estrutura real capaz de manter uma boa função o objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular. Este disco articular específico não tem estrutura para cumprir a função para a qual é destinado.

12

RNM: corte sagital da ATM direita em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular. Faceta na superfície superior e aplainamento posterior do côndilo mandibular. O disco articular encontra-se deslocando anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post).

Na imagem de ressonância magnética das articulações temporomandibulares é fundamental interpretar fora da posição do disco a sua estrutura.

Em um disco articular como neste caso específico, afilado com pouca espessura, sem uma estrutura real capaz de manter uma boa função o objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular. Este disco articular específico não tem estrutura para cumprir a função para a qual é destinado.

13

RNM: outro corte sagital da ATM direita em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular. Aplainamento posterior do côndilo mandibular. O disco articular encontrasse deslocando anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post).

Nota-se a compressão posterior neste corte.

Na imagem de ressonância magnética das articulações temporomandibulares é fundamental interpretar fora da posição do disco a sua estrutura.

Em um disco articular como neste caso específico, afilado com pouca espessura, sem uma estrutura real capaz de manter uma boa função o objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular. Este disco articular específico não tem estrutura para cumprir a função para a qual é destinado.

14

RNM: outro corte sagital mais externo da ATM direita em boca fechada.

Nota-se a compressão posterior neste corte.

Em um disco articular como neste caso específico, afilado com pouca espessura, sem uma estrutura real capaz de manter uma boa função o objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular. Este disco articular específico não tem estrutura para cumprir a função para a qual é destinado.

17 registro inicial para o DIO

Os músculos mastigatórios da paciente foram desprogramados eletronicamente e foi registrada a posição de repouso com um cinesiógrafico computadorizado.

Foi confeccionado um dispositivo intraoral (DIO) para reposicionar tridimensionalmente a mandíbula.

A paciente apresentava um espaço livre interoclusal patológico de 4,4 mm e uma retroposição mandibular de 1, 6 mm, também um desvio para direita de um mm.

20 OCLUSAO DIO

A posição NEUROMUSCULAR FISIOLÓGICA, foi gravada sob a forma de um registro de mordida oclusal, que mais tarde foi utilizado para fabricar um DIO ( dispositivo intraoral)

21 Registro cinesiográfico para controlar o DIO em posição neurofisiológica

Controle do registro do dispositivo intraoral (DIO). ESTES CONTROLES SÃO FEITOS COM FREQUÊNCIA durante a primeira fase do tratamento, também monitorizados mediante eletromiografia de superfície. Em média esta primeira fase dura um ano. Modificando e aprimorando a POSIÇÃO NEUROMUSCULAR FISIOLÓGICA.

22 R C 1

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda fechada antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

23 RC2

RNM: outros cortes sagitais comparativos da ATM esquerda fechada antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

25 B RC5

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita fechada antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

25 A RC4

RNM: outros cortes sagitais comparativos da ATM direita fechada antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

24 RC3

RNM: outros cortes sagitais comparativos da ATM direita fechada antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Após a conclusão da primeira fase do tratamento das patologias da ATM com a paciente SEM DOR DE CABEÇA, iniciamos a segunda fase do tratamento das patologias da ATM.

Neste caso específico: ortodontia tridimensional em conjunto com a reabilitação das peças dentárias necessárias e melhora estética dos dentes anteriores da paciente.

25 PANORAMICA ANTES DA ORTO

Neste momento eu tive que tomar uma decisão ante a permanência do dente decíduo, firme e sem mobilidade.

Não achei que devia extrair para a colocação do implante, e sim mantê-lo.

Esclareci para a paciente que na ortodontia poderíamos perdê-lo. Entendi que isso teria um comprometimento na oclusão da paciente, mas não me preocupou, estando a ATM descomprimida e a paciente funcionando bem, tanto eletromiograficamente como nos testes do cinesiógrafo computadorizado.

25 ORTO 1

É iniciada a segunda fase com  ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

26 ORTO 2

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

27 ORTO 3

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

28 ORTO 4

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

29 reconst do dente desiduo

Reconstrução em resina composta direta nos elementos 75 e 37 respeitando a posição Neuromuscular Fisiológica da paciente.

30 ORTO 6

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica. Reconstrução em resina composta direta nos elementos 36 e 37 respeitando a altura Neuromuscular Fisiológica da paciente.

31 ORTO 8

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica, preparo para a reconstrução dos elementos 33, 32, 31, 41, 42 e 43 respeitando a posição Neuromuscular Fisiológica da paciente.

32 ORTO 9

Reconstrução em resina composta direta nos elementos 33,32,31,41,42 e 43 respeitando a posição Neuromuscular Fisiológica da paciente, conjuntamente com a ortodontia tridimensional.

33 lentes de contato

Após a resolução das fortes dores de cabeça (motivo pelo qual a paciente procurou a clínica) e a finalizaçao da ortodontia tridimensional , foi decidido a confecção de facetas laminadas de canino a canino por motivos estéticos.

34 Finalizaçaoo da primeira e segunda faseFinalização da Primeira e da Segunda fase no tratamento das Patologias da ATM.  Reabilitação Neuromuscular Fisiológica.

36 LPANORAMICA FINAL

Radiografia panorâmica da paciente após a finalização do tratamento na Odontologia Neuromuscular fisiológica.

37 LAMINOGRAFIA FINAL

Laminografia das articulações temporomandibulares da paciente em oclusão neuromuscular fisiológica após a finalização do tratamento.

38 FRONTAL final

Radiografia frontal da paciente em oclusão neuromuscular fisiológica após a finalização do tratamento.

39 LATERAIS COMPARATIVAS

Radiografia laterais comparativas  da paciente antes e após o tratamento. A primeira em oclusão habitual e a segunda em oclusão neuromuscular fisiológica.

45 DEPOIMENTO 1

 

 

Aos 11 anos, tive uma queda e quebrei o dente incisivo superior. Na época, procurei um dentista, mas ele disse que, eu deveria esperar a fase adulta para fazer a coroa de porcelana.

Em 1986 já com 23 anos, procurei outro dentista para fazer a coroa. Após tratamento de canal, foi colocado a coroa.

No instante senti que tinha uma elevação que tocava no dente de baixo. No dia seguinte acordei com uma dor de cabeça sem fim. Dia após dia a dor se intensificava. Voltei ao dentista, relatei o fato e o mesmo disse que com o tempo iria se acomodar. Durante 25 anos investiguei o motivo da minha dor de cabeça com vários médicos.

