Paciente apresentando Distonia Oromandibular dois anos após a primeira consulta, na qual apresentava disfunção temporomandibular sem distonia. Distonia oromandibular e a conexão com a disfunção crânio- cérvico- mandibular.

To read this publication in English click here.

Paciente de sexo feminino com 57 anos de idade comparece a consulta no ano de 2017 com queixa de dor nas articulações temporomandibulares e limitação de abertura bucal. De acordo com a anamnese preenchida pela própria paciente na consulta inicial ela relata  dor de cabeça eventual, zumbido, dor facial inespecífica, sons estranhos em ambos os ouvidos, dificuldade para abrir a boca e dor em ambas ATMs (articulações temporomandibulares).

1A FRENTE 2017A paciente relata que os seus sintomas iniciaram no ano de 2011 após um procedimento para trocar todas as obturações velhas de amalgama por resinas.

Relato resumido escrito pela paciente

Prezada Dra. Lidia ,

Segue o relato sucinto do que ocorreu com meu maxilar ou mandíbula.

Em 2011 procurei o dentista por indicação de uma amiga para retirar as antigas obturações (amalgamas).

O trabalho foi longo durante esse ano e eu fiquei satisfeita com o resultado.

Meses depois começou a me incomodar o lado direito da boca pois sentia como se um desnível estava ocorrendo quando eu fechava a boca. Retornei ao profissional e  ele alinhou novamente a altura dos dentes  e melhorou um pouco.

Comecei a sentir dores e em 2012, fui indicada a  ter uma consulta com uma profissional especialista em DTM que me receitou Mioflex para a dor.

Usei placa para bruxismo pois eu não conseguia abrir bem a boca, abria pouco (doía  o lado direito do rosto).

1 FRENTE E COSTAS 2017Fotografias posturais de frente e costas da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

Desalinhamento de ombros e anteriorização da cabeça.

2 PERFIL DIR E ESQ 2017Fotografias posturais de perfil direito e esquerdo da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

Importante anteriorização postural da cabeça. Nota-se o perfil prognata.

3 OCLUSAO 2017Oclusão habitual da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

4 OCLUSAIS 2017

Vista oclusal superior e inferior da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

Pequeno apinhamento no setor de incisivos inferiores.

Continuação do relato resumido escrito pela paciente

Após usar a placa para bruxismo a profissional especialista em DTM  me sugeriu  fisioterapia com a uma excelente profissional fisioterapeuta especialista em traumas no rosto com acidentes de carro etc.

Com as consultas dela a boca voltava para o lugar  e a dor diminuía muito, mas com o frio repuxava para a direita novamente.

Tomei caixas  de Mioflex pois me doía na região da ATM direita e me dava dor de cabeça.

Consultei mais outros ortodontistas e  recomendaram placa.

Para aliviar as dores fiz mais de um ano de acupuntura com outra  fisioterapeuta.  Era ótimo, pois a dor aliviava muito. A fisioterapeuta saiu para morar fora do Brasil e eu fiquei sem fazer acupuntura.

Um dia em 2017 tendo muita dor encontrei seu nome na internet e li um testemunho maravilhoso.

Fui ate à senhora, mas não tive condições  de fazer o tratamento.

5 PANORAMICA 2017Radiografia panorâmica da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

6 LAMINOGRAFIA 2017Laminografia  da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

7 FRONTAL 2017Radiografia frontal da paciente na primeira consulta no ano de 2017. Desvio mandibular para direita. Desvio da linha mediana para direita. Coluna cervical e processo odontóide centralizado.

7 FRONTAL desenhada 2017Radiografia frontal da paciente na primeira consulta no ano de 2017. Desvio mandibular para direita. Desvio da linha mediana para direita. Coluna cervical e processo odontóide centralizado. Desenho para facilitar reconhecimento das estruturas.

8 LATERAL 2017Radiografia lateral da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

Observa-se o perfil com protrusão mandibular.

Importante anteriorização da cabeça. Observa-se o perfil com protrusão mandibular.

9 C7 2017

Radiografia lateral e da coluna cervical  da paciente na primeira consulta no ano de 2017.

Importante anteriorização da cabeça. Observa-se o perfil com protrusão mandibular.

10 eletromiog dinamica inicial 2017Eletromiografia dinâmica inicial da paciente em oclusão habitual na primeira consulta no ano de 2017.

Esta eletromiografia registrada na consulta do ano de 2017 mostra  importante assimetria dos músculos masseteres direito e esquerdo entre si e dos temporais direito e esquerdo entre si. O masseter do lado direito encontra-se em espasmo com muito pouca ativação na máxima intercuspidação. O digástrico do lado esquerdo em ativação constante durante todas as funções.

Nesta eletromiografia se solicita ao paciente abrir e fechar a boca. Apertar os dentes fortemente em máxima intercuspidação e deglutir.

