A articulação temporomandibular (ATM) como gatilho periférico na dor de cabeça. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

1 FRENTEPaciente de sexo feminino com queixa principal de dor de cabeça se apresenta na clínica, encaminhada por um colega de trabalho que tinha sido tratado na clínica pelo mesmo motivo.

A queixa principal da paciente era de dor de cabeça com alta frequência.   A paciente relata ter investigado a causa da dor e inclusive já tinha feito por solicitação do neurologista uma ressonância nuclear magnética de crânio que não acusou nenhuma anormalidade.

1 PERFILA paciente já tinha consultado com Neurologista, Otorrinolaringologista, Ortopedista e com o clínico geral.A paciente também refere dor de coluna.
2 DENTES INICIAISOclusão habitual da paciente no dia da consulta.

3 OCLUSAISVista oclusal superior e inferior da paciente no dia da consulta.

Os incisivos superiores e inferiores mostram sinal de desgaste.

7 PANORAMICARadiografia panorâmica inicial da paciente antes do tratamento.

Ausência do segundo pré-molar superior direito e dos terceiros molares inferiores.

A paciente relata que o pré-molar superior foi extraído na adolescência por falta de espaço para a erupção do canino.

O primeiro molar superior do lado esquerdo e o primeiro molar inferior do lado esquerdo apresentavam tratamento endodôntico com restaurações extensas e risco de fratura , foi informado da necessidade de extrair  o terceiro molar retido.

Os procedimentos só seriam efetuados após a descompressão articular.

8A LAMINOGRAFIAA laminografia das articulações temporomandibulares mostra uma modificação do eixo de crescimento do côndilo mandibular no lado esquerdo provocado por um traumatismo na primeira infância, (fratura em talo verde).

Na posição de abertura máxima observa-se limitação no movimento de abertura em ambos os processos articulares bem como aplainamento superior da cabeça da mandíbula direita.
Observa-se  aplainamento posterior no lado esquerdo.

4 TELEPERFILRadiografia lateral da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

5 C7Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente em oclusão habitual antes do tratamento. Nota-se a perda da lordose cervical, retificação da coluna cervical.

6 FRONTALRadiografia frontal da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

8b ressonancias sagitaisRNM: cortes sagitais da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a faceta na superfície superior e aplainamento posterior do côndilo mandibular.

8Dressonancias sagitais CORTES SUPERIORESNota-se a importante compressão posterior do côndilo esquerdo.

Objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular.

8B CINECIOGRAFIA 1BOs músculos mastigatórios da paciente foram desprogramados eletronicamente e foi registrada a posição de repouso com um cinesiógrafico computadorizado.

A paciente apresentava um espaço livre interoclusal patológico de 6,3 mm e uma retroposição mandibular de 0,5 mm.

9 ORTESECom o registro obtido com o cineciógrafo computadorizado foi confeccionado um dispositivo intraoral (DIO) para reposicionar tridimensionalmente a mandíbula.

A posição NEUROMUSCULAR FISIOLÓGICA, foi gravada sob a forma de um registro de mordida oclusal, que mais tarde foi utilizado para fabricar um DIO ( dispositivo intraoral)

9D PANORAMICA COM ORTESERadiografia panorâmica da paciente durante o tratamento com o dispositivo intraoral.

9C COMPARATIVAS DE TELEPERFIL 1Comparação das radiografias laterais e perfil da paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

10 FRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: no inicio do tratamento em oclusão habitual, durante o tratamento com o DIO (dispositivo intraoral) em oclusão neuromuscular fisiológica.

10A C7 COMPARATIVASComparação das radiografias laterais e da coluna cervical da paciente: em oclusão habitual antes do tratamento e com o DIO (dispositivo intraoral), em posição neuromuscular fisiológica.

10B CONTROLE ORTESEControle do dispositivo intraoral (DIO). ESTES CONTROLES SÃO FEITOS COM FREQUÊNCIA durante a primeira e a segunda fase do tratamento  Modificando e aprimorando a POSIÇÃO NEUROMUSCULAR FISIOLÓGICA.

A paciente não relatou mais sintomatologia relacionada com a ATM. A bioinstrumentação também mostrou  objetivamente a melhora da função neuromuscular.

Foi decidido iniciar a SEGUNDA FASE do tratamento para retirar o DIO (dispositivo intraoral), mantendo a oclusão neuromuscular fisiológica.

Para isso utilizamos uma ortodontia tridimensional, onde os dentes são erupcionados para a nova posição neurofisiológica.