Em 2006 um Reumatologista solicitou-me uma RMN do crânio, e foi identificado alterações na massa cinzenta. Neste período fui internada no HMV para fazer uma investigação, e o diagnóstico foi SAF e com isso foi introduzido topiramato 50 mg como preventivo de enxaqueca e anticoagulante. Estes medicamentos foram usados de 2006 até 2011.

45 DEPOIMENTO 2

Em 2007 fui submetida a uma quimioterapia sistêmica com METOTREXATO durante 1 ano. Em 2011 apareceu mais uma dor que era no quadril, então fui submetida a corticoide na veia durante 6 meses.

Resolvi abandonar o tratamento, pois nada adiantava. Procurei um neurologista conceituado que trocou toda a minha medicação por um antialérgico para prevenção da dor de cabeça e um antiplaquetário.

O diagnostico foi leucoencefalopatia em pequeno grau. Também abandonei o tratamento, pois também não funcionou.

Este neurologista encaminhou-me para um outro reumatologista que ao examinar-me identificou um problema na minha ATM e uma bursite no quadril.

O mesmo me encaminhou a Dra Lidia Yavich e para um ortopedista. Ao pouco tempo já não sentia a mesma dor de cabeça ao acordar. Depois de tudo isso, continuo fazendo RNM, e as alterações se estabilizaram.

45 DEPOIMENTO 3

Procurei uma opinião de um segundo neurologista, e o mesmo acha que todas as alterações que tenho são devidas a intensidade da dor de cabeça que eu sentia diariamente.

Ele não concordou com nenhum diagnóstico feito até o momento.

Eu também acredito nisso, pois depois do tratamento com a Dra Lidia, recuperei minha qualidade de vida.

A medicação que uso hoje: antiplaquetário devido às alterações já existentes e por possuir um forame oval patente.

Agradeço também ao Dr. Luis Daniel pelo tratamento conjunto na recuperação tanto funcional como estética.

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Dor na Região da Nuca, Zumbidos Bilaterais e Fraturas Recorrentes de Dentes e Próteses. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

1-itacir-inicial-frontal

Paciente masculino de 57 anos de idade se apresenta na clínica, encaminhado por um colega com queixas de: dor na nuca principalmente no lado direito, zumbidos em ambos ouvidos e percepção de sons estranhos.

2-itacir-inicial-lateral

Queixa-se de apertamento dentário diurno e noturno.
Refere perdas dentárias muito cedo, e instalação de próteses que seguidamente são fraturadas, como também fratura obturações dentárias.

3-dentes

Oclusão habitual do paciente no dia da consulta, o paciente tinha feito uma prótese removível, mas não sentia nem estabilidade nem conforto com ela.

4-oclusais

Vista oclusal superior e inferior do paciente sem a prótese removível inferior antes do tratamento.

5-panoramica-1

Radiografia panorâmica inicial do paciente antes do tratamento

Ao exame radiográfico observa-se ausência dos elementos dentais 17, 15, 14, 24, 27, 28, 38,37 e 36.

Perda óssea alveolar na maxila e na mandíbula. Comprometimento do suporte ósseo do elemento 18. Comprometimento da região de furca do elemento 46.

Extensão alveolar do seio maxilar na região de pré-molares e molares

Elementos 13 e 12 endodonticamente tratados.

6-laminografia-1

A laminografia das articulações temporomandibulares mostra posicionamento superior e posterior do processo articular do lado direito na cavidade articular e posicionamento inferior e anterior do processo articular do lado esquerdo na cavidade articular quando a mandíbula se encontra em posição de intercuspidação máxima.

Na posição de abertura máxima, observasse angulação anterior dos processos articulares. Aplainamento significativo da superfície posterior e superior do processo articular direito.

7-a-perfil-e-tele

Radiografia lateral conjuntamente com a imagem do perfil do paciente antes do tratamento.

7-frontal-1

Radiografia frontal em conjunto com a imagem frontal do paciente antes do tratamento.

8-c7-e-perfil

Radiografia lateral e da coluna cervical conjuntamente com a imagem lateral do paciente antes do tratamento.

9-comparativos-emg-basal

Registros eletromiograficos comparativos em repouso ou basal do paciente, antes e após a desprogramação eletrônica com o TENS.

Notasse a relaxação dos músculos especialmente do masseter direito que após a relaxação mostrou valores simétricos com o masseter esquerdo.

10-dinamico-1

Registro eletromiográfico dinâmico em oclusão habitual do paciente antes do tratamento. Notasse a ativação dos trapézios e dos digástricos no momento de oclusão máxima.

10-a-1-corte-ressonancia

Em um corte da ressonância nuclear magnética observa-se angulação anterior dos processos articulares, aplainamento da superfície superior e posterior do processo articular do lado direito e da superfície posterior do lado esquerdo. Informação que tínhamos na laminografia.

Os discos articulares estão deslocados anteriormente e também estão afilados o que implica estruturalmente um disco que nem sempre pode cumprir a função para o que um disco está desenhado. De tudo jeito é imperativo neste caso mesmo que não se consiga uma recaptura dos discos, promover uma descompressão articular

11-jaw-tracker-1

Os músculos mastigatórios do paciente  foram de programados eletronicamente e foi registrada a posição de repouso com  um cineciógrafo computadorizado.

Foi confeccionado um dispositivo para reposicionar tridimensionalmente a mandíbula.

O paciente apresentava um espaço livre interoclusal patológico muito grande de 13 mm, e uma retroposição mandibular de dois na construção do DIO.

Foi deixado um espaço interoclusal livre sadio de dois mm

Os registros vão modificando a medida que o sistema vai melhorando, e os dispositivos são trocados e ou recalibrados.

14-ortese-1

A posição de repouso mandibular tridimensional foi gravada sob a forma de um registro de mordida oclusal, que mais tarde foi utilizado para fabricar um DIO (dispositivo intraoral).

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Laminografias comparativas do paciente a superior em oclusão habitual antes do tratamento e a inferior em posição neurofisiológica utilizando o DIO (dispositivo intraoral)

17-a-perfil-comparativos

Imagens comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com utilização do DIO (dispositivo intraoral)

18-teleradiog-comparativas

Radiografias laterais do paciente: em oclusão habitual e com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

19-comparativa-frontal

Imagens frontais comparativas do paciente antes e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

20-telefrontais-comparativas

Radiografias frontais comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

21-comparativa-perfil-1

Imagens posturais comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

22-comparativo-sorriso-1

Imagens posturais frontais sorrindo comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

24-radiografia-implante-1

Com a órtese colocada se inicia a primeira fase de colocação de implantes.

