A articulação temporomandibular (ATM) como gatilho periférico na dor de cabeça. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

1 FRENTEPaciente de sexo feminino com queixa principal de dor de cabeça se apresenta na clínica, encaminhada por um colega de trabalho que tinha sido tratado na clínica pelo mesmo motivo.

A queixa principal da paciente era de dor de cabeça com alta frequência.   A paciente relata ter investigado a causa da dor e inclusive já tinha feito por solicitação do neurologista uma ressonância nuclear magnética de crânio que não acusou nenhuma anormalidade.

1 PERFILA paciente já tinha consultado com Neurologista, Otorrinolaringologista, Ortopedista e com o clínico geral.A paciente também refere dor de coluna.
2 DENTES INICIAISOclusão habitual da paciente no dia da consulta.

3 OCLUSAISVista oclusal superior e inferior da paciente no dia da consulta.

Os incisivos superiores e inferiores mostram sinal de desgaste.

7 PANORAMICARadiografia panorâmica inicial da paciente antes do tratamento.

Ausência do segundo pré-molar superior direito e dos terceiros molares inferiores.

A paciente relata que o pré-molar superior foi extraído na adolescência por falta de espaço para a erupção do canino.

O primeiro molar superior do lado esquerdo e o primeiro molar inferior do lado esquerdo apresentavam tratamento endodôntico com restaurações extensas e risco de fratura , foi informado da necessidade de extrair  o terceiro molar retido.

Os procedimentos só seriam efetuados após a descompressão articular.

8A LAMINOGRAFIAA laminografia das articulações temporomandibulares mostra uma modificação do eixo de crescimento do côndilo mandibular no lado esquerdo provocado por um traumatismo na primeira infância, (fratura em talo verde).

Na posição de abertura máxima observa-se limitação no movimento de abertura em ambos os processos articulares bem como aplainamento superior da cabeça da mandíbula direita.
Observa-se  aplainamento posterior no lado esquerdo.

4 TELEPERFILRadiografia lateral da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

5 C7Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente em oclusão habitual antes do tratamento. Nota-se a perda da lordose cervical, retificação da coluna cervical.

6 FRONTALRadiografia frontal da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

8b ressonancias sagitaisRNM: cortes sagitais da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a faceta na superfície superior e aplainamento posterior do côndilo mandibular.

8Dressonancias sagitais CORTES SUPERIORESNota-se a importante compressão posterior do côndilo esquerdo.

Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

8B CINECIOGRAFIA 1BOs músculos mastigatórios da paciente foram desprogramados eletronicamente e foi registrada a posição de repouso com um cinesiógrafico computadorizado.

A paciente apresentava um espaço livre interoclusal patológico de 6,3 mm e uma retroposição mandibular de 0,5 mm.

9 ORTESECom o registro obtido com o cineciógrafo computadorizado foi confeccionado um dispositivo intraoral (DIO) para reposicionar tridimensionalmente a mandíbula.

A posição NEUROMUSCULAR FISIOLÓGICA, foi gravada sob a forma de um registro de mordida oclusal, que mais tarde foi utilizado para fabricar um DIO ( dispositivo intraoral)

9D PANORAMICA COM ORTESERadiografia panorâmica da paciente durante o tratamento com o dispositivo intraoral.

9C COMPARATIVAS DE TELEPERFIL 1Comparação das radiografias laterais e perfil da paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

10 FRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: no inicio do tratamento em oclusão habitual, durante o tratamento com o DIO (dispositivo intraoral) em oclusão neuromuscular fisiológica.

10A C7 COMPARATIVASComparação das radiografias laterais e da coluna cervical da paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

10B CONTROLE ORTESEControle do dispositivo intraoral (DIO). ESTES CONTROLES SÃO FEITOS COM FREQUÊNCIA durante a primeira e a segunda fase do tratamento  Modificando e aprimorando a POSIÇÃO NEUROMUSCULAR FISIOLÓGICA.

A paciente não relatou mais sintomatologia relacionada com a ATM. A bioinstrumentação também mostrou  objetivamente a melhora da função neuromuscular.

Foi decidido iniciar a SEGUNDA FASE do tratamento para retirar o DIO (dispositivo intraoral), mantendo a oclusão neuromuscular fisiológica.