19 ORTO 0Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

20 ORTO 1Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

21 ORTO 2Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

22 ORTO 3Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

23 ORTO 4Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

24 ORTO 5Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

25 ORTO 6Durante a ortodontia tridimensional o DIO (dispositivo intraoral) é recalibrado e trocado para manter  à posição obtida na PRIMEIRA FASE

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

26 ORTO 7Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

28 ORTO 9Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

29 ORTO 9Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

30 ORTOSequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

Preparo para o aumento da largura dos incisivos superiores respeitando a posição Neuromuscular Fisiológica da paciente.

31 ORTOSequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

Preparo para o aumento da largura dos incisivos superiores respeitando a posição Neuromuscular Fisiológica da paciente.

32 orto finalFinalização da Primeira e da Segunda fase no tratamento das Patologias da ATM.  Reabilitação Neuromuscular Fisiológica.

Nesta sequencia específica foi proposto para a paciente outra possibilidade com importante melhoria da estética para o aumento das coroas clinicas dos incisivos superiores, devido a limitação neste caso das resinas compostas.

A paciente respondeu: que não trabalhava na televisão, que mesmo sabendo da limitação estética do procedimento com resinas, estava satisfeita porque para ela o objetivo do tratamento DOR  tinha sido alcançado.

33 OCLUSAIS FINAISVista oclusal superior e inferior da paciente após a finalização da segunda fase.

34 PANORAMICA FINALRadiografia panorâmica da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

Foi necessária a extração do primeiro molar superior e a colocação de um implante após enxerto ósseo. Foi também realizada a exodontia do terceiro molar superior esquerdo incluso.

35 LAMINOGRAFIA FINALLaminografia das articulações temporomandibulares da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

36 PERFIL FINALRadiografia lateral e perfil da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

37 C7 FINALRadiografia lateral e da coluna cervical da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

38 FRONTAL FINALRadiografia frontal da paciente após a finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

39 FRONTAIS COMPARATIVASRadiografias frontais comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

40 C7 COMPARATIVASRadiografias laterais e da coluna cervical comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

41 PERFIL 3 COMPARATIVASRadiografias laterais e perfil comparativas da paciente: antes do tratamento, durante a primeira fase do tratamento e após a finalização com ortodontia tridimensional.

43 DENTES COMPARATIVASOclusão comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional  e reabilitação neuromuscular fisiológica.

44 OCLUSAIS comparativasVista oclusal superior e inferior comparativa da paciente antes e após da finalização da segunda fase do tratamento mediante uma ortodontia tridimensional e reabilitação neuromuscular fisiológica.

45 CINECIOGRAFIA finalRegistro cineciográfico após a finalização da primeira e da segunda fase do tratamento neuromuscular fisiológico.

As trajetórias neuromusculares são coincidentes. Teríamos gostado de conseguir um espaço interoclusal de 2,5 a 3 mm, foi conseguido 4,1 mm

46 DEPOIMENTO 1Depoimento da paciente:

Querida Lidia,

Sabe eu realmente me dei conta de quanto o tratamento pelo qual me submeti melhorou a minha qualidade de vida quando estive este ano na clínica (2018) e olhei a minha ficha com as informações que eu havia registrado quando eu iniciei o tratamento. Para ser sincera eu nem me lembrava que antes do tratamento eu tinha dores nas articulações da mandíbula!! E como eram fortes.

Sempre tive dores de cabeça e enxaqueca, além é claro das dores na articulação da mandíbula. Registro o sempre pois lembro que quando era criança já as sentia. Me sentia muito mal e indisposta quando tinha crises.

Em uma determinada fase da minha vida em função do aumento da frequência das dores de cabeça e os constantes vômitos fui a muitos médicos pois pensei que estava com problema de estômago. Achava que as minhas dores de cabeça e enxaqueca eram consequência disso.

47 DEPOIMENTO 2

Mas com base nos exames que fiz à época, a minha clínica geral me disse que a questão do estômago era na verdade uma consequência das fortes dores de cabeça e enxaqueca.

Então, ela me indico procurar um neurologista para avaliação e tratamento. Fui ao neurologista, fiz exames, tratamento, tentei evitar a lista enorme de alimentos que ele me informou como prováveis desencadeadores de enxaqueca. Tudo o que fiz reduziu um pouco as dores de cabeça, mas não resolveu o problema que me atormentava.

E foi durante uma das minhas “crises” de dor de cabeça que um colega de trabalho comentou a possibilidade de que eu fizesse uma avaliação com uma dentista que o tinha tratado quando teve problemas na ATM. Para ser sincera não tinha nem bem noção do que era, mas quando se tem dor, toda a tentativa é válida.

47 DEPOIMENTO 3

Fiz a consulta, disponibilizei os exames que eu já havia feito na região da cabeça e lembro que na minha primeira conversa com a Lidia ela comentou que os exames indicavam que na minha  infância provavelmente eu havia sofrido uma queda que provocou uma modificação no crescimento da  minha mandíbula . Exatamente o lado em que tinha as dores de cabeça e a enxaqueca.