DIREITA SAGITAL E FRONTAL FECHADA 2017RNM: corte sagital DP e frontal T1 da ATM direita fechada no ano de 2017.

Deflexão do côndilo mandibular por traumatismo na primeira infância e retificação do aspecto superior do côndilo mandibular.

ESQUERDA 1 SAGITAL E FRONTAL FECHADA 2017RNM: corte sagital DP e frontal T1 da ATM esquerda fechada no ano de 2017.

A imagem não está boa pelo nervosismo da paciente dentro do ressonador. O côndilo mandibular do lado esquerdo encontra-se anteriorizado mesmo com a boca fechada.

DIREITA E ESQUERDA ABERTA 2017RNM: corte sagital T1 de ambas ATMs direita e esquerda abertas no ano de 2017.

Pode se observar a limitação de abertura no côndilo direito, coincidente com a queixa clínica. Nesta imagem pode se observar muito bem no côndilo direito a sequela de fratura em talo verde por traumatismo na primeira infância.
A seguir a documentação da paciente em 2019 dois anos após a primeira consulta.

10A FRENTE 2019A mesma paciente de sexo feminino com 59 anos de idade retorna para consultar e iniciar o tratamento  no ano de 2019, dois anos após a primeira consulta. De acordo com a anamnese, novamente preenchida pela própria paciente na consulta ela relata: dor de cabeça eventual, zumbido, dificuldade para mastigar, rigidez na nuca, dor no ombro esquerdo, dor na ATM direita Movimentos involuntários da mandíbula, Distonia Oromandibular.

Distonia e Distonia oromandibular

Distonia pode ser definida como contrações involuntárias e prologadas, resultando em movimentos de torção e na adoção de posições anormais. Movimentos involuntários rítmicos e oscilatórios, devidos à contração alternada ou sincrônica de músculos antagonistas com inervação recíproca.

A distonia pode ocorrer em praticamente em todos os grupos musculares. Varias denominações são usadas para descrever as diversas localizações da distonia.

A distonia é chamada de oromandibular quando se localiza na parte inferior da face, lábios e mandíbula, o paciente apresentando abertura o fechamento involuntário da boca, retração ou franzimento dos lábios e pode apresentar contrações repetidas do platisma.

Relato resumido escrito pela paciente no retorno para o tratamento em 2019, continuação do relato em 2017 na primeira consulta.

Após consultar com você em 2017, fui indicada na época para outra profissional e logo coloquei o primeiro aparelho funcional. A dor desapareceu e a boca começou a voltar para a posição normal (repuxava muito para a direita).

Usei mais dois aparelhos com ela sempre moveis, sendo o ultimo o que apresenta melhora na simetria do meu rosto.

Ela fez o que pode ate aqui e agora sigo com você, pois quero meu sorriso de volta e também que o zumbido desapareça.

Quando tomo a noite Frontal (alprazolam) meu musculo da face relaxa e o maxilar retorna a posição normal, mas quando o efeito passa começa a se deslocar novamente.

Também uso a noite este ultimo aparelho que a Dra. confeccionou.

Importante dizer que estive em dois neurologistas e a observação era para eu controlar sempre a vitamina B12 Desde a primeira consulta tenho tomado Citoneurin.

Histórico de traumatismos:

Em 1996 não lembro bem do ano cai de uma escada e fui batendo com as costas ate chegar o chão. Fui atendida no hospital  e não tive fraturas.

Em 2003 eu sofri um acidente num parque de diversões quando um carrinho que vinha atrás do meu sem freios bateu violentamente nas minhas costas.

Fui atendida no hospital não houve fraturas usei um colete no pescoço por um tempo e tomei Tramal.

Sofri mais dois acidentes de carro onde bateram na minha traseira e sofri o que se chama “golpe de chicote”, eu estava dirigindo.

Faço musculação duas vezes por semana já faz dois anos, antes eu fazia Pilates.

Que eu saiba tenho uma perna mais curta que a outra.

Documentação da paciente ao retornar no ano de 2019, para iniciar o tratamento

10 FRENTE E COSTAS 2019Fotografias posturais de frente e costas quando a paciente retornou para iniciar o tratamento em 2019. Chama a atenção o desvio mandibular para a direita em comparação com as fotografias posturais do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

11 PERFIL DIR E ESQ 2019Fotografias posturais de perfil direito e esquerdo quando a paciente retornou para iniciar o tratamento em 2019. Chama a atenção que a mandíbula que tinha uma posição protruída nas primeiras fotografias apresenta uma posição mais reta em comparação com as fotografias posturais do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

Vídeo da paciente na consulta em 2019 quando retorna usando um aparelho funcional, que aliviou certas dores, mas já com DISTONIA OROMANDIBULAR.
Nota-se a dificuldade da paciente para conseguir fechar a boca. Foi colocado um filtro nos olhos para não identificar a paciente. A paciente tenta fechar os olhos fortemente para controlar o movimento mandibular (truque sensorial), mas não consegue.

