Página de estudos e investigação da ATM. Três anos de publicações.

Caros amigos,

Em dezembro de 2014 iniciei as publicações da Página de Estudos e Investigação da ATM. No inicio, todo o seu conteúdo foi oferecido português, inglês e espanhol. Porém, em março do ano seguinte, ao analisar as estatísticas de acesso das postagens, decidi manter somente a divulgação nos idiomas português e inglês.

De todo modo, o acesso aos conteúdos da página segue disponível aos demais pesquisadores, profissionais da área e aos interessados na investigação que desenvolvo.

3 ANOS DE PUBLICAÇÕES

Nos dias de hoje, a medicina baseada em evidência está estratificada hierarquicamente de cima para baixo onde na base da pirâmide encontramos os casos clínicos, os quais raramente são vistos como evidência.

A Página de Estudos e Investigação da ATM tem em sua concepção, o propósito da publicação de casos e conceitos clínicos, cuidadosamente publicados com as respectivas documentações dos pacientes com queixas de dor, disfunção e patologia da ATM, tratados na Clínica MY.

A página oferece acesso ao conteúdo ao longo de imagens, eletromiografias de superfície, cinesiografia computadorizada antes e após o  processo terapêutico. Foram incluídos casos de ortodontia tridimensional e reabilitação fisiológica neuromuscular da segunda fase do tratamento, após o tratamento da ATM.

FINAL

Página de Estudos e Investigação da ATM fez no mês de dezembro três anos de vida, lembrei-me de festejar no primeiro aniversário da Pagina.

No meio do trabalho com os pacientes, ensino e publicações não me lembrei de celebrar o segundo ano.

Quero celebrar estes três anos com vocês.

Temos com este projeto um lugar na internet que mostra a linha de trabalho conhecida como odontologia neuromuscular fisiológica, que atua sobre a postura e o funcionamento mandibular e considera todo o sistema corporal.

Para isso a odontologia neuromuscular fisiológica procura estabelecer, no paciente uma posição baseada na relação harmoniosa entre os músculos, dentes e articulações temporomandibulares.

MARCUS LAZARI frontal E SAGITAL

Na publicação deste final de ano escolhi as imagens mais significativas de todos estes anos de publicações, com links diretos para cada uma das publicações originais.

No final desta publicação coloquei os links das publicações do primeiro ano desta pagina.

3 ANOS DE PUBLICAÇÕES 2

Página de Estudos e Investigação da ATM tem crescido muito e continua recebendo visitantes de todo o mundo.

Muito obrigada!

Lidia Yavich

Patologia da Articulação Temporomandibular em um Paciente com Fusão Congênita de duas Vértebras Cervicais. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

33 FINAL

Melhora Postural em Paciente após Tratamento de Reposicionamento Neuromuscular Fisiológico da Mandíbula. Paciente com Histórico de Cirurgia de Escoliose e Sintomatologia Craniomandibular.

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Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Fortes Dores de Cabeça e das Articulações Temporomandibulares apresentando Importante Irregularidade de contorno no Côndilo Mandibular e Limitação de Abertura Bucal. Caso clínico.

27 CEF COMPARATIVAS

Reversão da Alteração da Medular Óssea em um caso de Necrose Avascular da cabeça mandibular. Acompanhamento de dois anos após o tratamento.

FRONTAL COMPARATIVAS ESQUERDA 2016.jpg

Tratamento Neuromuscular Fisiológico em Paciente com Cefaleia Diária e Dor nas Articulações Temporomandibulares. Caso Clínico sem Possibilidade de Recaptura Discal: primeira e segunda fase.

10 abre e fecha inicial

Criança com Otalgia (dor de ouvido) e Perda Auditiva Condutiva: quando medir faz a diferença. Normalização dos limiares auditivos. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

FINALE FINALE

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Dor na Região da Nuca, Zumbidos Bilaterais e Fraturas Recorrentes de Dentes e Próteses. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

ITACIR COMBINADA

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com cefaleia durante 30 anos. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e segunda fase . Caso clínico.