Saliento que em nenhum momento fiz o tratamento por uma questão estética, mas sim buscando, se não possível evitar as dores, mas minimiza-las.

Passei vários anos frequentando a clínica. Lembro que a minha placa em um dos estágios do tratamento era um “big monster” (kkk) considerando a sua altura.

Aos poucos ao longo do tratamento fui notando a redução das dores de cabeça e de frequência entre as crises de enxaqueca.

Hoje, pensando no antes e no depois do tratamento me dou conta de o quanto o tratamento, embora prolongado, melhorou a minha qualidade de vida.

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com cefaleia durante 30 anos. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e segunda fase . Caso clínico.

1 FOTOS FRENTE

Paciente de sexo feminino se apresenta na clínica, encaminhada pelo reumatologista com queixas de dor de cabeça, frequência diária, desde os 23 anos de idade. A paciente associa o inicio da dor de cabeça com a instalação de uma coroa definitiva no incisivo central superior direito. Aos 12 anos de idade a paciente tinha sofrido um traumatismo que provocou a fratura da peça dentária. A paciente também relata bruxismo.

2 FOTOS PERFIL 2

A paciente relata que em consulta com um neurologista, foi solicitada uma ressonância nuclear magnética de crânio, na qual foi detectada uma alteração da sustância branca.

Na mesma época a paciente consulta um cardiologista . É detectado um FOP (Forame Oval Patente), sem necessidade de abordagem cirúrgica.

2A

Após anos e anos de consultas e tratamentos pela dor de cabeça diária, a paciente recebe um diagnóstico de fibromialgia.

A paciente faz uso de marevan 5mg por dia por indicação do cardiologista

Sandomigran 1 vez por dia por indicação  do Neurologista

Nexium 40 mg uma vez por dia  indicação do gastroenterologista

Marevan é um anticoagulante que prolonga o tempo de coagulação do sangue.

Marevan atua na prevenção do tromboembolismo venoso, do embolismo sistêmico em pacientes com prótese de válvulas cardíacas ou fibrilação atrial, do acidente vascular cerebral, do infarto agudo do miocárdio e da recorrência do infarto. Os anticoagulantes orais também estão indicados na prevenção do embolismo sistêmico em pacientes com doença valvular cardíaca.

Sandomigran, pizotifeno é um antamínico caracterizado por seu efeito inibitório polivalente sobre as aminas  biogênicas, como a serotonina, a histamina e a triptamina. É adequado ao tratamento profilático da enxaqueca, reduzindo a freqüência das crises. O pizotifeno também possui propriedades estimulantes do apetite e é levemente antidepressivo.

Nexium: Ação esperada do medicamento, desaparecimento dos sintomas de azia, dor epigástrica e de regurgitação ácida. Cicatrização das úlceras pépticas.

3 dentes

Oclusão habitual da paciente no dia da consulta. Nota-se a persistência de um dente decíduo inferior do lado esquerdo.

4 OCLUSAIS

Vista oclusal superior e inferior  da paciente no dia da consulta. Nota-se a persistência de um dente decíduo inferior do lado esquerdo.

Presencia de tórus mandibularis bilateral.
Os incisivos inferiores mostram sinal de desgaste.

5 PANORAMICA 1

Ausência dos elementos dentários 18, 28, 38 e 48. Manutenção do elemento 75 no arco dentário. O elemento 11 se encontra endodonticamente tratado. Presença de prótese fixa com pino intracanal no elemento 11.

6 LAMINOGRAFIA INICIAL

A laminografia das articulações temporomandibulares mostra uma modificação do eixo de crescimento de ambos os côndilos mandibulares provocado por um traumatismo na primeira infância, (fratura em talo verde).

7 TELEPERFIL

Radiografia lateral da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

8 FRONTAL

Radiografia frontal da paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

9 C7

Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente em oclusão habitual antes do tratamento. Nota-se a perda de espaço entre as vértebras cervicais, especialmente entre C5 e C6, onde também se observam osteófitos.

10

RNM: corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular. Faceta na superfície superior e aplainamento posterior do côndilo mandibular. O disco articular encontra-se deslocando anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post).

Nota-se a compressão posterior neste corte.

Na imagem de ressonância magnética das articulações temporomandibulares é fundamental interpretar fora da posição do disco a sua estrutura.

Em um disco articular como neste caso específico, afilado com pouca espessura, sem uma estrutura real capaz de manter uma boa função o objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular. Este disco articular específico não tem estrutura para cumprir a função para a qual é destinado.

11

RNM: outro corte sagital da ATM esquerda em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular. O disco articular encontra-se deslocando anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post)

Na imagem de ressonância magnética das articulações temporomandibulares é fundamental interpretar fora da posição do disco a sua estrutura.