12 OCLUSAO 2019Oclusão habitual da paciente quando  retornou para iniciar o tratamento em 2019. Chama a atenção uma modificação da linha mediana em comparação com as fotografias posturais do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

13 OCLUSAIS 2019Vista oclusal superior e inferior da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019. Chama a atenção o alinhamento do apinhamento inferior em comparação com as fotografias oclusais do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

14 PANORAMICA 2019Radiografia panorâmica da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

15 LAMINOGRAFIA 2019Laminografia da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

16 FRONTAL 2019Radiografia frontal da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019. Importante lateralização da coluna cervical para direita e deslizamento do processo odontóide do axis para direita em comparação com a radiografia frontal do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

16 FRONTAL 2019 marcadoRadiografia frontal da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019. Importante lateralização da coluna cervical para direita e deslizamento do processo odontóide do axis para direita em comparação com a radiografia frontal do ano 2017, que serão comparadas mais a frente. Desenho para facilitar reconhecimento das estruturas.

17 LATERAL 2019Radiografia lateral da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

Chama a atenção que a mandíbula que tinha uma posição protruída nas primeiras radiografias apresenta uma posição mais reta em comparação com as fotografias posturais do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

18 C7 2019Radiografia lateral e da coluna cervical da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

Chama a atenção que a mandíbula que tinha uma posição protruída nas primeiras radiografias apresenta uma posição mais reta em comparação com as fotografias posturais do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

Aumento da cifose torácica alta e anteriorização da sexta vértebra cervical em comparação com as radiografias do ano 2017, que serão comparadas mais a frente.

19 emg dinamica 2019Eletromiografia dinâmica  da paciente em oclusão habitual quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

Esta eletromiografia registrada na consulta do ano de 2019 mostra  maior assimetria dos músculos pares masseteres direito e esquerdo entre si e temporais direito e esquerdo entre si, em comparação com a eletromiografia registrada no ano 2017. O músculo masseter do lado direito encontra-se em espasmo com muito baixa ativação na máxima intercuspidação. Nesta eletromiografia foram medidos os esternocleidomastoideos direito e esquerdo. O músculo esternocleidomastoideo do lado esquerdo encontra-se ativado durante todas as funções.

Nesta eletromiografia se solicita ao paciente abrir e fechar a boca. Apertar os dentes fortemente em máxima intercuspidação e deglutir.

DIREITA E ESQUERDA ABERTA 2019RNM: corte sagital T1 de ambas ATMs direita e esquerda abertas quando a paciente retornou para iniciar tratamento no ano de 2019.

O  côndilo direito melhorou a abertura mais ainda está limitada, lembrar que a cabeça mandibular tem uma deflexão e da uma aparência que chega a eminência articular. A abertura nos casos com deflexão do côndilo deve ser avaliada tomando como referência a continuação do corpo e colo mandibular.  Nesta imagem pode se observar muito bem no côndilo direito a sequela de fratura em talo verde por traumatismo na primeira infância.

DIREITA SAGITAL E FRONTAL FECHADA 2019RNM: Corte sagital e frontal da ATM direita fechada quando a paciente retornou para iniciar tratamento no ano de 2019.
Leve retroposição do côndilo no corte sagital em comparação com a imagem de 2017.

ESQUERDA 1 SAGITAL E FRONTAL FECHADA 2019RNM: Corte sagital e frontal da ATM esquerda fechada quando a paciente retornou para iniciar tratamento no ano de 2019.
Retroposição do côndilo no corte sagital em comparação com a imagem de 2017 onde estava anteriorizado.

Comparação da documentação da paciente da primeira consulta em 2017 e  quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

19 COMPARATIVAS FRONT 2017 2019Imagens frontais comparativas da paciente na primeira consulta em 2017 e quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

Chama a atenção o maior desvio mandibular para a direita em comparação com as fotografias posturais do ano 2017.

Maior antero-rotação de ambos os ombros.

20 COMPARATIVAS PERFIS DIR E ESQ 2017 2019Imagens de perfil direito e esquerdo comparativas da paciente na primeira consulta em 2017 e quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

Maior antero-rotação de ambos os ombros nas imagens de 2019

Maior anteriorização da cabeça nas imagens de 2019 deslocando ainda mais o centro de gravidade.

A mandíbula se encontra mais retro posicionada nas imagens de 2019 em comparação as imagens em 2017.

21 OCLUSOES COMPARATIVAS 2017 2019Imagens comparativas da oclusão habitual da paciente quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.
Modificação da linha mediana em comparação com as fotografias posturais do ano 2017.

22 OCLUSAIS COMPARATIVAS 2017 2019Imagens comparativas da vista oclusal superior e inferior  da paciente quando  retornou para iniciar o tratamento em 2019. Chama a atenção o alinhamento do apinhamento inferior em comparação com as fotografias oclusais do ano 2017.