Para isso utilizamos uma ortodontia tridimensional, onde os dentes são erupcionados para a nova posição neurofisiológica.

19 ORTO 0Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

20 ORTO 1Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

21 ORTO 2Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

22 ORTO 3Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

23 ORTO 4Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

24 ORTO 5Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

25 ORTO 6Durante a ortodontia tridimensional o DIO (dispositivo intraoral) é recalibrado e trocado para manter  à posição obtida na PRIMEIRA FASE

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

26 ORTO 7Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

28 ORTO 9Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

29 ORTO 9Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

30 ORTOSequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

Preparo para o aumento da largura dos incisivos superiores respeitando a posição Neuromuscular Fisiológica da paciente.

31 ORTOSequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

Preparo para o aumento da largura dos incisivos superiores respeitando a posição Neuromuscular Fisiológica da paciente.

32 orto finalFinalização da Primeira e da Segunda fase no tratamento das Patologias da ATM.  Reabilitação Neuromuscular Fisiológica.

Nesta sequencia específica foi proposto para a paciente outra possibilidade com importante melhoria da estética para o aumento das coroas clinicas dos incisivos superiores, devido a limitação neste caso das resinas compostas.

A paciente respondeu: que não trabalhava na televisão, que mesmo sabendo da limitação estética do procedimento com resinas, estava satisfeita porque para ela o objetivo do tratamento DOR  tinha sido alcançado.

33 OCLUSAIS FINAISVista oclusal superior e inferior da paciente após a finalização da segunda fase.

34 PANORAMICA FINALRadiografia panorâmica da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

Foi necessária a extração do primeiro molar superior e a colocação de um implante após enxerto ósseo. Foi também realizada a exodontia do terceiro molar superior esquerdo incluso.

35 LAMINOGRAFIA FINALLaminografia das articulações temporomandibulares da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

36 PERFIL FINALRadiografia lateral e perfil da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

37 C7 FINALRadiografia lateral e da coluna cervical da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

38 FRONTAL FINALRadiografia frontal da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

39 FRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

40 C7 COMPARATIVASRadiografias laterais e da coluna cervical comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

41 PERFIL 3 COMPARATIVASRadiografias laterais e perfil comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

43 DENTES COMPARATIVASOclusão comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional  e reabilitação neuromuscular fisiológica.

44 OCLUSAIS comparativasVista oclusal superior e inferior comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

45 CINECIOGRAFIA finalRegistro cineciográfico após a finalização da primeira e da segunda fase do tratamento neuromuscular fisiológico.

As trajetórias neuromusculares são coincidentes. Teríamos gostado de conseguir um espaço interoclusal de 2,5 a 3 mm, foi conseguido 4,1 mm

46 DEPOIMENTO 1Depoimento da paciente:

Querida Lidia,

Sabe eu realmente me dei conta de quanto o tratamento pelo qual me submeti melhorou a minha qualidade de vida quando estive este ano na clínica (2018) e olhei a minha ficha com as informações que eu havia registrado quando eu iniciei o tratamento. Para ser sincera eu nem me lembrava que antes do tratamento eu tinha dores nas articulações da mandíbula!! E como eram fortes.

Sempre tive dores de cabeça e enxaqueca, além é claro das dores na articulação da mandíbula. Registro o sempre pois lembro que quando era criança já as sentia. Me sentia muito mal e indisposta quando tinha crises.

Em uma determinada fase da minha vida em função do aumento da frequência das dores de cabeça e os constantes vômitos fui a muitos médicos pois pensei que estava com problema de estômago. Achava que as minhas dores de cabeça e enxaqueca eram consequência disso.

47 DEPOIMENTO 2

Mas com base nos exames que fiz à época, a minha clínica geral me disse que a questão do estômago era na verdade uma consequência das fortes dores de cabeça e enxaqueca.

Então, ela me indico procurar um neurologista para avaliação e tratamento. Fui ao neurologista, fiz exames, tratamento, tentei evitar a lista enorme de alimentos que ele me informou como prováveis desencadeadores de enxaqueca. Tudo o que fiz reduziu um pouco as dores de cabeça, mas não resolveu o problema que me atormentava.

E foi durante uma das minhas “crises” de dor de cabeça que um colega de trabalho comentou a possibilidade de que eu fizesse uma avaliação com uma dentista que o tinha tratado quando teve problemas na ATM. Para ser sincera não tinha nem bem noção do que era, mas quando se tem dor, toda a tentativa é válida.