Em um disco articular como neste caso específico, afilado com pouca espessura, sem uma estrutura real capaz de manter uma boa função o objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular. Este disco articular específico não tem estrutura para cumprir a função para a qual é destinado.

12

RNM: corte sagital da ATM direita em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular. Faceta na superfície superior e aplainamento posterior do côndilo mandibular. O disco articular encontra-se deslocando anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post).

Na imagem de ressonância magnética das articulações temporomandibulares é fundamental interpretar fora da posição do disco a sua estrutura.

Em um disco articular como neste caso específico, afilado com pouca espessura, sem uma estrutura real capaz de manter uma boa função o objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular. Este disco articular específico não tem estrutura para cumprir a função para a qual é destinado.

13

RNM: outro corte sagital da ATM direita em boca fechada, pode-se observar a anteversão do côndilo mandibular. Aplainamento posterior do côndilo mandibular. O disco articular encontrasse deslocando anteriormente, com redução nas manobras de boca aberta. (imagens em boca aberta não incluídas no post).

Nota-se a compressão posterior neste corte.

Na imagem de ressonância magnética das articulações temporomandibulares é fundamental interpretar fora da posição do disco a sua estrutura.

Em um disco articular como neste caso específico, afilado com pouca espessura, sem uma estrutura real capaz de manter uma boa função o objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular. Este disco articular específico não tem estrutura para cumprir a função para a qual é destinado.

14

RNM: outro corte sagital mais externo da ATM direita em boca fechada.

Nota-se a compressão posterior neste corte.

Em um disco articular como neste caso específico, afilado com pouca espessura, sem uma estrutura real capaz de manter uma boa função o objetivo primordial tem que ser a descompressão tridimensional do côndilo mandibular. Este disco articular específico não tem estrutura para cumprir a função para a qual é destinado.

17 registro inicial para o DIO

Os músculos mastigatórios da paciente foram desprogramados eletronicamente e foi registrada a posição de repouso com um cinesiógrafico computadorizado.

Foi confeccionado um dispositivo intraoral (DIO) para reposicionar tridimensionalmente a mandíbula.

A paciente apresentava um espaço livre interoclusal patológico de 4,4 mm e uma retroposição mandibular de 1, 6 mm, também um desvio para direita de um mm.

20 OCLUSAO DIO

A posição NEUROMUSCULAR FISIOLÓGICA, foi gravada sob a forma de um registro de mordida oclusal, que mais tarde foi utilizado para fabricar um DIO ( dispositivo intraoral)

21 Registro cinesiográfico para controlar o DIO em posição neurofisiológica

Controle do registro do dispositivo intraoral (DIO). ESTES CONTROLES SÃO FEITOS COM FREQUÊNCIA durante a primeira fase do tratamento, também monitorizados mediante eletromiografia de superfície. Em média esta primeira fase dura um ano. Modificando e aprimorando a POSIÇÃO NEUROMUSCULAR FISIOLÓGICA.

22 R C 1

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM esquerda fechada antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

23 RC2

RNM: outros cortes sagitais comparativos da ATM esquerda fechada antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

25 B RC5

RNM: cortes sagitais comparativos da ATM direita fechada antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

25 A RC4

RNM: outros cortes sagitais comparativos da ATM direita fechada antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

24 RC3

RNM: outros cortes sagitais comparativos da ATM direita fechada antes e após o tratamento Neuromuscular Fisiológico.
Nota-se a descompressão tridimensional da articulação. Objetivo primordial neste caso específico.

Após a conclusão da primeira fase do tratamento das patologias da ATM com a paciente SEM DOR DE CABEÇA, iniciamos a segunda fase do tratamento das patologias da ATM.

Neste caso específico: ortodontia tridimensional em conjunto com a reabilitação das peças dentárias necessárias e melhora estética dos dentes anteriores da paciente.

25 PANORAMICA ANTES DA ORTO

Neste momento eu tive que tomar uma decisão ante a permanência do dente decíduo, firme e sem mobilidade.

Não achei que devia extrair para a colocação do implante, e sim mantê-lo.

Esclareci para a paciente que na ortodontia poderíamos perdê-lo. Entendi que isso teria um comprometimento na oclusão da paciente, mas não me preocupou, estando a ATM descomprimida e a paciente funcionando bem, tanto eletromiograficamente como nos testes do cinesiógrafo computadorizado.

25 ORTO 1

É iniciada a segunda fase com  ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

26 ORTO 2

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

27 ORTO 3

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

28 ORTO 4

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica.

29 reconst do dente desiduo

Reconstrução em resina composta direta nos elementos 75 e 37 respeitando a posição Neuromuscular Fisiológica da paciente.