1 FOTOS FRENTE

Patologia da ATM em Músicos Profissionais: Um olhar além dos fatores de risco. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

HELLA

Página de estudos e investigação da ATM. Um ano de publicações.

INICIAL.jpg

2

Página de Estudos e Investigação da ATM tem crescido muito e continua recebendo visitantes de todo o mundo.

Muito obrigada!

Lidia Yavich

A Posição Postural da Mandíbula e a sua Complexidade na Relação Tridimensional Maxilomandibular: primeira e segunda fase em um paciente com severa sintomatologia com informações sutis nas imagens.

Compreender a complexa inter-relação das desordens craniomandibulares requer uma ampla compreensão, não só da anatomia e fisiologia da cabeça e pescoço mas também da coluna vertebral. A coluna cervical é o elo flexível entre a cabeça e o tronco.

Só recentemente a odontologia começou a pensar na mandíbula e a sua associação com o crânio como uma relação tridimensional em lugar de considerá-la uma estrutura isolada e avaliada dentro de duas dimensões, como tem sido feito tradicionalmente.

Para avaliar corretamente a relação maxilo-mandibular devemos começar a considerar a posição de repouso mandibular fisiológica.

Repouso fisiológico é um conceito aplicável para todos os músculos do corpo. A musculatura estomatognática não é exceção.

1 FRONTALPaciente de sexo masculino se apresenta à consulta queixando-se de forte dor atrás dos olhos, dor facial inespecífica, estalo na articulação temporomandibular do lado direito e crepitação do mesmo lado.2 FRONTAL O paciente refere formigamento, sensação de dormência na coluna cervical e sensação de formigamento no ombro direito. Também relata dor, rigidez na nuca, dor nos ombros e tremor muscular.

O paciente havia terminado um tratamento ortodôntico e após a retirada do aparelho começou a sentir a sintomatologia relatada acima. 3 PERFILDevido a forte sintomatologia o paciente consultou vários profissionais: dentista clínico, fisioterapeuta, um clínico geral e também um médico ortopedista pelas dores no ombro. 

O colega ortodontista que o tratou me encaminhou o paciente para ver se eu podia ajuda-lo.

4 MARCAÇÃO DA DOR

Parte da ficha clínica onde o paciente marca os pontos de dor

Marcação dos pontos de dor: dor de cabeça, nuca rígida, dor no topo e na frente da cabeça. Dor atrás dos olhos e na nuca, estalos, dor facial inespecífica, crepitação, vertigem e tremor muscular.

5 DENTES  Oclusão habitual do paciente antes do tratamento.

6 OCLUSAL Vista oclusal superior e inferior do paciente antes do tratamento.7 PANORAMICA INICIAL Radiografia panorâmica do paciente antes do tratamento.

8 LAMINOGRAFIA INICIAL Laminografia das articulações temporomandibulares direita e esquerda em boca fechada e boca aberta do paciente antes do tratamento.

9 TELEPERFIL Radiografia lateral do paciente antes do tratamento.

10 FRONTAL  Radiografia frontal do paciente antes do tratamento.

11 C7 Radiografia lateral e da coluna cervical do paciente antes do tratamento.

12 ELETROMIOGRAFIA INICIALRegistro eletromiográfico do paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

Neste registro dinâmico são medidos os músculos temporais anteriores direito e esquerdo, músculos masseteres direito e esquerdo, músculos digástricos direito e esquerdo e os músculos trapézios superiores, direito e esquerdo.

No registro, solicitamos que o paciente abra a boca, feche, aperte os dentes forte e degluta.

É evidente a assimetria entre o músculo masseter direito e o músculo masseter esquerdo durante a máxima intercuspidação mantida. Os músculos digástricos na deglutição se ativam antes que os músculos masseteres, o que não deve acontecer em uma deglutição funcional.13 F CINECIO INICIAL O registro cinesiógrafico inicial mostra uma perda importante da velocidade quando o paciente abre e fecha a boca. Não há coincidência entre as trajetórias de abertura e fechamento na vista sagital do registro.