47 DEPOIMENTO 3

Fiz a consulta, disponibilizei os exames que eu já havia feito na região da cabeça e lembro que na minha primeira conversa com a Lidia ela comentou que os exames indicavam que na minha  infância provavelmente eu havia sofrido uma queda que provocou uma modificação no crescimento da  minha mandíbula . Exatamente o lado em que tinha as dores de cabeça e a enxaqueca.

Saliento que em nenhum momento fiz o tratamento por uma questão estética, mas sim buscando, se não possível evitar as dores, mas minimiza-las.

Passei vários anos frequentando a clínica. Lembro que a minha placa em um dos estágios do tratamento era um “big monster” (kkk) considerando a sua altura.

Aos poucos ao longo do tratamento fui notando a redução das dores de cabeça e de frequência entre as crises de enxaqueca.

Hoje, pensando no antes e no depois do tratamento me dou conta de o quanto o tratamento, embora prolongado, melhorou a minha qualidade de vida.

Página de estudos e investigação da ATM. Três anos de publicações.

Caros amigos,

Em dezembro de 2014 iniciei as publicações da Página de Estudos e Investigação da ATM. No inicio, todo o seu conteúdo foi oferecido português, inglês e espanhol. Porém, em março do ano seguinte, ao analisar as estatísticas de acesso das postagens, decidi manter somente a divulgação nos idiomas português e inglês.

De todo modo, o acesso aos conteúdos da página segue disponível aos demais pesquisadores, profissionais da área e aos interessados na investigação que desenvolvo.

3 ANOS DE PUBLICAÇÕES

Nos dias de hoje, a medicina baseada em evidência está estratificada hierarquicamente de cima para baixo onde na base da pirâmide encontramos os casos clínicos, os quais raramente são vistos como evidência.

A Página de Estudos e Investigação da ATM tem em sua concepção, o propósito da publicação de casos e conceitos clínicos, cuidadosamente publicados com as respectivas documentações dos pacientes com queixas de dor, disfunção e patologia da ATM, tratados na Clínica MY.

A página oferece acesso ao conteúdo ao longo de imagens, eletromiografias de superfície, cinesiografia computadorizada antes e após o  processo terapêutico. Foram incluídos casos de ortodontia tridimensional e reabilitação fisiológica neuromuscular da segunda fase do tratamento, após o tratamento da ATM.

FINAL

Página de Estudos e Investigação da ATM fez no mês de dezembro três anos de vida, lembrei-me de festejar no primeiro aniversário da Pagina.

No meio do trabalho com os pacientes, ensino e publicações não me lembrei de celebrar o segundo ano.

Quero celebrar estes três anos com vocês.

Temos com este projeto um lugar na internet que mostra a linha de trabalho conhecida como odontologia neuromuscular fisiológica, que atua sobre a postura e o funcionamento mandibular e considera todo o sistema corporal.

Para isso a odontologia neuromuscular fisiológica procura estabelecer, no paciente uma posição baseada na relação harmoniosa entre os músculos, dentes e articulações temporomandibulares.

MARCUS LAZARI frontal E SAGITAL

Na publicação deste final de ano escolhi as imagens mais significativas de todos estes anos de publicações, com links diretos para cada uma das publicações originais.

No final desta publicação coloquei os links das publicações do primeiro ano desta pagina.

3 ANOS DE PUBLICAÇÕES 2

Página de Estudos e Investigação da ATM tem crescido muito e continua recebendo visitantes de todo o mundo.

Muito obrigada!

Lidia Yavich

Patologia da Articulação Temporomandibular em um Paciente com Fusão Congênita de duas Vértebras Cervicais. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

33 FINAL

Melhora Postural em Paciente após Tratamento de Reposicionamento Neuromuscular Fisiológico da Mandíbula. Paciente com Histórico de Cirurgia de Escoliose e Sintomatologia Craniomandibular.

24

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Fortes Dores de Cabeça e das Articulações Temporomandibulares apresentando Importante Irregularidade de contorno no Côndilo Mandibular e Limitação de Abertura Bucal. Caso clínico.