30 ORTO 6

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica. Reconstrução em resina composta direta nos elementos 36 e 37 respeitando a altura Neuromuscular Fisiológica da paciente.

31 ORTO 8

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, nesta paciente específica, preparo para a reconstrução dos elementos 33, 32, 31, 41, 42 e 43 respeitando a posição Neuromuscular Fisiológica da paciente.

32 ORTO 9

Reconstrução em resina composta direta nos elementos 33,32,31,41,42 e 43 respeitando a posição Neuromuscular Fisiológica da paciente, conjuntamente com a ortodontia tridimensional.

33 lentes de contato

Após a resolução das fortes dores de cabeça (motivo pelo qual a paciente procurou a clínica) e a finalizaçao da ortodontia tridimensional , foi decidido a confecção de facetas laminadas de canino a canino por motivos estéticos.

34 Finalizaçaoo da primeira e segunda faseFinalização da Primeira e da Segunda fase no tratamento das Patologias da ATM.  Reabilitação Neuromuscular Fisiológica.

36 LPANORAMICA FINAL

Radiografia panorâmica da paciente após a finalização do tratamento na Odontologia Neuromuscular fisiológica.

37 LAMINOGRAFIA FINAL

Laminografia das articulações temporomandibulares da paciente em oclusão neuromuscular fisiológica após a finalização do tratamento.

38 FRONTAL final

Radiografia frontal da paciente em oclusão neuromuscular fisiológica após a finalização do tratamento.

39 LATERAIS COMPARATIVAS

Radiografia laterais comparativas  da paciente antes e após o tratamento. A primeira em oclusão habitual e a segunda em oclusão neuromuscular fisiológica.

45 DEPOIMENTO 1

 

 

Aos 11 anos, tive uma queda e quebrei o dente incisivo superior. Na época, procurei um dentista, mas ele disse que, eu deveria esperar a fase adulta para fazer a coroa de porcelana.

Em 1986 já com 23 anos, procurei outro dentista para fazer a coroa. Após tratamento de canal, foi colocado a coroa.

No instante senti que tinha uma elevação que tocava no dente de baixo. No dia seguinte acordei com uma dor de cabeça sem fim. Dia após dia a dor se intensificava. Voltei ao dentista, relatei o fato e o mesmo disse que com o tempo iria se acomodar. Durante 25 anos investiguei o motivo da minha dor de cabeça com vários médicos.

Em 2006 um Reumatologista solicitou-me uma RMN do crânio, e foi identificado alterações na massa cinzenta. Neste período fui internada no HMV para fazer uma investigação, e o diagnóstico foi SAF e com isso foi introduzido topiramato 50 mg como preventivo de enxaqueca e anticoagulante. Estes medicamentos foram usados de 2006 até 2011.

45 DEPOIMENTO 2

Em 2007 fui submetida a uma quimioterapia sistêmica com METOTREXATO durante 1 ano. Em 2011 apareceu mais uma dor que era no quadril, então fui submetida a corticoide na veia durante 6 meses.

Resolvi abandonar o tratamento, pois nada adiantava. Procurei um neurologista conceituado que trocou toda a minha medicação por um antialérgico para prevenção da dor de cabeça e um antiplaquetário.

O diagnostico foi leucoencefalopatia em pequeno grau. Também abandonei o tratamento, pois também não funcionou.

Este neurologista encaminhou-me para um outro reumatologista que ao examinar-me identificou um problema na minha ATM e uma bursite no quadril.

O mesmo me encaminhou a Dra Lidia Yavich e para um ortopedista. Ao pouco tempo já não sentia a mesma dor de cabeça ao acordar. Depois de tudo isso, continuo fazendo RNM, e as alterações se estabilizaram.

45 DEPOIMENTO 3

Procurei uma opinião de um segundo neurologista, e o mesmo acha que todas as alterações que tenho são devidas a intensidade da dor de cabeça que eu sentia diariamente.

Ele não concordou com nenhum diagnóstico feito até o momento.

Eu também acredito nisso, pois depois do tratamento com a Dra Lidia, recuperei minha qualidade de vida.

A medicação que uso hoje: antiplaquetário devido às alterações já existentes e por possuir um forame oval patente.

Agradeço também ao Dr. Luis Daniel pelo tratamento conjunto na recuperação tanto funcional como estética.

Criança com Otalgia (dor de ouvido) e Perda Auditiva Condutiva: quando medir faz a diferença. Normalização dos limiares auditivos. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

Os sintomas da perda auditiva leve que ocorrem na infância muitas vezes passam despercebidos.

 Várias atividades físicas e psíquicas das crianças e adolescentes podem ser afetadas em função da diminuição da capacidade auditiva.