O paciente é um hiperlasso e não apresenta limitação na abertura da boca, mas é marcante a não coincidência da guia de abertura e fechamento no plano sagital.

13 A RES. ESQ 1 INICIAL RNM: corte sagital,boca fechada ATM esquerda.Esta imagem não mostra alterações significativas.13 B RES. ESQ 2 INICIALEste outro corte sagital mais interno da RNM da ATM esquerda em boca fechada mostra compressão e retroposição do côndilo mandibular. Observa-se uma faceta  superior na cabeça mandibular.

LEMBREMOS QUE estamos olhando uma imagem bidimensional e que temos que entender que a COMPRESSÃO É TRIDIMENSIONAL.

13 C RES. DIR 1 INICIAL  Este  corte sagital interno da RNM da ATM direita em boca fechada mostra compressão e retroposição do côndilo mandibular. Observa-se uma faceta  superior na cabeça mandibular.

LEMBREMOS QUE estamos olhando uma imagem bidimensional e que temos que entender que a COMPRESSÃO É TRIDIMENSIONAL.13 D RES. DIR 2 INICIALEste outro corte sagital da RNM da ATM direita em boca fechada  evidencia ainda mais a  compressão e retroposição do côndilo mandibular. Observa-se uma faceta  superior na cabeça mandibular.

LEMBREMOS QUE estamos olhando uma imagem bidimensional e que temos que entender que a COMPRESSÃO É TRIDIMENSIONAL.

13 E RESFRONTAIS INICIAIS

RNM: cortes frontais das ATMs direita e esquerda antes do tratamento neurofisiológico.

RNM: cortes frontais das articulações temporomandibulares direita e esquerda, boca fechada em oclusão habitual antes do tratamento.

O corte frontal da articulação temporomandibular direita evidencia uma perda de espaço articular, especialmente na região do polo lateral externo da articulação. Ambas imagens frontais mostram diminuição do espaço articular.

13G REGISTRO NEUROFISIOLOGICO

Para avaliar corretamente a relação maxilo-mandibular devemos começar a considerar a posição fisiológica de repouso mandibular.

Repouso fisiológico é um conceito aplicável para todos os músculos do corpo.

A musculatura estomatognática não é exceção.

Os músculos mastigatórios do paciente foram desprogramados eletronicamente e uma nova posição neurofisiológica de repouso foi registrada.

14 ORTESE INICIAL

Com esses dados construímos um DIO (dispositivo intraoral), para manter tridimensionalmente a posição registrada. Este dispositivo deve ser testado eletromiograficamente para mensurar objetivamente o paciente.

É lógico que o relato da sintomatologia do paciente é importante, mas a eletromiografia de superfície mostra de forma objetiva se a função muscular melhorou, piorou ou não modificou.

15 ELETROMIOGRAFIA COM O DIO

Registro eletromiográfico com o DIO (dispositivo intraoral) em posição neurofisiológica.

Nota-se simetria nos músculos masseteres. Os músculos digástricos  NÃO SE ATIVAM ANTES dos músculos masseteres na deglutição, isso  implica que o paciente primeiramente fecha os dentes e a partir daí deglute, e não ao contrario, como no primeiro registro em oclusão habitual.

16 CINCECIO COM DIORegistro cinesiográfico do paciente com o dispositivo intraoral: observa-se a melhora da velocidade e COINCIDÊNCIA das guias neuromusculares de abertura e fechamento.

17 FRONTAIS COMPARATIVASComparação das radiografias frontais do paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

18 LAMINOGRAFIAS COMPARATIVASComparação das laminografias das articulações temporomandibulares, direita e esquerda, em boca fechada e aberta: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

19 TELERADIOGRAFIAS COMPARATIVASComparação das radiografias laterais do paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neurofisiológica.

No meio do tratamento encaminhei o paciente para uma colega fisioterapeuta para uma reprogramação postural.