27 CEF COMPARATIVAS

Reversão da Alteração da Medular Óssea em um caso de Necrose Avascular da cabeça mandibular. Acompanhamento de dois anos após o tratamento.

FRONTAL COMPARATIVAS ESQUERDA 2016.jpg

Tratamento Neuromuscular Fisiológico em Paciente com Cefaleia Diária e Dor nas Articulações Temporomandibulares. Caso Clínico sem Possibilidade de Recaptura Discal: primeira e segunda fase.

10 abre e fecha inicial

Criança com Otalgia (dor de ouvido) e Perda Auditiva Condutiva: quando medir faz a diferença. Normalização dos limiares auditivos. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

FINALE FINALE

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Dor na Região da Nuca, Zumbidos Bilaterais e Fraturas Recorrentes de Dentes e Próteses. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

ITACIR COMBINADA

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com cefaleia durante 30 anos. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e segunda fase . Caso clínico.

1 FOTOS FRENTE

Patologia da ATM em Músicos Profissionais: Um olhar além dos fatores de risco. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

HELLA

Página de estudos e investigação da ATM. Um ano de publicações.

INICIAL.jpg

2

Página de Estudos e Investigação da ATM tem crescido muito e continua recebendo visitantes de todo o mundo.

Muito obrigada!

Lidia Yavich

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Dor na Região da Nuca, Zumbidos Bilaterais e Fraturas Recorrentes de Dentes e Próteses. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

1-itacir-inicial-frontal

Paciente masculino de 57 anos de idade se apresenta na clínica, encaminhado por um colega com queixas de: dor na nuca principalmente no lado direito, zumbidos em ambos ouvidos e percepção de sons estranhos.

2-itacir-inicial-lateral

Queixa-se de apertamento dentário diurno e noturno.
Refere perdas dentárias muito cedo, e instalação de próteses que seguidamente são fraturadas, como também fratura obturações dentárias.

3-dentes

Oclusão habitual do paciente no dia da consulta, o paciente tinha feito uma prótese removível, mas não sentia nem estabilidade nem conforto com ela.

4-oclusais

Vista oclusal superior e inferior do paciente sem a prótese removível inferior antes do tratamento.

5-panoramica-1

Radiografia panorâmica inicial do paciente antes do tratamento

Ao exame radiográfico observa-se ausência dos elementos dentais 17, 15, 14, 24, 27, 28, 38,37 e 36.

Perda óssea alveolar na maxila e na mandíbula. Comprometimento do suporte ósseo do elemento 18. Comprometimento da região de furca do elemento 46.

Extensão alveolar do seio maxilar na região de pré-molares e molares

Elementos 13 e 12 endodonticamente tratados.

6-laminografia-1

A laminografia das articulações temporomandibulares mostra posicionamento superior e posterior do processo articular do lado direito na cavidade articular e posicionamento inferior e anterior do processo articular do lado esquerdo na cavidade articular quando a mandíbula se encontra em posição de intercuspidação máxima.

Na posição de abertura máxima, observasse angulação anterior dos processos articulares. Aplainamento significativo da superfície posterior e superior do processo articular direito.

7-a-perfil-e-tele

Radiografia lateral conjuntamente com a imagem do perfil do paciente antes do tratamento.

7-frontal-1

Radiografia frontal em conjunto com a imagem frontal do paciente antes do tratamento.

8-c7-e-perfil

Radiografia lateral e da coluna cervical conjuntamente com a imagem lateral do paciente antes do tratamento.

9-comparativos-emg-basal

Registros eletromiograficos comparativos em repouso ou basal do paciente, antes e após a desprogramação eletrônica com o TENS.

Notasse a relaxação dos músculos especialmente do masseter direito que após a relaxação mostrou valores simétricos com o masseter esquerdo.

10-dinamico-1

Registro eletromiográfico dinâmico em oclusão habitual do paciente antes do tratamento. Notasse a ativação dos trapézios e dos digástricos no momento de oclusão máxima.

10-a-1-corte-ressonancia

Em um corte da ressonância nuclear magnética observa-se angulação anterior dos processos articulares, aplainamento da superfície superior e posterior do processo articular do lado direito e da superfície posterior do lado esquerdo. Informação que tínhamos na laminografia.