23 frontais COMPARATIVAS 2017 2019Radiografias frontais comparativas da paciente na primeira consulta  em 2017 e quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

Importante lateralização da coluna cervical para direita e deslizamento do processo odontóide do axis para direita em comparação com a radiografia frontal do ano 2017.

23 frontais COMPARATIVAS 2017 2019 desenhadasRadiografias frontais comparativas da paciente na primeira consulta  em 2017 e quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

Importante lateralização da coluna cervical para direita e deslizamento do processo odontóide do axis para direita em comparação com a radiografia frontal do ano 2017. Desenho para facilitar a visualização.

24 laterais COMPARATIVAS 2017 2019Radiografias laterais comparativas da paciente na primeira consulta  em 2017 e quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

A mandíbula que tinha uma posição protruída nas primeiras radiografias apresenta uma posição mais reta em comparação com as fotografias posturais do ano 2017. Posição mais comprimida.

Maior anteriorização da cabeça na radiografia de 2019 em comparação com a radiografia em 2017.

25 c 7 comparativas COMPARATIVAS 2017 2019Radiografias laterais e da coluna cervical comparativas da paciente na primeira consulta  em 2017 e quando retornou para iniciar o tratamento em 2019.

A mandíbula que tinha uma posição protruída nas primeiras radiografias apresenta uma posição mais reta em comparação com as fotografias posturais do ano 2017. Posição mais comprimida.

Maior anteriorização da cabeça na radiografia de 2019 em comparação com a radiografia em 2017.

Aumento da cifose torácica alta na radiografia de 2019 em comparação a radiografia de 2017.

Vídeo da paciente quando retornou para o tratamento ANTES de instalação da órtese 

Pode se perceber a movimentação involuntária da mandíbula e a paciente tentando apertar os lábios  para controlar o movimento.
Foi colocado um filtro e retirado o áudio.

Conteúdo do Vídeo: Bom dia, isto que tu tens é uma distonia oromandibular, sabias disso?
A Doutora que estava me tratando levou meu caso para São Paulo para um congresso e comentaram da distonia oromandibular. Aí consultei com um neurologista que falou que era uma discinesia. Ele afirmou que a ressonância nuclear magnética não mostrava nada que neurologicamente eu não tinha nada. Falou que podia continuar com o aparelho funcional e receitou um ansiolítico e Citoneurin.

Início do tratamento:

Neste caso específico de distonia oromandibular, NÃO FOI POSSÍVEL a utilização do cineciógrafo computadorizado para o registro da mordida, devido aos movimentos laterais mandibulares.

REGISTRO DE SILICONANão foi possível o registro da posição neuromuscular fisiológica de repouso mandibular no cineciógrafo computadorizado, invalidado pelos movimentos involuntários da mandíbula da paciente.

exemplo de mordida com pulso coordenadoExemplo de registro de repouso mandibular em posição neuromuscular fisiológica com o cineciógrafo computadorizado de um paciente com patologia da ATM, mas SEM DISTONIA OROMANDIBULAR. Pode-se observar o pulso simétrico e repetitivo que corresponde à elevação da mandíbula pela ação do TENS.

O registro para a confecção da órtese foi efetuado utilizando informações da eletromiografia de superfície (registro já postado) e o Tens, sem utilização do cineciógrafo computadorizado devido aos movimentos mandibulares. Tendo em conta a  descompressão articular e os testes musculares manuais de força de braços e pernas em coordenação com a órtese confeccionada.

Conjuntamente com a instalação da órtese de uso continuo a paciente foi encaminhada para tratamento osteopático com a Dra. Kaciane Boschetti para  ajustes da biomecânica e alinhamento corporal.

Vídeo com a paciente utilizando a ortese mandibular.

Conteúdo do Vídeo:

Oi tudo bom?

Oi Dra. bom dia neste dia maravilhoso cheio de sol mais quentinho de primavera, estou aqui muito feliz fazendo a minha revisão.

A minha boca, a mandíbula está voltando ao normal, essa correria que a mandíbula estava fazendo, está passando, estou me sentindo bastante positiva em relação ao tratamento, eu sei que isto é uma caminhada, estou aqui há pouco tempo e estou conseguindo pelo menos ter o meu rosto de volta. Espero ficar totalmente curada, acredito em milagres, sé que não depende de mi mais eu estou fazendo o que tenho que fazer.

Vídeo com a paciente sem a ortese mandibular.

Conteúdo do Vídeo:

Sou eu estou gravando este vídeo para ti para te dizer que estou saindo para uma janta agora, eu me maquilhei, botei batom e estou esperando fazer sucesso hoje à noite.

Quero te agradecer o carinho e a dedicação comigo. Um beijo grande querida. Estou sem aparelho agora.

Considerações das desórdens de movimento e sua conexão com a ATM.

Distonia é um termo que define um grupo de doenças caracterizadas por espasmos musculares involuntários que geram movimentos e posturas anormais de determinada parte ou de todo o corpo.