Com a mandíbula em posição neuromuscular fisiológica a colega fisioterapeuta trabalhou o resto das cadeias musculares. O paciente apresentava também um discopatia incipiente no nível de C3 E C6.20 PANORAMICAS COMPARATIVASRadiografias panorâmicas comparativas: antes do tratamento e durante o tratamento neuromuscular fisiológico.

20 A cinesiografias COMPARATIVAS

Comparação dos registros cinesiograficos: antes do tratamento em oclusão habitual e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

Observa-se a melhora da velocidade e COINCIDÊNCIA das guias neuromusculares de abertura e fechamento.

20 A ELETROMIOGRAFIAS COMPARATIVAS

Comparação dos registros eletromiográficos: antes do tratamento em oclusão habitual e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

Nota-se simetria entre os músculos masseteres, os músculos digástricos já não se ativam antes que os músculos masseteres na deglutição. Isso  implica que o paciente fecha os dentes e, a partir dai deglute e não ao contrário, como no primeiro registro, em oclusão habitual antes do tratamento.

21 ORTOO paciente não relatou mais sintomatologia. Os registros eletromiográficos e cinesiográficos mostraram objetivamente a melhora da função neuromuscular.

Foi decidido iniciar a SEGUNDA FASE do tratamento para retirar o DIO (dispositivo intraoral), mantendo a oclusão neurofisiológica.

Para isso utilizamos uma ortodontia tridimensional, onde os dentes são erupcionados para a nova posição neuromuscular fisiológica.22 ORTO 2 Na segunda fase, neste caso a ortodontia tridimensional o paciente é monitorado e desprogramado eletronicamente, e muitas vezes o dispositivo é recalibrado, para manter a posição obtida na primeira fase.

23 ORTO

Sequência da segunda fase ( neste caso clínico específico)

24 ORTO

Sequência da segunda fase ( neste caso clínico específico)

25 ORTO Sequência da segunda fase ( neste caso clínico específico)

26 ORTO Sequência da segunda fase ( neste caso clínico específico)

27 ORTOSequência da segunda fase ( neste caso clínico específico)

28 ORTO2Sequência da segunda fase ( neste caso clínico específico)

29 ORTOSegunda fase terminada!

39 panoramica final

Radiografia panorâmica após a finalização da ortodontia tridimensional.

30 ress comparativa frontal dir 1 RNM: Comparação do corte frontal da ATM DIREITA, boca fechada, antes do tratamento neurofisiológico,  e da mesma ATM DIREITA após a FINALIZAÇÃO DA SEGUNDA FASE, com a ortodontia tridimensional.

Pode-se observar a descompressão da articulação temporomandibular, especialmente no polo lateral.

30 ress comparativa frontal dir 1 flecha    RNM: Comparação do corte frontal da ATM DIREITA, boca fechada, antes do tratamento neurofisiológico,  e da mesma ATM DIREITA após a FINALIZAÇÃO DA SEGUNDA FASE, com a ortodontia tridimensional.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular, especialmente no polo lateral. Observe as setas.31 ress comparativa frontal esq 1  RNM: Comparação do corte frontal da ATM ESQUERDA, boca fechada, antes do tratamento neurofisiológico,  e da mesma ATM ESQUERDA após a FINALIZAÇÃO DA SEGUNDA FASE, com a ortodontia tridimensional.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular.

31 ress comparativa frontal esq 1 flecha  RNM: Comparação do corte frontal da ATM ESQUERDA, boca fechada, antes do tratamento neurofisiológico,  e da mesma ATM ESQUERDA após a FINALIZAÇÃO DA SEGUNDA FASE, com a ortodontia tridimensional.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular.Observe as setas.32 ressonancia comparativa 1  RNM: Comparação do corte sagital da ATM ESQUERDA, boca fechada, antes do tratamento neurofisiológico,  e da mesma ATM ESQUERDA após a FINALIZAÇÃO DA SEGUNDA FASE, com a ortodontia tridimensional.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular.33 ressonancia comparativa 2 RNM: Comparação do corte sagital da ATM ESQUERDA, boca fechada, antes do tratamento neurofisiológico,  e da mesma ATM ESQUERDA após a FINALIZAÇÃO DA SEGUNDA FASE, com a ortodontia tridimensional.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular.