Os discos articulares estão deslocados anteriormente e também estão afilados o que implica estruturalmente um disco que nem sempre pode cumprir a função para o que um disco está desenhado. De tudo jeito é imperativo neste caso mesmo que não se consiga uma recaptura dos discos, promover uma descompressão articular

11-jaw-tracker-1

Os músculos mastigatórios do paciente  foram de programados eletronicamente e foi registrada a posição de repouso com  um cineciógrafo computadorizado.

Foi confeccionado um dispositivo para reposicionar tridimensionalmente a mandíbula.

O paciente apresentava um espaço livre interoclusal patológico muito grande de 13 mm, e uma retroposição mandibular de dois na construção do DIO.

Foi deixado um espaço interoclusal livre sadio de dois mm

Os registros vão modificando a medida que o sistema vai melhorando, e os dispositivos são trocados e ou recalibrados.

14-ortese-1

A posição de repouso mandibular tridimensional foi gravada sob a forma de um registro de mordida oclusal, que mais tarde foi utilizado para fabricar um DIO (dispositivo intraoral).

16-laminografia-comparativa

Laminografias comparativas do paciente a superior em oclusão habitual antes do tratamento e a inferior em posição neurofisiológica utilizando o DIO (dispositivo intraoral)

17-a-perfil-comparativos

Imagens comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com utilização do DIO (dispositivo intraoral)

18-teleradiog-comparativas

Radiografias laterais do paciente: em oclusão habitual e com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

19-comparativa-frontal

Imagens frontais comparativas do paciente antes e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

20-telefrontais-comparativas

Radiografias frontais comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

21-comparativa-perfil-1

Imagens posturais comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

22-comparativo-sorriso-1

Imagens posturais frontais sorrindo comparativas do paciente: antes do tratamento e durante o tratamento com a utilização do DIO (dispositivo intraoral)

24-radiografia-implante-1

Com a órtese colocada se inicia a primeira fase de colocação de implantes.

Radiografia panorâmica do paciente em oclusão neurofisiológica com o DIO (dispositivo intraoral), após a instalação dos primeiros implantes.

26-implantes-2

Para os implantes superiores foi necessário realizar enxerto ósseo, 120 dias após o enxerto ósseo foram realizados os implantes superiores.

Radiografia panorâmica do paciente em oclusão neurofisiológica com o DIO (dispositivo intraoral), após a instalação dos implantes restantes.

25-preparo-implante-1

Dispositivo intraoral construído em posição neurofisiológica com os implantes instalados.

jaw-tracker-2

Controle do registro do dispositivo intraoral, os registros vão modificando a medida que o sistema vai melhorando, e os dispositivos são trocados e ou recalibrados.

27-orto-1

É iniciado a segunda fase com ortodontia tridimensional. Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

29-orto-3

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

30-orto-4

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

31-orto-5

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

32-orto-6

Alinhamento e recuperação do setor inferior com resinas.

O paciente é testado com bioinstrumentação mantendo um resultado estético e funcional dentro do caso específico.

jaw-tracker-3

Controle da trajetória neuromuscular no paciente reabilitado.

eletro-apos-orto

Registro eletromiográfico dinâmico após a finalização da segunda fase do paciente. Ortodontia e reabilitação.

33-finalizacao-1

Finalização do tratamento de patologia da ATM, ortodôntico e reabilitador (neste caso clínico específico). A reabilitação neurofisiológica foi executada pelo Dr. João Sousa.

A reabilitação posterior foi feita mantendo a dimensão vertical com o dispositivo, mas tendo que ceder um pouco na altura ideal devido às condições de osso do paciente, e possibilidades de reabilitação e limitações ortodônticas.  A reabilitação foi feita com coroas metalocerâmicas, e nos implantes superiores coroas em zircônia nos elementos 14 e 15.

34-a-oclusais-finais-1

Vista oclusal superior e inferior do paciente após a finalização do tratamento neurofisiológico.

34-panoramica-final

Radiografia panorâmica do paciente após a finalização do tratamento neurofisiológico.

35-lamino-final

Laminografia  do paciente em oclusão neurofisiológica após a finalização do tratamento .

36-tele-final

Radiografia lateral do paciente em oclusão neurofisiológica após a finalização do tratamento.

38-frontal-final

Radiografia frontal do paciente em oclusão neurofisiológica após a finalização do tratamento.

38-dentes-comparativos-finais

Oclusões comparativas do paciente antes e após o tratamento neurofisiológico.