Distonia oromandibular: caracteriza-se por espasmos na região inferior da face, tais como os lábios, boca, língua e mandíbulas. Os sintomas mais frequentes são a dificuldade para mastigar, abrir a boca, deglutir alimentos e articular as palavras.

É muito grande a prevalência de desordenes temporomandibulares na distonia oromandibular. É importante que os profissionais de saúde estejam familiarizados com a distonia oromandibular e com as desordens temporomandibulares.

O nervo dental que inerva os músculos da mandíbula e a ATM também se mistura com os nervos do pescoço. Portanto, a disfunção nas estruturas cervicais geralmente leva a problemas na mandíbula e vice-versa.

Neurite do ramo auriculotemporal do nervo trigêmeo, que tem entrada direta na formação reticular (FR)  pode ativar as células da região pontina da FR conhecidas por o controle e desvio da postura da cabeça.

Órteses de precisão podem ajudar modificando os reflexos nociceptivos na região da articulação temporomandibular. É fundamental um trabalho de ajustes da biomecânica e alinhamento corporal feito por profissionais especializados e com experiência em pacientes distonicos.

Cada paciente é ÚNICO, o tempo e o resultado também são únicos para cada paciente. Em geral aqueles pacientes onde a distonia focal está instalada há menos tempo tem uma resposta mais rápida e mais favorável.

Têm pacientes que levam anos para melhorar e outros onde a melhora é mais rápida. Não da para prever isto no inicio.

Neste caso específico a paciente se sente muito bem hoje em dia, sem o uso da órtese, este fato é incomum, as minhas recomendações: levar sempre a órtese com ela e continuar com todas as indicações dadas pela osteopata.
Solicitei da paciente radiografias para avaliar as modificações tanto mandibulares como da cervical alta.

Agradeço profundamente ao Dr. Anthony B. Sims pelos seus ensinamentos na área de desórdens do movimento e a sua relação com a ATM.
Este conhecimento é fundamental pela grande quantidade de pacientes que podem ser ajudados.

DEPOIMENTO 1Depoimento da paciente:

Boa noite Dra. Lídia

Segue meu testemunho.

Estes últimos meses tem sido maravilhosos em minha vida.

Em 2011 ao trocar as amálgamas antigas de meus dentes entrei um ano depois numa jornada de dor intensa no lado direito do rosto além de ter um repuxo fortíssimo do meu maxilar neste mesmo sentido.

Mesmo usando aparelho funcional meu estado foi se agravando até receber um diagnóstico de distonia oromandibular.

Foram muitos os dentistas e médicos que consultei, mas a melhora começou a acontecer com o tratamento sugerido pela Dra. Lidia com o uso de uma placa totalmente diferente das que eu tinha usado anteriormente.

Durante as primeiras consultas fui avaliada integralmente considerando meus movimentos e postura.

Graças a Deus através deste novo protocolo que experimentei comecei a sentir melhoras relevantes a dor começou a diminuir bastante.

Durante este período mudei totalmente  meus exercícios físicos comecei a dança e a caminhar muito também (conselho da osteopata Dra. Kaciane Boschetti indicada pela Dra. Lidia).

DEPOIMENTO 2Comecei a ter mais saúde e busquei também uma dieta alimentar mais nutritiva, pois apresentei um quadro de baixa imunidade durante este período.

Hoje tomo suplementos incluindo doses mais elevadas de vitamina D, cloreto de magnésio para controle da ansiedade. Também tenho controle permanente das vitaminas do complexo B e C bem como colágeno tipo 2 que teve um efeito direto na minimização da dor.

Com o uso continuo da placa a mandíbula começou a voltar para o lugar e isto foi um verdadeiro milagre!

O movimento travado do lado direito do rosto já não existe mais.

Foram poucos meses e o resultado foi surpreendente.

Creio que o sistema neurológico absorveu a nova posição do rosto e o alinhamento do rosto ficou melhor.

DEPOIMENTO 3

Não tenho mais dor. Consigo mastigar qualquer alimento sem dificuldade e falar normalmente sem a mandíbula repuxar.

Depois de todo o período do tratamento constato que aprendi novos  princípios de saúde integral. Os  distúrbios iniciais pequenos da mandíbula  se não tratados adequadamente podem levar a distonia!

Meu sorriso voltou e atualmente não uso mais a  placa.

Agradeço primeiramente a Deus pela vida e por ter inspirado a Dra. Lidia a estudar os distúrbios de movimento na face, pois foi através do seu conhecimento que hoje me encontro curada.

Um abraço Deus abençoe

Página de estudos e investigação da ATM. Três anos de publicações.

To read this publication in English click here.

Caros amigos,

Em dezembro de 2014 iniciei as publicações da Página de Estudos e Investigação da ATM. No inicio, todo o seu conteúdo foi oferecido português, inglês e espanhol. Porém, em março do ano seguinte, ao analisar as estatísticas de acesso das postagens, decidi manter somente a divulgação nos idiomas português e inglês.