34 ressonancia comparativadir 1 int  RNM: Comparação do corte sagital da ATM DIREITA, boca fechada, antes do tratamento neurofisiológico,  e da mesma ATM DIREITA após a FINALIZAÇÃO DA SEGUNDA FASE, com a ortodontia tridimensional.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular.

Melhora na relação entre a cabeça mandibular e o disco articular.

35 ressonancia comparativadir 2int

RNM: Comparação do corte sagital da ATM DIREITA, boca fechada, antes do tratamento neurofisiológico,  e da mesma ATM DIREITA após a FINALIZAÇÃO DA SEGUNDA FASE, com a ortodontia tridimensional.

Nota-se a descompressão da articulação temporomandibular.

36 eletromiografia finalRegistro eletromiográfico em oclusão neurofisiológica APÓS A FINALIZAÇÃO DA ORTODONTIA TRIDIMENSIONAL.

Nota-se  simetria nos músculos masseteres.

O músculos digástricos já não se ativam antes dos músculos masseteres na deglutição. Isso  implica que o paciente fecha os dentes e, a partir daí deglute, e não ao contrário, como no primeiro registro em oclusão habitual antes do tratamento.

Quer dizer que os  objetivos conseguidos na PRIMEIRA FASE com o DIO em posição neuromuscular fisiológica foram mantidos após a finalização da ortodontia tridimensional.

37 eletromiografia comparativasComparação dos registros eletromiográficos:

Antes do tratamento, em oclusão habitual.

Com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica durante a PRIMEIRA FASE do tratamento.

APÓS A FINALIZAÇÃO DA ORTODONTIA TRIDIMENSIONAL.38 laterais comparativasComparação das radiografias laterais do paciente:

Antes do tratamento, em oclusão habitual.

Com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica durante a PRIMEIRA FASE do tratamento.

APÓS A FINALIZAÇÃO DA ORTODONTIA TRIDIMENSIONAL.38 laterais comparativas 1  Comparação dos valores da (Relação Maxilo-Mandibular) :

Antes do tratamento, em oclusão habitual.

Com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica durante a PRIMEIRA FASE do tratamento.

APÓS A FINALIZAÇÃO DA ORTODONTIA TRIDIMENSIONAL.

41 OCLUSAO FINALEm uma revisão,  após dois anos de terminada a SEGUNDA FASE da Ortodontia Tridimensional, fotografei a oclusão habitual do paciente.

O paciente continua sem sintomatologia.

Na posição postural da mandíbula e na sua complexa relação tridimensional com a maxila, pequenos detalhes são fundamentais, especialmente em um paciente hiperlasso.

Não se trata de um caso de mordida profunda, nem de um caso em que simplesmente colocar a guia incisiva mais para frente resolveria o problema.

Nas imagens, a compressão tridimensional deste paciente se mostra de forma SUTIL, mas não por isso ela é menos DEVASTADORA.

Cada caso é um caso e cada ser humano é um individuo único.

depoimento

Eu fui encaminhado por outro dentista para a Dra. Lidia, pois vivia com dores de cabeça e dor no pescoço.

Na primeira avaliação, a Dra. foi muito atenciosa explicando todo o método de tratamento e tudo que era necessário para alcançar os resultados esperados.

Ao longo do caminho, não tive mais dores de cabeça nem dores articulares: eu estava livre.

Toda a equipe da Clínica MY foi muito dedicada ao meu tratamento, que  teve um excelente resultado.

Hoje, sou muito agradecido à Dra. Lidia e à sua equipe por toda a atenção.

Um grande abraço para a Clínica MY!