39-oclusais-comparativas

Vistas  oclusais superior e inferior comparativas  do paciente antes e após o tratamento neurofisiológico.

34-a-panoramicas-comparativas

Radiografias panorâmicas comparativas do paciente: antes durante e após o tratamento neurofisiológico.

A reabilitação posterior foi feita mantendo a dimensão vertical com o dispositivo, mas tendo que ceder um pouco na altura ideal devido às condições de osso do paciente, e possibilidades de reabilitação e limitações ortodônticas.  A reabilitação foi feita com coroas metalocerâmicas, e nos implantes superiores coroas em zircônia nos elementos 14 e 15.

41-comparativa-frontal

Imagens frontais comparativas do paciente: antes durante e após o tratamento neurofisiológico.

42-comparativa-perfil-1

Imagens de perfil comparativas do paciente: antes durante e após o tratamento neurofisiológico.

43-teleradiog-comparativas-inicial-e-final

Radiografias laterais comparativas do paciente: antes e após a finalização do tratamento neurofisiológico.

44-depoimento-1

Depoimento do paciente:

Principais Sintomas:

1) Eu sentia zumbidos bilaterais- Este sintoma me incomodava muito, principalmente no silêncio da noite era quase uma tortura, hoje não sinto mais nada, tanto é que já esqueci que um dia tive zumbido.

2)Sons estranhos em ambos os ouvidos: Tinha dificuldades de identificar, confundia de que lado vinham os sons e as vozes.

3) Apertamento dentário e quebra constante de próteses e restaurações- lembro que este foi o principal motivo pelo qual o Dr. João me indicou a procurar tratamento. Hoje uso uma ortose para dormir e nunca mais tive problemas.

4) Tive um grande presente, que não esperava e também não estava procurando por isso. O rejuvenescimento facial, ao ponto de algumas pessoas não me reconhecerem ao passarem por mim. Outras percebiam a mudança e pediam o que tinha feito e mais recentemente um amigo me pediu, qual o segredo de envelhecer jovem. Estou muito feliz, estou muito mais jovem. Obrigado Dra. Lídia, obrigado Dr. João.

Ortodontia Tridimensional na Segunda Fase dos Tratamentos das Patologias da ATM

1A Nas publicações anteriores desta página foram apresentados alguns dos fundamentos neurofisiológicos do tratamento das patologias das articulações temporomandibulares, também foi apresentada a importância do diagnóstico diferencial e também o uso da bioinstrumentação como a eletromiografia de superfície e a cinesiografia. Foram apresentadas imagens de pacientes relatando as suas sintomatologias, também foram expostos diversos fatores  etiológicos como traumatismos na primeira infância, especialmente a fratura em talo verde, recaptura dos discos intra-articulares em deslocamentos redutíveis, inter-relação entre as desordens craniomandibulares e a coluna vertebral.Também foi exposto um caso de distonia cervical e a sua relação com a ATM. Em total desde o mês de dezembro foram sete publicações. 1 Quando falamos em tratamento das patologias da ATM temos que entender que existem diferentes enfoques. A proposta de um tratamento paliativo é o tratamento sintomático,  isto é, um tratamento que procura bloquear os sintomas.Se dá através da administração de drogas, como analgésicos, anti-inflamatórios e mio relaxantes. O enfoque restaurativo é o tratamento que busca quando possível corrigir ou sarar o que está danificado. Para saber o que está errado, se faz necessário um diagnóstico diferencial. Este diagnóstico deve ser sempre elaborado anteriormente à proposta de tratamento . 2 Quando nossa proposta é um tratamento restaurativo, temos uma PRIMEIRA FASE onde o objetivo quando possível é de sarar a articulação. Às vezes só podemos melhora-la ou evitar que piore. Conhecer o que podemos tratar e o que não podemos tratar e as limitações de cada caso individual é muito importante. 3 Quando a primeira fase é finalizada, verificamos se as imagens posteriores de controle correspondem as nossas metas fixadas no diagnóstico inicial. Sabemos que há casos em que podemos melhorar o quadro, e outros em que podemos evitar que piorem, e outros ainda em  que só poderemos tratar a dor. No caso de resultados positivos da primeira fase podemos iniciar uma segunda fase de tratamento para retirar o dispositivo que é usado em forma permanente durante a primeira fase do tratamento. Para isto podemos realizar uma ortodontia tridimensional, uma reabilitação neurofisiológica ou a combinação de ambas. Sempre mantendo a localização mandibular em equilíbrio com os planos musculares, articulação temporomandibular e planos dentários. 4 Vou relatar o acontecido nesta semana com uma paciente adolescente que tinha terminado a primeira fase, ou seja, a descompressão neurofisiológica da articulação temporomandibular e utilizava o dispositivo intraoral. A paciente apresentava remissão da sintomatologia (dor de ouvido desde a infância) e eu me preparava para o inicio da segunda fase. Não satisfeita ainda com a correção da respiração bucal decidi deriva-la para uma avaliação com a finalidade de melhorar a respiração e consequentemente a posição lingual. O  profissional que fez esta avaliação afirmou que a paciente apresentava uma mordida aberta e que deveria consultar um cirurgião para “fechar a mordida”. A angústia provocada na paciente que consequentemente também me afligiu resultou também na minha indignação ante uma opinião conclusiva, onde a profissional derivou a paciente para uma consulta cirúrgica sem entrar previamente em contato com o profissional responsável do tratamento (no caso eu).   De forma alguma exijo cumplicidade de  meus colegas, até porque considero a ética acima de tudo. Assim como o respeito ao  paciente. ESTE ACONTECIMENTO ME INCENTIVOU A PUBLICAR UM CASO DE ORTODONTIA TRIDIMENSIONAL DA SEGUNDA FASE DO TRATAMENTO DAS PATOLOGIAS DA ATM Antes de passar a SEGUNDA FASE , iniciaremos com a PRIMEIRA FASE.