Radiografia panorâmica do paciente em oclusão neurofisiológica com o DIO (dispositivo intraoral), após a instalação dos primeiros implantes.

26-implantes-2

Para os implantes superiores foi necessário realizar enxerto ósseo, 120 dias após o enxerto ósseo foram realizados os implantes superiores.

Radiografia panorâmica do paciente em oclusão neurofisiológica com o DIO (dispositivo intraoral), após a instalação dos implantes restantes.

25-preparo-implante-1

Dispositivo intraoral construído em posição neurofisiológica com os implantes instalados.

jaw-tracker-2

Controle do registro do dispositivo intraoral, os registros vão modificando a medida que o sistema vai melhorando, e os dispositivos são trocados e ou recalibrados.

27-orto-1

É iniciado a segunda fase com ortodontia tridimensional. Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

29-orto-3

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

30-orto-4

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

31-orto-5

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

32-orto-6

Alinhamento e recuperação do setor inferior com resinas.

O paciente é testado com bioinstrumentação mantendo um resultado estético e funcional dentro do caso específico.

jaw-tracker-3

Controle da trajetória neuromuscular no paciente reabilitado.

eletro-apos-orto

Registro eletromiográfico dinâmico após a finalização da segunda fase do paciente. Ortodontia e reabilitação.

33-finalizacao-1

Finalização do tratamento de patologia da ATM, ortodôntico e reabilitador (neste caso clínico específico). A reabilitação neurofisiológica foi executada pelo Dr. João Sousa.

A reabilitação posterior foi feita mantendo a dimensão vertical com o dispositivo, mas tendo que ceder um pouco na altura ideal devido às condições de osso do paciente, e possibilidades de reabilitação e limitações ortodônticas.  A reabilitação foi feita com coroas metalocerâmicas, e nos implantes superiores coroas em zircônia nos elementos 14 e 15.

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Vista oclusal superior e inferior do paciente após a finalização do tratamento neurofisiológico.

34-panoramica-final

Radiografia panorâmica do paciente após a finalização do tratamento neurofisiológico.

35-lamino-final

Laminografia  do paciente em oclusão neurofisiológica após a finalização do tratamento .

36-tele-final

Radiografia lateral do paciente em oclusão neurofisiológica após a finalização do tratamento.

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Radiografia frontal do paciente em oclusão neurofisiológica após a finalização do tratamento.

38-dentes-comparativos-finais

Oclusões comparativas do paciente antes e após o tratamento neurofisiológico.

39-oclusais-comparativas

Vistas  oclusais superior e inferior comparativas  do paciente antes e após o tratamento neurofisiológico.

34-a-panoramicas-comparativas

Radiografias panorâmicas comparativas do paciente: antes durante e após o tratamento neurofisiológico.

A reabilitação posterior foi feita mantendo a dimensão vertical com o dispositivo, mas tendo que ceder um pouco na altura ideal devido às condições de osso do paciente, e possibilidades de reabilitação e limitações ortodônticas.  A reabilitação foi feita com coroas metalocerâmicas, e nos implantes superiores coroas em zircônia nos elementos 14 e 15.

41-comparativa-frontal

Imagens frontais comparativas do paciente: antes durante e após o tratamento neurofisiológico.

42-comparativa-perfil-1

Imagens de perfil comparativas do paciente: antes durante e após o tratamento neurofisiológico.

43-teleradiog-comparativas-inicial-e-final

Radiografias laterais comparativas do paciente: antes e após a finalização do tratamento neurofisiológico.

44-depoimento-1

Depoimento do paciente:

Principais Sintomas:

1) Eu sentia zumbidos bilaterais- Este sintoma me incomodava muito, principalmente no silêncio da noite era quase uma tortura, hoje não sinto mais nada, tanto é que já esqueci que um dia tive zumbido.

2)Sons estranhos em ambos os ouvidos: Tinha dificuldades de identificar, confundia de que lado vinham os sons e as vozes.

3) Apertamento dentário e quebra constante de próteses e restaurações- lembro que este foi o principal motivo pelo qual o Dr. João me indicou a procurar tratamento. Hoje uso uma ortose para dormir e nunca mais tive problemas.

4) Tive um grande presente, que não esperava e também não estava procurando por isso. O rejuvenescimento facial, ao ponto de algumas pessoas não me reconhecerem ao passarem por mim. Outras percebiam a mudança e pediam o que tinha feito e mais recentemente um amigo me pediu, qual o segredo de envelhecer jovem. Estou muito feliz, estou muito mais jovem. Obrigado Dra. Lídia, obrigado Dr. João.

Jornada Odontológica Interdisciplinar: Patologias da ATM e a sua conexão com a saúde integral do ser humano.

A odontologia  neuromuscular fisiológica, considera todo o sistema corporal que controla a postura e o funcionamento da mandíbula e procura estabelecer uma posição baseada entre a relação harmoniosa dos músculos, dentes e articulações temporomandibulares (ATM).
No dia 4 e 5 de Novembro de 2016 será realizado em Lajeado a Jornada Odontológica Interdisciplinar.
Patologias da ATM e a sua Conexão com a Saúde Integral do Ser Humano.
lajeado

Nesta Jornada diferentes profissionais que atuam direta e indiretamente no sucesso dos tratamentos nesta linha, compartilham conhecimento com colegas da área da saúde, esperamos vocês.

A seguir os palestrantes e os temas a serem desenvolvidos. Mais informações em:

https://www.facebook.com/jornadaodontologicainterdisciplinar/?fref=ts

lidia

Dra. Lidia Yavich

Especialista em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial; Co-autora dos livros Compêndio de Diagnostico das Patologias da ATM, edição em português e espanhol, 2004; e Atlas de Imagens Sadias e Patológicas da Articulação Temporomandibular, edição trilíngue: inglês, espanhol e português, 2008;

Sócia fundadora e presidente da SBPAT – Sociedade Brasileira de Patologias da Articulação Temporomandibular.

Patologias da ATM e sua Conexão com a Saúde Integral do Ser Humano: o que não nos foi ensinado na Universidade

Muitos pacientes que nos procuram na Odontologia para correções ortodônticas, reabilitações complexas ou simples apresentam ruídos em suas articulações temporomandibulares, facetas e erosões visíveis em suas imagens e dores em diferentes regiões da cabeça, pescoço e ombros e não necessariamente na região das articulações temporomandibulares.