A perda auditiva condutiva resultante da disfunção da tuba auditiva RESULTANTE DAS DESÓRDENS TEMPOROMANDIBULARES é MUITAS VEZES NÃO CONSIDERADA.

 É  de fundamental importância uma detecção precoce desta deficiência.

Existem dois tipos gerais de perda auditiva: a perda auditiva condutiva e a perda auditiva neurossensorial.
A perda auditiva condutiva resulta de perturbações na passagem do som da orelha externa para a janela oval.

Anatomicamente, esta via inclui o canal auditivo, membrana timpânica e ossículos. Essa perda pode ser devido a impacção de cerume, perfuração da membrana timpânica, otite média, osteosclerosis, disfunção muscular intra-auricular, ou deslocamento dos ossículos pelo ligamento maleolar.

Já a perda condutiva neurossensorial resulta em função de anormalidades otológicas além da janela oval. Tais alterações podem afetar as células sensoriais da cóclea ou as fibras neurais do oitavo nervo craniano.

A perda de audição com a idade (presbiacusia) é um exemplo. Tumores no oitavo nervo craniano também podem levar a tal perda de audição.

1

Paciente de sexo masculino com onze anos de idade se apresenta na consulta com queixas de dor de cabeça, dor na nuca, dor nos ombros, dor no pescoço, adormecimento e formigamento nas mãos e DIMINUIÇÃO DA ABERTURA BUCAL.

1A

O paciente refere dor no ouvido esquerdo e sensação de entupimento nos ouvidos, principalmente do lado esquerdo. Também refere zumbidos em ambos os ouvidos e DIMINUIÇÃO DA AUDIÇÃO, EM AMBOS OS OUVIDOS. 
Toda perda auditiva referida pelo paciente,  tem que ser constatada por AUDIOMETRIA.

2

Na história clínica do paciente em questão é relevante na análise do caso o antecedente de traumatismos no mento na primeira infância assim como as infecções repetitivas de ouvido e garganta e uma pneumonia que o paciente teve com oito meses e que precisou de internação hospitalar.

3

Imagens da oclusão habitual do paciente  e vista oclusal superior e inferior. Fotografias do paciente sorrindo de frente e perfil no dia da consulta.

5-panoramica-inicial

Radiografia panorâmica inicial do paciente no dia da consulta.

5

Laminografia das articulações temporomandibulares do paciente antes do tratamento: podemos observar o posicionamento superior e posterior do processo articular do lado esquerdo na cavidade articular  quando a mandíbula encontra-se em posição de intercuspidação máxima.

Na posição de abertura máxima, observa-se angulação anterior do processo articular do lado esquerdo.

6

Imagem da oclusão habitual do paciente antes do tratamento, no dia da consulta. Podemos observar uma importante sobremordida.

Fica  evidente a falta do espaço para o correto posicionamento do canino superior do lado esquerdo.

7

Vista oclusal superior e inferior do paciente antes de tratamento. Fica  evidente a falta de espaço para o correto posicionamento do canino superior do lado esquerdo.

8

Radiografia lateral em conjunto com a imagem de perfil do paciente, antes do tratamento.
Perfil retrognático e retificação da coluna cervical.

9 res fechada

RNM TI: Um  corte sagital da ATM esquerda e da ATM direita em boca fechada.

Podemos observar facetas anteriores nas cabeças mandibulares tanto do lado direito como esquerdo. Na ATM direita o disco está levemente luxado anteriormente. Na ATM esquerda a luxação é mais evidente, estando a cabeça da mandíbula apoiada nos ligamentos retro discais.

10 res aberta

RNM TI: Um  corte sagital da ATM esquerda e da ATM direita em boca aberta.

Podemos observar facetas anteriores nas cabeças mandibulares tanto do lado direito como esquerdo. Ambos os côndilos mandibulares não conseguem transladar estando diminuída a abertura bucal.

12 cineciog 1

Registro cinesiógrafico inicial: perda da velocidade quando o paciente abre e fecha a boca. Não há coincidência entre as trajetórias de abertura e fechamento na vista sagital do registro. Limitação na abertura bucal, o paciente consegue abrir só 32,9 mm.

11 ELET INICIAL

Eletromiografia de superfície dinâmica do paciente em oclusão habitual antes do tratamento.

São medidos:

Temporais anteriores direito e esquerdo.

Masseteres direito e esquerdo

Digástricos direito e esquerdo

Trapézio superior direito e esquerdo

Ativação dos digástricos no fechamento, sendo que estes músculos só devem ser ativados na abertura.

Importante ativação dos trapézios superiores mesmo o paciente sendo instruído a abaixar os ombros ele ativa ambos os trapézios durante todo o exame.