De todo modo, o acesso aos conteúdos da página segue disponível aos demais pesquisadores, profissionais da área e aos interessados na investigação que desenvolvo.

3 ANOS DE PUBLICAÇÕES

Nos dias de hoje, a medicina baseada em evidência está estratificada hierarquicamente de cima para baixo onde na base da pirâmide encontramos os casos clínicos, os quais raramente são vistos como evidência.

A Página de Estudos e Investigação da ATM tem em sua concepção, o propósito da publicação de casos e conceitos clínicos, cuidadosamente publicados com as respectivas documentações dos pacientes com queixas de dor, disfunção e patologia da ATM, tratados na Clínica MY.

A página oferece acesso ao conteúdo ao longo de imagens, eletromiografias de superfície, cinesiografia computadorizada antes e após o  processo terapêutico. Foram incluídos casos de ortodontia tridimensional e reabilitação fisiológica neuromuscular da segunda fase do tratamento, após o tratamento da ATM.

FINAL

Página de Estudos e Investigação da ATM fez no mês de dezembro três anos de vida, lembrei-me de festejar no primeiro aniversário da Pagina.

No meio do trabalho com os pacientes, ensino e publicações não me lembrei de celebrar o segundo ano.

Quero celebrar estes três anos com vocês.

Temos com este projeto um lugar na internet que mostra a linha de trabalho conhecida como odontologia neuromuscular fisiológica, que atua sobre a postura e o funcionamento mandibular e considera todo o sistema corporal.

Para isso a odontologia neuromuscular fisiológica procura estabelecer, no paciente uma posição baseada na relação harmoniosa entre os músculos, dentes e articulações temporomandibulares.

MARCUS LAZARI frontal E SAGITAL

Na publicação deste final de ano escolhi as imagens mais significativas de todos estes anos de publicações, com links diretos para cada uma das publicações originais.

No final desta publicação coloquei os links das publicações do primeiro ano desta pagina.

3 ANOS DE PUBLICAÇÕES 2

Página de Estudos e Investigação da ATM tem crescido muito e continua recebendo visitantes de todo o mundo.

Muito obrigada!

Lidia Yavich

Patologia da Articulação Temporomandibular em um Paciente com Fusão Congênita de duas Vértebras Cervicais. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

33 FINAL

Melhora Postural em Paciente após Tratamento de Reposicionamento Neuromuscular Fisiológico da Mandíbula. Paciente com Histórico de Cirurgia de Escoliose e Sintomatologia Craniomandibular.

24

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Fortes Dores de Cabeça e das Articulações Temporomandibulares apresentando Importante Irregularidade de contorno no Côndilo Mandibular e Limitação de Abertura Bucal. Caso clínico.

27 CEF COMPARATIVAS

Reversão da Alteração da Medular Óssea em um caso de Necrose Avascular da cabeça mandibular. Acompanhamento de dois anos após o tratamento.

FRONTAL COMPARATIVAS ESQUERDA 2016.jpg

Tratamento Neuromuscular Fisiológico em Paciente com Cefaleia Diária e Dor nas Articulações Temporomandibulares. Caso Clínico sem Possibilidade de Recaptura Discal: primeira e segunda fase.

10 abre e fecha inicial

Criança com Otalgia (dor de ouvido) e Perda Auditiva Condutiva: quando medir faz a diferença. Normalização dos limiares auditivos. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

FINALE FINALE

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com Dor na Região da Nuca, Zumbidos Bilaterais e Fraturas Recorrentes de Dentes e Próteses. Primeira e segunda fase. Caso clínico.

ITACIR COMBINADA

Tratamento das Patologias da ATM: Paciente com cefaleia durante 30 anos. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e segunda fase . Caso clínico.

1 FOTOS FRENTE

Patologia da ATM em Músicos Profissionais: Um olhar além dos fatores de risco. Reabilitação Neuromuscular Fisiológica. Primeira e Segunda fase. Caso clínico.

HELLA

Página de estudos e investigação da ATM. Um ano de publicações.

INICIAL.jpg

2

Página de Estudos e Investigação da ATM tem crescido muito e continua recebendo visitantes de todo o mundo.

Muito obrigada!

Lidia Yavich

Distonia Cervical ou Torcicolo Espasmódico: Evolução positiva após Tratamento Neurofisiológico

O paciente deste post se comunicou comigo por indicação de um colega do exterior.

Por  meio de e-mail, o paciente comentou o motivo da consulta : tinha sido diagnosticado com DISTONIA CERVICAL ou Torcicolo espasmódico. Rapidamente respondi que não era a minha área porque a minha especialidade era Patologias da ATM e Ortodontia e Ortopedia Facial.

O paciente insistia, comentando que o colega que me indicou,  me conheceu em um congresso da AACP onde fui convidada como conferencista. O colega não sabia se eu tratava de Distonia Cervical ou Torcicolo Espasmódico, mas tendo assistido minha apresentação achou que talvez eu poderia ajuda-lo.