Lesões nos tecidos duros como consequência de traumatismos na primeira infância podem provocar lesões no disco e nos ligamentos.

Infecções e doenças autoimunes devem ser consideradas, uma vez que afetam não só a articulação temporomandibular mas também todas as cadeias fasciais e musculares do corpo humano.

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Dr. Enio Tadashi Setogutti

Membro Titular do CBR – Colégio Brasileiro de Radiologia.

Responsável Médico pelo setor de Ressonância Magnética do SIDI .

Especialização em Ressonância Magnética no Hospital Pitie Salpetriere, Paris, França.

Fellow visiting in Neuro-Radiology no MGH, Boston, USA.

Ressonância Nuclear Magnética da Articulação Temporomandibular – por que T1, T2, stir e densidade de prótons. Diferenças técnicas e diagnósticas.

A palestra traz uma revisão da anatomia da articulação temporomandibular (ATM),

discutindo as diferentes técnicas relacionadas a imagem da ATM por ressonância nuclear magnética. Iremos comparar as diferentes sequências utilizadas, tais como se t1, fse t2, stir e densidade de prótons, suas vantagens e desvantagens, além das patologias que cada sequência permite ver e discutiremos os diferentes protocolos.

afonso

Dr. Afonso Teatini
Especialista em Disfunção Temporo Mandibular e dor orofacial
Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares
Especialista em Implantodontia
Sócio fundador e vice presidente da SBPAT

A importância da Tomografia Computadorizada no diagnóstico, tratamento e controle das anomalias e patologias da ATM.
Vamos abordar a aplicação da Tomografia Computadorizada na prática clínica e a melhor forma de aproveitar e organizar os exames dos pacientes para que esta ferramenta incrível de diagnóstico seja uma realidade da vida do profissional.

eliseu

Dr. Eliseu Dallé

Especialista e mestre em Cirurgia Computadorizada e em Traumatologia Buco- Maxilo facial; ex professor de Cirurgia da Faculdade de Odontologia da ULBRA; consultor Científico Zimmer-Pl Branemark; experiencia de mas de 18.000 implantes aplicados.

Osso Alveolar e Implantes Dentários. Como compatibilizá-los?

valdai

Dr. Jose Valdai de Souza

Especialista em Cirurgia Geral

Especialista em Biologia Molecular e Toxicologia Clínica.

A Importância da Estrutura Molecular Óssea na Osteointegração

A palestra discorrerá sobre a importância da estrutura molecular do osso nos implantes dentários. Este conhecimento melhora os resultados e possibilita ao Cirurgião-Dentista avaliar o paciente antes do procedimento e também corrigir algumas deficiências em minerais, aminoácidos ou vitaminas, para uma melhor osseointegração. Vamos abordar as causas que podem interferir na osseointegração, os exames para avaliar a qualidade do osso e os tratamentos necessários como coadjuvantes para uma melhor reposta funcional e estética.

luiza

Dra. Luiza Rodrigues Franco

Mestre em Saúde Pública pela Escola de Saúde Pública, Havana e UNB, 1999

Especialista em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial pela American Academy of Craniofacial Pain, Sessão Latino Americana, Buenos Aires – AR, 2008, em Ortodontia pelo IPENO-SC, 2009

Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares- Universidade Veiga de Almeida – RJ, 2006

Vice Presidente da Associação Brasileira em Odontologia Hospitalar – TO

Presidente do 30º Simpósio Internacional de Patologia da ATM, Palmas.

Respiração, Articulação Temporomandibular e Postura, o que têm em comum?

A abordagem da palestra evidenciará algumas teorias constatando como Patologias da ATM e Alterações Respiratórias podem causar a má postura corporal e a evidenciação da correlação com as cadeias musculares. Objetivando concluir que na correção  da postura corporal deve-se ter atenção à ATM e à forma do indivíduo respirar para alcançarmos o sucesso pretendido.

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Dr. Luis Daniel Yavich Mattos

Especialista em Radiologia e Imaginologia pela UFRGS

Especialista em DTM e Dor Orofacial pelo CFO
Membro da American Academy for Sports Dentistry

Cirurgião Dentista do Instituto do Atleta – São Paulo e Departamento Odontológico do Botafogo F.R – Rio de Janeiro

Promovendo Performance Além da Proteção

Uma nova história no esporte está sendo escrita a partir do conhecimento e tratamento das patologias da ATM. Se sabemos que a posição mandibular pode influenciar na posição do indivíduo, podemos influenciar no desempenho de qualquer atleta em qualquer esporte. Essa palestra irá mostrar um novo horizonte na odontologia e no esporte. E quem pode mudar essa história são os cirurgiões dentistas.

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Dra. Cosetti Bonfadini

Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial

Especialista em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial

ATM e Ortodontia – saindo da zona de conforto

Nesta palestra iremos conversar sobre os aspectos do diagnóstico ortodôntico que minimizam ou, muitas vezes, ignoram o papel da ATM na origem dos problemas oclusão, e apresentaremos para os profissionais presentes ferramentas para identificar essas condições.

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Dr. Claudio Bertella.

Mestre em Laser na Odontologia- FOUSP-SP; especialista em Dentística Restauradora- PUCCAMP-SP- Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial-CFO.

Reabilitação oral Neurofisiológica e Dimensão Vertical

Agora, podemos afirmar que a dimensão vertical tão discutida na odontologia é tridimensional. A evolução tecnológica dos equipamentos- cineciógrafo, eletromiógrafo e desprogramadores eletrônicos mandibulares- contribuíram para a descoberta dessa tridimensionalidade.

O sistema estomatognático ou mastigatório é composto por quatro estruturas: óssea ( maxila e mandíbula), dentes, músculos e ATM.

Da primeira infância ao envelhecimento, várias causas geram perda da tridimensionalidade. Principalmente as patologias da ATM: crescimento deficitário da maxila e mandíbula, bruxismo e perdas das peças dentárias. A partir do diagnóstico das alterações, a reabilitação oral neurofisiológica busca no comprimento genético dos músculos mastigatórios, restabelecer a dimensão tridimensional do terço inferior da face, a fisiologia dos movimentos e funções do sistema estomatognático. E possibilita a reabilitação dentária- por restaurações, próteses e ortodontia.

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Criança com Otalgia (dor de ouvido) e Perda Auditiva Condutiva: quando medir faz a diferença. Normalização dos limiares auditivos. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

Os sintomas da perda auditiva leve que ocorrem na infância muitas vezes passam despercebidos.