13

O paciente refere dor no ouvido esquerdo e sensação de entupimento nos ouvidos, principalmente do lado esquerdo. Refere também zumbidos em ambos os ouvidos e DIMINUIÇÃO DA AUDIÇÃO EM AMBOS OS OUVIDOS

TODA PERDA AUDITIVA REFERIDA PELO PACIENTE, NESTE CASO TAMBÉM RELATADA PELOS PAIS DO PACIENTE, TEVE QUE SER CONSTATADA POR AUDIOMETRIA.

15 AUDIOMETRIA INICIAL

Uma audiometria é produzida usando uma medida relativa da audição do paciente, em comparação com um valor estabelecido “normal”. É uma representação gráfica das respostas limiares auditivas que são obtidas a partir de testes de audição no paciente através de estímulos de tons puros. Os parâmetros da audiometria são frequência, medida em ciclos por segundo Hertz (Hz) e intensidade, medida em decibéis (dB).

A primeira audiometria do paciente revela uma discreta hipoacusia no ouvido esquerdo e uma leve hipoacusia no ouvido direito.

Os sintomas da perda auditiva leve que ocorrem na infância muitas vezes passam despercebidos. É  de fundamental importância uma detecção precoce desta deficiência.
A perda auditiva é classificada em leve, na qual o ouvido não é capaz de detectar sons abaixo de 40 decibéis e há dificuldade de compreender a fala humana.

Na perda moderada, os sons abaixo de 70 decibéis não são ouvidos.

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Registramos a posição de repouso mandibular após a desprogramação eletrônica, em conjunto com a informação da ressonância nuclear magnética para a decisão do registro da mordida. Esses dados nos orientarão, para a construção tridimensional do DIO ( dispositivo intraoral).

O paciente apresenta um espaço livre patológico de 8,6 mm e uma retroposição mandibular de 8 mm.
Retrusão mandibular, seja causada por iatrogenia, traumatismo ou como resultado de má oclusão, resulta muitas vezes em otalgia ( dor de ouvido) devida à excessiva compressão dos tecidos retrodiscais.
A impressão do paciente é dor de ouvido.

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Informei aos pais do paciente, que nesta etapa, me preocuparia só com a saúde do paciente, melhorando a função, a sintomatologia e controlando a perda condutiva da audição.

A perda de audição resultante da disfunção da tuba auditiva, iniciada por transtornos temporomandibulares é em geral subjetiva.

Por isso a necessidade de um controle objetivo, por meio de audiometria.

Expliquei que não faria nenhuma intervenção ortodôntica neste estágio como para incluir na arcada o canino que estava desalinhado e sem espaço. Comuniquei que cuidaria disso mais tarde e que neste caso não haveria necessidade de extrair dentes. 

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No tratamento, 0 dispositivo instalado é controlado  por meio de eletromiografia de superfície para avaliar e comparar a sua função em relação aos registros anteriores.

20 AUDIOMETRIA 2

A segunda audiometria do paciente revela limiares normais no ouvido esquerdo e uma discreta hipoacusia no ouvido direito.

21 AUDIOMETRIA 1 e  2

Comparação da primeira e a segunda audiometria do paciente durante o tratamento.

Normalização dos limiares no ouvido direito e melhora nos limiares do ouvido esquerdo.

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Lesões estruturais podem produzir alterações funcionais que por sua vez aumentam as alterações estruturais.

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Alterações estruturais e funcionais.

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Mesmo uma articulação descomprimida demora em recuperar-se.

Algumas lesões estruturais podem ser recuperadas OUTRAS NÃO.

25A

Mesmo uma articulação descomprimida demora em recuperar-se.

Algumas lesões estruturais podem ser recuperadas OUTRAS NÃO.

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Leva tempo estabilizar os músculos durante o tratamento, pacientes diferentes, idades diferentes e patologias diferentes.

27 AUDIOMETRIA 3

A terceira audiometria do paciente revela limiares normais no ouvido esquerdo e limiares normais no ouvido direito.

28 AUDIOMETRIA 1 e  2 e 3

Comparação da primeira, segunda e terceira audiometria do paciente durante o tratamento.

Normalização dos limiares no ouvido direito e normalização dos  limiares do ouvido esquerdo.

Neste momento com a normalização da perda auditiva condutiva, com a remissão da sintomatologia,  melhora dos registros eletromiográficos e cineciográficos e melhora das estruturas nas imagens,  iniciamos a segunda fase por meio de uma ortodontia tridimensional.

29 SERIES DE ORTO 1

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico. LEMBRAR QUE NEM TODO CASO VAI PERMITIR A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SEGUNDA FASE.

30 SERIES DE ORTO 2

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico. LEMBRAR QUE NEM TODO CASO VAI PERMITIR A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SEGUNDA FASE.