Comecei me aprofundar sobre trabalhos publicados nesta área. Um dos artigos que influenciaram a aceitar o paciente foi :  Spasmodic Torticollis: The Dental Connection . Anthony b. Sims, D.D.S.; Brendan C> Stack, D>D>S> ;MS.;Gary Demererjian, D.D.S.

1

Distonia é um termo que define um grupo de doenças caracterizadas por espasmos musculares involuntários que geram movimentos e posturas anormais de determinada parte ou de todo o corpo. Distonia é classificada como uma doença do sistema nervoso.Existem muitos tipos de distonia, e muitas doenças e condições podem causar distonia.

Distonia focal: acomete apenas uma região do corpo, como os olhos, o pescoço ou as mãos.Normalmente, a etiologia é desconhecida. Há hipóteses que sugerem que os movimentos anormais resultam de uma disfunção dos núcleos da base (gânglios da base).

2Distonias Focais               

Este tipo de distonia costuma surgir na idade adulta, geralmente após os 30 anos de idade. As primeiras manifestações clínicas quase não são notadas, surgindo somente em certos momentos do dia e podem ter como gatilho algum ato motor específico, como, por exemplo, ler, falar, escrever ou andar.

As denominações de distonias focais variam de acordo com o local acometido, sendo que as principais são:

Blefarospasmo: consiste no pestanejar involuntário e copioso que faz com que a pálpebra se feche. Os primeiros sintomas surgem como um aumento da frequência do ato de piscar, sensação de irritação nos olhos ou foto sensibilidade.

Distonia oro mandibular: caracteriza-se por espasmos na região inferior da face, tais como os lábios, boca, língua e mandíbulas. Os sintomas mais frequentes são a dificuldade para mastigar, abrir a boca, deglutir alimentos e articular as palavras.

Torcicolo espasmódico: esta representa a forma mais comum de distonia e é responsável por afetar a musculatura que sustenta o pescoço.

Disfonia espasmódica: neste caso, há o envolvimento das cordas vocais. A alteração da voz resulta de espasmos involuntários das pregas vocais, laringe e faringe. Comumente, relaciona-se à Distonia de outros músculos faciais.

2

Depoimento do paciente:

Tudo começou aproximadamente após a colocação dos implantes inferiores.

Um ano após eu já comecei a  perceber desconforto.

Rigidez nas costas e no pescoço e um peso muito forte na nuca e dor.

Comecei a fazer baterias de exames com neurologistas, fisiatras, reumatologistas, ortopedistas e todos tinham a mesma opinião dizizm que podia ser um problema de stress e cansaço.

Posteriormente eu comecei a sentir um movimento de torção  no pescoço para a esquerda, não era muito forte mais eu sentia que não tinha  mais controle no meu pescoço.

Meu pescoço  sempre estava  tendendo a virar para a esquerda, principalmente ao andar e quando tentava ficar em uma posição para segurar algum objeto.

Depois de ter passado por fisioterapia, quiropraxia, acupuntura todas essas técnicas comecei a pesquisar  e consultei  novamente um neurologista que diagnosticou: Distonia Cervical. O neurologista pediu vários exames para eliminar a possibilidade de trauma e algum outro problema relacionado à doença de Wilson. Foi descartada essa hipótese

Consultei outro neurologista que confirmou o mesmo diagnostico  DISTONIA CERVICAL.

Iniciei um tratamento com Botox para aliviar e relaxar alguns músculos, trapézio, esternocleidomastoideo e esplênio. Fui orientado para fazer três aplicações de relaxantes musculares.

Comecei a pesquisar mais sobre o assunto e achei  alguns vídeos sobre ATM e alguns tratamentos com aparelhos dentários.

4

Oclusão habitual do paciente

Depoimento do paciente:

A situação é muito ruim porque é uma doença neurológica , a causa não é conhecida e  até hoje não se conhece a cura.

Eu acredito que deva ter alguma relação com os implantes, porque eu passei mais de 30 anos sem estes dentes, pode ser que a posição da minha boca pode ter causado alguma alteração lenta que culminou neste estado.

Eu não sou especialista pra afirmar que seja isso, mas acredito que vale a pena uma investigação ate porque existem artigos do Dr. Anthony Sims e alguns outros doutores na área odontológica que apontam para possíveis problemas de distúrbios da cabeça e pescoço e coordenação motora, da doença de Tourette ou alguma coisa assim, associadas com distúrbios na região da ATM, as articulações temporomandibulares.