 Várias atividades físicas e psíquicas das crianças e adolescentes podem ser afetadas em função da diminuição da capacidade auditiva.

A perda auditiva condutiva resultante da disfunção da tuba auditiva RESULTANTE DAS DESÓRDENS TEMPOROMANDIBULARES é MUITAS VEZES NÃO CONSIDERADA.

 É  de fundamental importância uma detecção precoce desta deficiência.

Existem dois tipos gerais de perda auditiva: a perda auditiva condutiva e a perda auditiva neurossensorial.
A perda auditiva condutiva resulta de perturbações na passagem do som da orelha externa para a janela oval.

Anatomicamente, esta via inclui o canal auditivo, membrana timpânica e ossículos. Essa perda pode ser devido a impacção de cerume, perfuração da membrana timpânica, otite média, osteosclerosis, disfunção muscular intra-auricular, ou deslocamento dos ossículos pelo ligamento maleolar.

Já a perda condutiva neurossensorial resulta em função de anormalidades otológicas além da janela oval. Tais alterações podem afetar as células sensoriais da cóclea ou as fibras neurais do oitavo nervo craniano.

A perda de audição com a idade (presbiacusia) é um exemplo. Tumores no oitavo nervo craniano também podem levar a tal perda de audição.

1

Paciente de sexo masculino com onze anos de idade se apresenta na consulta com queixas de dor de cabeça, dor na nuca, dor nos ombros, dor no pescoço, adormecimento e formigamento nas mãos e DIMINUIÇÃO DA ABERTURA BUCAL.

1A

O paciente refere dor no ouvido esquerdo e sensação de entupimento nos ouvidos, principalmente do lado esquerdo. Também refere zumbidos em ambos os ouvidos e DIMINUIÇÃO DA AUDIÇÃO, EM AMBOS OS OUVIDOS. 
Toda perda auditiva referida pelo paciente,  tem que ser constatada por AUDIOMETRIA.

2

Na história clínica do paciente em questão é relevante na análise do caso o antecedente de traumatismos no mento na primeira infância assim como as infecções repetitivas de ouvido e garganta e uma pneumonia que o paciente teve com oito meses e que precisou de internação hospitalar.

3

Imagens da oclusão habitual do paciente  e vista oclusal superior e inferior. Fotografias do paciente sorrindo de frente e perfil no dia da consulta.

5-panoramica-inicial

Radiografia panorâmica inicial do paciente no dia da consulta.

5

Laminografia das articulações temporomandibulares do paciente antes do tratamento: podemos observar o posicionamento superior e posterior do processo articular do lado esquerdo na cavidade articular  quando a mandíbula encontra-se em posição de intercuspidação máxima.

Na posição de abertura máxima, observa-se angulação anterior do processo articular do lado esquerdo.

6

Imagem da oclusão habitual do paciente antes do tratamento, no dia da consulta. Podemos observar uma importante sobremordida.

Fica  evidente a falta do espaço para o correto posicionamento do canino superior do lado esquerdo.

7

Vista oclusal superior e inferior do paciente antes de tratamento. Fica  evidente a falta de espaço para o correto posicionamento do canino superior do lado esquerdo.

8

Radiografia lateral em conjunto com a imagem de perfil do paciente, antes do tratamento.
Perfil retrognático e retificação da coluna cervical.

9 res fechada

RNM TI: Um  corte sagital da ATM esquerda e da ATM direita em boca fechada.

Podemos observar facetas anteriores nas cabeças mandibulares tanto do lado direito como esquerdo. Na ATM direita o disco está levemente luxado anteriormente. Na ATM esquerda a luxação é mais evidente, estando a cabeça da mandíbula apoiada nos ligamentos retro discais.

10 res aberta

RNM TI: Um  corte sagital da ATM esquerda e da ATM direita em boca aberta.

Podemos observar facetas anteriores nas cabeças mandibulares tanto do lado direito como esquerdo. Ambos os côndilos mandibulares não conseguem transladar estando diminuída a abertura bucal.

12 cineciog 1

Registro cinesiógrafico inicial: perda da velocidade quando o paciente abre e fecha a boca. Não há coincidência entre as trajetórias de abertura e fechamento na vista sagital do registro. Limitação na abertura bucal, o paciente consegue abrir só 32,9 mm.

11 ELET INICIAL

Eletromiografia de superfície dinâmica do paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

São medidos:

Temporais anteriores direito e esquerdo.

Masseteres direito e esquerdo

Digástricos direito e esquerdo

Trapézio superior direito e esquerdo

Ativação dos digástricos no fechamento, sendo que estes músculos só devem ser ativados na abertura.

Importante ativação dos trapézios superiores mesmo o paciente sendo instruído a abaixar os ombros ele ativa ambos os trapézios durante todo o exame.

13

O paciente refere dor no ouvido esquerdo e sensação de entupimento nos ouvidos, principalmente do lado esquerdo. Refere também zumbidos em ambos os ouvidos e DIMINUIÇÃO DA AUDIÇÃO EM AMBOS OS OUVIDOS

TODA PERDA AUDITIVA REFERIDA PELO PACIENTE, NESTE CASO TAMBÉM RELATADA PELOS PAIS DO PACIENTE, TEVE QUE SER CONSTATADA POR AUDIOMETRIA.

15 AUDIOMETRIA INICIAL

Uma audiometria é produzida usando uma medida relativa da audição do paciente, em comparação com um valor estabelecido “normal”. É uma representação gráfica das respostas limiares auditivas que são obtidas a partir de testes de audição no paciente através de estímulos de tons puros. Os parâmetros da audiometria são frequência, medida em ciclos por segundo Hertz (Hz) e intensidade, medida em decibéis (dB).

A primeira audiometria do paciente revela uma discreta hipoacusia no ouvido esquerdo e uma leve hipoacusia no ouvido direito.

Os sintomas da perda auditiva leve que ocorrem na infância muitas vezes passam despercebidos. É  de fundamental importância uma detecção precoce desta deficiência.
A perda auditiva é classificada em leve, na qual o ouvido não é capaz de detectar sons abaixo de 40 decibéis e há dificuldade de compreender a fala humana.

Na perda moderada, os sons abaixo de 70 decibéis não são ouvidos.

17

Registramos a posição de repouso mandibular após a desprogramação eletrônica, em conjunto com a informação da ressonância nuclear magnética para a decisão do registro da mordida. Esses dados nos orientarão, para a construção tridimensional do DIO ( dispositivo intraoral).