30 A PERFIL E RAD LATERAL ORTO

Radiografia lateral em conjunto com a imagem do perfil do paciente, durante o tratamento.
Perfil estético e não retrognático como no inicio do tratamento.
Não ocorreu uma recuperação da lordose fisiológica mais SIM uma melhora na coluna cervical. 

31 SERIES DE ORTO3

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico. LEMBRAR QUE NEM TODO CASO VAI PERMITIR A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SEGUNDA FASE.

32  SERIES DE ORTO4

Sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico. LEMBRAR QUE NEM TODO CASO VAI PERMITIR A IMPLEMENTAÇÃO DE UMA SEGUNDA FASE.

33 RETIRADA DO DIO

Retirada do DIO ( dispositivo intraoral ) nesta fase da ortodontia tridimensional.

34 SERIES DE ORTO4

Imagem sem o dispositivo intraoral e finalização do tratamento na ortodontia tridimensional em oclusão neurofisiológica.

OCLUSAIS FINAIS

Imagens comparativas da vista oclusal superior e inferior  do paciente antes e após a finalização da primeira e a segunda fase do tratamento neurofisiológico.

35 AUDIOMETRIA 4

A quarta  audiometria do paciente após a finalização das duas fases do tratamento mantém os limiares normais no ouvido esquerdo e limiares normais no ouvido direito.

SERIES DE ORTO

Parte da sequência da ortodontia tridimensional na segunda fase do tratamento das patologias da ATM, neste paciente específico.

panoramicas comparativas

Radiografias panorâmicas comparativas: antes do tratamento e após a finalização da ortodontia tridimensional.

cef-comparativos

Radiografias laterais comparativas do paciente: no inicio do tratamento em oclusão habitual, após a finalização da ortodontia tridimensional em oclusão neurofisiológica e o controle, seis anos após a finalização do tratamento. 

37-cinesio-comparativos

Comparação dos registros cineciográficos computadorizados: antes e após o tratamento.
Abertura bucal do paciente passou de 32,9 mm para 38,9 mm.

Excelente  velocidade de abertura e fechamento.

37 eletro comparativo

Comparação dos registros eletromiográficos antes, durante e após o tratamento.

39 jaw trackwe  comparativoa

Comparação de registros após desprogramação mandibular: antes do tratamento a trajetória habitual não é coincidente com a trajetória neuromuscular.
Após o tratamento a trajetória habitual coincide tridimensionalmente com a trajetória neuromuscular.

40 todas as audiometrias

Comparação da primeira, segunda, terceira e quarta audiometria do paciente. 

Normalização dos limiares  no ouvido esquerdo e no ouvido direito.

FINALE FINALE

Várias atividades físicas e psíquicas das crianças e adolescentes podem ser afetadas em função da diminuição da capacidade auditiva. A perda auditiva condutiva resultante da disfunção da tuba auditiva RESULTANTE DAS DESÓRDENS TEMPOROMANDIBULARES é MUITAS VEZES DESCONSIDERADA.

É  de fundamental importância uma detecção precoce desta deficiência.

42 DEPOIMENTO 1

Ao terminar todo o tratamento, ainda adolescente, o paciente escreveu o seguinte depoimento:

A minha dentista me encaminhou para a ortodontista, por causa de um canino torto. Daí após uma radiografia panorâmica ela suspeitou que eu poderia ter um problema de ATM. Ela me encaminhou a Porto Alegre para fazer uma ressonância magnética, que constatou a suspeita de um problema na ATM. Comecei o tratamento e a Dra. Lidia também investigou o problema de zumbido e a diminuição da audição.

Quando era pequeno cai e bati o queixo, mas meus pais não sabiam que isso poderia afetar a minha ATM.

Eu sofria muita dor de ouvido e dor de garganta. Já tinha até marcado uma cirurgia no ouvido, mas após 6 meses de tratamento não foi mais necessário fazê-la. Hoje estou bem, tenho uma boa audição e não tenho mais zumbido e dores de garganta. Estou feliz com este tratamento, graças a Deus e a Dra.Lidia Yavich.

42 DEPOIMENTO

Segue o depoimento do mesmo paciente 7 anos após a finalização do tratamento:

Hoje, mais de sete anos após o término de meu tratamento da ATM com a doutora Lidia, e graças aos dons concedidos por Deus a ela, não tenho mais sofrido com as dores de ouvido, nem com dores de garganta ou perda da audição. Antes, eu tive a indicação de  fazer uma operação no ouvido pois estava perdendo a audição e isso não foi necessário com o tratamento da ATM, pois durante o tratamento fui acompanhado com exames que comprovaram que a minha audição melhorou. Hoje vivo minha vida normal, sem problemas com essas coisas do passado. Agradeço muito ao tratamento feito pela doutora Lidia, que tem  curado e melhorado minha vida.