5

Oclusão habitual da paciente, que se apresenta com queixas de dor.

Paciente de sexo feminino de 17 anos de idade se apresenta na consulta com queixas de dor de cabeça, dor de ouvido, dor nos ombros e estalos bilaterais. Dor na palpação retro-discal. A paciente apresenta uma oclusão ideal e nas provas clinicas de oclusão não apresenta nenhum tipo de interferência nem em protrusão nem em lateralidade.

6

Laminografia inicial da paciente em oclusão habitual.

Laminogafia inicial da paciente em oclusão habitual, importante retroposição das cabeças da mandíbula especialmente do lado esquerdo provocando uma importante compressão retrodiscal.

7

Ressonância nuclear magnética inicial em oclusão habitual

Ressonância nuclear magnética da paciente em oclusão habitual, luxação anterior de ambos os discos articulares, retroposição das cabeças mandibulares e modificação do eixo de crescimento provocado por traumatismo na primeira infância.( Structural modifications of the mandibular condylar process as one of the sequels of traumatism in infancy) . A luxação é redutível (ressonância em boca aberta não incluída neste post)

8

Registro eletromiográfico de quatro canais inicial da paciente em oclusão habitual.

São medidos ambos temporais anteriores direito e esquerdo, e masseteres direito e esquerdo. Notemos que os masseteres sendo os músculos mais potentes do sistema  mastigatório não conseguem gerar atividade.

910 Uma imagem estática não fala da harmonia muscular, nem da coordenação do sistema, nem indica a dor do paciente.11 Os músculos mastigatórios da paciente foram desprogramados eletronicamente, e foi registrada uma mordida em posição de repouso neurofisiológico utilizando um magnetógrafo.

A paciente apresenta um espaço livre patológico de 6,2 mm e uma retroposição de 2,5 mm 12Com esses dados construímos um aparelho intraoral testado com eletromiografia de superfície para suportar a posição neurofisiológica escolhida

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Laminografias comparativas da paciente

Laminogafia inicial em oclusão habitual, importante retroposição das cabeças da mandíbula especialmente do lado esquerdo provocando uma importante compressão retro-discal. A laminografia inferior com o dispositivo intraoral em posição neurofisiológica mostrando a descompressão retro-discal tridimensional.

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Comparação dos registros eletromiográficos da paciente.

 Comparação dos registros eletromiográficos da paciente o primeiro em oclusão habitual e o segundo com o dispositivo intraoral em posição neurofisiológica. Os masseteres apresentam excelente atividade com o dispositivo, ainda mais comparando o registro inicial onde estes músculo não conseguiam se ativar.