O paciente apresenta um espaço livre patológico de 8,6 mm e uma retroposição mandibular de 8 mm.
Retrusão mandibular, seja causada por iatrogenia, traumatismo ou como resultado de má oclusão, resulta muitas vezes em otalgia ( dor de ouvido) devida à excessiva compressão dos tecidos retrodiscais.
A impressão do paciente é dor de ouvido.

18

Informei aos pais do paciente, que nesta etapa, me preocuparia só com a saúde do paciente, melhorando a função, a sintomatologia e controlando a perda condutiva da audição.

A perda de audição resultante da disfunção da tuba auditiva, iniciada por transtornos temporomandibulares é em geral subjetiva.

Por isso a necessidade de um controle objetivo, por meio de audiometria.

Expliquei que não faria nenhuma intervenção ortodôntica neste estágio como para incluir na arcada o canino que estava desalinhado e sem espaço. Comuniquei que cuidaria disso mais tarde e que neste caso não haveria necessidade de extrair dentes. 

19

No tratamento, 0 dispositivo instalado é controlado  por meio de eletromiografia de superfície para avaliar e comparar a sua função em relação aos registros anteriores.

20 AUDIOMETRIA 2

A segunda audiometria do paciente revela limiares normais no ouvido esquerdo e uma discreta hipoacusia no ouvido direito.

21 AUDIOMETRIA 1 e  2

Comparação da primeira e a segunda audiometria do paciente durante o tratamento.

Normalização dos limiares no ouvido direito e melhora nos limiares do ouvido esquerdo.

23

Lesões estruturais podem produzir alterações funcionais que por sua vez aumentam as alterações estruturais.

24

Alterações estruturais e funcionais.

25

Mesmo uma articulação descomprimida demora em recuperar-se.

Algumas lesões estruturais podem ser recuperadas OUTRAS NÃO.

25A

Mesmo uma articulação descomprimida demora em recuperar-se.

Algumas lesões estruturais podem ser recuperadas OUTRAS NÃO.

26

Leva tempo estabilizar os músculos durante o tratamento, pacientes diferentes, idades diferentes e patologias diferentes.

27 AUDIOMETRIA 3

A terceira audiometria do paciente revela limiares normais no ouvido esquerdo e limiares normais no ouvido direito.

28 AUDIOMETRIA 1 e  2 e 3

Comparação da primeira, segunda e terceira audiometria do paciente durante o tratamento.

Normalização dos limiares no ouvido direito e normalização dos  limiares do ouvido esquerdo.

Neste momento com a normalização da perda auditiva condutiva, com a remissão da sintomatologia,  melhora dos registros eletromiográficos e cineciográficos e melhora das estruturas nas imagens,  iniciamos a segunda fase por meio de uma ortodontia tridimensional.

29 SERIES DE ORTO 1

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico. LEMBRAR QUE NEM TODO CASO VAI PERMITIR A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SEGUNDA FASE.

30 SERIES DE ORTO 2

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico. LEMBRAR QUE NEM TODO CASO VAI PERMITIR A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SEGUNDA FASE.

30 A PERFIL E RAD LATERAL ORTO

Radiografia lateral em conjunto com a imagem do perfil do paciente, durante o tratamento.
Perfil estético e não retrognático como no inicio do tratamento.
Não ocorreu uma recuperação da lordose fisiológica mais SIM uma melhora na coluna cervical. 

31 SERIES DE ORTO3

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico. LEMBRAR QUE NEM TODO CASO VAI PERMITIR A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SEGUNDA FASE.

32  SERIES DE ORTO4

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico. LEMBRAR QUE NEM TODO CASO VAI PERMITIR A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SEGUNDA FASE.

33 RETIRADA DO DIO

Retirada do DIO ( dispositivo intraoral ) nesta fase da ortodontia tridimensional.

34 SERIES DE ORTO4

Imagem sem o dispositivo intraoral e finalização do tratamento na ortodontia tridimensional em oclusão neurofisiológica.

OCLUSAIS FINAIS

Imagens comparativas da vista oclusal superior e inferior  do paciente antes e após a finalização da primeira e a segunda fase do tratamento neurofisiológico.

35 AUDIOMETRIA 4

A quarta  audiometria do paciente após a finalização das duas fases do tratamento mantém os limiares normais no ouvido esquerdo e limiares normais no ouvido direito.

SERIES DE ORTO

Parte da sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

panoramicas comparativas

Radiografias panorâmicas comparativas: antes do tratamento e após a finalização da ortodontia tridimensional.

cef-comparativos

Radiografias laterais comparativas do paciente: no inicio do tratamento em oclusão habitual, após a finalização da ortodontia tridimensional em oclusão neurofisiológica e o controle, seis anos após a finalização do tratamento. 

37-cinesio-comparativos

Comparação dos registros cineciográficos computadorizados: antes e após o tratamento.
Abertura bucal do paciente passou de 32,9 mm para 38,9 mm.

Excelente  velocidade de abertura e fechamento.

37 eletro comparativo

Comparação dos registros eletromiográficos antes, durante e após o tratamento.

39 jaw trackwe  comparativoa

Comparação de registros após desprogramação mandibular: antes do tratamento a trajetória habitual não é coincidente com a trajetória neuromuscular.
Após o tratamento a trajetória habitual coincide tridimensionalmente com a trajetória neuromuscular.

40 todas as audiometrias

Comparação da primeira, segunda, terceira e quarta audiometria do paciente. 

Normalização dos limiares  no ouvido esquerdo e no ouvido direito.

FINALE FINALE

Várias atividades físicas e psíquicas das crianças e adolescentes podem ser afetadas em função da diminuição da capacidade auditiva. A perda auditiva condutiva resultante da disfunção da tuba auditiva RESULTANTE DAS DESÓRDENS TEMPOROMANDIBULARES é MUITAS VEZES DESCONSIDERADA.

É  de fundamental importância uma detecção precoce desta deficiência.

42 DEPOIMENTO 1

Ao terminar todo o tratamento, ainda adolescente, o paciente escreveu o seguinte depoimento:

A minha dentista me encaminhou para a ortodontista, por causa de um canino torto. Daí após uma radiografia panorâmica ela suspeitou que eu poderia ter um problema de ATM. Ela me encaminhou a Porto Alegre para fazer uma ressonância magnética, que constatou a suspeita de um problema na ATM. Comecei o tratamento e a Dra. Lidia também investigou o problema de zumbido e a diminuição da audição.