1

Depoimento do paciente:

Segue detalhes dos principais sintomas

Impossibilidade de estabilizar a cabeça

Zumbidos nos ouvidos

Sensação de compressão nos ouvidos

Espasmos dos músculos quando quero movimentar a  cabeça para baixo e para direita

Estalos nas vértebras da região da nuca, talvez a C1 e C2, não estou seguro, rangido dos ossos da coluna

Rangido da ATM principalmente quando bocejo

Dores variadas na região da cervical e posterior da cabeça

Desconforto geral nas costas, ombros e abdômen

Estalos de várias articulações do corpo


5
Radiografia panorâmica do paciente antes do tratamento.6 Radiografia frontal do paciente onde pode ser claramente percebida a impossibilidade de deixar a cabeça em posição reta.7 Laminogafia inicial do paciente, em oclusão habitual onde pode se observar a retroposição das cabeças da mandíbula.

9 Radiografia Lateral do paciente em oclusão habitual antes do tratamento.10

Se observa nesta radiografia lateral e da coluna cervical a total falta de espaço entre o arco do ATLAS e o Occipital. Acreditando ter aderências solicitei uma radiografia lateral em flexão.

11

Na radiografia lateral em flexão se observa espaço diminuído entre o arco do Atlas e o Occipital. O ESPAÇO ESTÁ DIMINUÍDO, MAS EXISTE.

12A RNM em boca fechada mostra um disco de pequeno tamanho, facetas superiores em ambos côndilos mandibulares e compressão retrodiscal bilateral. O paciente abre a boca sem dificuldade com os discos acompanhando as cabeças mandibulares. Não achei importante incluir a imagem em boca aberta para este caso clínico.
13

A eletromiografia de superfície dinâmica mostra importante assimetria dos temporais superficiais direito e esquerdo, e baixa atividade de ambos os masseteres.  Os trapézios não mostram atividade durante o fechamento mandibular, o que é fisiologicamente correto. Importante atividade dos digástricos em fechamento, o que é fisiologicamente incorreto.  

14

A eletromiografia de superfície dinâmica mostra importante assimetria dos temporais superficiais direito e esquerdo, e baixa atividade de ambos os masseteres.  Os esternocleidomastoideo  mostram atividade durante o fechamento mandibular, o que é fisiologicamente incorreto ( o esternocleidomastoideo não é um músculo da mastigação). Importante atividade dos digástricos em fechamento, o que é fisiologicamente incorreto.

15

Seus músculos mastigatórios foram desprogramados eletronicamente com um DEM desprogramador eletrônico mandibular e depois foi registrada uma mordida em posição de repouso neurofisiológica utilizando um magnetógrafo. Para este registro utilizamos a técnica neurofisiológica.

Com esses dados construímos um aparelho intraoral testado electromiograficamente e cineciograficamente para suportar a posição neurofisiológica escolhida.

16 comparativa frontal 1 dio

Comparação da imagem frontal do paciente: inicial e quatro meses após o uso do DIO. Notasse uma importante melhora no posicionamento da cabeça e ombros

17 A comparativa perfil diio

Comparação da imagem do perfil direito do paciente: inicial e quatro meses após o uso do DIO. Notasse uma importante melhora no posicionamento da cabeça e ombros

17 B comparativa perfil 2 diio

Comparação da imagem do perfil esquerdo do paciente: inicial e quatro meses após o uso do DIO. Notasse uma importante melhora no posicionamento da cabeça e ombros

19 Radiografia Lateral do paciente com o dispositivo em posição neurofisiológica. NOTASSE o espaço entre o arco do ATLAS e o Occipital que não existia na radiografia lateral inicial.20Radiografias frontais do paciente comparativas antes do tratamento e com o dispositivo intraoral, o paciente consegue manter a cabeça reta.
21 Comparação das radiografias laterais e da coluna cervical antes do tratamento e com o dispositivo intraoral .NOTASSE o espaço entre o arco do ATLAS e o Occipital que não existia na radiografia lateral inicial.

22

Laminogafias comparativas do paciente: inicial em oclusão habitual onde pode se observar a retroposição das cabeças da mandíbula e com o dispositivo intraoral com descompressão do espaço retrodiscal.

23 comparativa frontal 3 dio

Comparação da imagem frontal  do paciente: inicial, quatro e nove meses após o uso do DIO. O paciente teve uma recuperação na postura fisiológica.

24 comparativa perfil 3 diio

Comparação da imagem do perfil direito do paciente: inicial quatro e nove meses após o uso do DIO. O paciente teve uma recuperação na postura fisiológica.

25 comparativa perfil 2 diio 3

Comparação da imagem do perfil esquerdo do paciente: inicial,quatro e nove meses meses após o uso do DIO. O paciente teve uma recuperação na postura fisiológica.

artigo

Spasmodic Torticollis: The Dental Connection . Anthony b. Sims, D.D.S.; Brendan C> Stack, D>D>S> ;MS.;Gary Demererjian, D.D.S.

26

O paciente também enviou vídeos onde mostra inicialmente a incapacidade de girar a cabeça antes del tratamento e videos comparativos onde atualmente ele consegue  movimentar, eles não foram inseridos para manter a privacidade do paciente.