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Comparação de um dos cortes da RNM. ATM esquerda fechada, antes do tratamento em oclusão habitual e em oclusão neurofisiológica com o dispositivo. Disco em posição fisiológica e descompressão tridimensional  da cabeça mandibular. Correlação com registros eletromiograficos em oclusão habitual e em oclusão neurofisiológica com o dispositivo

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Comparação de um dos cortes da RNM. ATM direita fechada, antes do tratamento em oclusão habitual e em oclusão neurofisiológica com o dispositivo. Disco em posição fisiológica e descompressão tridimensional  da cabeça mandibular. Correlação com registros eletromiográficos em oclusão habitual e em oclusão neurofisiológica com o dispositivo

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Radiografia lateral de perfil para o inicio do tratamento ortodôntico tridimensional. O paciente está com o DIO (dispositivo intraoral construído em posição neurofisiológica). Os músculos mastigatórios foram desprogramados eletronicamente para a o registro da mordida e a construção do dispositivo intraoral.

Nem todo caso pode passar a uma segunda fase, seja esta ortodontia, prótese ou reabilitação. Existem pacientes com doença autoimune ativa, que não nos permite a remoção do dispositivo intraoral, já que as estruturas anatômicas (articulações temporomandibulares, coluna cervical… ) desses pacientes são afetadas pela própria doença, o que faz dessas estruturas pilares instáveis, por causa do processo inflamatório ativo com picos  frequentes de exacerbação da doença.

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Diagnóstico neuromuscular na ortodontia: efeitos do TENS na relação maxilo-mandibular.19

Atlas de Ortopedia maxilar: diagnóstico de  Jonas Rakosi e  Thomas Irmtrud . Registro eletrônico de repouso mandibular nos três planos do espaço. 

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Inicio da SEGUNDA FASE DE TRATAMENTO neste caso com uma ortodontia tridimensional. O dispositivo vai ser retirado mantendo os planos musculares em equilíbrio com os planos ósseos e dentários. INICIO DA ERUPÇÃO ATIVA

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Imagem com o dispositivo colocado e SEM O DISPOSITIVO. O espaço entre as arcadas É O ESPAÇO QUE PRECISAMOS REPOR (antes isso era preenchido pelo DIO que atuava como uma palmilha tridimensional). NA SEGUNDA FASE A ERUPÇÃO ATIVA DOS DENTES vai cumprir essa missão.

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Continuação do tratamento na ortodontia tridimensional. Imagem com e sem o dispositivo, o setor posterior já está erupcionado.

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Setor molar e pré-molar erupcionado, alinhamento dos incisivos inferiores e finalização da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento de patologias da ATM. Um dos maiores objetivos em um tratamento ortodôntico é tratar os três componentes do sistema estomatognático. Criar um ambiente onde a função dentaria das articulações temporomandibulares e o sistema neuromuscular trabalhem em equilíbrio.

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Uma ortodontia tridimensional precisa manter a  posição tridimensional da mandíbula em equilíbrio com os seus planos ósseos e musculares conseguidos na PRIMEIRA FASE, e sempre e quando possível manterá a articulação temporomandibular em harmônica relação com a fossa mandibular assim como o disco articular em correta posição.

gRUMMONS

A história clínica do paciente, a inspeção clínica, a tecnologia, a bioinstrumentação e as imagens tem nos ajudado a melhorar o diagnóstico e tratamento das Patologias da ATM. Quando chegamos a uma SEGUNDA FASE, muitos profissionais e pacientes não conhecem  que a erupção ativa é utilizada a MUITOS, MUITOS ANOS. Livro do Dr. Duane Grummons editado no ano 1994. Logicamente a ORTODONTIA TRIDIMENSIONAL no paciente com Patologia da ATM precisa de um diagnóstico diferencial e um tratamento restaurativo na PRIMEIRA FASE

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Se não entendemos que os dentes são o eixo terminal de uma articulação Se não entendemos que esta articulação é afetada por patologias locais e sistêmicas Se não entendemos que são os músculos que mexem a mandíbula E que são os músculos que propiciam a posição de repouso Se não entendemos que diferencias estruturais determinam adaptações tridimensionais. Não entenderemos o porquê do insucesso daqueles casos onde os pacientes apresentam patologias das articulações temporomandibulares 26