Quando era pequeno cai e bati o queixo, mas meus pais não sabiam que isso poderia afetar a minha ATM.

Eu sofria muita dor de ouvido e dor de garganta. Já tinha até marcado uma cirurgia no ouvido, mas após 6 meses de tratamento não foi mais necessário fazê-la. Hoje estou bem, tenho uma boa audição e não tenho mais zumbido e dores de garganta. Estou feliz com este tratamento, graças a Deus e a Dra.Lidia Yavich.

42 DEPOIMENTO

Segue o depoimento do mesmo paciente 7 anos após a finalização do tratamento:

Hoje, mais de sete anos após o término de meu tratamento da ATM com a doutora Lidia, e graças aos dons concedidos por Deus a ela, não tenho mais sofrido com as dores de ouvido, nem com dores de garganta ou perda da audição. Antes, eu tive a indicação de  fazer uma operação no ouvido pois estava perdendo a audição e isso não foi necessário com o tratamento da ATM, pois durante o tratamento fui acompanhado com exames que comprovaram que a minha audição melhorou. Hoje vivo minha vida normal, sem problemas com essas coisas do passado. Agradeço muito ao tratamento feito pela doutora Lidia, que tem  curado e melhorado minha vida.

Reversão da Alteração da Medular Óssea em um caso de Necrose Avascular da cabeça mandibular. Acompanhamento de dois anos após o tratamento.

FRONTAL COMPARATIVAS ESQUERDA 2016.jpgPreparando-me para uma nova publicação da página de estudos e investigação da ATM

recebi a nova RNM (ressonância nuclear magnética )  que tinha solicitado para a paciente apresentada no  último caso clinico publicado.

Achei prioritário a publicação deste controle, antes de publicar o próximo caso clínico.

Relembrando a situação clínica e as imagens da paciente após o tratamento:

A paciente , já tinha remissão da sintomatologia.

A paciente tinha melhorado a função e recuperado a dimensão vertical.

A paciente tinha melhorado a parte estética ( recuperando a dimensão vertical)

A paciente tinha recuperado a abertura sem apresentar limitação da excursão como apresentava antes do tratamento.

 A paciente tinha melhorado a sua postura.

É importante ressaltar que neste caso, com discos de tamanho reduzidos e luxados anteriormente SEM REDUÇAO nas manobras de boca aberta, o objetivo era só descomprimir, recuperar a dimensão vertical, e esperar a recuperação do sinal medular por descompressão, lembrando que toda a investigação bacteriológica e reumatologia foi negativa.

 Ao finalizar o tratamento a RNM  ( ressonância nuclear magnética ) da paciente mostrava UMA MELHORA NO SINAL MEDULAR , ainda assim, longe da recuperação satisfatória em termos de imagem, MESMO TENDO EM CONTA a melhora da parte clínica.

Esta publicação terá ênfase nas imagens, ferramenta fundamental para comprovar o que realmente podemos conseguir além da melhora clínica do paciente.

Entender as mudanças positivas ou negativas nas estruturas afetadas nas patologias da articulação temporomandibular é fundamental na compreensão da etiologia que provocou a deterioração das estruturas do paciente e consequentemente a sintomatologia que afeta a qualidade de vida dos nossos pacientes.

LEMBRANDO QUE ISTO IMPLICA UM DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL ÚNICO PARA CADA CASO CLÍNICO.

Postarei a seguir algumas das imagens da RNM ( ressonância nuclear magnética) INICIAIS RELEVANTES . Para rever o caso clínico em detalhe entrar neste link.

 12 RNM DIREITA INICIAL

RNM: corte sagital da ATM direita em boca fechada. Existe uma irregularidade de contornos com redução do aspecto superior do côndilo mandibular, que esta anterovertido. Existe um pequeno osteofito anterior.

O disco articular encontra-se deslocado anteriormente, SEM REDUÇÃO nas manobras de boca aberta.

PRESENÇA DE CISTOS ÓSSEOS SUBCORTICAIS no aspecto  ântero-superior do côndilo mandibular.

Para relembrar  detalhadamente todas as imagens e descrição do caso clínico o leitor deve voltar ao post anterior.

13 RNM  ESQ  INICIAL

RNM: corte sagital da ATM esquerda em boca fechada. Existe uma importante irregularidade de contornos da porção superior do côndilo mandibular, com formação de osteofito anterior.

Existe uma retificação da eminencia articular.

O disco tem dimensões reduzidas encontrando-se deslocado anteriormente SEM REDUÇÃO  nas manobras em boca aberta.

PODE SE OBSERVAR UM IMPORTANTE HIPOSSINAL COMPATÍVEL COM NECROSE AVASCULAR.

Osteonecrose da cabeça da mandíbula corresponde à morte do tecido ósseo, também chamada de necrose avascular. 

A alteração na medular óssea do côndilo mandibular é uma possível fonte de dor da ATM.

Para relembrar  detalhadamente todas as imagens e descrição do caso clínico o leitor deve voltar ao post anterior.

13A RNM  ESQ  INICIAL

RNM: outro corte sagital da ATM esquerda em boca fechada. Existe uma importante irregularidade de contornos da porção superior do côndilo mandibular, com formação de osteofito anterior.

Existe uma retificação da eminencia articular.

O disco tem dimensões reduzidas encontrando-se deslocado anteriormente SEM REDUÇÃO  nas manobras em boca aberta.

PODE SE OBSERVAR UM IMPORTANTE HIPOSSINAL COMPATÍVEL COM NECROSE AVASCULAR.

Osteonecrose da cabeça da mandíbula corresponde à morte do tecido ósseo, também chamada de necrose avascular. 

A alteração na medular óssea do côndilo mandibular é uma possível fonte de dor da ATM.

Para relembrar  detalhadamente todas as imagens e descrição do caso clínico o leitor deve voltar ao post anterior.

16A  ESQ boca fechada 2013 T2

RNM: mesmo corte sagital da ATM esquerda fechada antes do tratamento em T2. 

Ressonância nuclear magnética em T2 mostrando claramente a EFUSÃO ARTICULAR.

O diagnóstico diferencial das efusões na ATM tem um amplo espectro como as efusões em outras articulações em outras regiões do esqueleto.

A RNM (ressonância nuclear magnética) pode nos proporcionar muitas informações e não apenas a posição do disco.

Para relembrar  detalhadamente todas as imagens e descrição do caso clínico o leitor deve voltar ao post anterior.

CORTE FRONTAL DA ATM ESQ INICIAL ANTES DO TRATAMENTO 2

RNM: corte frontal da ATM e esquerda fechada.

 Pode se observar UM IMPORTANTE HIPOSSINAL COMPATÍVEL COM NECROSE AVASCULAR.

A necrose avascular ocorre quando o fluxo de sangue para um osso é interrompido ou reduzido. Pode ser causada por várias condições, como lesão articular ou óssea, PRESSÃO NO INTERIOR DO OSSO e outras condições médicas.

O côndilo afetado por necrose avascular apresenta baixo sinal nas imagens ponderadas em T1 COMO RESULTADO DE ALTERAÇÕES EDEMATOSAS NO OSSO TRABECULAR.

Osteonecrose da cabeça da mandíbula corresponde à morte do tecido ósseo, também chamada de necrose avascular. 

A alteração na medular óssea do côndilo mandibular é uma possível fonte de dor da ATM.

Para relembrar  detalhadamente todas as imagens e descrição do caso clínico o leitor deve voltar ao post anterior.

 

CORTE FRONTAL DA ATM DIR INICIAL ANTES DO TRATAMENTO

RNM: corte frontal da ATM direita fechada. Lesão superior no côndilo mandibular do lado direito, já descrito no corte sagital do mesmo côndilo como cistos ósseos subcorticais.

Para relembrar  detalhadamente todas as imagens e descrição do caso clínico o leitor deve voltar ao post anterior.

Na última publicação FORAM INSERIDAS AS IMAGENS INICIAIS E AS IMAGENS APÓS TRATAMENTO.

NESTA PUBLICAÇÃO FORAM INSERIDAS AS IMAGENS COMPARATIVAS DEantes do tratamento, após o tratamento e DE DOIS ANOS DE ACOMPANHAMENTO APÓS o tratamento neurofisiológico.

FRONTAL COMPARATIVAS DIREITA 2016 MODIFICADO

 

Comparação das imagens frontais ponderadas em T1: antes do tratamento, após o tratamento e dois anos de acompanhamento após o tratamento neurofisiológico. 

 Podemos ver a melhora do sinal medular do côndilo esquerdo e a melhora da cortical óssea superior. A TERCEIRA IMAGEM NÃO APRESENTA VESTÍGIOS DA LESÃO SUBCORTICAL SUPERIOR.

FRONTAL COMPARATIVAS ESQUERDA 2016 MODIFICADO

 

Comparação das imagens frontais ponderadas em T1: antes do tratamento, após o tratamento e dois anos de acompanhamento após o tratamento neurofisiológico.

Podemos ver  a melhora do sinal medular do côndilo esquerdo na imagem central e a RECUPERAÇÃO DA MEDULAR ÓSSEA NA TERCEIRA IMAGEM.

O CÔNDILO MANDIBULAR APRESENTA UM SINAL SADIO DA MEDULAR ÓSSEA.

RESS COMP DIREITAS SAGITAL 2016 modificado

Comparação das imagens  sagitais da ATM esquerda fechada ponderadas em T1: Antes do tratamento, após o tratamento e dois anos de acompanhamento após o tratamento neurofisiológico.

Podemos ver a melhora do sinal medular e da cortical óssea. AUSÊNCIA DOS CISTOS ÓSSEOS SUBCORTICAIS  no aspecto ântero-superior do côndilo mandibular OBSERVADAS NA PRIMEIRA IMAGEM. Melhora da cortical óssea da cabeça mandibular.

sagitais comparativas T2 modificado

 

Comparação das imagens ponderadas em T2: antes do tratamento, após o tratamento e dois anos de acompanhamento após o tratamento neurofisiológico.

É nítido na primeira imagem  o sinal inflamatório. Na imagem central temos a melhora do sinal intramedular e a remissão do derrame posterior. NA TERCEIRA IMAGEM REMISSÃO TOTAL DO SINAL INFLAMATÓRIO.

A paciente NÃO FEZ USO DE NENHUM MEDICAMENTO ANTI-INFLAMATÓRIO.

RESS COMP SAGITAL ESQ 2016 MODIFICADO

 

Comparação das imagens ponderadas em T1: antes do tratamento, após o tratamento e dois anos de acompanhamento após o tratamento neurofisiológico.

Podemos ver a melhora do sinal medular na imagem após o tratamento, na terceira imagem A TOTAL RECUPERAÇÃO DO SINAL MEDULAR.  Medular óssea com sinal sadio.

FINAL modificado

 

Todas as imagens que considerei relevantes  foram postadas, ainda assim acho importante destacar ESTA IMAGEM FRONTAL COMPARATIVA da ATM direita pela EVIDENCIA DO SINAL MEDULAR.

A primeira imagem antes do tratamento e a segunda, dois anos de acompanhamento após tratamento. RECUPERAÇÃO DA MEDULAR COM NECROSE AVASCULAR EM UMA MEDULAR SADIA.

Lembrar que a  necrose avascular ocorre quando o fluxo de sangue para um osso é interrompido ou reduzido. Pode ser causada por várias condições, como lesão articular ou óssea, PRESSÃO NO INTERIOR DO OSSO e outras condições médicas.

O diagnóstico diferencial da alteração da intensidade do sinal do côndilo mandibular COMEÇA COM O CONHECIMENTO DAS CARACTERÍSTICAS NORMAIS DO SINAL DA MEDULAR ÓSSEA. 

FINAL modificado 1

Cortes sagitais e frontais comparativos das ATMs ( articulações temporomandibulares) direita e esquerda em boca fechada . Antes do tratamento e após dois anos da finalização do tratamento.

finale finale

Para relembrar  detalhadamente todas as imagens e descrição do caso clínico o leitor deve voltar ao post anterior. Na publicação anterior NÃO foram postadas as imagens de controle após dois anos de tratamento.

Com a aplicação de técnicas de diagnóstico avançadas como a RNM, as alterações do sinal medular do côndilo mandibular podem ser detectadas, semelhantes às alterações de sinal observadas na cabeça femoral com osteonecrose.

A detecção de alterações como efusão articular e a modificação do sinal da medular óssea constituem informações importantíssimas antes do tratamento.

O conhecimento do que realmente conseguimos na imagem após os nossos tratamentos, além da melhora clínica da paciente é substancial.

Neste caso, mostrando na imagem a recuperação do sinal medular com o correto reposicionamento e descompressão mandibular.